O Desespero de Uma Mãe em Recife
Imagine uma mãe de 42 anos, linda, viúva e desesperada pra proteger o futuro do filho de 19 anos recém-completados. Ela vê a namorada dele, uma mina gostosa pra caralho que mora no prédio ao lado em Boa Viagem, como uma ameaça que pode trazer gravidez, drama e fim dos sonhos de faculdade. Pra evitar isso, ela decide tomar conta do tesão dele com o próprio corpo quente e experiente. O que começa como preocupação vira uma avalanche proibida de sexo cru, anal dolorido e gostoso, peidos safados no meio da foda, ciúmes, culpa misturada com prazer insano, aventuras gravadas em apartamentos com vista pro mar, motéis em Olinda, sítios em Gravatá e praias desertas de Porto de Galinhas. Cada detalhe que conto aqui é real, suado, molhado e cheiroso. Vocês vão ler, vão se tocar imaginando cada gemido, cada estocada fundo, cada vez que ela aguenta a dor no cu pra me satisfazer. No final vão ficar loucos pra comentar o que fariam no meu lugar e pra acompanhar as próximas aventuras. Porque isso aqui tá só começando e o fogo em Pernambuco queima cada vez mais forte.
Meu nome é Henrique, tenho 19 anos, moro num apartamento de frente pro mar em Boa Viagem, Recife. Acabei de fazer aniversário e a vida tava pegando fogo. Minha namorada, Juliana, era aquela morena sarada, corpo de quem joga vôlei na praia de Piedade todo fim de semana. Pele bronzeada, cabelo cacheado preto longo, olhos castanhos que derretiam qualquer um, peitos grandes e firmes que balançavam quando ela andava de biquíni, cintura fina e uma bunda empinada, redonda, daquelas que fazem o short jeans entrar no rego. A gente se conhecia desde criança, vizinhos de prédio, e esperou a maioridade pra liberar tudo. Mas os pais dela e principalmente a minha mãe, Márcia, tavam no nosso pé o tempo todo.
Márcia era viúva fazia uns anos. Alta, pele clara com bronzeado natural de quem ama sol de Recife, cabelo loiro ondulado que batia nas costas, olhos verdes penetrantes, boca carnuda e um corpo que ainda fazia homem virar a cabeça na Rua do Bom Jesus ou no Shopping RioMar. Peitos médios mas empinados pra caralho, cintura marcada e uma bunda redonda, macia, que ela escondia em vestidos leves de verão mas que eu já tinha reparado mais de uma vez. Ela trabalhava dando aula particular e vivia me vigiando como se eu fosse moleque ainda.
Tudo explodiu na minha festa de 19 anos. Tinha galera da UFPE, cerveja gelada, som alto tocando forró misturado com funk, churrasco na varanda com vista pro mar. Juliana tava no meu colo, roçando a bucetinha quente por cima da bermuda, beijando meu pescoço enquanto a mão dela apertava meu pau por baixo da roupa. Minha mãe tava de olho o tempo todo. Quando a festa acabou e eu levei Juliana pro quarto, mal fechamos a porta e já tavam as mãos pra todo lado. Beijo molhado, língua dela dançando na minha, minha mão subindo pela saia curta, sentindo a calcinha encharcada.
— Henrique, eu tô louca pra sentir você me arrombando hoje... tô virgem mas quero você todo dentro — ela sussurrou, mordendo meu lábio.
Eu tava com o pau latejando, pronto pra tirar a virgindade dos dois. Mas três batidas fortes na porta.
— Henrique! Abre essa merda agora! — voz da minha mãe, firme e desesperada.
Abri. Márcia entrou, viu o volume na minha bermuda, o rosto corado da Juliana, e mandou ela pra casa na hora. Depois fechou a porta, me olhou de cima a baixo e disse algo que mudou tudo:
— Você não vai jogar sua vida fora com uma gravidez agora, filho. Eu não vou permitir. Se for preciso, eu mesma cuido desse fogo todo.
Naquela noite ela não fez nada físico, mas o olhar demorado no meu corpo, o jeito que lambeu os lábios sem querer, me deixou confuso e duro pra caralho. No dia seguinte Juliana tava puta da vida com os pais dela reforçando a proibição. Eu tava explodindo de tesão acumulado.
Dois dias depois, em casa sozinhos, ela me chamou pro sofá da sala. Vestia um shortinho jeans bem curto que marcava a bunda e uma blusinha fina branca sem sutiã, bicos escuros marcando o tecido. O cheiro dela — perfume doce misturado com suor leve do calor pernambucano — me deixou tonto.
— Eu sei que você tá sofrendo, Henrique. Vejo como olha pra Juliana, como fica duro só de pensar nela. Mas eu não vou deixar você estragar tudo. Vem cá... deixa a mamãe te ajudar a aliviar essa pressão.
Ela puxou minha mão pro colo dela. Meu coração batia descontrolado. Quando abriu o zíper e tirou meu pau grosso e latejante pra fora, a mão macia e quente envolveu ele, apertando devagar da base até a cabeça.
— Nossa, filho... tá tão grande, tão quente e pulsante. Igualzinho ao seu pai quando era jovem.
Ela se ajoelhou entre minhas pernas, olhou pra cima com aqueles olhos verdes cheios de culpa e desejo misturados, e lambeu devagar da base até a glande brilhante. Depois abriu a boca e engoliu, chupando fundo, fazendo barulhos molhados e safados que ecoavam na sala com vista pro mar. Eu gemia alto, segurando o cabelo loiro dela, empurrando devagar na garganta quente.
— Mãe... caralho... isso é loucura... mas não para...
Ela tirou o shortinho e a calcinha rendada. A buceta dela era carnuda, lábios grandes e inchados, brilhando de tesão, com uma marquinha clara de biquíni. Sentou no meu colo, roçando a entrada molhada e quente no meu pau.
— Vai devagar no começo, Henrique... mas eu quero sentir você todinho me enchendo.
Ela desceu gemendo alto quando entrei fundo. Estava apertada, quente pra porra. Começou a cavalgar devagar, depois mais rápido, peitos balançando na minha cara. Eu chupei os bicos duros, mordendo de leve enquanto ela rebolava gostoso.
— Ai, meu filho... me fode... usa a mamãe pra não precisar daquela menina... me enche toda...
O cheiro de sexo enchia o ar. De repente, enquanto quicava forte, ela soltou um peido quente, baixo e molhado. O som safado e o cheiro forte me deixaram ainda mais louco. Ela riu envergonhada mas não parou.
— Desculpa, filho... saiu com a força... mas você gosta né? Sua mãe é uma safada quando libera o tesão.
Gozei dentro dela pela primeira vez, jatos grossos enchendo a buceta da minha própria mãe enquanto ela tremia de prazer.
Depois disso virou vício diário. Toda vez que eu falava da Juliana, Márcia aparecia. Uma tarde ela me levou pra um sítio de família em Gravatá. No quarto antigo, tirou a roupa devagar, empinou aquela bunda redonda pra mim.
— Hoje você vai comer a mamãe no cu, Henrique. Vai doer no começo, mas eu aguento por você. Quero sentir essa dor pra te satisfazer.
Passei bastante óleo, empurrei a cabeça devagar. Ela gritou, unhas cravando no lençol.
— Ai porra! Devagar, tá rasgando meu cu! Tá doendo muito... mas não para... me arromba devagarinho...
O cu dela apertava forte, quente, pulsando ao redor do meu pau. Meti mais fundo, ouvindo os gemidos misturados de dor e prazer crescente. Ela peidava involuntariamente com as estocadas, o cheiro safado misturando com suor e óleo. Quando gozei lá dentro, o cu dela piscava vermelho, aberto, escorrendo porra.
— Olha o que você fez com a mamãe... agora sou sua putinha particular, pra usar quando quiser.
A gente começou a gravar as aventuras. Eu posto aqui descrevendo cada detalhe sensorial: o jeito que ela me mamava no carro estacionado na Rua da Aurora, engolindo até o fundo enquanto peidava baixinho de tesão; ela sentando na minha cara no motel em Olinda até gozar na minha boca com um peido quente e molhado; a dor deliciosa quando eu metia no cu dela com força na praia quase vazia de Porto de Galinhas ao entardecer; os peitos marcados de chupão, a buceta inchada depois de horas fodendo, o gosto salgado do suor dela misturado com o cheiro íntimo.
Eu pensava o tempo todo: e se a Juliana descobrir? E se a gente for pego transando no carro na Boa Viagem? O que vai rolar quando eu levar ela pra um lugar mais arriscado, tipo um swing discreto em Recife ou uma festa particular em Olinda? Quero mais. Quero foder ela na frente do espelho do quarto enquanto grava, quero ver ela engolindo minha porra enquanto peida de tanto prazer, quero sentir ela gozando enquanto conto como vou comer a Juliana mas volto sempre pra buceta e pro cu da mamãe.
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Leiam até o final, sintam cada descrição sensorial — o som molhado das estocadas, o cheiro forte de sexo e peidos safados, a dor gostosa no cu dela, o gosto da buceta molhada, o calor do corpo suado colado no meu. Imaginem o prazer proibido, a culpa que vira tesão. Se toquem pensando nisso. Comenta aqui embaixo: você aguentaria uma mãe assim? Qual aventura quer ler depois? Quer mais detalhes do dia que ela me acordou chupando meu pau enquanto peidava baixinho de tesão? Quer ver ela aguentando dor maior no cu pra me agradar? Fala aí que eu conto a próxima. Essa história de mãe e filho em Pernambuco não acaba nunca. O desejo só cresce, e eu tô viciado. Vem acompanhar comigo.
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