Dando o cu ao pedreiro, aqui em minha casa.
Eu, Luana, 26 anos, casada com meu corno manso de 30 numa casinha humilde em Iputinga, Recife, sou viciada em rola no cu desde novinha e hoje, quarta-feira 11 de março, armei a câmera escondida, provoquei o pedreiro que tá fazendo o muro da gente porque já tinha visto aquele caralho enorme marcando o short dele e decidi que ia levar tudo no meu rabo apertado até gozar sentindo dor de barriga deliciosa. Comecei chupando ele deitado com a pica pra cima, passei pra buceta molhada, depois engoli tudo no cu gemendo de dor e prazer, montei de ladinho engolindo a rola inteira até o intestino, depois de quatro, depois na posição de frango assado com ele me arrombando mais fundo e no final engoli toda a porra quente na boca enquanto o vídeo e as fotos gravavam tudo — o safado nem sonha que vai virar famoso no Brasil inteiro quando eu postar no nosso perfil do site de Selma Recife e no Fanvue de Selma e amigas.
Eu acordo cedo hoje, o sol já batendo na parede de tijolinho do quintal, e meu cu lateja só de pensar no que eu planejei. Meu marido corno manso tá no trabalho, me deu aquele sorriso safado de sempre e disse “filma tudo pra mim, vadia”. Eu sorrio de volta, coloco a câmera no tripé escondida atrás da porta do banheiro, ajusto o ângulo pra pegar cada detalhe e vou pro quintal de shortinho curto e regata fina, sem sutiã, os bicos duros marcando o pano. O pedreiro, um negão forte chamado João, tá lá suado, short folgado, aquele volume grosso balançando enquanto ele mistura cimento. Eu me aproximo rebolando, finjo que tô olhando o muro e solto: “João, tá calor hein… vem aqui dentro rapidinho que tem um vazamento no banheiro que só você consegue resolver”. Ele limpa o suor da testa, olha pros meus peitos e segue sem desconfiar de nada.
No banheiro eu tranco a porta, tiro a regata devagar e mostro os peitos firmes. “O vazamento sou eu, safado… olha como minha buceta e meu cu tão molhados só de te ver trabalhando”. Ele arregala os olhos, o pau já endurecendo no short. Eu me ajoelho no chão frio, puxo o short pra baixo e solto um gemido alto quando aquele caralho preto, grosso, veioso, de uns 22 centímetros pula pra fora, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. O cheiro forte de suor de homem misturado com cimento me deixa louca. “Porra, que rola enorme… meu cu já tá piscando de fome”, eu digo, lambendo os lábios. Eu abro a boca e engulo tudo de uma vez, sentindo a cabeça bater no fundo da garganta, baba escorrendo pelo queixo, fazendo barulho de gluck gluck gluck enquanto ele segura meu cabelo com força. “Caralho, Luana… que boca gulosa da porra”, ele rosna, empurrando mais fundo.
Eu chupo gostoso por uns minutos, massageando as bolas pesadas, depois levanto, tiro o shortinho e sento em cima dele que já tá deitado no chão do banheiro, pernas abertas. Primeiro eu guio a pica pra minha buceta encharcada — ploc — e começo a cavalgar devagar, rebolando, sentindo cada veia roçando minhas paredes. “Ai, que delícia… tá batendo no fundo da minha xota, João”. Mas eu quero mais. Eu levanto o quadril, seguro o pau com a mão e miro direto no meu cu apertado. “Agora vai pro lugar certo, negão… arromba meu rabo”. Eu desço devagar, sentindo a cabeça larga forçando o anelzinho. “Aaaahhh… uiuiui… tá doendo pra caralho… mas não para!” A dor sobe pela barriga como uma facada gostosa, meu intestino sendo aberto, o pau entrando centímetro por centímetro até sumir tudo dentro de mim. Meu cu tá esticado ao máximo, brilhando de saliva e lubrificante natural. Eu começo a subir e descer devagar, gemendo alto: “Porra… tá todo no meu intestino… sinto ele mexendo nas minhas tripas… ai que dor de barriga delíciaaa!” Rebolo forte, as nádegas batendo nas coxas dele — plap plap plap —, minhas mãos apoiadas no peito suado dele, unhas longas cravando.
Ele segura minha cintura e começa a meter de baixo pra cima, cada estocada fazendo meu cu engolir tudo novamente. “Sua vadia… que cu apertado e guloso… tá me espremendo a rola toda”. Eu grito de prazer, a dor virando fogo puro: “Mais forte, porra! Me fode esse cu como se fosse a última vez!” Meu cabelo com mechas vermelhas gruda no suor das costas, o cheiro de sexo tomando o banheiro inteiro — suor, buceta, cu e porra misturados. Eu viro de ladinho sem tirar o pau de dentro, uma perna levantada, e ele continua metendo, a câmera pegando o ângulo perfeito do meu cu engolindo a rola grossa. Sinto tudo: o intestino sendo empurrado, a barriga inchando levemente a cada estocada, o prazer subindo até eu gozar jorrando na coxa dele. “Tô gozandooo… meu cu tá piscando no teu caralho!”
Depois eu me viro de quatro, bunda empinada, mãos espalmadas nas nádegas abrindo bem meu cu já vermelhinho e aberto. “Olha o estrago que você fez, safado… agora me arromba de novo”. Ele se ajoelha atrás e mete tudo de uma vez — ploc! — até as bolas baterem na minha buceta. Eu grito: “Aaaahhh caralhooo! Tá batendo no estômago!” Ele segura meu cabelo como rédea e mete sem parar, o barulho molhado ecoando no banheiro, minhas tetas balançando, suor escorrendo pelas costas. Meu cu tá tão lubrificado que o pau entra e sai fácil, fazendo um barulho obsceno de sucção. Eu rebolo pra trás pedindo mais: “Me usa, João… sou só um cu pra você hoje!”
Por último eu deito de costas no chão, pernas levantadas e dobradas pra cima na posição de frango assado, cu totalmente exposto e piscando. Ele se posiciona em cima, segura meus tornozelos e enfia tudo de uma vez, o ângulo tão fundo que sinto o pau batendo no fundo do intestino. “Uiuiui… tá me furando inteira… vai mais fundo, porra!” Ele mete como um animal, suor pingando no meu peito, minhas unhas cravando nos braços dele. Meu cu tá em chamas, dor e prazer misturados me fazendo gozar de novo, esguichando na barriga dele. “Tô gozando no cu de novo… não para!”
No final ele puxa o pau brilhando do meu cu aberto, eu me ajoelho rápido e abro a boca. “Goza na minha boca, negão… quero engolir tudo”. Ele bate a rola na minha língua e jorra jatos grossos e quentes — um, dois, três — enchendo minha boca até transbordar. Eu engulo tudo, lambo até a última gota e mostro a língua limpa: “Delícia… tua porra tem gosto de macho de verdade”.
Eu desligo a câmera sorrindo, sabendo que o vídeo completo e todas essas fotos vão viralizar. O João nem imagina que amanhã o Brasil inteiro vai tá batendo punheta pro caralho dele arrombando meu cu. Meu marido corno manso vai pirar quando assistir. E pra quem quer achar o autor dessa putaria toda, é só procurar Luana no Fanvue de Selma e amigas www.fanvue.com/brazilians2026 e no site de Selma Recife www.selmaclub.com — lá tem tudo ao vivo e em cores.
Tem mais aventuras em breve, com novas postagens diárias… meu cu já tá ansioso pelo próximo pedreiro, encanador ou eletricista que aparecer por aqui. Comenta aí embaixo, safado: qual posição você queria ter me fodido hoje? Qual buraco você quer arrombar primeiro? Me conta nos detalhes mais sujos que eu leio tudo e respondo pessoalmente… 🔥
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