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Relato de uma esposa dedicada – Parte 5

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Juliana

O tal escolhido por mim, na balada, era jovem, entre 23 a 26 anos por aí... moreno claro, cabelos raspadinhos e corpo malhado com algumas tatuagens à mostra nos seus braços fortes e tal. Tava de calça jeans surrada, tênis e camiseta básica colada ressaltando seu peitoral definido. Enfim, eu sempre olho pra esse tipo, é o mais próximo das características físicas do meu marido.

Claro que desde que meu esposo me confessou seu fetiche e tal, eu comecei a ler a respeito do fetiche em si, sobre aceitação do parceiro ou parceira, e claro, li a respeito e vi vídeos de como chegar na pessoa. Aquela a ser convidada para a ménage. E sinceramente, não existe uma cartilha a ser seguida, a gente só consegue tentando. É um misto de cara de pau, sensualidade e seja o que Deus quiser... ou o Diabo quiser, rsrsr...

Meu esposo prefere que eu vá, porque ele sabe que é mais fácil do cara aceitar, porque eu tenho ao meu favor a beleza e a sensualidade. E principalmente ele prefere que eu vá porque a escolha do cara tem a ver com o meu gosto pessoal. Eu não vou em homens assim aleatoriamente, nada disso, eu dou uma espiada ao redor pra ver quais me agradam à primeira vista e se estão sozinhos, claro, porque não quero confrontar namorada ou esposa ciumentas.

Bom, e antes deu ir nesse cara que eu escolhi aqui nessa balada, eu flertei com ele, tipo: fiquei a uma certa distância dele, bebendo meu uísque e olhando pra ele... ele tava com uns dois amigos próximo ao balcão do bar, fiquei num ângulo onde pude olhar pra ele de frente. E ao mesmo tempo mostrando meu corpo inteiro. Dei até uma viradinha de costas pra ele olhar pra minha bunda em meu vestidinho colado... E quando enfim notei que ele realmente tava me olhando. Acenei e mexi minha cabeça sutilmente, chamando ele.

Ele veio como um ratinho farejando o queijo na ratoeira. Chegou me cumprimentando com um meio abraço, onde senti a mão dele no meu dorso lombar, junto a dois beijos aos lados do rosto e tal. E como a iniciativa de chamar foi minha, eu nem deixei rolar conversinha fiada entre nós e fui direta e reta fazendo o convite a ele, onde coloquei minha boca no ouvidinho dele e expliquei minha intenção e tudo bem direitinho.

Minutos depois eu tava apresentando ele ao meu esposo e a seguir fomos os três deixando a balada.

15 minutos depois, eu tava sendo domada de quatro numa cama de motel por esse gatinho gostoso de corpo tatuado, me puxando pelos quadris com vontade enquanto fazia meu bundão loiro tremer a cada batida da virilha dele, a cada tapa que ele me dava numa nádega e outra, me chamando de gostosa, de safada e me metendo a pica na buceta freneticamente... onde quanto mais ele me socava, mais o meu esposo, ali, bem na minha frente de joelhos na cama e com o seu pau na minha boca, pedia pra ele:

- Isso, amigo, pode meter, mete, mete a vontade, vaaii, puxa ela, assim... puxa e mete, puxa e mete... Tá gostando da bucetinha da minha esposa?

E o gato me pegando de quatro, todo empolgado enquanto arrebentava a minha bunda loira com uma surra da sua virilha malhada:

- Siimmrr, rraannrr, que buceta gostoosaaa, rraammmrr...

Caralho, me assustei com a empolgação desse safado, tava complicado até mesmo deu chupar a rola do meu marido. E olha que o meu marido tava com o pau duraço de tão louco de tesão que ele tava, vendo mais um macho, o segundo nessa nossa nova rotina safada, me pegando ali de quatro e me metendo a paulada na buceta do jeito que ele queria... A foda que eu tomei do moreno lá no hotel em Búzios ainda tava bem viva na minha memória, contudo esse garotão que me comia aqui me deixou ainda mais animada.

Ele tinha uma pegada bem forte, cheguei a sacudir intenso na cama com as pancadas da virilha dele na minha bunda... eu chegava a gemer manhosa de dor na bunda, tipo:

- aaiimmrr, aaiimmrr, aaiiieeeerrr...

De tanta lapada seca de virilha no meu rabinho loiro, que ficou até vermelho de tanto ser surrado por esse safado tão vigoroso e cheio de tesão por mim, acho que ele se empolgou ao máximo em poder comer a mulher de outro assim pro cara ver. Meu maridinho, com uma mão segurando meus cabelos loiros e lisos e com a outra segurando seu próprio pau apontado pra minha cara enquanto se masturbava, não aguentou tamanho prazer em ver a forma dominadora, tarada e forte que esse gato gostoso e tatuado me comia por trás, e acabou disparando na minha cara alguns jatos de esperma... gozando forte... gemendo de prazer e pedindo alto:

- NÃO PAARAA, AAIII, CARAALHOOO, FOOODEE MINHA MULHER, POOORRAA, RRAAMMMMRR...

Nossa, fiquei até assustada com essa reação tão exagerada de prazer do meu marido. E o garotão não tava nem aí, sem tirar da minha buceta ele deitou de quatro por sobre as minhas costas e continuou ritmando os quadris dele e batendo forte e veloz sua virilha na minha bunda numa movimentação acelerada da rola na minha bucetinha. E assim, me envolvendo de quatro por sobre as minhas costas enquanto me comia por trás, ele mordeu meu ombro direito e abocanhou o lado do meu pescoço num chupão que me deixou agoniada de tesão, revirando meus verdes olhos e gemendo boquiaberta, com a cara toda melada da porra do meu marido, de pele loirinha toda arrepiada... gozei... gozei me tremendo toda, me sentindo uma cadela vira-lata por baixo de um cão Rottweiler...

Ele parou de uma vez, se erguendo em pé na cama, gemendo enfurecido com o seu pau na mão, arrancando a camisinha dele e esporrando por cima da minha bundona loira virada toda aberta de quatro pra ele.

Fiquei ali de quatro, de bunda loira aberta e cu piscando em meio aquele esperma escorrendo no meu rego.

Eu de cara melada de porra, olhei pra trás de mim, vendo esse gato gostoso todo tatuado gemendo e sofrendo espasmos pós gozada... o pau dele duro latejava pulsando pra cima e pra baixo... onde eu pedi manhosa:

- Não para não, caraalhoo... me fode mais, andaa...

Ele saiu da cama pra botar mais uma camisinha... Enquanto isso meu esposo assumiu o comando da minha bunda e me pegou gostoso, do jeito que gosto que ele me pegue... me empurrando a pica na buceta sem camisinha, afinal, é o meu esposo... gemi gritando toda manhosa e gemi mais ainda quando bruscamente comecei a tomar um sacode dele arrebentando sua virilha na minha raba loira... onde ele descontou na minha buceta toda a tara que o outro macho fez ele sentir.

- Tá gostando disso, né, sua puutaa? De ser comida por outro, né? Gosta de duas rolas só pra ti, né, safada? Fala, faalaa...

- Siimmrr, simmrr, adoorooo, adoro dar pra dois meu amooorr, aaiimmmmr, aaaiimmrr, me coomee, me come, amor, me coomeee...

Nisso, continuei nessa posição que é a que mais os homens adoram comer uma mulher na cama, de quatro, principalmente se ela for rabuda como eu, e assim aguentei os solavancos de um e outro, que alternaram a vez me pegando pelos quadris e sapecando com gosto suas virilhas no meu rabo loiro, sempre tremendo e ficando todo vermelhinho de tanto apanhar enquanto provavam com seus paus da minha rosada buceta carequinha... que ficou toda desbeiçada e molhada de tanto ser fodida, de tanto receber a rola de cada um, cada uma socando forte e veloz por vez... eles não tiveram dó da minha prexeca. Foi paulada o tempo todo. E a puta aqui gemendo e gritando nessa suíte de motel.

Bom, não vou me estender muito nessa foda, que foi a nossa segunda experiência à três, pois tem muita coisa safada pra relatar, e eu tô aqui de buceta loira batendo palmas dentro da minha calcinha molhada, babando de tão estimulada enquanto digito tudo aquilo de mais safado e gostoso que eu provei e que aqui eu relembro. E que, aliás, encontrei neste site aqui uma oportunidade de desabafar pra quem tem uma vida que nem a minha, pra quem já provou do que eu provo ou ainda está pensando em provar. Afinal, quando você coloca um pezinho adiante dessa porta, da porta da relação aberta, da ménage, do sexo sem compromisso com mais de um na cama, você não volta mais. Porque vou falar uma coisa... é muito... muito... muito gostoso.

Enfim... Lembro que certa vez, após essa segunda foda à três, eu e meu marido conversávamos à respeito de tudo isso que tava rolando entre nós dois na cama envolvendo outros e tal... Na verdade, essa segunda experiência nos deixou mais a vontade pra colocar pra fora tudo o que queríamos falar e pensávamos sobre esse tipo de relação que estávamos aqui trilhando. A conversa começou depois que eu citei algo, tipo:

- Eu tenho uma amiga lá no meu trabalho que tá metendo chifre no marido dela.

- Você acha ou tem certeza?

- Eu vi ela conversando com um cara no estacionamento. Aí quando ela me viu, ela disfarçou, ficou sem jeito e tal.

- Você conhece o marido dela?

- Sim... Coitado do cara. Ele é gente boa, trabalhador. E poxa, eles tem dois filhos tão lindos.

- Tá vendo? Se tivessem uma relação que nem a nossa, não precisava viver de mentira.

- Ah, querido, mas o fato da gente se amar eee... foder com outros, não significa que todos os casais tem que fazer o mesmo. Não existe um padrão de felicidade no casamento. Na verdade, ou o casal é feliz ou não é. Tem coisas que vão além do sexo.

- Concordo, mas é na cama onde muita coisa se explica. Se existe a permissão pra ousar ou se ambos escutam um ao outro em relação a fantasias, fetiches, taras e procuram realizar, o casal pode até ficar mais unido.

- mmmrr, quer dizer que você acha que um sexo mais permissivo pode segurar um casamento?

- Segurar não sei... mas, deixar o casal mais cúmplice, parceiro e tal... tenho certeza.

- Por falar nisso... me diz uma coisa, querido... até aonde tu acha que a gente vai com essa maluquice nossa, amor?

- Melhor não pensarmos nisso... basta curtir. Quando a gente quiser parar, a gente para.

- Ah tá... Será que a gente vai querer parar?

- Tomara que sim. Imagina eu com 90 anos indo procurar outro velhinho pra foder você kkkkkk...

- Você faz é rir, né, seu safado? Me faz entrar nessa, me deixa maluca e nem pensa nas consequências.

- Relaxa, amor. Tô rindo porque tô me sentindo bem. Me sentindo bem leve. É como se o meu casamento contigo tivesse recomeçando do zero e com uma emoção diferente, mas sem deixar de ser leal e verdadeiro como sempre foi. E claro, você tem tudo a ver com isso que eu sinto.

- Tá adorando ser casada com uma safada, né?

- rsrs, você não é safada. É uma mulher de coragem, isso sim.

- Realmente... tenho que ter coragem mesmo pra aguentar duas picas rsrsrs...

- Mas falando sério agora, querida... eu paro quando você quiser parar.

- Posso te confessar uma coisa?

- Fale.

- Eu sempre desconfiei queee... que a gente não encaixava num padrão comum de casal.

- Mas o que fazia você pensar isso, querida?

- Ah... o seu jeito de pensar sobre as coisas. Você é bem tranquilão e sem preconceito com nada... é um cara sensível. Sei lá, você não é machão, é simplesmente um homem. E eu também nunca fui careta. Sempre fui uma pessoa maleável e de fácil entendimento das coisas. O nosso comportamento facilitou a realização dessas coisas que a gente tá provando.

- É, mas nada disso seria possível se você não quisesse. A minha vontade não é maior que a sua, querida. Você além de ser o meu amor, é quem me motiva a colocar pra fora as minhas vontades.

Eu me virei pra ele, segurando o rosto dele entre minhas mãos e disse:

- Eu faço isso e muito mais por você, querido. Eu lhe amo mais do que tudo. Me peça pra eu ser só sua e eu serei... me peça pra eu ser de outros, e eu serei por você, pelo seu prazer... Eu te digo aqui, com toda a certeza quee... eu posso foder com um exército de homens... e gozar com todos eles... mais o que eu tenho de mais puro, forte e intenso é você quem me faz sentir... meu único e verdadeiro amor.

Aí rolou aquele beijo intenso em meio a olhos lacrimejados e corações batendo emocionados no mesmo acelerado ritmo... quando então já tava eu pelada e deitada de costas nesse sofá e ele batendo virilha entre as minhas pernas, me metendo fortemente aquela sua delícia de rola até fazer a minha xoxota rosada se lambuzar toda com suco de gozo.

A rotina do trabalho pede de nós dois um lado mais mecânico, automático e com pensamentos e foco em resultados. Aqui somos completamente diferentes, mesmo que tendo que manter uma boa relação com colegas, parceiros de negócios e tal... É uma rotina bem estressante e que às vezes dói até no corpo por meio de fadiga e cansaço. Mas durante o dia, no meio dessa rotina, sempre quando podemos trocamos mensagens ou ligamos nossas câmeras, eu no meu trabalho e ele no dele. E nessa live entre a gente e à portas fechadas, eu sentada diante a minha mesa e do meu celular num tripé, abro minhas pernas de saia erguida e calcinha puxada para um lado e mostro a minha careca buceta rosada enquanto passo dedos no rachado e no meu grelinho, também mostro meus peitos pra fora da minha blusa e sutiã, e às vezes viro de quatro na minha cadeira e mostro minha loira bunda aberta e pisco meu cu pra câmera... já ele, também na sala dele, sentado diante do celular dele, desce o zíper da sua calça aberto enquanto segura seu cacetão tesudo pra fora, o qual observo num close conforme ele o alisa numa sutil punheta até o membro se melar ao jorrar esperma. E assim a gente se exibe um para o outro.

E isso serve de esquenta, pois assim que chegamos do trabalho em casa, a nossa cama incendeia com tamanho tesão acumulado um pelo outro. Sendo que somente nos finais de semana a gente pensa em transar com mais um. Pois é um pacto de ser apenas nos finais de semana.

Porém, lembro que num certo dia da semana, numa terça-feira, eu e ele marcamos pra tomar um chope num barzinho. Era a inauguração de um estabelecimento de um amigo nosso. Fomos na intenção de incentivar o negócio dele e tal. E tava lotado. E lá a gente encontrou com outros amigos, conversou, riu, se distraiu... e claro, a gente não ficava o tempo todo juntos, eu ia aqui e ali conversar com amigas e tal, e ele da mesma forma ia conversar com os amigos dele.

Nisso, teve uma hora que eu fui passando num determinado canto pra pegar um salgadinho numa mesa adiante e eis que dou de cara com um sujeito bem alto, encorpado, malhado, branco dos cabelos loiros meio ruivos num corte moicano e barba delineada grossa e que cobria a parte superior da sua boca com o bigode, aparentando uns 30 e tantos anos... um homem com um jeitão rústico, grosso, me encarando com um certo ar de desejo, pois, vi seus penetrantes olhos claros me comer de cima abaixo.

... passei diante dele enquanto pedia com licença a ele, encarando ele nos olhos, ele não afastou e eu tive que passar dando as costas e meio que raspei minha bunda na virilha dele, confesso que me arrepiei todinha quando senti a virilha dele com a minha bunda ao passar... e ele parado, dando um gole em seu chope e me encarando... ele tinha olhos claros bem bonitos... e ao ir caminhando adiante dele fiquei com aquela sensação de que ele tava olhando pra minha bunda... mas não me virei pra ver se ele tava olhando, mas provavelmente tava, afinal eu sou uma loira rabuda e a maioria dos homens quando vê uma mulher rabuda dá uma olhada... e a minha bunda aqui tava ressaltada num vestidinho estampado de tecido molinho que balançava conforme minhas nádegas mexiam a cada passo meu.

Peguei o salgadinho na mesa e continuei ali de costas pra ele... onde coloquei meu celular diante de mim, fiz de conta que tava mexendo nele, mas na verdade o usei como retrovisor e assim vi o tal cara barbado atrás de mim, a um metro de mim, olhando o tempo todo pra minha bunda. Vi inclusive ele apalpando seu próprio pau em sua calça enquanto olhava. Claramente comendo a minha bunda com o pensamento.

E o que mais mexeu comigo foi que ele não ficou satisfeito em apenas me espiar, ele se aproximou de mim ali diante da mesa de salgadinhos, onde seu braço roçou no meu quando ele chegou do meu lado, tive que afastar dele um pouco... e aí ele puxou conversa.

... e bem, como eu tava aqui num ambiente entre amigos e conhecidos, eu esnobei ele de imediato, mas ele ficou ali perto de mim, me olhando no rosto, mergulhando esse olhar nos meus fartos peitos loiros diante o decote cavado do meu vestido... ele tava tão perto de mim que eu senti até o cheiro dele, e ele não usava perfume, estava meio suado, e pela roupa devia estar vindo de uma caminhada ou academia e simplesmente entrou pra ver a inauguração do bar e tomar um chope pra relaxar... ele tinha um puta ar de safado, de canalha, de ogro... e o pior é que o tipo de relação que eu tava tendo com o meu marido me deixava a vontade para não negar meu desejo por determinados homens, e principalmente gostar de ser admirada por eles, e esse aqui além de me olhar com desejo, chegou junto, cheio de atitude.

Foi então que eu tive que sair de perto dele pra que nenhuma amiga minha ali notasse. Minutos depois eu tava perto do meu marido... mas meu olhar ficou focado nas pessoas no bar, meio que procurando pelo tal sujeito barbado que deu em cima de mim... e quando eu avistei ele, ali num canto, me encarando de longe, eu encostei a minha boca no ouvido do meu marido e disse:

- Tá vendo aquele cara ali, amor... de cabelo moicano e barba?

- Sim, quem é ele?

- Não sei... eu tava pegando um salgadinho ali na mesa, ele chegou em mim e me cantou.

- Sério? O que ele te falou?

Nisso, eu menti pro meu esposo, na pura intenção de provocar ele:

- Eu disse pra ele que eu era casada... e sabe o que foi que ele me disse, na cara de pau?

Meu marido me olhando nos olhos, já ouriçado, perguntou:
- O quê?

- Ele me disse que adora comer mulher casada.

Foi então que eu dei uma gargalhada do meu marido, pois ele simplesmente disse:

- Mas, amor, hoje é terça.

Afinal, a gente só saía pra caçar parceiros no final de semana. Mas meu marido então disse pra mim:

- Faz o seguinte, se tu quiser... vai lá, fala com ele e vai com ele pro estacionamento e espera por mim. Eu vou só me despedir do meu amigo e tô indo pra lá.

Minutos depois, nós três, entrávamos numa suíte de motel. E meu marido, como nas duas vezes anteriores, ficou de início apenas acompanhando de perto enquanto olhava o cara me agarrando e me beijando, sendo que eu tava muito mais desinibida, a vontade e livre.

Esse cara era todo grandão, e ele me encoxava por trás, passando as mãos em meu corpo por sobre meu vestido, colocando uma mão pela minha frente abaixada e meteu por baixo do meu vestido e por dentro da minha calcinha, agarrando minha rosada bucetinha careca... e com a outra mão ele apalpava meus peitos, os puxando decote afora, ao mesmo tempo em que seu rosto por sobre meu ombro por trás me chupava o lado do pescoço, com aquele hálito de chope, seu suor forte entrando pelas minhas narinas... ele era todo machão rústico, roçando aquela sua barba grossa no meu pescoço e que me espetava a pele e me fazia gemer bem manhosa e todinha arrepiada... eu chegava a rebolar nessa encoxada que ele me dava, de bunda bem grudada na virilha dele, sentindo o pau dele duro em sua calça...

E ele então falou pro meu marido:

- Nossa, cara, quando eu vi tua mulher ali naquele bar, já fiquei de pau duro. Que gostosa essa tua loira, hein? E que bom que você quer dividir ela comigo, porque eu tava morrendo de vontade de comer ela... vem, cá, gostosa, veemmm...

Ele me virou de frente pra ele, me agarrando com aqueles seus braços brancos imensos e me beijou a boca com força, onde meus lábios sumiam no meio daquela barba loira ruiva dele, me espetando o rosto... ele mesmo subiu meu vestido e o tirou de mim, em seguida arrancou meus peitos loiros do meu sutiã a base de chupões, eu me arrepiava com a sua barba me arranhando os peitos conforme ele me chupava os bicos... ele tinha uma pegada de dominador, era meio ogro, bruto, agressivo... gemia meio rosnando feito um bicho, me babou todo os peitos...

Com uma mão por trás da minha cabeça ele prendeu meus lisos cabelos loiros enquanto me beijava a boca, e com a outra mão abaixada em mim e enfiada na minha calcinha ele bolinou a minha buceta, chegando a me foder com um dedo... eu louca, gemendo toda submissa.

E o meu esposo até então preferindo assistir, segurando no seu pau pra fora da sua calça aberta e se masturbando sem pressa. Ele nem ficou dando ordens e pedindo nada, apenas assistiu.

Sentei pelada na beirada da cama, masturbando meus fartos peitos loiros e a minha buceta de pernas bem arreganhadas enquanto espiava esse barbado gostoso na minha frente tirando a roupa pra mim... Meu marido batendo punheta pra mim e eu tocando punheta pra outro, que loucura... e nossa, me deu um tesão da porra ver esse cara pelado, ele era todo grandão, branco, forte tipo um lutador de MMA, não só tinha aquela barba grosseira como tinha um peito e abdômen malhados também peludos... e a rola dele era uma tora grossa bem dotada, bem dura e cabeçuda, com um saco avermelhado grande e também com pelos. Ele parecia um homem medieval, um viking.

Ele veio pra mim tocando punheta, claramente querendo que eu chupasse ele... só que eu simplesmente fui virando na cama de quatro pra ele... onde rebolei bem safado, ora parando a bunda pra poder mostrar pra ele o meu rosado cu piscando.

Ele me chamou de gostosa já me dando uns bons tapas na minha bundona loira com aquelas mãos enormes e pesadas dele... eu louca rebolando de quatro a enquanto apanhava numa nádega e noutra e ao mesmo tempo gemendo toda manhosa pro meu marido ali do lado e fora da cama se deliciar e bater punheta pra mim, louco de tesão olhando pra esposinha dele parecendo uma cachorra, oferecendo a bunda pra outro homem. Nisso eu olhei pra trás de mim, e pedi pro safado:

- Lambe meu cu, vai.

Ele me agarrou pelas duas nádegas e caiu de cara no meio, gemi me tremendo, arrepiando todos os pelinhos loiros do meu corpo... nossa, que tesão... aquela barba dele me espetando entre as nádegas... a força que ele usava pra empurrar seu rosto, seu bigode grosso e barba me arranhando, junto a sua boca se mexendo, chupando meu cu, sua língua me lambendo com força e sendo estocada, fui a loucura sentindo a ponta da língua dele entrando no meu cu, me dando um puta de um tesão... me contorci de quatro, me arrebentando de espasmos involuntários... ele com cada mão grande numa nádega minha enquanto movimentava seu rosto me dando um monte de lambidas no cu... fazendo do rego da minha bunda um sorvete... e eu toda cadela de quarto, gemendo e agoniada pedindo:

- Não paaraa, aaiimmrr, aaiii meu cuuu, chupa meu cu, chuupaaaa...

Eu coloquei até uma mão por baixo de mim e toquei uma siririca enquanto sentia a língua desse safado fodendo meu cu... eu tava tendo meu rabo literalmente devorado.

E meu marido já pelado, deu uma camisinha pra ele e pediu:

- Come logo a buceta dela, vai.

E eu, toda cachorra de quatro, joguei meus lisos e loiros cabelos pra um lado, olhei pro meu marido meio rindo, mordendo meu lábio inferior, aí eu me ajeitei melhor de joelhos e antebraços na cama, toda aberta, onde arrebitei bem a minha loira bunda toda arreganhada enquanto piscava meu cu escorrendo saliva... virei então meu rosto por sobre meu ombro direito, olhando pro gostosão ali atrás, abrindo com os dentes o envelope da camisinha e disse:

- Não... não coloca agora não... Eu quero sem camisinha... quero no meu cu... primeiro no meu cu... anda, vem.

Nossa, meu marido se assustou com esse meu pedido... até perguntou:

- Sério, amor?

E eu, olhando pro meu marido, me mantendo de quatro:

- Sim, amor... eu tô com vontade de dar meu cu pra ele.

Já o cara ficou maluco em escutar isso diante da minha bunda loira virada pra ele toda aberta e piscando meu cu salivado, e enquanto ia me segurando a bunda com uma mão, com a outra ele manipulava seu pau, colocando a cabeça rosada bem no meu cu, falando:

- Caralho... que bunda mais gostosa você tem.

A verdade é que eu fiquei tão excitada quando vi esse safado olhando pra minha bunda lá no bar, que aqui eu quis começar a foda dando o cu antes da buceta, e o pau dele era tão tesudo de se ver, que eu fiquei com vontade de sentir a pele e as veias no meu cu.

E valeu a pena, porque quando o pau entrou eu gemi bem alto... claro que doeu, aquela tora de rola rosada sendo empurrada no meio do meu rabo, dura, dura, dura feito ferro... me deixou agoniada pra caralho, me ardendo toda... mas eu queria, eu queria dar meu cu pra esse safado... não sei porque, só sei que foi gostoso ser pega por ele por trás enquanto eu sentia a benga dele me arregaçando as pregas anais... ele era meio bruto, grosseiro, safado, canalha no jeito de me domar de quatro e meter no meu rabo... aquela sua virilha peluda roçando na minha bunda... caralho, que tesão da porra.

Meu marido meio que hipnotizado me vendo sendo pega de quatro e tendo meu cu empurrado por esse outro sem dar a buceta antes, onde eu, gemendo agoniada, com minha carinha cheia de expressões faciais de dor... chamei ele:

- Vem cá, amor, vem... deixa eu te chupar enquanto dou meu cu, vem.

Confesso que foi difícil de chupar o pau do meu maridinho, pois o safado me pegando por trás tava comendo meu rabo com vontade, onde eu me acabei de gemer sentindo o pau dele socando forte meu cu... puta que o pariu, o jeito possessivo e grosseiro que ele me puxava pelos quadris, deitando por sobre minhas costas enquanto surrava meu rabo com a sua peluda virilha, me dando solavancos onde meus peitões por baixo de mim balançavam constante, e ele gemia urrando, parecendo um animal, louco de tesão pelo meu cu conforme me empurrava até o talo e de forma frenética... ao mesmo tempo tatuando a mão direita dele na minha bunda loira com cada tapão ardido, me xingando aos berros de vadia, cachorra, vagabunda... e com a outra mão me puxando tão forte pelos loiros cabelos lisos que eu tirei a minha boca da rola do meu homem e fiquei gemendo de cara pra cima... nisso eu ri, cheguei a gargalhar, uma risada de puta, de mulher safada, misturada a gemidos dos mais manhosos, gemidos de dor, dor e prazer em estar sendo tão bem enrabada assim por esse animal... meu marido simplesmente não aguentou de tesão ao me ver tomando na bunda com tanta força assim pra outro macho que gozou forte na punheta lambuzando a minha cara...

E eu aguentando como podia meu corpo de quatro, minha bunda virada ao máximo arrebitada enquanto sentia o entra e sai frenético daquela delícia de cacete fodendo forte meu cu... que sujeito mais animal, que bruto, safado, grosseiro... me pegando e puxando, socando, socando, socando... em alguns momentos ele aumentava a velocidade da socada, onde meus gritos de dor junto a um choro ecoava nesse quarto de motel... parecia que eu tava sendo estuprada na frente do meu marido... estuprada pelo cu... só no cu... um duro e selvagem caralho socando forte e frenético o meu cu, por um sujeito dominador, possessivo, grosso, às vezes ele deitava de quatro por sobre minhas costas sem parar de bater virilha na minha bunda, onde eu sentia os pelos do corpo dele molhados de suor, e aquela sua virilha chapada e peluda surrando minha bunda loira enquanto o cacetão duro se mexia enfiado no meu cu... aí ele se erguia de novo, sem parar de me puxar e meter, meter, meter a vara no meu cu... meu marido assustado... de repente me tremi todinha como se tivesse tendo um ataque epilético, falhando a respiração entre gemidos de agonia, sem parar de ser sacudida, puxada e socada com força no meu cu por esse canalha filho de uma puta... e enquanto eu tava sob os fortes efeitos de espasmos involuntários de um bruto orgasmo anal, ele subiu com os dois pés na cama e montou no meu rabo, me fazendo deitar o rosto na cama enquanto ele cavalgava me enterrando o pau no cu de cima pra baixo num reinicio de socada... me deixando maluca entre gemidos roucos de dor e prazer... meu marido tava sendo apenas e tão somente um expectador, expectador da minha agonia e prazer absurdos em ser tão bem domada por trás e enrabada assim tão... agressivamente gostoso.

Filho da puta do pau tesudo, comedor de cu... safado, grosso, canalha...

Ele não parava de cavalgar na minha bunda virada pra cima e meter o pau no meu cu... que tesão da porra... que prazer anal dos infernos... até que enquanto socava, enquanto me enterrava a rola no cu ele gemeu aos berros... parando montando no meu rabo, de pau todo empurrando ao tempo em que de rosto virado pro teto ele gemeu urrando... eu ali de rosto na cama, mordendo a fronha, senti o pau dele latejando no meu cu... gozando... o filho da puta despejou até a última gota de porra dentro do meu cu.

E quando ele tirou, desmontando de mim, exausto, eu ainda de rabo pro alto senti meu arrombado cuzinho piscando enquanto expelia um pouco desse esperma.

Que sensação absurda de massacre anal eu fiquei depois disso.

Lembro que cheguei em casa completamente exausta, arrombada e com o cu doendo. No banho bastou a água do chuveiro bater nas minhas preguinhas doloridas enquanto eu limpava meu cu do sangue que gemi me ardendo toda. Meu marido ali junto comigo me passou o sabonete, me banhando, me zelando, beijando meu rosto, minhas costas, e perguntando se eu tava me sentindo bem... e eu calada, com as mãos apoiadas no peitoral dele, me deixando ser molhada pela água e esfregada pelas mãos maravilhosas dele ensaboadas enquanto eu sentia meu arrombado cu pulsando, latejando ainda sob os reflexos da forte comida de rabo que tomei.

Meu marido passou o resto da semana sem sequer meter um dedo que fosse no meu cuzinho, pra deixar ele sarar a vontade. Ele chegou até a me perguntar se eu tinha gostado de ter sido pega por esse sujeito grosso e tal que comeu a minha bunda, e eu respondi com um sorriso em meu rosto. Ele me beijou me chamando de safada.

Bom. Na sexta pela manhã, eu tava no trabalho e tal... Era um dia mais tranquilo, sem muita coisa pra fazer, eu e meu marido não tínhamos planejado nada ainda pra mais tarde a noite, se íamos sair ou não, se íamos ficar com alguém... Eu aqui na minha sala, sentada a vontade na minha cadeira, cheguei a me descalçar e colocar os pés em cima da minha mesa... onde peguei meu celular pra dar uma olhada, me distrair... quando eis que vejo a mensagem de uma amiga, tomei um susto na hora que olhei... pois era uma foto dela que ela tinha me mandado... uma foto dela agarrada ao sujeito barbado que comeu minha bunda. E logo embaixo, uma mensagem dela falando:

“Bom dia, esposa moderninha?”

Continua...

Obrigada e comentem pra eu postar mais.

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