Vingança anal: noivo me traiu e fiz isso.
Ah, que delícia de vingança! Eu, Nádia, traída pelo meu noivo safado, decido gravar um vídeo anal bem safado com o Roberto, meu amigo pauzudo que sempre me desejou. Deitada de bruços na cama, sinto a dor lancinante no cu apertado enquanto ele me fode sem piedade, lambendo minha bunda suada, cheirando meu cheiro de puta vingativa, enfiando a língua no meu rabo fedido e falando do sabor azedo que o deixa louco. Eu mando recados pro corno o tempo todo, xingando ele de viado enquanto peido sem controle, melo a pica dele de merda, sinto dor de barriga e gozo misturado com lágrimas, culminando em porra quente dentro do cu e espirrando nas costas. Essa é só a prévia – leia tudo pra sentir o fogo e ver as fotos e vídeos que vão te deixar de pau duro ou buceta molhada, implorando por mais.
Meu coração ainda lateja de raiva enquanto me arrumo pro encontro com Roberto. Ele é aquele cara alto, tatuado, com um pau grosso que eu sempre ignorei por causa do meu noivo idiota. Mas agora, depois de pegar o filho da puta traindo com aquela vadia no nosso apartamento, eu tô pronta pra revanche. "Vem pra cá, Roberto", eu mando no WhatsApp. "Quero que você me foda o cu até eu gritar, e vamos gravar tudo pra postar online. Que o corno veja o que ele perdeu." Ele responde com um emoji de diabinho e chega em minutos, olhos famintos devorando meu corpo curvilíneo, minha bunda grande marcada pelas tatuagens que o ex odiava.
Eu ligo a câmera do celular, posiciono no tripé pra captar cada detalhe. "Oi, corno otário", eu digo pra lente, voz rouca de tesão e ódio. "Isso é pra você, seu pau mole. Olha só o que a Nádia vai fazer agora que você me traiu. Vou dar o cu pro Roberto, e ele vai me arrombar todinha." Roberto ri atrás de mim, mãos grandes apertando minha carne. Eu me deito de bruços na cama bagunçada, lençóis brancos contrastando com minha pele morena. Ele puxa minha calcinha pro lado, expondo minha bunda redonda, marcada por celulites que me deixam real e foda-se o padrão.
Ele se ajoelha, nariz colado na minha raia. "Caralho, Nádia, que cheiro de cu gostoso. Suado, azedo, misturado com teu perfume barato. Tô doido pra lamber isso." Eu sinto o ar quente da respiração dele, e um arrepio sobe pela espinha. "Lambe logo, seu safado. Mostra pro corno como se trata uma puta de verdade." A língua dele roça primeiro as nádegas, lambendo devagar, saboreando o sal da minha pele. "Mmm, salgadinho, com um toque de merda velha. Delícia, porra." Ele abre minhas bandas com as mãos tatuadas, enfiando a cara no meio. O cheiro sobe forte – meu cu não tá limpinho, afinal, corri pra cá depois do trabalho, suada e com resquícios do dia. Ele inspira fundo, nariz pressionando o buraco. "Fede a cu de vadia, Nádia. Azedo, quente, me deixa de pau latejando."
Eu gemo, empinando mais. "Isso, Roberto, cheira meu rabo fedido. O corno nunca teve coragem de fazer isso, o viadinho. Ele só queria foder rápido e dormir." A língua dele invade agora, enfiando no anel apertado. Sinto o músculo quente forçando entrada, girando dentro, lambendo as paredes. "Porra, que sabor! Azedo como vinagre, com um fundinho amargo de bosta. Tô viciado nisso, Nádia." Eu me contorço, o prazer misturado com nojo me deixando molhada. Minha buceta pinga no lençol, cheiro de excitação enchendo o quarto. "Lambe mais fundo, seu puto. Enfia essa língua no meu cu sujo e me faz peidar na tua cara."
Ele obedece, língua fodendo meu cu como um mini pau, sons molhados ecoando – slurp, slurp, misturado com meus gemidos. De repente, uma contração na barriga, e eu solto um peido alto, fedorento, bem na boca dele. "Prrrrrt! Caralho, Nádia, que peido quente! Fede a ovo podre e merda fresca. Me sujou a língua toda." Ele ri, lambendo mais, sem parar. Eu grito de dor e prazer, barriga doendo de tanto segurar. "Desculpa, Roberto, mas tô com dor de barriga. Esse corno me estressou tanto que meu cu tá rebelde. Peida mais, vai, pro vídeo ficar autêntico. Ei, corno, ouviu isso? Meu peido fedido na cara de outro macho."
Agora ele se levanta, pau enorme latejando, cabeça vermelha e inchada. "Vou te foder agora, Nádia. Teu cu apertado vai engolir tudo." Eu assinto, mordendo o lábio. "Enfia, Roberto. Arromba esse cu virgem pro anal. O corno nunca pediu, o frouxo." Ele cospe na cabeça da pica, misturando com o cuspe do meu rabo, e pressiona. Dor lancinante! Meu anel resiste, apertado como uma virginal. "Aaaah, porra, dói pra caralho! Vai devagar, seu pauzudo." Mas ele empurra, centímetro por centímetro, o pau grosso esticando meu cu ao limite. Sons de carne se abrindo – squish, squish – e eu grito, lágrimas escorrendo. "Tá doendo, Roberto! Meu cu tá rasgando, caralho!"
Ele geme, mãos apertando minha bunda. "Tá apertado pra foder, Nádia. Teu cu tá piscando na minha pica, quente e úmido. Sinto cheiro de merda agora, misturado com sangue talvez." Eu empurro pra trás, forçando mais entrada, barriga contraindo de novo. Outro peido escapa, alto e molhado – prrrrt! – e sinto algo melado. "Merda, Nádia, teu peido melou minha pica! A cabeça tá suja de bosta marrom, fedendo pra caralho." Ele não para, fode mais forte, pau saindo e entrando, coberto de resquícios fedorentos. "Delícia, porra. Teu cu tá cagando na minha rola, sua puta suja."
Eu viro pro lado, olhando pra câmera. "Vê isso, corno? Meu cu apertado sendo fodido por um pau de verdade, e eu peidando sem controle porque tô com dor de barriga da tua traição. Você é um viado, um pau no cu que não aguenta ver isso." Roberto acelera, tapas na bunda ecoando – smack, smack! – deixando marcas vermelhas. "Grita mais, Nádia. Teu cu tá piscando, apertando minha pica como uma vadia no cio." Dor misturada com prazer, minha buceta latejando vazia, eu enfio dedos nela, masturbando furiosamente. "Aaaah, fode mais, Roberto! Enfia fundo nesse cu fedido. Sinto a merda melando tudo, o cheiro tá forte, azedo e podre."
Ele grunhe, suor pingando nas minhas costas. "Tô quase gozando, Nádia. Teu cu tá me leiteando com essa bosta." Eu sinto a barriga revirar de novo, mais um peido incontrolável – prrrrt! – seguido de um gemido alto meu. "Dói pra caralho, mas é bom, seu safado. Goza dentro, enche meu cu de porra quente." Ele empurra fundo, pau latejando, e explode. Jatos quentes inundam meu interior, misturando com a meleca. "Porraaa! Toma leite no cu, sua vingativa." Ele puxa pra fora, mais porra espirrando nas minhas costas, escorrendo pela espinha. Cheiro de sêmen misturado com merda enche o ar, pegajoso e fedorento.
Eu me viro, ofegante, pra câmera. "Viu, corno? Isso é o que você perdeu. Meu cu arrombado, cheio de porra e merda, graças ao Roberto. E isso é só o começo." Roberto limpa a pica na minha bunda, rindo. "Postando isso no meu perfil no site de Selma Recife, www.selmaclub.com, e no Fanvue, www.fanvue.com/brazilians, onde tem dezenas de milhares de fotos e vídeos quentes. Procura lá pra ver mais."
Eu sorrio, corpo dolorido mas satisfeito. "Ei, leitor, se tá gostando dessa putaria, comenta aí embaixo o que achou. Diz se quer ver mais da Nádia se vingando. Tem mais aventuras em breve, com novas postagens diárias – anal, peidos, merda, tudo sem filtro. Volta amanhã pra mais fogo no rabo." Meu cu ainda pulsa, porra vazando, e eu sei que essa vingança só tá começando.
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