#Corno #Traições #Voyeur

Achava Que Ia Me Dar Bem, Mas arrombaram minha esposa

4.1k palavras | 10 | 4.70 | 👁️
Paraíso do corno

Olá, me chamo Fernando, tenho 38 anos e sou casado há oito anos com Júlia.
Júlia é uma mulher de 36 anos, olhos castanhos, cabelo longo castanho e um corpo muito bonito. Mede 1,60 m de altura, é uma falsa magra, com um corpo bem desenhado mesmo não gostando de academia.

Já eu, por outro lado, tenho 1,70 m, um corpo mais definido e frequento a academia com frequência. Atualmente, nosso relacionamento esfriou. Sinto minha esposa cada vez mais acomodada com suas roupas e com pouco apetite sexual, e isso me fez questionar muitos pontos. Estamos juntos há 15 anos, casados há oito. Como a conheci muito jovem, não tive tempo de ter outras experiências sexuais e, naquele momento, isso pesava muito na minha cabeça.

Júlia parecia não se importar. Não gostava muito de ter relações sexuais — pelo menos não gostava tanto quanto no começo de nosso relacionamento — e sentia que estava cada vez com menos intenção de me seduzir.
Com tudo isso acontecendo, comecei a pensar em milhões de ideias.

Júlia vinha de uma família muito religiosa, que considerava o sexo um pecado. Por isso, todas as tentativas de algo novo eram rapidamente negadas. Durante todo o tempo juntos, nunca consegui comer o seu cuzinho. Apenas quando namorávamos ganhei alguns boquetes; depois de casado, não tive mais. Júlia era muito tímida e recatada.

Mesmo amando minha esposa, eu estava precisando de coisas novas. Foi então que tive uma ideia. No próximo mês eu sairia de férias e programei uma viagem com minha esposa. Disse a ela que iríamos para outra cidade, aproveitar e curtir.

Porém, durante os preparativos para as férias, comecei a fomentar algumas coisas na cabeça dela. A primeira ideia foi irmos a uma casa de swing, mas foi rapidamente negada. Outra ideia foi ir a uma praia de nudismo, também negada. Até que tive uma ideia que não foi negada — já uma vitória para mim.

Propus que, durante as férias, fingíssemos ser solteiros por uma noite, sem julgamentos e sem limites. Quando falei isso, vi que ela fez uma cara de estranhamento, mas não negou. Após alguns dias, Júlia me perguntou qual era minha intenção com isso.

Disse, então, que o objetivo era aproveitarmos uma noite como solteiros, já que começamos a namorar muito jovens e não tivemos tempo de viver isso. Argumentei que, estando em uma cidade distante, ninguém nos conheceria e não haveria julgamentos.

Ela me questionou se eu queria fazer isso porque estava afim de outras mulheres. Mesmo sendo verdade, neguei na mesma hora. Disse que não, que só queria aproveitar a liberdade de sair sem precisar dar satisfação a ninguém. Mas, na realidade, meu intuito não era apenas me divertir: eu queria seduzir outra mulher.

Após essa conversa, ela saiu sem dizer nada. O tempo passou e, enfim, chegou a data da viagem.
Fomos para uma cidade litorânea, a cerca de 400 km de onde moramos. Ao chegar lá, para minha surpresa, Júlia me disse que queria tentar fazer o que combinamos: fingirmos ser solteiros por uma noite.

Naquela hora fiquei muito feliz. Pensei que iria me dar bem, pois, como ela é tímida e recatada, imaginei que não faria muita coisa. Já eu, estava decidido: tentaria comer outra mulher de qualquer forma. Estava doido para experimentar uma buceta diferente.

Combinamos, então, que na noite seguinte faríamos a experiência. Porém, se qualquer coisa acontecesse, conversaríamos entre nós e cancelaríamos o combinado.

No dia seguinte, eu estava ansioso, enquanto ela parecia muito tranquila. Fomos à praia…

No dia seguinte, eu estava ansioso. A ideia não saía da minha cabeça, enquanto Júlia parecia muito mais tranquila. Pegamos nossas coisas e fomos para a praia. O sol estava forte, a areia quente e o mar, de um azul vibrante, parecia convidar para um mergulho.

Deitamos em nossas cangas, lado a lado. Júlia vestia um biquíni preto pequeno, que destacava ainda mais seu corpo bem desenhado. Cada vez que ela caminhava em direção ao mar, eu percebia alguns olhares de outros homens seguindo seus passos. Aquilo, de certa forma, mexia comigo.

Ela se refrescou no mar e voltou sorridente, os cabelos molhados caindo sobre os ombros. Sentou-se ao meu lado e comentou em tom natural:

— Parece que você não é o único que gosta de me olhar, Fernando.

Aquilo me arrepiou. Não era comum ouvir esse tipo de comentário dela. Fingi estar relaxado, mas por dentro eu estava em ebulição.

Naquela noite, depois de um dia inteiro de praia, Júlia disse que estava cansada e preferia ficar no quarto descansando. Eu, por outro lado, estava inquieto. Tomei um banho rápido, coloquei uma camisa leve e uma bermuda, pronto para aproveitar a festa que acontecia na areia, a poucos metros do hotel.

O som da música chegava até o quarto, as risadas, as vozes animadas. Ela se deitou, de cabelos soltos no travesseiro, e apenas disse:
— Vai, amor. Aproveita um pouco, eu vou ficar aqui.

Desci sentindo aquela liberdade estranha. No fundo, parte de mim pensava em colocar em prática a ideia de ser “solteiro por uma noite”.

Cheguei na festa decidido a aproveitar. Música alta, corpos suados dançando sob a lua e a fogueira iluminando os rostos. Estava paquerando uma garota loira, rindo de suas brincadeiras, quando algo me fez gelar: entre a multidão, vi Júlia.

Minha esposa.

Mas não era a mesma Júlia que eu conhecia. Ela tinha colocado um vestido curto, justo, decotado, que eu nunca tinha visto antes. Estava solta, o cabelo despenteado pelo vento, uma taça na mão e um sorriso malicioso nos lábios. Dançava como se fosse solteira, cercada de olhares masculinos. E o mais doloroso — me ignorou completamente, como se eu fosse um estranho qualquer.

Fiquei paralisado, observando. Ela ria, jogava os cabelos para trás, deixava os caras tocarem sua cintura enquanto dançava no meio da roda. Eu mal acreditava que aquela era a minha esposa — tímida, recatada, que até para beijar em público hesitava.

De repente, notei quando um dos rapazes, alto, moreno, com o corpo definido, se aproximou mais. Júlia não só deixou, como retribuiu. Beijou-o ali, na frente de todos, como uma mulher faminta. Meu peito queimava, mas minhas pernas me arrastaram atrás deles quando ela o puxou pela mão e começou a sair da festa.

Segui os dois pela areia, escondido, até que chegaram a um ponto escuro, atrás de um quiosque abandonado. O som da música chegava abafado, e a única luz era a da lua.

Eles se encostaram contra a parede de madeira, e o beijo foi ficando cada vez mais intenso. As mãos dele apertavam sua bunda, subiam por baixo do vestido, e Júlia gemia baixo, incentivando-o. Eu via tudo — minha esposa se esfregando em outro homem como nunca tinha feito comigo em anos.

E então ela tomou a iniciativa. Afobada, abriu o zíper da calça dele. Ouvi o som metálico ecoando na noite silenciosa. Quando puxou o pau para fora, até eu fiquei impressionado. Era grosso, longo, pulsante. Júlia deu uma risadinha nervosa, surpresa, e mordeu os lábios, passando a mão devagar sobre o volume latejante.

— Nossa… que enorme… — ela sussurrou, fascinada.

Sem esperar mais, ajoelhou-se na areia. O vestido subiu, revelando suas coxas, e ela, sem nenhuma vergonha, levou a cabeça até o pau do desconhecido. Primeiro lambendo a cabeça brilhante, saboreando, depois deslizando os lábios lentamente pelo comprimento.

Eu estava escondido a poucos metros, o coração batendo descontrolado, enquanto via minha esposa engolindo aquele pau com vontade, indo cada vez mais fundo, deixando a garganta trabalhar. O rapaz gemia alto, segurando os cabelos dela, forçando o ritmo, e Júlia parecia completamente entregue, como uma puta experiente, salivando, engolindo, gemendo enquanto chupava.

Ela olhava para cima de vez em quando, encarando os olhos dele, como se estivesse hipnotizada. E ele, cada vez mais excitado, começou a foder a boca dela sem dó, enfiando até ela engasgar.

Quando o gozo veio, ele segurou firme a cabeça dela e despejou tudo na boca da minha esposa. Eu vi quando ela engoliu cada jato, sem desperdiçar nada, engolindo de olhos fechados, lambendo os cantos dos lábios depois.

E, como se nada fosse, levantou-se, ajeitou o vestido, sorriu para ele e voltaram em direção à festa… deixando-me ali, ofegante, com o pau latejando e a cabeça girando, sem acreditar no que tinha acabado de presenciar.

Eu estava paralisado.
A cena ainda rodava na minha cabeça como um pesadelo erótico: minha esposa ajoelhada diante de um desconhecido, engolindo até a última gota do gozo dele sem hesitar. Aquilo não parecia real. Não podia ser a Júlia que eu conhecia.

E, no entanto, lá estava eu, sozinho, escondido na sombra, com o pau duro, incapaz de acreditar que minha tentativa de curtir como solteiro tinha virado de cabeça pra baixo. Eu tinha planejado conquistar outras mulheres… mas não consegui nada além de conversas vazias. Já Júlia, tímida e recatada, parecia ter despertado desejos que eu jamais tinha visto antes.

Depois de alguns minutos, voltei a festa e vi quando o homem com quem ela tinha sumido voltou para a festa, ajeitando a roupa, satisfeito, exibindo um sorriso de quem tinha acabado de se esvaziar por completo. Meu estômago revirou — ele tinha acabado de usar a boca da minha esposa.

E então, como se quisesse selar de vez a minha derrota, Júlia surgiu logo depois. Caminhava confiante, o vestido ainda mais amarrotado, o brilho nos olhos denunciando o que tinha acabado de acontecer.

Nossos olhares se cruzaram, e antes que eu pudesse reagir, ela veio até mim. O coração disparou — uma mistura de raiva, desejo e medo. E então, sem dizer nada, ela segurou meu rosto e me beijou.

Não foi um beijo comum.
Foi longo, molhado, intenso. Eu sentia o gosto salgado e quente ainda em sua boca, o gosto da porra do outro homem. Meu cérebro gritava para recusar, mas meu corpo reagiu ao contrário: meu pau latejava dentro da bermuda, duro, latejante, como se estivesse sendo provocado de propósito.

Ela afastou os lábios devagar, me encarou de perto, e com um sorriso malicioso sussurrou:

— era isso que você queria?

Antes que eu pudesse responder, Júlia se afastou com passos firmes e voltou a dançar, me ignorando por completo, como se eu fosse apenas mais um qualquer da festa.

Fiquei parado, sem entender nada. Eu queria gritar, queria agarrá-la, queria exigir explicações… mas, ao mesmo tempo, nunca tinha estado tão excitado na minha vida. Eu tinha perdido o controle da situação, e agora era ela quem ditava as regras

Depois daquele beijo molhado, Júlia voltou para a pista como se nada tivesse acontecido. Eu fiquei parado, observando, tentando entender se ainda estava no controle da situação ou se tinha perdido completamente minha mulher para aquela nova versão dela.

Mas, alguns minutos depois, percebi que ela parecia dispersa. Não dançava mais como antes, não sorria tanto. Apenas observava ao redor, como se estivesse enjoada da festa. Então, sem falar comigo, simplesmente saiu dali, caminhando em direção ao hotel.

Meu instinto foi segui-la. Mantive certa distância, mas não desgrudei os olhos. Ela atravessou o saguão e foi direto para a área da piscina, iluminada apenas pelas luzes suaves ao redor. Pediu um drink ao barman com a naturalidade de quem já estava acostumada a ser desejada. Se acomodou na beira da piscina, cruzou as pernas e levou o copo à boca devagar, os lábios vermelhos molhados pela bebida.

Eu sentia o coração martelar no peito. O vestido leve que usava deixava parte das coxas à mostra, e cada movimento dela parecia proposital, como se estivesse mandando sinais para qualquer um que a olhasse.

E não demorou muito para que dois garotos se aproximassem. Jovens, bronzeados, provavelmente hóspedes também. Um deles puxou conversa, o outro riu de algo que ela disse. Eu podia ouvir só fragmentos, mas via claramente como eles a olhavam — como se Júlia fosse a presa perfeita naquela noite.

Um deles sentou-se ao lado dela, tão perto que sua coxa roçava na dela. O outro, em pé, mantinha os olhos fixos no decote, descarado. Júlia, que até então parecia entediada, começou a sorrir, brincando com o canudo do drink, mordendo de leve a ponta como se estivesse testando até onde podia provocá-los.

Aqueles garotos pareciam ser muito jovens. Escondido, pude ouvir Júlia perguntando pra ele o que estavam fazendo ali, e os garotos responderam que estavam de férias com seus avós e revelaram que os dois eram primos: um tinha 18 anos e o outro tinha 17. Vi que, quando disseram aquilo, Júlia abriu um sorriso e disse: “Nossa, vocês são tão novinhos! O que fazem aqui a esta hora?”

Foi isso que os garotos revelaram: que seus avós tomavam remédios para dormir, porém eles queriam aproveitar a noite. Sorrio e disse que tinha entendido. Ela então perguntou o nome dos garotos. O de 18 anos, garoto mulato, disse ser João, e o outro, de 17, o menino negro bem magro, disse ser Bruno.

O papo começou a fluir, e João perguntou a ela se ela era casada. Foi aí que ela respondeu ser solteira. Perguntou aos garotos se eles tinham namorada; ambos disseram que não. Para piorar, João começou a tirar sarro de Bruno, revelando que ele ainda era virgem e que nunca tinha visto uma mulher pelada pessoalmente.

Ao perceber que o garoto tirava sarro, Júlia olhou para ele e disse: “Você fica brincando com seu primo? O que você já fez? Duvido que também não é virgem.” O garoto, meio envergonhado, respondeu: “Eu não sou não, já comi uma menina da minha escola.”

Júlia, ainda insistindo, perguntou: “É? E o que fez com ela?” O garoto, gaguejando, disse que tinha comido a buceta e o cu da menina. Júlia, ainda intimidando o garoto, perguntou novamente: “Você comeu o cu dela? Não sei, hein?” O garoto, sorrindo, respondeu: “Eu arrombei o cu dela, ela não aguentou o meu pau e começou a gargalhar.”

Júlia, então, meio sem graça, disse que achava que ele falava demais e que acreditava que ele estava mentindo. O garoto, então, perguntou se ela queria ver. Ela falou que não, que não gostava de garotos mentirosos, e revelou que iria embora. Foi aí que o garoto…

Ao se levantar, Júlia perguntou a Bruno o que aconteceu e por que ele estava chateado. O garoto, triste, respondeu: “Não é nada, é que você é muito linda e pensei em conversarmos mais um pouco. João fica tirando sarro de mim o dia todo por eu ainda ser virgem e nunca ter visto uma mulher pelada, mas é que eu tenho vergonha, não sei como chego, não sei o que faço.”

Júlia, então, se sentou novamente e perguntou ao garoto o que o deixava tão nervoso perto das mulheres. Nessa hora, ela foi interrompida por Bruno, que começou a tirar sarro: “Eu acho que é porque ele é gay, ele deve ter nojo de mulher”, e começou a dar risada.

Júlia, já irritada, respondeu: “Olha aqui, para de ficar tirando sarro do seu primo! Você fica aí cheio de gracinha também. Acho que você é virgem e duvido que você tenha um pauzão igual diz ter.”

O garoto, afrontando, respondeu: “Você duvida? E se eu tiver um pau de 20 cm, você me deixa comer o seu cu?”

Nessa hora, Júlia ergueu os olhos e respondeu: “Combinado! Se o seu pau for desse tamanho, eu te dou o meu rabo.”

O garoto a encarou e perguntou aonde ela queria ir. Então, ela nos convidou para ir em seu quarto. Os três levantaram e foram em direção ao quarto onde eu e Júlia estávamos. Como eu sabia onde ela estava, fui em direção à porta da varanda; a porta estava entreaberta, e eu conseguia espiar.

Ao chegarem no quarto, João deitou na cama, começou a apertar o pau e disse:
— E aí, gostosa, vai vim aqui dar uma conferida? Estou louquinho pra estourar as pregas do teu cu.

Júlia olhou pra ele e disse:
— Eu acho que você tem muito papo. Quero ver se é tudo isso.

O garoto então abaixou o shorts, revelando um pau grande e grosso. Júlia então chegou perto do garoto, encarando o seu pau. Ele disse:
— Parece que você não estava mentindo. Mesmo que esse pau aí seja grande, será que você sabe usar ele?

E começou a dar risada. O garoto ficou constrangido e não respondeu nada. Ela então começou a arrancar sua roupa e disse a Bruno:
— Hoje é seu dia de sorte. Vou te mostrar como é uma mulher pelada e também quero te ensinar como foder uma mulher.

Nessa hora, apenas de calcinha, Júlia grudou no garoto e começou a beijar sua boca. Enquanto beijava, Júlia pegava a mão do garoto e passava pelo seu corpo, pela bunda, pelo peito. Após beijar, abaixou a cabeça do garoto até seus peitos e disse para ele mamar, pois ela ia ser a sua putinha.

Eu, ali pela fresta da janela, observava tudo e não acreditava. Era pra aquela noite ser a minha noite, porém tudo deu errado. Eu tinha transformado minha esposa na maior vadia do mundo.

Enquanto batia uma punheta, vendo a cena, vi Júlia se ajoelhando aos pés do garoto e abaixando o seu shorts. Porém, quando o pau do garoto pulou pra fora, Júlia ficou espantada. O pau do garoto, além de grosso, era bem grande, cheio de veias, devia ter uns 24 cm.

Júlia, enquanto batia uma punheta pra ele, disse a João:
— Olha aqui, esse pau aqui que vai arrumar o meu cu, olha que pau gostoso.

E começou a chupar o garoto. Foi a loucura dele, parecia não acreditar. Ele estava em êxtase. Após alguns minutos de boquete, o garoto revelou que queria gozar. Júlia então falou que queria sentir aquela porra quente em sua boca e falou pra ele que queria leite.

Após alguns minutos, o garoto começou a gozar na boca de Júlia, que não conseguiu engolir tudo e começou a babar. Após tirar o pau do garoto da boca, Júlia tirou sua calcinha e foi em direção a João, que estava deitado na cama, e falou:
— Eu quero ver se você é bom mesmo, quero sentir esse pau na minha buceta.

O pau do garoto estava duro. Júlia, após mamar um pouco, se posicionou em cima do garoto e mirou o seu pau na entrada de sua buceta. Lentamente, sentou. Enquanto sentava, ela revelava ao garoto:
— Nossa, seu pau é gostoso mesmo, é bem mais grosso e grande do que do meu último namorado.

Enquanto dizia isso, cavalgava em seu pau. Após cavalgar por um tempo, Bruno já estava novamente de pau duro ao seu lado. Ela então saiu de cima de João, deitou na cama com as pernas abertas, tipo frango assado, e pediu pro garoto comer sua buceta enquanto mamava o pau de João.

Bruno então encaixou seu pau em sua buceta e começou a enfiar. Júlia gemia e falava pra ele meter e repetia as palavras:
— Soca esse pauzão na sua putinha!

De onde eu estava, eu conseguia ver a buceta de minha esposa sendo arregaçada. Eu não estava acreditando, meu Deus. Era uma mistura de ciúmes, porém o tesão era extraordinário, nunca tinha me sentido daquela forma.

Após alguns minutos metendo, João falou que queria comer o seu cu. Júlia então se levantou e sentou com o cu no pau do garoto, que ainda estava deitado na cama. O pau do garoto estava muito duro e, mesmo com dificuldades, o cuzinho da minha esposa, antes intocado, tinha engolido por inteiro aquele pau grosso de 20 cm.

O garoto foi ao delírio e disse que o cu dela era mais apertado do que o cu da menina da escola. Júlia começou a rebolar lentamente naquele pau. Bruno então se posicionou em sua frente e começou a foder sua buceta.

Eu não estava acreditando: minha esposa estava fazendo uma dupla penetração. Ela nunca tinha sequer me dado o cu, e eu estava vendo ela com dois paus gigantescos abrindo no meio, enquanto ela gemia e pedia para foder.

Após alguns minutos, ela se virou e sentou novamente com a buceta no pau de João, deixando aquele cu já aberto à disposição do pauzão de Bruno, que, sem pensar duas vezes, posicionou naquele cu e começou a foder. O garoto fodia o cu dela como se não houvesse amanhã. O garoto tirava o pau quase inteiro e afundava com força em seu cu, e fazia isso rápido e forte. Ela começou a gritar e gemer.

Eu não estava acreditando: minha esposa recatada e fiel sendo arregaçada por dois garotos que tinha acabado de conhecer. Após alguns minutos, ambos gozaram — um em sua buceta e o outro no seu cu.

Após terminar, os garotos revelaram que precisavam ir embora, pois tinham medo de seus avós acordarem. Se vestiram e saíram. Júlia deitou pelada na cama e assim fiquei eu ali na janela. Não podia acreditar em tudo que tinha acabado de acontecer. Aquela que era pra ser a minha noite de aproveitar foi a minha noite de ver quanto a minha esposa era uma vadia. Fiquei ali por alguns minutos, fui até a piscina do hotel, pedi um drink e fiquei pensando em tudo que tinha acontecido.

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (10)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Wander: Chifrudo...querias chifre e inventou essa história de desafio...virou um corno de biqueira..

    Responder↴ • uid:1e09qk6113g1
  • Bianca rocha: Eu acho que ela só quis mostrar ao marido do que ela gostava, e ela não fazia

    Responder↴ • uid:bemqk9uzrd
  • Maria Gisele: Que marido bonzinho, pena que o meu não é assim.

    Responder↴ • uid:e2429lt0b
    • Tarado: Oi Maria Gisele vamos conversar

      • uid:fi07p94qk
  • 9463597634: Quem é corno

    Responder↴ • uid:6suhf7ck0a
  • O santo: É muita vontade de ser corno heim, pq não deixa ela fuder logo com outros homens, já que vc não tá comendo mesmo!!!

    Responder↴ • uid:1dw42smwzzc7
  • Paulo: Quem é corno

    Responder↴ • uid:6suhf7ck0a
  • Luktoga: Virou corninho!!! Aposto que gostou!!!

    Responder↴ • uid:1ds6i2ukhykf
  • Eduarda: Que delícia de conto T Dudarskk

    Responder↴ • uid:8eezpby20c
  • rui: continua?

    Responder↴ • uid:54o84k9ql