#Incesto #Teen #Virgem

O Sequestro - Parte 2: A única escolha que tivemos…

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Marcos0202

Era pra ser uma viagem tranquila e o pior aconteceu.

Não sei dizer quanto tempo fiquei desacordada, mas acordar foi terrível. Toda a dor do meu corpo gritava em minha cabeça. Eu não saberia dizer o que doía mais. Eu estava com fome e sede também, mas o mais terrível foi o olhar de medo de minha família amarrada, e amordaçada. Todos tentavam gritar comigo. Eu estava ali, mas queria não estar. Não conseguia reagir. Eles terem assistido meu estupro era demais para minha cabeça aguentar.

Aos poucos criei coragem de me levantar, a dor na minha região vaginal era tão grande que eu andava com as pernas abertas, eu mancava a cada passo lento que eu dava, fui em direção a quem estava mais próximo a mim, minha filha.

Sentei diante dela, ou melhor, me deixei cair, com força, a sua frente, com muita dificuldade consegui retirar o pano que prendia sua boca. Ela começou a chorar, falando “Mãe, Mãezinha… Mãeeee… Aquele homem… Mãããe…” O que ela sentia eu entendia. Ela me olhava com pena, como quem vê um cachorro morrendo na rua. Esse era o olhar que ela destinava a mim. Com muita dificuldade soltei a amarração em suas pernas, eu sentia os braços pesados, era difícil demais fazer aquilo, aqueles nós apertados machucavam meus dedos quando eu tentava desfazer. O pior foi soltar suas mãos, elas estavam amarradas para cima, Tive que novamente ficar em pé, e meu corpo gritava de dor. Eu só queria deitar, dormir, deixar de existir.

“Solte seu pai.” Eu disse, quando soltei suas mãos. Mas ela veio até mim e me abraçou com força. Ela chorava em meus seios nus. Dizia Mãezinha, como ela fazia quando era uma neném. Tive que forçar ela a me soltar, para que fosse soltar seu pai. Ela levou menos de dois minutos para fazer o que eu levei mais de dez. Depois ela mesma foi soltar o irmão. Meu marido permaneceu sentado, ele chorava, parecia incapaz de me olhar nos olhos. Me senti suja, eu não tinha culpa, mas me senti como o maior lixo do mundo.

Meu filho veio até mim, ele parecia perdido, mas pela primeira vez em muito tempo me olhava nós olhos. Eu sentia sua tristeza. “Aquele homem te machucou, mãe” e me deu o abraço mais caloroso que já recebi dele. Mas eu notei algo, ou achei notar, senti que seu penis estava um pouco, não, um pouco não. Eu senti que ele estava bem duro.

Meu marido se levantou, veio até onde eu estava e se ajoelhou aos meus pés, disse que se sentia um merda por não ter podido me proteger, enquanto eu fiz o que fiz pra salvar nossa filha de um fim tão terrível.

“Mas não adiantou de nada” a frase quase não saiu, todos nós, até meu filho, chorávamos. “Ele vai voltar fazer mal pra gente novamente.” Eu não deveria ter falado aquilo, minha filha me olhou com medo, eu a abracei. “Desculpa filha, desculpa.” Aquela era uma verdade que eu não deveria falar em voz alta.

Peguei algumas roupas na minha mala, e me vesti, acabei achando também alguns remédios de dor de cabeça, e mastiguei uns 5. Fiquei com aquele gosto amargo de paracetamol na boca. Mas a dor que eu sentia ia diminuindo aos poucos. Algumas horas depois um dos homens entrou armado, nos mandando encostar na parede, então trouxeram 4 marmitas e uma jarra de água.

A noite foi passando, aquele cômodo não possuía camas ou nada desse tipo, fomos nos aninhando uns próximos ao outro para tentar dormir. Quando Aquele homem entrou. Ele trazia uma cadeira e sentou de frente para a gente. Na porta um dos seus homens fazia a guarda, armado.

“Então meus queridos, comeram bem? Espero que sim. Eu estou tentando ser um bom anfitrião.” O sarcasmo da voz dele era algo odioso de ouvir, ele me olhava como um lobo faminto, e sempre que olhava minha filha, ele mordia os lábios. Eu tinha medo daquele demônio pular nela a qualquer hora. “Como eu lhe disse Vanessa, amanhã quando eu voltar do banco, quero falar novamente com você, mas dessa vez não a sós. Sua filha vai participar da nossa conversinha.”

“Seu maldiito.” Meu marido tentou ficar em pé, mas o guarda da porta mirou a arma pra ele.

“Sua filha já é grandinha pra participar dos papos de adultos Roberto.” ele falou isso olhando pro meu marido. “Sabe, eu não tenho filhos, ainda. Quero ter, principalmente filhas, e que venham lindas como a sua, você é um homem de sorte Roberto, deve amar muito essa sua filha linda. Eu amaria.” O que ele queria com esse assunto, eu ficava pensando. O que ele quer? “Mas meu maior desespero tendo uma filha linda dessa seria pensar que um homem mal… um cara assim… pegar ela quando ela ainda é virgem, e fazer com que a primeira experiência dessa garota, algo que eu acredito que seja algo divino. Em apenas dor e traumas. Por isso, você não acha que esse deveria ser o dever fundamental de um pai? Dar o primeiro amor de uma menina, ou um irmão amoroso?” Ele me olhava com prazer. Sabendo que estava propondo algo tão terrível assim. “Pensem nisso. Vocês duas tem até amanhã próximo ao meio dia. Depois quem sabe o que pode acontecer com essa princesa. Bom, você sabe, não é Vanessa?”

Ele saiu e trancou a porta.

Todo mundo parou de chorar, ninguém falou nada por muito tempo. Todo mundo tinha entendido exatamente o que ele disse.

“Eu prefiro com você pai, ou com o Miguel… do que com ele. Vocês não vão me machucar como ele fez com a mãe…” Ana parecia triste, mas não estava chorando mais.

“Filha, o pai não pode fazer isso com você” Roberto ainda chorava pela situação, ele sempre foi emotivo. “E amanhã ele vai procurar você e sua mãe independente do que a gente faça hoje”

“ROBERTO!” Eu tive que gritar para chamar a atenção dele. “Sim, ele vai. Mas eu acho que pelo menos a primeira vez dela, que seja com alguém que ela ame, E a segunda também, quem mais ama nossa Ana do que nós três aqui. Eu sei bem o que aquele homem é capaz. Filha” disse olhando nos olhos dela. “Você tem certeza?”

“Mãe, eu acho que a gente vai morrer aqui. Mas antes ele vai fazer comigo o que fez com você. Eu sempre quis um namorado. E eu nunca vou ter” ela voltou a chorar, aquela auto piedade que ela sempre teve de si mesma, por ter um corpo infantil que não atraia os meninos do colégio dela. “Então me deixa saber como é, Pai…” Ela olhou pra ele, que já não chorava mais. “Irmão” Ela esticou a mão pro Miguel, que apertou com força. “Por favor…”

“Eu faço Ana.” Disse Miguel, daquele modo sério que só ele tem “Mas eu nunca fiz, eu nem sei como fazer. Acho melhor a sua primeira vez ser com o Pai. E aí a mãe me ensina o que fazer, ensina?” Por essa eu não esperava, mas se o pai iria comer a filha, por que não... Como disse a Ana, todo mundo iria morrer mesmo.

Ana já tinha decidido que aquilo iria acontecer, ela foi tirando seu vestido, depois tirou a calcinha. Ela não usava sutiã pois não precisava. Seu corpo era muito magro e plano. Tão diferente de mim. Minha pequena filha que nasceu prematura e nunca se desenvolveu completamente. Ela tinha uma vagina coberta por pelos, não imaginava que ela não se depilava, a maioria das adolescentes faz isso. Eu sou uma mãe tão ausente assim?

Miguel seguiu os passos da irmã e tirou as roupas também. Sim, ele estava com o penis duro. Seu pau apontava para cima. Ele puxou ao pai até nisso, parecia um penis copia do pau do meu marido. Só a cabeça do pau que parecia mais grossa.

Roberto se levantou, tirou a roupa também. Ele era um homem bonito, seu corpo não era musculoso, mas não tinha barriga, ele ia na academia, fazia natação. Mas diferente do filho, seu pau estava mole. Ele realmente não se sentia disposto a desvirginar a filha.

“Vem Roberto, senta aqui.” Puxei ele pro chão novamente. Ana sentou ao lado do pai, beijando seu rosto. Eu segurei seu pau e comecei a masturbar ele de leve. Miguel vendo aquilo passou a se masturbar também, mas ele fazia rápido. Logo iria acabar gozando. “Não faz tão rápido Miguel, deixa seu pai e a Ana começarem, aí eu faço pra você.”

Então ele sentou ao lado da Ana e passou a beijar suas costas, ombros, ela sentiu algo bom nisso, pois suspirou e gemeu.

O pau de roberto não dava sinal de vida. Fiquei pensando se o primeiro de Ana não acabaria sendo o mesmo irmão. Ele já mostrava que queria. Fiquei em pé e tirei minha roupa. Sentei no colo do meu marido e passei a rebolar, ele sempre gostou disso, aos poucos fui sentindo seu pau ficando duro. Miguel vendo aquilo voltou a se masturbar com força. “Ana, segura as mãos dele.” Ana o fez a abraçar, ele apertava na região onde ela deveria ter seios. Ele esfregava o pau duro na bunda da irmã, então eu notei que a cabeça de seu pau entrava por entre as coxas dela e saia do outro lado. Ele não aguentar muito tempo.

O pau de Roberto estava no ponto certo. “Vem filha, deita aqui.” Ela veio, deitou ao lado do pai, naquele chão frio. “Roberto, faça nela aquele seu oral fantástico”. O pai foi até ela, deu um leve beijo em sua boca, e foi descendo lentamente por aquele corpo. Chupou com força os pequenos mamilos da filha. E continuou o caminho. Quando vi que ele chegou com a boca em sua pequena buceta virgem, ouvi ela quase chorar de prazer contido. Ele chupava ela com força.

Puxei meu filho pela mão e o fiz sentar ao meu lado. Deitei de barriga no chão, segurei seu pau com a mão direita e chupei ele. Ele realmente não aguentou nem um minuto antes de enxer minha boca com sua porra. Mas não me importei. Continuei chupando ele, só que mais leve, só fazendo com que seu pau voltasse a vida. Eu estava de costas para o que acontecia entre pai e filha. Mas ouvi Ana gemendo forte. acredito que ela gozou muito forte na boca do pai. A única coisa que pensei foi que, caso a gente sobrevivesse, nenhum de nós iria se recuperar mentalmente dessas férias.

Puxei meu filho pela mão e coloquei ele deitado ao lado da irmã. Beijei meu marido “Você é maravilhoso, te amo meu amor. Ana, minha princesa, também te amo muito, Desculpa por ter que ser assim. Miguel, não sei como vai ser, ele me estragou muito, quando você for com a Ana vai saber como é bom isso aqui. Olhei pro meu marido. Vamos, juntos?”

Meu marido entendeu e se posicionou entre as pernas da filha, eu fui subindo sobre meu filho, peguei seu pau e encaixei entre os lábios da minha vagina. Olhei para o lado e vi meu marido forçando a pequena vagina de minha filha.

Fui sentado lentamente naquele pau, quase chorei quando consegui sentir ele nas paredes da minha buceta. Achei que não iria sentir nada, mas senti. Ao nosso lado minha filha deu um pequeno gritinho contido quando o pai penetrou ela, tirando sua virgindade. Eu sentei com força sentindo todo o pau do meu filho dentro de mim. Iria esperar meu marido começar a se movimentar dentro de Ana para fazer o mesmo com Miguel. Ele apertava meus peitos, e tentava fazer o movimento de vai e vem, mas eu o impedia com meu peso, de erguer o quadril.

“Me come pai, tô pronta” Não sei onde Ana ouviu tal coisa. Ela sempre me pareceu um anjo puro. “Me fode”. Roberto não esperou mais, e nem eu. Os dois começaram a foder nossos filhos, Roberto segurava a filha pelos ombros e a comia como um homem de verdade tem que comer uma mulher, com força, sem a machucar. Metidas fortes, tirando o pau até quase a cabeça sair e então indo até o final. Pensei que sua boceta não fosse conseguir suportar toda a extensão do pau do pai, mas ela conseguia.

Enquanto eu rebolava com força no pau do meu filho. Eu torcia pra ele aguentar aquela foda. Eu estava com tesão, eu queria curtir a última vez que achava que faria amor com alguém. E aquilo era isso, amor puro, de uma mãe por seu filho, recém desvirginado pela minha boceta. Eu estava muito molhada. Eu logo gozaria. Nunca rebolei tão gostoso quanto estava rebolando agora.

Fiquei emocionada ao perceber que Ana e Miguel estavam de mãos dadas. Lágrimas escorriam pelos meus olhos, e dessa vez não era de tristeza. Senti que Roberto não iria demorar muito. Ele fazia o máximo para fazer a filha gozar.

“Vamos mudar de posição?” Sugeri. Eu deitei ao lado do meu marido, Minha filha sentou por cima do pai, mas ela não sabia direito o que fazer. O irmão meteu o pau em mim, deitou por cima dos meus peitos e me beijou, de língua, eu me surpreendi pela atitude dele, mas deixei. Ele me comia com força. Ele logo me faria gozar naquela posição. Suas mãos apertavam com força meus seios. Lembrei que quando eu amamentava ele sempre apertava o outro seio. Ficava brincando com o biquinho do meu peito enquanto mamava. Logo eu comecei a gemer, não acreditei quando senti meu gozo vindo. Não me segurei e gozei no pau do meu filho.

Olhei pra minha filha, que descobriu como se movimentar no pau do pai. Ela subia e descia, meio sem jeito, mas estava fazendo o que conseguia. Seu pai também ajudava, fazendo seu pau ir de encontro a sua boceta molhada. Pra quem não queria, ele estava agora curtindo muito tudo aquilo.

Então eu senti meu filho gemendo e gozando dentro de mim. Ele estava metendo com força. Ele foi muito bem pra sua primeira vez.

Meu marido vendo aquilo, segurou a filha no colo e meteu com força, seu pau batia ritmado. Ele parou de se segurar. Ele masturbava a filha tentando fazer com que ela gozasse, e logo conseguiu. Ela gemia com força. Então passou a tremer toda. Ela tentou tirar o pai de dentro de si, mas Roberto não deixou. Ele deu mais algumas metidas com força, e então também gozou dentro da filha. Que gemia desesperada.

Ficamos todos em silêncio por alguns minutos. Todo o quarto cheirava a sexo. Mudei de lugar com minha filha e sentei no colo do meu marido, dizendo que o amava. Minha filha foi até seu irmão, e não estranhei quando ela o beijou de língua. Então todo mundo começou a rir ao mesmo tempo. Aquilo que fizemos foi tão bom. E nenhum de nós se importava se era certo ou errado. Pelo menos naquele momento.

Continua… ?

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