#Traições

Jovem, casada e jeiinho de recatada. Mas mostro a verdade.

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Empresário

Meus amigos, muito bom dia! Eu sou o dono dessa empresa aqui na zona norte do Recife, e sou doido por uma funcionária que tem 26 anos, casada, do tipo bem simples e super humilde, como vocês estão vendo abaixo nesse vídeo que mostra, gravado pela câmera da empresa, pois o marido dela nem sonha com isso, e o Brasil todo está vendo agora o quanto ela tem o jeito de coitadinha e de recatada, e quanto uma mulher dessa pode ser safada. Eu adoro mulheres assim, bem simples, do tipo tímida, e vou mostrar a vocês, descrevendo passo a passo o que rolou. A empresa fechou ao meio-dia, e ela, Ana Paula, tava terminando de fazer a limpeza. Eu tranquei a porta, o som do trinco ecoando no silêncio, e quando ela veio pra perto de mim, confessei na lata que tava com um tesão do caralho nela. Ela me olhou com aquela carinha de coitada, vestindo aquele vestidinho de feirinha, barato pra cacete, e isso me deixou louco de vontade. Ela olhou desconfiada pra todos os lados, mas eu garanti que todo mundo já tinha largado. Levantei o vestidinho dela e comecei a acariciar aquela bucetinha quente, e ela se entregou, gemendo que era loucura, enquanto a gente se beijava. Assustada pra caralho, como dá pra ver nas fotos e no vídeo, mas eu fui acalmando, sabendo que ela nunca tinha traído o marido. Ela tirou meu caralho da calça e começou a chupar, levantou um pouco o vestido, mostrando a calcinha barata e gostosa, e eu a encostei na parede pra admirar aquela bundinha de perto. Pedi pra cheirar o rabo dela, e ela estranhou, tentando evitar, mas eu sabia que tava com aquele cheiro forte de rabo suado, e isso me deixou ainda mais louco. Metei a cara na bundinha dela, lambi o cuzinho com vontade, e depois, de frente, enfiei o pau na buceta e fodi ela em pé. Ela pediu pra eu não gozar, por causa dos planos de ter filho com o marido e não tomar nada, então falei que queria comer o cuzinho. Ela disse que nunca tinha dado, e isso me deu um tesão fudido. Prometi ir devagar, virei ela, lambi o cuzinho, cuspi na cabeça do meu pau e comecei a penetrar, sentindo aquele ânus apertado engolindo meu caralho devagar. Puta que pariu, comer uma bunda de uma simples assim é de lascar! Segurei ela pela cintura e soquei, e quando ela começou a se peidar, pedindo desculpa e querendo parar, eu vi que ela tava se cagando, e isso me deixou ainda mais excitado. Olhei pra baixo, vi meu pau meladinho entrando e saindo daquela bunda, e gozei feito doido dentro daquele rabo de casadinha. Agora, tô colocando todos esses flagras com minhas funcionárias no site oficial e no Telegram VIP pra vocês se deliciarem. Quem sabe você não conhece uma casada dessas?
Caralho, como eu tava louco por esse momento! Meu nome é Marcos, e eu mando nessa porra de empresa pequena na zona norte do Recife, um lugar quente pra cacete, onde o sol queima a pele e o suor escorre sem parar. Hoje, 30 de agosto de 2025, o dia tá abafado, o ar pesado com umidade, e eu tava de olho na Ana Paula desde cedo. Essa morena de 26 anos, casada com um cara qualquer da construção, é o tipo de mulher que passa despercebida, mas que me deixa com o pau duro só de pensar. Ela tem aquele corpinho simples, coxas grossas, bunda redonda que balança quando ela limpa o chão, e usa roupas baratas, compradas na feirinha do bairro. O vestidinho florido que ela tava usando hoje tava grudado no corpo de tanto suor, e o decote mostrava um pedaço dos peitos pequenos, mas durinhos, que eu já imaginava chupando.

A empresa fechou ao meio-dia, como sempre, e os funcionários saíram correndo pra casa ou pro boteco da esquina. O som dos passos deles sumiu, deixando só o zumbido do ventilador velho e o barulho da vassoura de Ana Paula arrastando no chão. Eu tranquei a porta principal, o clique do trinco ecoando no corredor vazio, e me virei pra ela. Ela tava de costas, inclinada, esfregando o pano no chão, a bunda empinada pra mim como um convite mudo. O cheiro de desinfetante misturado com o suor dela enchia o ar, e eu senti meu pau pulsar na calça. "Ana Paula, vem cá um minuto", chamei, a voz rouca, quase falhando de tesão. Ela se levantou devagar, virou pra mim, os olhos castanhos grandes e inocentes, o rabo de cavalo balançando, e me olhou com aquela cara de quem não entende nada. "O que foi, patrão?", perguntou, a voz baixa, tímida, limpando as mãos no pano sujo.

Me aproximei, o coração batendo forte, o suor escorrendo pela minha testa. "Porra, Ana Paula, eu tô com um tesão do caralho em você faz tempo. Não aguento mais olhar pra essa sua bundinha rebolando enquanto você limpa", soltei de uma vez, sem rodeio. Ela corou na hora, os olhos se arregalando, e olhou pros lados, como se alguém pudesse aparecer do nada. "Patrão, isso é loucura! Eu sou casada, por favor...", murmurou, o peito subindo e descendo rápido, o suor escorrendo pelo pescoço e pingando no decote. Mas eu vi o brilho nos olhos dela, o jeito que ela não recuou, e decidi arriscar. Puxei ela pela cintura, colando o corpo no dela, sentindo o calor da pele morena contra a minha camisa. "Todos já foram embora, relaxa, vadia. Ninguém vai saber", sussurrei no ouvido, mordendo o lóbulo levemente, sentindo o gosto salgado do suor dela.

Ela tremeu, um gemido baixo escapando da boca. "Ai, patrão, isso é errado... meu marido...", tentou protestar, mas as mãos dela já tavam agarrando minha camisa. Eu levantei o vestidinho dela com força, as mãos subindo pelas coxas suadas, a pele macia e quente me deixando louco. Cheguei na bucetinha, acariciei por cima da calcinha fina, e senti ela molhada pra caralho. "Olha só, sua putinha casada, já tá encharcada. Você quer isso tanto quanto eu", provoquei, rindo baixo, enquanto enfiei os dedos por baixo do tecido, roçando o clitóris inchado. Ela soltou um gemido alto, "Ahhh, caralho, patrão... é loucura, mas... continua...", e abriu as pernas um pouco mais, se entregando.

Nós nos beijamos ali mesmo, no corredor, a língua dela dançando com a minha, o gosto de saliva misturado com o suor do dia me deixando ainda mais excitado. Eu apertei os peitos dela por cima do vestido, sentindo os biquinhos duros, e ela gemeu na minha boca, "Mmmm, isso... mas devagar, por favor". Empurrei ela contra a parede de tijolos falsos, o som da respiração pesada dela enchendo o ambiente. O cheiro de sexo já tava no ar, misturado com o desinfetante e o calor do corpo dela. Desci as mãos pra bunda, apertando forte, e levantei o vestido até a cintura. A calcinha barata, roxa e puída, tava encharcada, e eu puxei ela pro lado, expondo aquela bucetinha rosada e gotejante. "Caralho, Ana Paula, que buceta gostosa", murmurei, enfiando dois dedos de uma vez. Ela gritou, "Ai, porra, patrão, devagar!", mas o corpo dela se contorceu, pedindo mais.

Tirei os dedos e lambi, sentindo o gosto salgado e doce dela na minha língua. Ela me olhou, os olhos semicerrados, e disse, "Eu nunca fiz isso... meu marido não sabe...". Isso me deu um tesão fudido. "Então vou te mostrar como é bom, vadia", respondi, abrindo o zíper da calça e tirando o pau pra fora. Ela olhou pra baixo, os olhos arregalados, e sem eu mandar, se abaixou, pegando meu caralho com as mãos trêmulas. A boca quente dela envolveu a cabeça, a língua girando devagar, e eu gemi alto, "Puta que pariu, chupa direito, sua safada!". Ela começou a sugar com vontade, o barulho molhado ecoando no corredor, a saliva escorrendo pelo queixo. O cheiro de buceta dela tava forte, misturado com o suor, e eu segurei o cabelo dela, metendo mais fundo na garganta.

Depois de uns minutos, tirei ela da boca e a levantei. "Quero ver essa bundinha", falei, virando ela de costas. Levantei o vestido de novo, e a bunda redonda e suada tava ali, brilhando de tanto calor. Pedi pra ela se encostar na parede, e ela obedeceu, tímida, mas excitada. Me abaixei, meti o nariz no meio das nádegas, e cheirei forte. O cheiro de rabo suado, quente e natural, me deixou louco pra caralho. "Patrão, isso é nojento...", ela murmurou, envergonhada, mas eu ri. "Não, vadia, isso é foda. Adoro esse cheiro", e enfiei a língua no cuzinho dela. Ela gritou, "Ai, caralho, que isso!", e o corpo tremeu, mas não recuou. Lambi devagar, sentindo o sabor salgado e terroso, e cuspi no buraco pra lubrificar.

De pé de novo, esfreguei o pau na buceta dela, molhando tudo, e depois mirei no cuzinho. "Quero te foder aqui", falei, e ela virou o rosto, assustada. "Nunca dei assim, patrão... vai devagar, por favor", pediu, a voz tremendo. "Claro, minha putinha, vou te abrir devagar", prometi, cuspi na cabeça do pau e comecei a empurrar. O ânus dela tava apertado pra caralho, resistindo no começo, mas a cabeça do meu caralho foi entrando, e ela gemeu alto, "Ai, porra, dói... mas continua!". Segurei a cintura dela, sentindo o calor do corpo, e fui enfiando mais, o buraco quente e agasalhador engolindo meu pau centímetro por centímetro. "Puta que pariu, que cuzinho bom!", gritei, começando a socar devagar.

O som da pele batendo na pele enchia o corredor, misturado com os gemidos dela, "Ahhh, patrão, vai... mais forte!". O suor escorria dos dois, pingando no chão, e eu sentia o pau melando com o calor e a umidade. De repente, ela se peidou, um som baixo e úmido, e pediu desculpa, "Ai, me perdoa, tô me cagando...". Isso me deu um tesão do caralho. "Não para, vadia, adoro isso!", respondi, olhando pra baixo e vendo meu pau entrando e saindo, meladinho e brilhante. A bunda dela tremia a cada estocada, e eu segurei mais forte, socando com vontade. "Vou gozar, caralho!", avisei, e ela gemeu, "Não dentro, por favor...". Mas eu não aguentei, e gozei forte, enchendo aquele cuzinho com porra quente, sentindo o corpo dela estremecer.

Depois, ela se virou, ofegante, o rosto vermelho de vergonha e prazer. "Patrão, isso nunca pode acontecer de novo...", disse, ajeitando o vestido. Eu ri, limpando o pau na calça. "Vamos ver, Ana Paula. Quem sabe amanhã a gente repete?". Ela saiu correndo, pegando a bolsa no chão, e eu fiquei ali, saboreando o cheiro de sexo no ar. Esses flagras com minhas funcionárias tão sendo postados no site oficial e no Telegram VIP pra vocês se deliciarem. E, caralho, se vocês curtiram, não esqueçam de dar 5 estrelas pra esse conto, por favor! Isso me motiva pra continuar contando essas histórias safadas. Vocês não imaginam o quanto eu amo isso, e tem mais aventuras esperando em www.selmaclub.com e www.bit.ly/manu2026. Quem sabe no futuro eu conto como ela voltou pedindo bis, ou como outra casadinha da empresa caiu nas minhas mãos? Fiquem ligados pra descobrir!
Tem mais em https://x.com/selmarecife2024

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Comentários (1)

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  • Duda: Que delícia de conto T Dudarskk

    Responder↴ • uid:8eezpby20c