Mais uma casada que ganhei com presente e comi o cu.
Eu sou Daniel, o filho da puta mais viciado em mulher comum que o Brasil já pariu. Não quero modelo, não quero academia, não quero bundinha empinada de Instagram. Quero bunda de verdade: bunda de diarista, de esposa que acorda às cinco da manhã, limpa casa alheia, volta pra sua casinha humilde e ainda tem que aguentar marido motorista de app que mal olha pra ela. Bunda suada, marcada pela calcinha grande, com cheiro de dia inteiro de trabalho no calor de Pernambuco. Quanto mais fedorento, mais meu pau lateja. E quando eu consigo arrombar esse cu virgem de casada e publicar tudo… caralho, aí eu viro o rei.
A Eliane era a diarista da casa da minha mãe. Quarenta e dois anos, pele morena queimada de sol, cabelo preto com fios brancos aparecendo, corpo cheio, peitos pesados e aquela bunda… puta que pariu, aquela bunda. Redonda, carnuda, balançando toda vez que ela passava o pano no chão. Eu passava meses só olhando, imaginando o cheiro que devia ter depois de um dia inteiro trabalhando. Até que um dia eu cheguei perto e falei baixo:
— Eliane, da próxima vez que eu for visitar a mãe, vou levar um presentinho pra você na sua casa, lá em Peixinhos.
Ela sorriu daquele jeito tímido, olhos castanhos brilhando, e respondeu:
— Seria um… quer dizer, seria ótimo, seu Daniel.
Eu já sabia onde ela morava: casinha simples, parede descascada, quarto e sala, cozinha apertada, banheiro no fundo. Sem filho em casa, marido fora o dia todo. Perfeito.
Cheguei num sábado de calor infernal, com o pacote na mão — exatamente aquele embrulhado em papel pardo com laço amarelo que ela aparece segurando na foto da cozinha, sorriso tímido, camisa vermelha justa marcando os peitos. Ela me recebeu na sala, mas logo fomos pra cozinha. Eu já estava de perfume bom, camisa aberta, cheirando a macho que sabe o que quer.
Ela começou a reclamar do casamento enquanto guardava o presente:
— Meu marido só chega cansado, dorme, acorda e vai embora. A gente quase não transa mais… e quando transa, é rápido, sem graça.
Eu sorri, aproximei, mostrei o celular.
— Olha aqui, Eliane. Esse é o site da Selma Recife. E tem o grupo VIP dela. Eu publico tudo lá. Anos de vídeos, fotos e contos de casadas comuns que eu seduzi. Mulheres como você. Maridos cornos que nem imaginam que a esposa tá dando o cu pra outro. Olha essas bundas… olha como elas gemem quando eu enfio a língua bem fundo.
Ela arregalou os olhos. Eu rolei fotos e vídeos: bundas suadas, línguas lambendo cu sujo, pauzão entrando devagar com manteiga, casadas gozando enquanto o marido trabalhava. Ela respirava mais rápido.
— Eu nunca fiz nada na bunda… uma amiga fala, mas eu achava nojento.
— Tá na hora de começar, Eliane. Eu posso ser seu amante. Ninguém vai saber. Só eu e essa bunda linda que eu sonho todo dia.
Ela resistiu um pouco, disse que era casada, que era pecado… mas a calcinha já devia estar molhada. Eu beijei ela devagar, língua na língua, mão apertando aquela bunda por cima da calça grande. Ela gemeu no meu ouvido.
— Deixa eu cheirar, Eliane.
— Mas eu trabalhei o dia todo… tá suada, Daniel… melhor eu tomar um banho.
— Não. Eu quero exatamente assim. Bunda quente, suada, com cheiro de mulher de verdade. Pode ser nojento pra você. Pra mim é o maior tesão do mundo.
Ela ainda achava estranho, mas eu mostrei mais conteúdo do site da Selma: eu cheirando bundas podres, lambendo, comendo casadas enquanto elas gemiam “meu marido não pode saber”. Ela leu os contos, viu as fotos, e murmurou:
— É nojento… mas… eu adorei. Nunca vi nada assim.
Eu virei ela de costas, abaixei a calça grande e a calcinha grande de uma vez. E ali estava: a bunda que eu sonhava há meses. Exatamente como na foto que eu tenho dela de quatro na cama, de legging rosa com desenhinhos, mas agora pelada na minha cara. Carnuda, branca no meio das coxas morenas, marcas da calcinha, suada do calor do dia inteiro limpando casa. O cheiro subiu forte, quente, azedo, aquele fedor de bunda suada misturado com suor de virilha. Terrível. Podre. Meu pau ficou duro como nunca.
Eu enfiei o nariz bem no meio, inspirei fundo. Ela tentou puxar minha cabeça:
— Que nojento, Daniel! Para com isso!
Mas eu lambi. Língua bem no cuzinho apertado, sentindo o gosto salgado, amargo, terra, suor velho. Repugnante. Nojento pra caralho. E eu nunca estive tão excitado na vida.
Ela tremia, gemendo misturado com vergonha. Eu baixei a calça, pau latejando.
— Eu não tomo anticoncepcional… só vou tentar dar o cu, mas não sei se aguento.
Fui na cozinha, peguei um pedaço grande de manteiga. Untei o cu dela e meu pauzão. Ela estava apertadíssima. Empurrei devagar. Ela gritou, gemeu, chorou um pouco. Parava, eu passava mais manteiga, empurrava de novo. A cabeça entrou. Ela começou a se tocar na buceta, dedinho no clitóris, gemendo:
— Ai… tira… eu tenho vergonha…
— Vergonha é gostoso, porra. Se entorta pra mim. Empina essa bunda.
Ela se entregou. O pau foi entrando aos poucos, centímetro por centímetro, quente, apertado, latejando. Ela gemia alto:
— Tá muito dentro… tá com dor de barriga, Daniel…
— Se entrega, Eliane. Goza pra mim.
Ela gozou pela primeira vez, tremendo inteira, cu piscando no meu pau. Eu comecei a socar devagar, depois mais forte, o pau entrando e saindo daquele buraco virgem, barulho de manteiga, cheiro de bunda suada e sexo misturado.
De repente ela parou, voz desesperada:
— Ai, Daniel… tá com dor de barriga… eu tenho que correr pro banheiro!
Eu sabia exatamente o que era. Segurei a cintura dela firme.
— Eu sei que você tá com vontade de cagar. Se entrega. Deixa vir. Não segura.
Ela tentou sair, tentou segurar, apertou o cu no meu pau… mas era mais forte. Não aguentou. Enquanto eu metia devagar, o pauzão grosso saindo e entrando, ela perdeu o controle. O cuzinho piscou, relaxou, e eu senti o calor molhado, o cheiro forte subindo, ela gemendo de vergonha e prazer ao mesmo tempo. Meu pau saiu brilhando, sujo, e ela ainda gozou de novo, tremendo, chorando, se entregando completamente.
Eu gozei logo depois, enchendo aquele cu de porra quente, misturado com tudo.
Depois, enquanto ela tomava fôlego, eu peguei o celular e gravei tudo: a bunda vermelha, o cu arrombado, o presente ainda na mesa da cozinha, ela com cara de quem acabou de descobrir o que é ser puta de verdade.
Tudo isso — as fotos dela segurando o presentinho, a bunda de legging rosa na cama, os vídeos do cu dela sendo arrombado, o cheiro, o gemido, o momento em que ela não aguentou e se entregou de verdade — já está publicado no site da Selma Recife e no grupo VIP dela.
Corre lá agora. São anos de conteúdo assim: bundas suadas de diaristas, casadas corneando o marido no sigilo, anal depravado, cheiro natural, tudo real, sem filtro. Mulheres comuns como a Eliane virando minhas putas favoritas.
Você vai querer conhecer. Eu garanto.
E se você é casada e tá lendo isso… me manda mensagem. Sua bunda também pode virar história no site da Selma.
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