#Corno #Incesto #Teen #Traições

Comi minha filha na Disney 2

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Contador Incestuoso

Engole tudo, putinha do papai! Toma leite quente na cara pra sujar teu uniforme!"Gozei explosivo como mangueira: jatos grossos quentes...

Depois do início da nossa relação incestuosa, Clara já era uma presença constante no meu apê duplex em Campinas – todo final de semana, busão de São Paulo às sextas pós-aula, mochila jeans leve com uniforme escolar sujo de giz e lanche, chegando faminta por mim. Aos 15 anos e meio, o corpo dela florescera: coxas grossas suculentas de academia , bunda grande redonda e empinável como almofada carnuda, seios médios firmes sardentos marcando tops cropped, olhos verdes felinos agora safados de segredos compartilhados. Eu esperava no portão do prédio de 8 andares, corpo academia reluzindo short tactel preto apertado pau marcado, braços tatuados cruzados.
Sexta chuvosa de maio, 18h30, Clara desceu do busão rodoviário pingando guarda-chuva furado, uniforme colégio particular colado suado: saia xadrez plissada curta subindo coxas grossas bronzeadas, blusa branca semi-transparente marcando sutiãzinho preto rendado e auréolas rosadas, meias 7/8 sujas de lama, sapatilhas pretas gastas, cabelos loiros bagunçados chuva, rostinho sardento corado de excitação. "Cheguei, papai!", sussurrou abraçando forte meu peito largo veado, mão fina roçando pau endurecendo na cueca boxer.Subimos escada externa do prédio (elevador quebrado de novo), andar por andar crepitando tensão – no terceiro, parei-a no patamar sombreado, porta corta-fogo rangendo ao fundo. "Aqui mesmo, filhinha. Chupa papai nas escadas. Ela falou: e se alguém aparecer? Eu disse, a gente escuta antes de chegar perto." Ela ajoelhou obediente no degrau frio de concreto, saia xadrez subindo bundinha branca aparecendo, blusa desabotoada revelando seios médios quicando livres. Puxei short tactel pra baixo, pau grosso veiúdo saltou livre, glande roxa babando pré-gozo na cara sardenta dela. "Abre essa boquinha gulosa de vadia para mim, ordenei rouco, mão tatuada no rabo loiro puxando.Ela atacou: boquinha carnuda O distendida engolindo a cabeça latejante, língua áspera e nolhada rodando frenética a coroa sensível, sugando vácuo babado como piroca de sorvete derretido – saliva grossa escorrendo queixo sardento pingando peitinhos pontudos nus, mãozinha fina apertando base veiuda punhetando ritmada, outra massageando bolas pesadas peludas cheias de porra acumulada da semana toda. "Mmmph, teu pau é tão grandão e grosso, papai... ", gorgolejava abafado, garganta profunda engasgando golfadas viscosas, olhos verdes lacrimejando tesão submisso fitando meu tanquinho contraindo. Bombeava quadril pra foder boca inexperiente, slap de bolas no queixo ecoando escada vazia, "Engole tudo, putinha do papai! Toma leite quente na cara pra sujar teu uniforme!"Gozei explosivo como mangueira: jatos grossos quentes primeiro na garganta (ela engasgando engolindo metade), puxei pra fora e pintei rosto adolescente – cordões brancos viscosos espirrando sardas nariz olhos boquinha aberta gemendo, baba sêmen misturados pingando top cropped encharcado. Pau meia-bomba brilhante babado, dei três batidas fortes com o membro pesado no rostinho melado dela – ploc-ploc-ploc ecoando concreto, glande vermelha esmagando bochecha sardenta, ela rindo safada lambendo resquícios: "Ai, papai... que delícia gozada na cara. Agora vamos para o apê, estou toda molhadinha, preciso do teu pauzão dentro de mim!"Subimos resto escada ela babada sêmen seco no rosto, uniforme fedendo sexo – no apê, transamos loucos por todo o final de semana, de quatro na cozinha bunda quicando pia, cavalgada sofá de couro, pau fundo útero, cuzinho de menina sendo durante o banho. Gozos múltiplos, ela insaciável "Só teu pau me mata de prazer, pai!".
Duas semanas depois, Clara veio apresentar Matheus – 17 anos magrelo, com jeito de nerd antipático. Jantamos e fui para o quarto, deixando os dois assistindo TV. As duas da manhã, assistindo um filme, recebo uma mensagem da Clara. Pai, vem agora na adega, na verdade era o quarto de empregada que eu usava como adega. Chegando no ambiente encontro ela só de calcinha de renda vermelha, ela estava linda e atraente, impossível resistir: "Matheus dorme sofá, fode quieto papai." Slap-slap abafado: de lado prateleira de Bordeaux; de quatro no tapete persa bunda empinada; cavalgada no banquinho de degustação seios batendo. Ela de quatro, gozei dentro da buceta, tirei o meu pau de dentro dela, meu sêmen escorre para o chão. Então vejo Matheus olhos marejados, vendo o meu pau pingando e ela ainda de quatro. Nós nem percebemos a porta se abrir. Clara gritou histérica cobrindo seios: "Não é o que você tá pensando, Matheus!" Ele berrou: "Como não?! Vi você e teu pai fodendo como depravados! Vocês são uns doentes. Vou pra casa agora!" Saiu batendo, a porta de aço do elevador sumindo.Clara desabou chorando no tapete da adega, nua tremendo sêmen escorrendo: "Vai contar pra todos, pai..." Abracei forte corpinho suado peito tatuado acalentando cabelos loiros: "Calma filhinha, de hoje em diante somos só nós dois. Fala para a tua mãe que queres morar comigo " Fungou olhos verdes marejados: "Tá pai... era tudo que eu queria. Você só pra mim." Beijei testa sardenta, meu pau endureceu: fodemos na madrugada toda, quando ela adormeceu. Mandei uma mensagem para o seu namorado o ameaçando. Seja o que for, deu certo. Ela nunca contou nada para alguém. Dali em diante eu e a minha filha de 15 anos passamos a viver como marido e mulher .

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Comentários (1)

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  • JohnDoeBrZ: Que relação deliciosa. Parabéns pela sorte 👏🏽

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