#Gay

Virada

1.1k palavras | 0 | 5.00 | 👁️
Alberto

Sempre fui um camarada pacato, introvertido, corpinho franzino, pau pequeno, bundinha carnuda e arrebitada. Na época completamente deligado do mundo real, tanto que aos dezenove anos galguei o terceiro ano da graduação em engenharia, como premio, minha mãe ligou para meu tio Wesley que morava no Rio de Janeiro e acertou com ele que eu passaria uma semana de férias com ele lá, período em que eu assistiria a queima de fogos do fim de ano da sacada de seu apartamento de frente para o mar. Wesley era um advogado muito bem sucedido, corpão atlético, bronzeado, barba raspada mas cerrada, cabelo cortado bem baixinho, usuário de um perfume marcante e estonteante. Após viajar a noite toda. cheguei cedinho na Cidade Maravilhosa. Meu tio já me esperava na rodoviária levando-me diretamente para seu apartamento. Assim que entramos ele mostrou-me o imóvel de um quarto, ao chegarmos ao banheiro ele baixou a tampa do vaso e sentou sobre ela e me aconselhou a tomar banho, sem jeito, tirei a roupa e entrei no box de vidro transparente e ele continuou ali falando sobre várias coisas, quando terminei, ele me enrolou em uma tolha, me deu um beijo no rosto e saiu do banheiro. Tomamos um café e Wesley me levou para conhecer a praia, depois de andarmos na areia, sentamos em uma barraca para tomar agua de coco, quando apareceu um amigo dele. Meu tio me apresentou como sobrinho e o cara deu um sorrisinho sacana e meu tio voltou a frisar que eu realmente era seu sobrinho, achei estranho mas passou. Almoçamos e subimos. Wesley fechou a janela do quarto, deixando o ambiente na penumbra, ligou o ar condicionado e me convidou para tomar outro banho, entrei primeiro no box e quando vi o tamanho da cobra que meu tio tem no meio das pernas, fiquei impressionado, ele notando que eu estava tentando evitar de olhar para aquela pirocona, com uma das mãos deu uma balançada nela e entrou no box junto comigo, não consegui tirar o olho quando ele puxou a pele para lavar a cabeçorra. Depois do banho, colocamos nossos shorts e deitamos na cama para descansarmos da caminha, meu tio virou de lado e vi várias revistas na cabeceiras e comecei a folear, constatando que eram revistas gays e aquelas fotos fizeram meu pintinho endurecer e quando eu estava admirando uma foto de um rapaz eu estava com uma cara de prazer com outro atrás dele, meu tio vira e em um gesto rápido enfia a mão pela perna de meu shorts e segura meu pau e passa a acaricia-lo, meu coração estava batendo na boca, mas aquela mão no meu pauzinho estava muito gostosa e não me opus quando ele baixou meu shorts, inclinou o corpo e abocanhou meu cacete, foi a primeira vez que gozei na boca de alguém, Wesley levantou, foi ao banheiro e voltou a deitar a meu lado e tirou seu shorts, seu cacete estava duro e maior do que antes, ele me puxou fazendo-me deitar sobre ele e passando a língua em meu pescoço, ajeitou aquele pirocão entre meu corpo e o dele e passou a movimentar o quadril, apesar que achar a situação constrangedora, estava muito bom sentir aquele roliço ali e ele quase gozando, me presenteou com meu primeiro beijo na boca e gozou com o pau prensado entre nossos corpos. Assim que ele tentou levantar, foi minha vez de beija-lo e meu corpo inteiro estremeceu quando ele chupou minha língua e meu cuzinho piscou, virei de costas para ele e senti aquele cacete quentinho se acomodar no meu rego, coloquei a mão para trás e pincelei meu rego tentando evitar segurar minha vontade de gemer, Wesley chupou minha nuca e eu apontei aquela maravilha no meu buraquinho e meu impulso foi maior que minha vergonha, virei o corpo e passei a chupar aquela delícia, recebi um jato de porra na boca conhecendo o gosto do leite de macho. Fomos ao chuveiro e lá meu tio ajoelhou atrás de mim, me penetrando com a língua enquanto eu me masturbava, estava no céu e gozei forte. Acabamos o banho, colocamos uma roupa leve e fomos passear, chegamos a um barzinho e fomos para um salão na parte de trás onde havia um cara tocando um violão, vários caras abraçados, alguns trocando beijo e aquele amigo do meu tio perguntou se eu queria dançar, meu tio respondeu: "Mais tarde, agora ele vai dançar comigo". Na pista de dança, meu tio encostou seu corpo no meu, abraçou minha cintura e eu coloquei minha cabeça em seu peito com meus braços em volta do seu pescoço, no meio da música, trocamos nosso primeiro beijo em público, fazendo inveja a muitos em nossa volta. Voltamos para casa e nos deitamos nus eu estava encantado com aquela piroca e não parava de massageá-la conservando-a dura o tempo todo e Wesley me abraçou com o dedo creio de vaselina enfiou o primeiro dedo no meu cuzinho virgem enquanto me beijava, o prazer de sentir aquele dedo dentro de mim é indescritível e ele colocou o segundo dedo e mais vaselina e resolvi que tinha que sentir aquele cassete, ajoelhei e apontei o mastro abri as nádegas, soltei um pouco o corpo e senti a dor da cabeça entrando, mas eu estava motivado e mesmo chorando engoli a metade daquela delicia, Wesley virou nossos corpos e me colocou de quatro sem sair de dentro de mim e naquela manobra entrou mais um pouco e com poucos movimentos, meu rabinho guloso recebeu o leitinho que tanto queria. Passamos o dia trancados no apartamento e quando os fogos começaram a estourar na praia eu estava engolindo aquela vara com o cu.

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

🤩 Avalie esse conto 🥺
12345
(5.00 de 1 votos)

Alberto #Gay

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos