Usando IA pra chantagear minha priminha do interior
fiz deepfake pra fazer fotos e vídeos porno da minha priminha de 14 anos e usei como chantagem
Eu sempre fui o primo da cidade grande, daqueles que vai pro interior visitar a família e se acha o esperto. Minha prima Maria, uma menininha pré-adolescente de uns 14 anos, morava lá na roça, numa casa simples de taipa no sertão nordestino. Ela era magrinha, com pele morena queimada de sol, cabelo preto liso que caía até os ombros, e uns olhinhos pretos curiosos. Falava tudo com aquele sotaque caipira arrastado, tinha mania de falar 'oxe' e 'menino' em roda frase; e a família dela não entendia nada de tecnologia. Celular pra eles era só pra ligar pro vizinho ou ver foto de santo no WhatsApp, e ela usava só pra joguinho. Eu cheguei lá num fim de semana, dizendo que ia passar uns dias ajudando no sítio do tio.
No primeiro dia, já comecei a planejar. Baixei um app espião no meu celular, que grava vídeo e foto mesmo com a tela apagada. Maria tava sempre por perto, correndo descalça no quintal, vestindo um vestidinho curto de algodão que subia quando ela pulava corda ou ajudava a mãe a pegar lenha. Eu fingia mexer no celular, mas o app tava ligado, capturando tudo. Tirei fotos dela agachada pegando frutas no chão, o vestidinho subindo e mostrando as calcinhas branquinhas; gravei vídeo dela se inclinando pra amarrar o cadarço do tênis velho, o decote soltinho deixando ver o peito ainda plano de menina. Ela não percebia de nada, sempre sorridente e me chamando pra qualquer coisa.
À noite, no quarto que me deram, eu usei a IA no meu celular mesmo. Tem uns programas online que transformam fotos normais em nudes fake, usando deepfake pra tirar a roupa e adicionar em cenas porno (deixa o contato que ensino tudo). Peguei as fotos dela agachada e mandei pro app: em segundos, tava lá a imagem dela nua, com peitinhos pequenos aparecendo, a bucetinha lisa de pré-adolescente exposta, como se ela tivesse posando de propósito. Pros vídeos, foi mais fácil ainda. O app gravou ela se inclinando, e a IA trocou o vestidinho por nada, adicionando movimentos falsos de ela se tocando. Criei um vídeo de uns 30 segundos dela 'se masturbando' no quintal, e outro de boquete falso. Tudo parecia real pra caramba, especialmente pra quem num manja de tecnologia como a família dela.
No dia seguinte, chamei Maria pro canto do curral, longe dos olhos da mãe dela que tava na cozinha fazendo cuscuz. Mostrei o celular pra ela, com as fotos e vídeos fake rodando. 'Olha só, Maria, o que eu tenho aqui', eu disse, voz baixa. Ela piscou os olhos, confusa, e se aproximou. Quando viu a imagem dela nua, o rostinho dela ficou branco como cera. 'Oxente, primo, que é isso? Isso num sou eu não! Quem fez isso?', ela gaguejou, com aquele sotaque caipira tremendo, as mãozinhas apertando o vestidinho.
'É você sim, olha aí. E se eu mostrar pros teus pais, pro teu pai, pros vizinhos? Vão achar que tu é uma danada de safada, se metendo em coisa de adulto. No interior aqui, isso acaba com a família toda. Teu pai te bate, te manda pra cidade grande com vergonha', eu ameacei, guardando o celular no bolso. Ela começou a chorar baixinho, fungando: 'Num faz isso, primo! Eu num fiz nada! Me ajuda a apagar isso!' Eu ri por dentro. 'Num tem jeito de apagar, Maria. Mas eu posso deletar se tu me obedecer. Faz o que eu mando, e fica tudo bem.' Ela limpou o nariz na manga, olhos vermelhos: 'O que ocê quer, então? Dinheiro num tenho...'
'Num quero dinheiro. Quero que tu me pague um boquete agora, aqui no curral. Abre minha calça e chupa meu pau igual as menina da cidade faz.' Ela arregalou os olhos: 'Bo... boquete? O que é isso, primo? Eu num sei disso não! Minha mãe num deixa nem ver TV direito!' Eu suspirei, fingindo paciência. 'É simples, Maria. Tu vai no meu pau com a boca, chupa e lambe até eu gozar. Se num fizer direito, eu mostro tudo pros teus pais. Vem cá.' Puxei ela pro lado, atrás de um monte de feno, e abri o zíper da calça. Meu pau já tava duro, saindo pra fora, veias pulsando, a cabeça vermelha inchada. Ela olhou praquilo como se fosse uma cobra: 'Ai, Jesus, que bicho é esse? Tá grande demais!'
'Calma, é só meu pau. Agora ajoelha aí no chão, Maria.' Ela obedeceu devagar, joelhos na terra seca, o vestidinho sujando. 'Pega com a mãozinha, assim, devagar.' Ela esticou a mão trêmula, os dedinhos finos envolvendo a base do meu pau, apertando fraco. 'Assim? Tá quente, primo...', murmurou ela, voz caipira baixa. 'Isso, agora abre a boca e põe a cabeça dentro. Lambe com a língua primeiro, como se fosse um picolé.' Ela hesitou, mas abriu os lábios rosados, a língua rosada saindo e lambendo a cabecinha devagar, circundando o pré-gozo que já escorria. 'Oxente, tem um gosto salgado...' Eu gemi baixinho, empurrando os quadris pra frente. 'Bom, continua. Agora chupa, suga como se fosse sugar cana.' Ela fechou a boca em volta da cabeça, sugando fraco, os dentes roçando um pouco. 'Ai, devagar com os dentes, Maria! Num morde, só a língua e os lábios. Assim, sobe e desce a cabeça.' Ela ajustou, a boquinha quente e úmida engolindo mais uns centímetros, a mãozinha bombeando a base enquanto chupava, fazendo barulhinho de sucção molhada.
Eu segurei o cabelo dela, guiando o ritmo: 'Mais fundo agora, engole mais, usa a garganta. Imagina que tá comendo uma banana grande.' Ela engasgou um pouco, tossindo, saliva escorrendo pelo queixo: 'Tô tentando, primo! Tá difícil, mas num para, né? Pra ocê deletar as foto?' 'Isso, continua chupando forte. Lambe as bolas também, desce a boca aí.' Ela soltou o pau com um plop, a língua descendo pros meus sacos, lambendo os pelos curtos e a pele enrugada, sugando uma bolinha na boca com cuidado. 'Assim? Tá bom?' 'Perfeito, agora volta pro pau e chupa rápido.' Ela voltou, a cabeça subindo e descendo mais confiante agora, a boquinha esticada em volta do meu pau latejante, saliva pingando no vestidinho dela. Eu sentia a língua dela rodando na parte de baixo, pressionando a veia, e aquilo me levou pro limite. 'Tô quase, Maria. Quando eu mandar, engole tudo, num cospe.' Ela acelerou, gemendo abafado em volta do pau, os olhinhos pretos olhando pra cima pra mim, cheios de medo e obediência.
'Agora! Gozando!' Eu explodi na boca dela, jatos quentes de porra enchendo a boquinha, escorrendo pelos cantos dos lábios enquanto ela engolia o que podia, dando uma engasgada e tossindo o resto. 'Boa menina, engoliu quase tudo.' Ela se afastou, limpando a boca com as costas da mão, rosto sujo de terra e saliva: 'Pronto, primo? Agora apaga tudo?' Eu sorri, fechando a calça. 'Apago... por enquanto. Mas ó, eu gravei isso tudo também. Agora tenho vídeo real de tu me chupando. Se quiser mais, ou se num obedecer da próxima, mostro pros teus pais e pro mundo.' Ela ficou parada, olhos arregalados: 'Mais? Ocê vai querer mais o quê? Num me deixa em paz!' Eu pisquei: 'A gente vê depois, Maria. Agora vai lavar a cara antes que a sua mãe chame.' Ela saiu correndo, choramingando baixinho, e eu já pensava no que viria depois.
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