Entrando para industria do porno gay interracial parte 3
Este é o terceiro conto da minha saga como ator porno gay interracial. Aqui eu contos como comecei a participar das festinhas semanais do studio
Após a primeira semana de filmagens eu estava bem mais ambientado.
Já conseguia estar a vontade no local e já aceitava bem a intimidade dos cars negros com os passivos brancos.
Confirmei a supervalorização dos caras pretos, que fazem as cenas como ativos. Isso faz com que eles sejam totalmente confiantes diante de nós, atores brancos que fazemos as cenas como passivos.
No vestiário os caras são confiados, passam as mãos nas nossas bundas.
Esfregam a pica na gente.
Não é incomum estes caras pedirem pra gente masturbar o pau deles antes de voltarmos pra gravar após os intervalos.
Para eles somos inferiores hierarquicamente.
Como somos sempre submissos a eles em cena, a coisa transpassa as gravações e dão uma noção que somos seus objetos de uso.
Não sei porque, mas há uma aceitação natural da parte dos atores brancos. Acho que o fato deles poderem fazer o que querem com a gente, acabamos aceitando a submissão a eles.
É como se soubessemos que daqui a instantes os caras vão estar nos penetrando por horas independentemente de gostarmos ou não e isso nos faz sentir que perdemos completamente o controle sobre a nossa vontade.
Pelo menos comigo é assim que funciona. Então não vejo sentido em me mostrar indignado diante daqueles homens pretos, já que em cena estarei nas mãos deles.
Depois que encerramos as gravações no sabado por volta das 1h. Enquanto estávamos no camarim, os outros atores brancos estava conversando sobre a festa na parte da noite.
Eu perguntei que festa era essa e eles falaram que quase toda semana tem festa na casa de um dos donos do studio.
Eles estavam bem animados mas eu estava destruído.
DG tinha acabado com meu cú naquele dia e eu só queria descansar.
Falei que não ia, mas quando já estava terminado de arrumar minas coisas e ia me vestir, Mike me deu uma dica para resolver uma situaçã desagradável que estava m incomodado durante a semana.
DG, assim como os outros caras pretos gozam pra valer dentro da gente e pela profundidade, a porra não saí toda de dentro da gente.
Somo obrigados a ir vazando o leite deles no deslocamento até em casa e é vergonhoso, Fico bem tenso de ser observado com manchas de porra no fundilhos da calça enquanto estou no transporte público.
Mike disse que tinha um truque que evitava a gente passar por isso.
Ele abriu a mochila e tirou um plugzinho quase miniatura. Mas era bem grossinho.
Ele disse que dá pra evitar este tipo de transtorno até chegar em casa.
Eu estava tão incomodado com isso que aceitei de cara.
Coloquei o plug, vesti a cueca e o esto da roupa e estava saindo quando Serginho passou por mim e perguntou se a gente ia se ver na festa.
Eu normalmente iria direto pra casa, mas com o plug e a insistência de Serginho para que eu fosse com o pessoal para um barzinho até a hora da festa, me deram confiança para dar uma esticada. Afinal, eu estava precisando me distrair r me divertir um pouco, pra poder assimilar tudo que acontecia na minha vida.
Fomos no caro de Mike.
Não preciso dizer qu a tarde foi longa e regada a birita.
Com a ingestão de cerveja era inevitável ter que ir ao banheiro muitas vezes e nua dessas idas eu fiquei lado a lado com Serginho no mictório. Ele parecia querer se exibir pra mim e ficasse puxando assunto e mostrando aquele pau que mesmo mole é uma ignorância.
Ele também estava bem alcoolizadi e começou a dizer que adorou comer meu cú aquele dia e na festa ele ia querer me foder de novo.
Eu pensei em dar um basta naquele papo dele mas preferi me mostrar simpático e apenas o ignorei.
O plug no cú e a bebida estavam me deixando bem atiçado e eu comecei a conversar com um dos atores pretos.
Ele era bem divertido e logo eu estava rindo com ele e todos estava de olho. Inclusive Serginho.
Uma hora que o ator negro foi ao banheiro, Serginho veio até mim e perguntou o que eu estava fazendo?
Perguntei, como assim?
Ele falou: Tá quendo dar o cú pra aquele safado. Hoje sou eu que vou comer esse cú gostoso tá ouvindo.
Não sabia como agir e apenas fiquei calado olhando assustado pra Serginho.
Quando o outro ator voltou, Serginho se afastou e eu fiquei pensando como agir.
Como mais umas bebidas, fiquei meio corajoso e acabei indo pra festa na casa do diretor e as palavras de Serginho ainda estavam na miha cabeça e com o assédio durante a festa, acabei discutindo com Serginho e para me vingar dele acabei ainda que encorajado pelo alcool, pegando o tal ator pela mão e subi as escadas com ele, olhando o tempo inteiro para Serginho apenas para irritar ele.
Quando estava dentro do quarto como o ator preto e que eu vi a burrada que estava cometendo só para irritar Serginho.
Mas ocara já estava exitado demais para poder voltar atrás.
Ele fo se despindo e ficou nú.
Puta merda, que visão. O pau era maior e mais grosso que o de Serginho e DG.
Eu envergonhado me despi devagar e ele viu que eu tinha o plug enfiado no cú ainda.
Ele veio pra cima de mim e me envolveu nos seus braços longos.
Vi como eue era pequeno na sua frente.
O pau dele pulsava e esfregava acima do meu umbigo, quase no meu estomago de tão grande que o cara era.
Ele comecou a passar a mão na minha bunda e chegou no botãozinho terminal do plug que impede ele de entrar no cú e começou a pressionar e soltar.
isso foi me atiçando de um jeito que logo meu cú apertava a circunferência da cabeça do plug que estava na parte interna e fazia o plug ficar movimentando.
Meu cú parecia a boca de um bebê chupando um chupetinha. Isso deixei o negão maluca.
Minha habilidade de morder o pau do DG em cena estava se espalhando rápido e o negão sabia disso, porque DG com certeza tinha relatado isso aos colegas.
Eu estava ficando louco com aquela brincadeira do negão apertando o plug contra meu cú.
Tinha que tentar fazer ele parar com aquilo antes que eu começasse a me comportar feito um viadinho escandaloso de tão gostoso que aquilo tava.
Então comecei a pegar no saco dele e acariciar. Mas nada do cara desistir de brincar com o plug, até pelo contrário.
Ele passou a puxar o plug como se fosse tirar, mas excitado como eu estava, quando a parte grosso já tinha forçado meu esfíncter a abrir, a força da contração fazia meu cú engolir o plug de novo e ele empurrava forte pra dentro.
Fiquei preodupado pela força que ele aplicava de conseguir fazer meu cú engolir a trava também.
Então eu dei um jeito de ir ajoelhando na frente dele e comecei a chupar a cabeça do pau dele.
Pela distânci que meu cú ficou da sua mão eu consegui me livrar da sua brincadeira com o plug.
Eu então comecei a me dedicar ao pau dele e passei a chupar mais intensamente.
Nossa, estava tão duro e enorme aquele pau.
Quando o pau escapava da minha mão, ele ia quase na sua barriga.
De perto era mais impressionantemente enorme aquilo.
Eu estava muito impressionado com a virilidade dele e excitado demais, acho que por causa do alcool e o fato de estar horas com aquele plug enfiado no cú.
Não demorou até eu estar desavergonhadamente chupando seu pau de uma forma tão faminta que nem parecia ter levado pau de DG toda a parte da manhã.
Ele também não parecia ter fodido um cú a manhã toda.
Ele gostou mesmo do plug e logo voltou a mexer nele. Tirava e socava no meu cú de novo.
Aquilo estava me deixando maluco. Parecia que chupava pica enquanto era fodido por outro pau.
Foi quando me peguei pensando em Serginho, não sei porque.
Cheguei a ma senti um traíra, estando prestes a dar meu cú para aquele negro e deixando Serginho na seca.
Serginho tinha me tratado tão mal e eu estava pensando o quão traíra estava sendo com aquele safado que na verdade só queria comer meu cú de novo.
Mais estava diante de um pau que havia me impressionado tanto e mesmo com a consciênci doendo, eu logo fui vencido pela machesa daquele homem preto ali e logo Serginho foi momentâneamente apagado dos meus pensamentos e eu só enxergava aquele cara que naquela altura já fodia minha boca como se fosse meu cú e continuava a tirar e socaro plug me tirando gemidos.
Eu estava com voltande de dar o cú pra aquele negro.
Então sentindo seu pau todo babado da minha saliva, apenas tirei o pau da boca, levantei e fui caminhando para a cama de casal que tinha no quarto e o negro atrás de mim.
Ele foi puxando o plug comigo caminhando e senti o plug ser tirado.
Enquanto caminha ele ia alisando minha bunda e meu cú ficava piscando sentido falta de algo pra preenchê-lo.
Ja fui sendo colocado de quatro e muito bem orientado para ficar na melhor posição para ser penetrado por aquele pau preto.
Senti sua mão espalhar mais saliva ainda sobre meu cú e com certeza era a dele.
Quando ele enconstou a cabeça do pau, senti o quão grande ele era. pois quando forçou fez meu esfincter esticar ao extremo.
Ainda não tinha sentido ele esticar assim e percebi que ainda possuía algumas pregas pra serem arrebentadas.
Eu naquela altura não me importava mais com isso.
Sabia que teria um longo período até conseguir meus objetivos e poder sair dessa carreira de ator porno gay interracial.
Mas eu não estava me reconhecendo. Eu finalmente ia levar pica no meu cú porque era a minha vontade.
A cabeça entrou e eu vi estrelas. Masmo assim, eu fui forçado a tentar parar ele por causa da dor que senti, mas logo eu deixei ele facilmente dominar um dos meus braços.
Arriei meu tronco e apoiei a face no colchou e deliberadamente dei o outro braço para que ele dominasse.
Eu não queria me defender dele apesar da dor insana.
Quis deixar ele decidir como, quando e a profundidade da penetração.
Acho que estava me acostumando a deixar essas preocupações para o ativo mesmo.
Sabia que havendo possibilidade de defesa eu com certeza iria tentar, pois o sofrimento ia ser grande.
A partir do momento que deleguei isso a ele, eu consegui até ficar mais relaxado.
Foi então uma verdadeira aula de foder cú.
Se DG havia se provado um comedor excelente de cú durante as cenas, aquele negro ali o fazia por gosto e não decepicionou.
Foi uma experiência fantástica dar o cú por vontade própria.
Se entregar a um pau viril se mostrou bom até profissionalmente, mas de vontade própria foi uma reviravlota em minha vida.
Sentir sua pegada forte na minha cintura, me fazia querer me abrir cada vez mais pra ele.
Eu levava estocadas fortíssimas e levava tapas na bunda e a única coisa que eu podia fazer era gemer feito cadela no cio.
A coisa tomou uma proporção que enquanto ele descançava deitado na cama, eu subia em cima dele para calvagar deliberadamente seu pau.
Ele ficou impressionado com minha vontade de pau.
Eu fiz com tanta vontade que acabei gozando também.
Ele gozou duas vezes quase seguida também.
Tomamaos banho e eu botei o plug de novo e voltamos pra festa.
Quando cruzei com Serginho ele me olhava furioso e disse que queria conversar comigo depois, antes de eu ir embora.
Eu fiquei preocupado é lógico, mas ao relembrar o que tinha acabado de acontecer a única coisa que pensava eram nas cenas que possivelmente ainda faria com aquele ator preto que havia feito eu gozar no seu pau.
Vou conar o que aconteceu no fim daquela noite quanto Serginho veio falar comigo e me ofereceu carona pra casa.
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