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ìndio dotado do Pará fodeu meu cu na frente do corno, na praia deserta.

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Eu sou Selma Recife, a casada mais puta do Brasil, e hoje eu vou contar pra vocês, com todos os detalhes bem safados, o que rolou nessa manhã quente de sábado, 18 de abril de 2026, aqui no litoral sul de Recife.

Meu corno manso, o Márcio — o maior corno do mundo —, já estava com o celular na mão, pronto pra registrar tudo pro nosso site. A gente aluga essa casa de praia justamente pra receber machos de todo o Brasil que me acompanham há anos. O sol já queimava forte, a praia quase vazia, só o barulho das ondas ao fundo e as ruínas das casas abandonadas servindo de cenário perfeito.

O índio do Pará chegou pontual. Um homem forte, pele bronzeada, corpo definido. Quando ele tirou a camisa, eu já senti um frio na barriga. Pela sunga preta dava pra ver o volume absurdo que ele carregava. Eu sorri, tirei meu fio-dental devagar, rebolando a bunda pra ele.

— Caralho, Selma… você é ainda mais gostosa ao vivo — ele disse, a voz grossa, já puxando o elástico da sunga pra baixo.

Aquele pau pulou pra fora, pesado, grosso, veias saltadas, a cabeça roxa brilhando no sol. Eu arregalei os olhos.

— Meu Deus… não era montagem não, né? — eu ri, nervosa e excitada ao mesmo tempo.

Me ajoelhei na areia quente na frente dele. Segurei aquele monstro com as duas mãos e abri a boca. Mal consegui colocar a cabeça dentro.

— Gluck… gluck… ai, que pauzão… — eu engasgava, baba escorrendo pelo queixo enquanto tentava engolir mais.

Ele segurou meu cabelo molhado de suor e empurrou devagarinho.

— Isso, gostosa… vai devagar. Engole o pau do índio que veio do Pará só pra te foder. Seu corno aí filmando nunca te deu um pau desse tamanho, né?

Eu tirei o pau da boca só pra responder, cuspindo baba:

— Nunca, índio… o Márcio nem chega perto. Olha como eu tô engasgando, amor. Tá vendo, corno? Isso é o que uma mulher de verdade faz quando encontra um macho de verdade.

Ele me levantou, me virou de quatro na areia e enfiou primeiro na buceta. Eu já estava encharcada.

— Aaaahhh… que delícia… vai fundo — eu gemi alto quando ele meteu tudo de uma vez.

Ele começou a estocar com força, batendo a pelve na minha bunda.

— Porra, Selma… que buceta apertada e molhada. Tá piscando no meu pau. Tá gostando, vadia?

— Tô amando… mete mais forte! — eu respondi, rebolando contra ele. — Márcio, filma direitinho como ele tá me comendo. Olha como esse pau entra fácil na buceta da tua mulher, corno. Você nunca me fez gemer assim.

O índio riu e acelerou.

— Escuta aí, corno manso. Tua esposa tá gozando no meu pau e você só filma. Diz pra ele, Selma.

— Isso mesmo, amor… eu tô gozando pra ele. Você só serve pra filmar e limpar depois. Esse pau do Pará é muito melhor que o teu.

Ele meteu mais umas dez vezes bem fundo, depois tirou devagar. Eu senti o pau molhado roçar meu cuzinho.

— Agora vai ser no cu, Selma. Prepara essa bundinha branca que eu vejo há quatro anos.

Eu respirei fundo, já tremendo.

— Vai devagar no começo, por favor… ele é muito grosso.

Ele cuspiu na cabeça do pau e pressionou. A dor veio imediata.

— Aaaaiiii! Tá doendo! Meu Deus, que pau grosso… tá abrindo meu cu todo!

— Relaxa, gostosa… vai caber — ele disse, segurando minha cintura com força.

Eu tentei sair, mas ele me puxou de volta.

— Não foge, puta. Tá quase entrando.

De repente o anel cedeu e ele enfiou vários centímetros de uma vez.

— Aaaaahhhhh! Tá entrando! Tá rasgando meu cu! — eu gritei, lágrimas nos olhos.

Ele começou a meter, entrando cada vez mais fundo.

— Isso… agora tá quase todo dentro. Olha como teu cu tá engolindo meu pau, Selma.

Eu gemia alto, mistura de dor e prazer.

— Tá doendo pra caralho… mas não para… abre mais… dilata esse cu de casada!

De repente, com as estocadas fortes, eu soltei um peido alto e molhado.

— Prrrrrrrrrt! Ai, que vergonha… tô peidando no teu pau!

Ele riu, deliciado, e meteu mais fundo.

— Solta mais, vadia. Eu adoro cu que peida. Solta tudo.

Eu não consegui segurar. Soltei outro peidão barulhento.

— Prrrrrrrrrrrrt! Tô peidando muito… adoro peidar em pica grossa. Márcio, tá vendo? Tua esposa tá peidando enquanto leva no cu.

O índio acelerou, batendo forte.

— Caga também se quiser. Eu quero sentir tudo.

Eu olhei pra trás, direto pro meu corno que filmava.

— Amor… tô com dor de barriga… acho que vou cagar aqui mesmo. Ele tá tirando merda da minha bunda!

O índio meteu ainda mais forte, sem piedade.

— Caga então, Selma. Caga no meu pau enquanto eu te fodo.

Eu gemi alto, sentindo o corpo relaxar contra a vontade.

— Tô me cagando… olha, corno! O índio tá fodendo tua esposa e saindo merda junto. Tá vendo a merda da tua mulher no pau dele? Isso é que é macho!

Ele rosnou, segurou meu cabelo com força e começou a meter desesperado.

— Porra, que cu safado… vou gozar!

— Goza dentro, índio! Goza no cu da puta casada!

Ele deu mais algumas estocadas brutais e explodiu lá no fundo, enchendo minha bunda de porra quente. Eu tremia inteira, cu piscando, mistura de porra, merda e baba escorrendo pelas minhas coxas.

Ele puxou o pau devagar e eu desabei na areia. Ele ainda tirou aquela foto linda — exatamente a que o Márcio enviou junto com essa história: eu de quatro, cabelo bagunçado, ele atrás, pau ainda meio dentro, as ruínas ao fundo e o mar brilhando.

E não acabou não, meus amores. Hoje à tarde chegam mais três amigos pra passar o fim de semana inteiro aqui. Vai ter muita putaria, muita foda e muita live.

Quer ver o vídeo completo dessa foda no cu, com todos os gemidos, peidos e gritos? Quer acompanhar ao vivo as lives que eu e a Manu vamos fazer hoje à noite? Então corre pro nosso site oficial **www.selmaclub.com** e pro Telegram VIP **www.bit.ly/telemanu**. Lá você encontra tudo: vídeos em alta qualidade, fotos exclusivas, contos e o contato direto pra quem quiser vir me visitar em Recife.

Beijos molhados e bem safados da vossa puta casada preferida,

Selma Recife ❤️
(a casada mais puta do Brasil)

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