Perdi a cabeça: convencia minha esposa a dar para o cachorro
Goza em mim, Rex! Enche essa vadia! — ela gritava, e ouvir minha esposa se chamar de vadia para um cachorro foi o ápice do meu tesão.
O calor de janeiro em Campinas era sufocante. Eu sentia o suor escorrer pelo meu peito, colando a camiseta na pele, enquanto o ventilador de teto rangia acima de mim, movendo um ar que parecia mais quente do que o próprio sol lá fora. Eu estava deitado na cama, fingindo prestar atenção no celular, mas minha mente estava em outro lugar. Meus olhos não paravam de descer para o canto do quarto, onde Rex, meu dálmata musculoso e imponente, dormia profundamente.
Mas o verdadeiro foco da minha luxúria estava na porta do banheiro. Quando Mariana saiu, envolta naquela toalha branca que mal conseguia conter as curvas monumentais dela, senti meu pau latejar instantaneamente. Mariana é a mulher mais gostosa que já vi; aquela pele morena cor de cobre, os seios pesados que quase saltavam do tecido e aquela bunda... aquela bunda imensa e redonda que balança a cada passo, hipnotizando qualquer homem que cruza o caminho dela.
Ela se aproximou e sentiu o colchão afundar quando sentou ao meu lado. A toalha escorregou, revelando o topo de seus seios fartos. Eu a olhei com uma fome que ela não sentia há meses. Nossa vida sexual tinha caído na monotonia, mas eu vinha alimentando um fogo secreto, consumindo vídeos proibidos, fantasias que me faziam acordar no meio da noite com o pau rígido, imaginando o impossível.
— Amor, vem cá — eu disse, a voz rouca, sentindo a adrenalina subir.
Eu precisava que ela aceitasse. Precisava ver aquela mulher corpulenta, aquela deusa de pele de cobre, ser dominada por algo bruto. Quando eu sugeri a ideia — envolver o Rex, vê-la com ele, participar daquela orgia animal — eu vi o choque nos olhos dela. A reação inicial foi de repulsa. Ela gritou, me chamou de louco, disse que era nojento. Ela saiu do quarto batendo a porta, deixando para trás a imagem de sua nudez monumental que ainda vibrava na minha retina.
Mas eu conhecia a Mari. Eu conhecia a profundidade dos desejos dela, mesmo aqueles que ela mesma temia. Eu sabia que o tabu, para alguém com tanta libido quanto ela, não era apenas um repelente, mas um afrodisíaco potente.
Esperei uma hora. Fui até a sala e a encontrei encolhida no sofá. Ela estava tremendo, mas não era apenas de raiva. Eu podia sentir o cheiro do desejo emanando dela. Ajoelhei-me diante de suas coxas grossas, beijando a pele quente, subindo as mãos para apertar aquela bunda imensa que eu tanto amava. Comecei a descrever para ela, com a voz baixa e venenosa, exatamente o que eu queria. Descrevi a língua enorme do dálmata explorando cada dobra do seu corpo, o membro rosado e nodoso do animal dilatando sua bucetinha, a força bruta de Rex contra a maciez da sua carne.
Eu comecei a me masturbar ali mesmo, na frente dela, enquanto falava. Vi o momento exato em que o nojo dela se transformou em luxúria. Vi a respiração dela acelerar e a pele de cobre corar. Quando ela sussurrou que queria, eu senti que tinha vencido a última barreira da moralidade.
Levamos a cena para o quarto. O ar estava saturado de eletricidade. Despi a Mariana devagar, saboreando cada curva, cada dobra daquela silhueta corpulenta. Posicionei-a de quatro na cama. Ver a bunda dela empinada para mim, aquele monumento de carne morena, foi a imagem mais erótica da minha vida.
Chamei o Rex. O cachorro sentiu o cheiro do cio artificial que emanava da excitação da Mariana. Ele se aproximou, a língua áspera lambendo as coxas dela, preparando o terreno. Eu estava em transe.
— Vai, Rex! Pega ela! — eu rugi, sentindo meu pau quase explodir.
O salto do dálmata foi preciso. Ele montou a Mariana com uma força bruta. As patas dianteiras do animal agarraram os quadris largos dela, enterrando as garras na carne morena. Eu intervim rapidamente, abrindo a vulva dela com os dedos e aplicando o lubrificante, facilitando a entrada daquele membro rosado e pulsante.
Quando o pau do Rex penetrou, Mariana soltou um grito que ecoou por todo o quarto. Não era um grito de dor, mas de choque e êxtase absoluto. Eu observava, hipnotizado, enquanto o membro do animal, muito mais grosso e rústico que o meu, deslizava para dentro dela, esticando as paredes rosadas da vagina de Mariana até o limite extremo. O volume preenchia-a completamente.
O som era pornográfico: o impacto seco do ventre do cachorro contra as nádegas imensas da minha esposa. Ploc, ploc, ploc. A cama rangia sob o peso dos dois. Mariana gemia nomes que não eram humanos, a cabeça jogada para trás, os seios pesados balançando violentamente a cada estocada do animal. Ela havia se transformado em uma fêmea pura, entregue à degradação mais visceral.
— Goza em mim, Rex! Enche essa vadia! — ela gritava, e ouvir minha esposa se chamar de vadia para um cachorro foi o ápice do meu tesão.
Rex atingiu o clímax com um uivo gutural. Vi os espasmos violentos do animal enquanto ele jorrava jatos grossos e abundantes de sêmen canino, inundando o interior de Mariana. A quantidade era absurda; eu podia ver a bucetinha dela transbordar com aquela substância leitosa e quente.
Não perdi um segundo. Virei a Mariana de costas, seus olhos nublados de prazer e exaustão. Sem dar tempo para ela processar a cena, eu me posicionei e penetrei com toda a minha fúria. Senti o sêmen do Rex lubrificando meu pau, criando uma mistura viscosa e obscena. Empurrei meu membro fundo, sentindo que estava misturando minha semente com a do animal dentro do útero dela. Era uma amálgama de sêmen humano e canino, uma marca de posse definitiva.
Bombiei com força, sentindo o calor da carne dela e o cheiro metálico e animal que impregnava o quarto. Atingimos o orgasmo juntos, em uma explosão de fluidos que mancharam os lençóis
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