#Lésbica

A primeira vez que minha esposa fez sexo com uma mulher.

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Imagine o tesão insaciável de um cara comum de Recife chegando em casa no apê de Boa Viagem e flagrando a mulherão ruiva gigante, com 1,88m de pura delícia, pernas intermináveis e peitões 40E balançando, se entregando numa foda lésbica selvagem com uma loirinha cabeleireira safada do salão da Avenida Domingos Ferreira. Ele filma tudo escondido com a câmera no celular, punhetando o pauzão latejante enquanto vê ela gozando jatos de squirt na cara da outra, com direito a punhetinha físting até o pulso, peidos molhados de tesão, anal dolorida com plugue esticando o cuzinho, lambidas em bucetas encharcadas cheirando a sexo puro, e depois a loira engolindo porra quente na garganta. Essa aventura é só o começo das loucuras que a gente registra em segredo no www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo – leia tudo pra sentir o cheiro de suor, porra e melzinho escorrendo, e acompanhe pra ver o que vem depois, tipo eu comendo o cu dela na praia de Pina ou ela chupando um negão no carnaval do Galo da Madrugada. Você vai babar, gozar lendo e implorar por mais, cara!

Eu sou o Raul, 42 anos, casado há nove com a minha deusa absoluta, a Bia – uma ruivona acobreada de 32 anos, com 1,88m de altura que faz qualquer um se sentir pigmeu ao lado dela. Pernas que parecem esculpidas por Michelangelo, longas e torneadas como as de uma amazona do litoral pernambucano, coxas grossas que tremem quando ela anda rebolando na calçadinha de Boa Viagem. Seios 40E, pesados e firmes, daqueles que balançam hipnotizando, com mamilos rosados do tamanho de morangos maduros, sempre furando as blusas fininhas. O rosto dela? Puro fogo irlandês misturado com morena brasileira: olhos verdes penetrantes, lábios carnudos que chupam pau como vácuo, e um sorriso safado que promete pecados. A gente mora num apêzão com vista pro mar em Boa Viagem, Recife, onde o vento quente do Atlântico sempre carrega cheiro de sal e sexo. Nossa foda é insana todo dia – ela adora cavalgar meu caralho de 22cm até eu encher a buceta dela de porra –, mas Bia sempre fantasiava em provar uma xoxota de verdade, e eu sonhava em pegar ela no flagra, filmando tudo com a câmera escondida no canto do quarto pra postar depois nas nossas aventuras secretas. "Raul, imagina eu lambendo uma buceta quentinha enquanto tu assiste de camarote, punhetando esse teu mastro grosso?", ela sussurrava no meu ouvido, mordendo o lóbulo enquanto me mamava. Eu tremia só de pensar, o pré-gozo já melando a cueca.

Era uma sexta-feira abafada de verão, 2025, eu voltando do trampo na fábrica de vidros em Casa Amarela, suado e com o pau meio duro só de lembrar das nossas conversas safadas. O sol poente pintava o céu de laranja sobre o mar, e o apê tava silencioso como um túmulo quando entrei pela porta de vidro da varanda. "Bia, cheguei, minha vadiazona!", gritei baixinho, imaginando ela deitada pelada esperando pra mamar meu caralho. Nada. Só um gemido abafado vindo do quarto, tipo um miado de gata no cio misturado com risadinhas sussurradas. Meu coração acelerou, o pau inchou na calça jeans apertada – será que era aquilo? A câmera do celular já tava no modo vídeo escondido na mão, ativada pro modo noturno pra captar cada detalhe suado e molhado. Caminhei pelo corredor estreito, o piso frio de cerâmica grudando nos pés descalçados, o ar pesado cheirando a perfume doce de baunilha misturado com... buceta excitada? Abri a porta do quarto devagar, sem bater, e ó o caralho: lá tava minha Bia, rainha do pedaço, esparramada na nossa king size com lençóis de cetim preto, pernas abertas em V, a buceta inchada e raspadinha brilhando de melzinho, e uma loirinha baixinha e peituda, uns 26 anos, de joelhos entre as coxas dela, lambendo aquela xoxota como se fosse o último sorvete do mundo.

Na aventura registrada com câmera escondida, dá pra ver nítido: Bia nua total, corpo de giganta branca como leite, pernas musculosas esticadas pro teto, pés com unhas vermelhas apontando pro ventilador girando devagar. Os peitões 40E balançando a cada respiração ofegante, mamilos duros como pedrinhas de gelo. A loira, que depois soube que se chama Jéssica, tava de minissaia preta levantada na cintura, sem calcinha, bunda empinada redonda e tatuada com uma borboleta no fio dental, buceta loira depilada pingando no colchão. A cara dela enterrada na virilha da Bia, língua rosada esticada lambendo devagar os lábios grossos da vulva, subindo pros grandes lábios internos rosados e inchados, circulando o clitóris ereto do tamanho de uma ervilha inchada. "Ahhh, isso, lambe minha xoxotinha gulosa, Jéssica, enfia essa linguinha quente aí dentro!", Bia gemia rouca, voz com sotaque nordestino carregado, agarrando os cabelos loiros curtos da mina e esfregando o rosto dela na buceta. Eu me escondi atrás da porta entreaberta, câmera tremendo na mão, pau roçando na braguilha, pensando: "Porra, minha mulher tá se dando pro first time lésbico e eu filmando pra poster no selmaclub, isso vai viralizar entre os tarados como eu".

Meu caralho tava uma rocha, latejando dolorido contra o zíper. Abri devagar, meti a mão dentro da cueca e puxei ele pra fora – 22cm grossos como lata de energético, veias pulsando, glande roxa inchada brilhando de pré-gozo viscoso que escorria como mel. Comecei a punhetar devagar, lubrificando com o meu próprio melzinho, olhos grudados na cena. Bia agora prendeu a cabeça da Jéssica numa chave de perna brutal, aquelas coxas de academia esmagando as orelhas dela, e começou a foder o rosto da loira como se fosse um pau. "Toma, sua putinha loira, bebe meu melzinho quente!", Bia gritava, quadris subindo e descendo, buceta aberta escorrendo sucos pela bunda, um peido molhado escapando – prrrt! – cheiro azedo de tesão enchendo o quarto, misturado com suor e perfume. Jéssica gorgolejava, língua enfiada fundo na entrada vaginal, chupando o clitóris inchado como um mini-pau, mãos apertando as nádegas da Bia, dedos abrindo o cu rosado piscando. Bia gozou primeiro, um grito animalesco ecoando pelas paredes: "Caralhoooo, tô jorrando, porraaa!", corpo convulsionando, squirt transparente espirrando na cara da Jéssica, melando cabelos, olhos, boca – na câmera dá pra ver os fios de porra feminina pingando no queixo dela.

Mas a Jéssica não parou, vadia insaciável, continuou lambendo, chupando os lábios internos esticados, enfiando a língua no buraco piscando da Bia enquanto ela se debatia. Bia agarrou os peitões dela mesmos, 38D firmes e empinados, apertando forte as auréolas grandes, puxando mamilos longos e duros como chicletes. "Olha esses ubres gostosos, meus peitões de vaca!", ela pensou alto, levando um seio gigante à boca, mamando o mamilo com barulhinho de chupeta, sugando voraz, depois mordendo delicado entre os dentes e puxando – esticou uns 3cm, vermelho vivo. Outro orgasmo veio como tsunami: "Ahhh, mordo meu tetao, tô gozando de novo, sua lambida de ouro!", corpo arqueando, unhas cravando nas costas da cama, peido mais forte prrrraaap! soltando gases quentes de buceta contraída. Na filmagem escondida, o close mostra o mamilo babado de saliva dela mesma, glândulas de leite quase vazando de tanto apertar.

O gozo passou, Bia ofegante, suor escorrendo pelos vales dos peitos, e puxou o rosto da Jéssica pro seu, beijo guloso de linguas se enroscando, lambendo o próprio squirt do rosto dela – "Hmm, meu melzinho tem gosto de abacaxi com canela, delícia safada" –, chupando lábios, nariz, queixo até lamber tudo. Depois, inverteu: ajoelhou entre as pernas curtas mas grossas da Jéssica, beijinhos leves na barriga lisa e tatuada com "Safada PE", descendo pro monte de Vênus depilado, clitóris enorme saltado, quase 2,5cm, rosado e latejante como um dedinho. "Primeira vez lambendo xoxota, mas vou devorar essa aqui, pensa no tesão que vai ser eu fisting ela na praia da Pina semana que vem, com desconhecidos olhando", pensei eu, punhetando mais rápido, pré-gozo melando a mão inteira. Bia chupou o clit like a pauzinho, sugando com vácuo, língua rodando a cabeça sensível. Jéssica gemia alto, nordestina pura: "Aiii, titia Bia, chupa meu pintinho, ô delícia, arqueeeis pro teu bico quente!", quadris subindo, buceta abrindo sozinha, lábios internos cor de carne viva pingando mel grosso.

"Ô, Jéss, tua xoxotinha tem gosto de maracujá maduro, quente e azedinho, vou lamber até secar!", Bia falou com gíria recifense, enfiando língua na fenda, chupando lábios, bebendo o rio de porra feminina escorrendo. Jéssica pirou: "Fode minha buceta, oxente, me come como se fosse tua rival!". Bia meteu dois dedos longos na xoxota apertada, sentindo as paredes quentes contraindo, entrando e saindo com som de pipoca molhada – ploc ploc! –, adicionou o terceiro, depois quarto, mão inteira escorregadia de mel, forçando até o pulso sumir na buceta esticada. "Tá vendo, Raulzinho me filmando escondido vai adorar isso, imagina eu com o cu dela na próxima aventura no www.selmaclub.com, plugue de 5cm rasgando", Bia pensou safada, olhando de rabo de olho pra mim. Jéssica explodiu: "Porraaaa, fode, tô jorrando, caralho nordestino!", squirt jato forte como mangueira, inundando rosto, peitos e cama da Bia, cheiro de urina leve e tesão forte. Bia continuou fisting, punho girando dentro, chupando clit, e veio outro gozo, Jéssica se curvando tanto que quase rolou pro chão, peido vaginal prrrt molhado ecoando.

Eu tava no limite, punhetando furioso, pau vazando pré-gozo como torneira, glande roxa brilhando, bolas apertadas. Elas desabaram nos braços uma da outra, suadas como após jogo no Arruda, corpos melados de squirt e suor, bucetas vermelhas latejando. Na câmera, close das coxas tremendo, cu da Bia piscando com um plugue anal preto de 4cm enfiado, que ela tinha posto mais cedo – "Pra preparar pro anal dolorido que tu vai me dar depois, amor, rasgando meu viadinho com teu caralho grosso", ela me disse antes. Avancei pra beira da cama, pau apontado como canhão. Bia sorriu maliciosa: "Apresento a Jéssica, minha cabeleireira safada da Domingos Ferreira. Vem, chupa o pau do meu macho, ó esse monstro!". Ela agarrou minha rola latejante, guiou pra boca da loira, que abriu voraz, engolindo até a garganta – glug glug! –, puxando pra lamber a glande em forma de cogumelo roxo, masturbar com mãozinha delicada, língua rodando o freio sensível. "Hmm, pau de recifense é grosso mesmo, cheiro de macho suado, vou engolir tudo", Jéssica mumurou, olhos azuis olhando pra mim. Gozei jato quente na garganta dela, porra grossa e salgada enchendo a boca – ela engoliu tudinho, lambendo os beiços: "Delícia de leitinho quente, não caiu uma gota, titio Raul".

Joelhos moles, segurei na cabeceira, Bia rindo: "Gostou de assistir eu comendo xoxota pela primeira vez, meu corno voyeur? Filma bem pra nossas aventuras!". "Porra, Bia, foi o tesão da minha vida, tua buceta jorrando na cara dela... e esse plugue no teu cu, vou foder anal hoje com dor, esticando até sangrar um tiquinho, pensa nas próximas: eu te comendo com um negão na praia do Porto de Galinhas, ou tu fistando uma morena no trio do Bairro do Recife". Ela respondeu lambendo os lábios: "Adorei, amor, xoxota é viciante, quente e escorregadia, melhor que sorvete de coco na praia. Jéss me ensinou tudo direitinho".

A gente terminou o findi em orgia: eu comi a buceta das duas, anal da Bia com dorzinha boa – "Aiii, Raul, tá rasgando meu cu virgem de plugue, devagar, mas enfia mais, porra!" –, peidos escapando do cu esticado, mais squirts e porra voando. Mas o comecinho? Bia me contou tudo no dia seguinte, tomando café na varanda com vista pro mar agitado. "Fui no salão da Avenida Domingos Ferreira, minha cabeleireira faltou por causa da vó doente, e essa Jéssica loira peituda me atendeu. Enquanto lavava meu cabelo na pia, ela se inclinou demais, mão roçando meus peitões 40E, mamilos endurecendo na hora. 'Ô, menina, tu tá me apalpando de propósito?', pensei, abrindo os olhos e vendo os tetas dela furando a blusa branca justa, biquinhos duros como pregos. Ela me virou pra secar, barriga chapada dela roçando minha mão – sem calcinha na minissaia preta, moninho inchado quente. Não resisti: enfiei a mão, acariciei o V depilado, dois dedos na xoxotinha melada. 'Ummm, tá molhadinha, safadinha', sussurrei. Polegar no clit inchado, espalhando o melzinho viscoso, ela curvou a buceta na minha mão, gemendo baixinho: 'Aiii, titia Bia, continua, ninguém vê aqui nessa cabine isolada no fundo do salão'. Olhei em volta – cortinas fechadas, cheiro de xampu e tesão –, e ela me beijou longo, língua dançando na minha boca, mãos apertando minha bunda gigante."

"Eu tava louca, Raul, buceta pinando. A gente se recompôs rapidinho, ela cochichou: 'Volta às cinco pra me buscar e leva pro teu apê em Boa Viagem, vou te ensinar a comer xoxota direitinho, tua primeira vez lésbica vai ser inesquecível, com direito a físting e peidos de tesão'. Eu disse que sim na hora, pensando em ti filmando escondido. Chegando aqui, porta fechada, ela me agarrou na sala, beijo pegando fogo, linguinhas brigando, mãos nas bundas – a dela redondinha e a minha de giganta –, apertando forte. Fomos pro quarto, ela tirou a minissaia, desabotoou a blusa, peitões 38D pulando do sutiã rendado preto, mamilos rosados grandes. Despiu minha roupa devagar, empurrando pra cama, beijo eterno, descendo pros meus tetões: chupou mamilos até ficarem doendo de duros, massageando a carne pesada, beijinhos na barriga lisinha de abdominais, chegando no clit: circulou com língua quente, molhada, eu pressionei a xoxota no rosto dela, segurei a cabeça e fodi a boca: 'Toma, lambuzinha, gozo na tua cara!'. Gozei três vezes seguidas, squirt melando o cabelo dela, corpo tremendo como vara verde."

"Depois, ela se jogou de costas, pernas escancaradas: 'Agora te mostro minha xoxotinha, olha bem, Bia'. Abriu os lábios grandes com dedos, interior rosa obsceno, brilhando de mel, clit gigante como mini-pau: 'Lambe pra cima e baixo, círculos, chupa como se fosse caralho do teu Raul'. Eu ataquei faminta: 'Gosto de mel de loira, quentinho e salgadinho como tapioca com queijo!', lambi fenda, chupando lábios, clit, bebendo o rio escorrendo pela bunda dela. Ela gritou: 'Fode minha buceta, oxente, enfia os dedos, me fista!'. E foi isso que tu viu na aventura filmada."

A gente decidiu continuar as explorações com terceiras – e quartas, quintas –, sempre registrando com câmera escondida pra postar aventuras no www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo, onde tu acha mais: tríos na orla do Pina com peidos anal doloridos, eu fistando cuzinhos na festa de São João em Caruaru, Bia chupando morena no elevador do Shopping Recife. Imagina o futuro: ela grávida de porra de estranho, ou anal duplo na praia de Carneiros? Fica viciado, me acompanha lá pra não perder, caralho!

Ei, leitor tarado, esse conto te deixou com o pau duro ou a xoxota pinando? Se gozou lendo, me faz esse favor emocional: vai lá no site onde postei essa aventura e dá 5 estrelas brilhantes pro conto – é o que me motiva a registrar mais loucuras reais com câmera escondida, pra tua punheta infinita. Não esquece, porra, 5 estrelas ou eu paro de contar! Procura www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo agora e clica, vai que a próxima é tu na história!

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