#Coroa #Teen #Traições #Virgem

Minha filha namora, mas, só casa virgem 3

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PauloHilario

Deixar uma filha adolescente namorar um cara mais velho, é uma tarefa árdua, principalmente se toda a congregação está vendo para não caírem em pecado antes.

A festa da empresa estava chegando, seria pela previsão em um dia daqueles de verão, minha família estava eufórica pela primeira festa de piscina, tanto minha esposa Regina quanto minha filha Letícia e até meu futuro genro Emerson pareciam bem entusiasmados.

Tanto que em uma conversa com minha esposa, fiquei preocupado sobre ele ver o corpo de nossa filha e ficar endiabrado, apesar que nestes últimos dias ele aparentava estar bem e controlado, lembrando que só soube o que acontecia na verdade depois de um tempo e vou avisar quando for a hora para vocês leitores.

Ao falar com minha Regina sobre estas preocupações, ela me garantiu que estava tudo no controle de Deus e sim, ambos estavam dentro da normalidade de um casal jovem e evangélicos, com namoro de mãos dados e sempre na companhia dela, minha esposa.

Ela afirmava que eu não tinha com quem me preocupar, que nossa filha casaria virgem e intacta, que está vergonha nem nos e nem ela passaria, e me contou como foi a ida na loja para trocar seu maiô.

Ela disse que naquele dia, como combinado e depois de ser enrabada pelo Emerson, e dormir nua para ver se eu fazia amor com ela, sem êxito inclusive, ela acordou com as pregas do cu doendo um pouco, passou uma pomada depois de tomar um banho, e foi fazer o café, e acordou nossa filha para esperarem o Emerson.

Ele chegou, e como já falei ele é de maior e já tem carro, isto era o maior dos meus medos, ele levar minha filha e desfrutá-la de modo tão banal, uma garota tão nova, medo puro de pai.

Já foi entrando e se sentando à mesa para tomar também um café, minha esposa estava de vestido sentada em sua frente, e minha filha ao lado dele, cheia de carinho pelo namorado, e ali saiu um beijo, longo e apaixonado, de língua e tudo mais, minha esposa colocou os cotovelos na mesa e ficou olhando enquanto as línguas deles se procuravam.

Em dados momento, ela se levantou e foi até ambos, e se com a mão entre seus rostos tirou-os daquele enrosco de língua, olhou para filha e perguntou onde aprendeu aquilo, ela disse que vendo na tv, minha esposa pediu para ver e ficou olhando bem de perto, suas bocas e línguas trabalharem.

Aí ela sentiu a mão dele subir pela sua perna e tocar sua bunda, ele imediatamente parou o beijo e olhou para ela, ríspido disse que ela não tinha cumprido o acordo, e se levantou, e tanto ela quanto minha filha viram o volume em sua calça.

Minha esposa havia entendido, ela não estava com a calcinha enfiada, mas, era uma de suas grandes e confortáveis, que cobriam totalmente suas nádegas, minha filha voltou a tomar o café, e minha esposa perguntou se gostou e gostava do beijo.

Letícia disse que sim, e que era fantástico quando a língua dele estava dentro da boca dela, chupando e mordendo sua língua, minha esposa, falou que aquilo não podia acontecer na frente de mais ninguém, só ela deixaria e que se alguém soubesse poderia dedura-los para a igreja, o que minha filha concordou.

Voltando para a cozinha, Emerson, ainda deu um beijo na testa de Letícia e perguntou se ainda iriam a loja, minha esposa disse que sim, mas, antes, ela perguntou se a Letícia estava beijando bem, Emerson entendeu o recado, e falou que ainda estava aprendendo, Letícia ficou brava.

Ficou se defendendo dizendo que achava que tinha aprendido, foi quando Regina, falou que ela tinha que ser mais calma e não usar tanto os dentes, Emerson reclamou que era verdade e riu, Letícia irritada falou que só porque ela estava aprendendo, e nunca tinha beijado ninguém assim.

Foi a deixa para Regina, usar a artimanha de que ela deveria ver outros se beijando, onde Letícia falou que nunca viu ela e o eu num beijo assim, e Regina falou que por isso mesmo, esses beijos não são para todos verem e saberem.

Letícia com a pulga atrás da orelha, argumentou então como aprenderia? E que Emerson sabia mas, ela não, que ele era mais atirado por ser mais velho, e esboçou um choro, o que imediatamente Emerson, falou que a ensinaria, e a abraçou e novamente envolvendo-a em seus braços, beijou-a novamente, língua com língua, e aí Regina interrompeu, e dava dicas para Letícia, não usa os dentes, língua para fora, enrola a língua na dele.

Letícia, com um pouco de raiva, parou e falou, então me mostra como é… - mas, filha, não posso, teu pai não está aqui e se estivesse ele nunca faria isso com você olhando!
Não mãe, o pai eu sei, ele realmente nunca iria que eu aprendesse isso, mas (dando de ombros), faz com o Emerson, não tenho ciúmes dele com a Senhora, ele é quase seu filho.
Não filha, eu que não sei se é certo, afinal, o que ele pensaria de mim (mal sabia a filha dos detalhes sórdidos)
Ah D. Regina, sem maldade, e sei que isso é só para a Lê poder aprender e ver.
Sim, mamãe, pode ser?
Tá bom, mas, como evangélica, devo me preocupar com o que os irmãos vão pensar.
Nunca vão saber, segredo nosso mamãe e nem o papai também.

E assim, foi, Emerson abraçou e deu em Regina o maior beijo que ela nunca recebeu de mim, e minha filha Letícia, olhando em pé em cima da cadeira, com o rosto quase colado entre eles, enquanto as línguas de ambos vão e vem, se enroscam, lábios de mordem, puxam e repuxam, sem dentes baterem, com habilidade e sabor, saliva e já molhando seus sexos, e Letícia ali do lado.

Em dados momento, nunca puxada de lábios inferiores de Emerson em Regina, ele procurou os lábios de Letícia, ela respondeu, não interessando com a mãe ali do lado, quase com a boca colada em ambos, Regina deu um beijo na lateral do lábio de Emerson, e na lateral da Letícia, Letícia tirou os lábios de Emerson e Regina voltou ao ataque, para Emerson revezava entre Regina ora entre Letícia, até que em dados momento, e quando Regina colava os lábios em Emerson, Letícia beijou a lateral dos lábios da mãe, que virou e ali começaram a se beijar, apaixonadamente, vividamente e sexualmente.

E ficaram ali os três trocando beijos e carícias, já que Emerson e Regina se tocavam por cima da roupa, sem tocarem em Letícia, mas, ela visualmente estava também excitada, devido aos bicos dos carocinhos estarem furando o babydoll.

Ficaram naquele clima por menos tempo que queria mas, por mais tempo que se lembram, terminaram e estavam eufóricos, e as primeiras palavras foram de Letícia… - Vamos na loja? Vou me trocar, tá?, obrigada mamãe aprendi muito hoje.

Saindo, Emerson olha para Regina e com um tapa na bunda dela, que estala, ele mesmo puxa sua calcinha e a enterra em sua bunda, a chamando de safada, e querendo ali um boquete.

Regina diz para esperar só um pouco, Letícia entrar no banho, quando ela entra, a mãe fala que vai entrar no banheiro para fazer xixi e pede para ela ficar de contas, e assim a garota o faz, o vidro do box é transparente, vidro mesmo, e assim Emerson tem a primeira visão do corpo da futura esposa.

Regina levanta a tampa do vaso e fala para ela não abrir os olhos porque vai defecar, mas, pode tomar banho normalmente, e assim, ela fica de frente, nua, buceta minúscula, só o risco de onde vira o prazer de Emerson.

Regina levanta o vestido, puxa a calcinha de lado, enfia o dedo no próprio cu e abre as nádegas, Emerson entra sem dó no cu da sogra, ela entre gemidos abafados, manda a menina lavar bem a bucetinha, e Letícia abre ela no processo, dando visão a Emerson daquele paraíso, Regina manda ela lavar o furico, e ela assim o faz, mas de frente, a mãe manda ela lavar direito e a manda ficar de cócoras, que visão Emerson teve na hora em que encheu o cu de Regina de porra, e bem na hora de sair, porque a garota viu a mãe sentada no vaso, devido ao barulho, e ambas deram risada. A garota só estranhou da porta do banheiro estar aberta, mas, nisso a mãe brincou que era pelo fedor e caíram na risada.

A menina saiu e foi se trocar, passou pela sala e lá estava seu amada, ainda foi e deu um beijo nele, a mãe entrou no banho, banho rápido e saiu para se trocar, pegou eles em um carinho trivial no caminho para o quarto e mandou eles se aquietar um pouco, se trocou, usou um calcinha dos modelos que mais gostava, grande e leve, e só deu uma puxadinha para entrar em sua bunda, afinal, não queria ficar com outra marca na nádegas, igual do último tapa que levou e ainda estava lá a marca, colocou uma saia e saíram para a loja…

Cheguei quando voltavam da loja, faltam pouco para a festa e devo admitir que ficou muito melhor está última peça dela, em duas cores, verde e violeta claro, mas, cobrindo toda as nádegas e com um corte nas costas, típico maiô de treino de natação mesmo, ela desfilou para nós 3 e depois ficamos de comprar uma pizza.

Primeiro Emerson, quis ir com a Letícia, não deixei logicamente, mas, ela queria sair de qualquer jeito, Regina dizia que tinha que arrumar as louças, solução, eu fui com Letícia, não seria demorado e pedir fora de questão.

Seguimos então eu e Letícia de carro, e ficou Emerson jogando vídeo game e Regina fazendo companhia, também não seria bom aos olhos dos outros, genro e nora saindo a noite de carro.

Neste meio tempo, Regina depois me contou que fez um boquete em Emerson, ele queria mais de seu cuzinho, mas, ela falou que só ali na boca mesmo, e assim o fez, chupando e engolindo toda a porra que saia do pau duro dele, e ele não deixou ela escovar os dentes, logo que chegamos, para ela, a pizza estava com um gosto mais saboroso.

Nos despedimos e fomos dormir, nesta noite Regina, me provocou e eu procurei por ela, nosso tão aguardado papai e mamãe, eu gozei dentro dela e desta vez ela não correu para se limpar, como era seu costume usando uma toalhinha, dormiu melada, e depois eu soube por ela que ela pegou com os dedos e levou tudo à boca.

Fim da Parte 3.

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