Me fudi no site de selma! E mostro a decepção abaixo.
Imaginei uma noite louca em Recife, daquelas que começam com tesão cego e terminam em choque puro. Sou Eduardo, 29 anos, cara arrumadinho, academia todo dia, cheiro de perfume importado e pau que as minas elogiam no privado. Tudo começou quando vi aquelas fotos no perfil do casal TaradaMorenaPE. A morena aparecia sempre de ângulos matadores: bunda enorme, redonda, empinada, pele morena brilhando como se tivesse levado óleo quente, coxas grossas se abrindo só o suficiente pra deixar a imaginação voar. Meu cacete pulsava forte só de rolar a tela. "Porra, essa vadia é surreal", pensava, enquanto batia uma punheta lenta imaginando enfiando a cara entre aquelas nádegas suadas, sentindo o cheiro forte de fêmea no cio.
O marido, Victor, mandava DM direto: "Vem comer minha puta hoje, ela tá louca por rola grossa igual a sua. Ela adora ser arrombada na frente do corno." Respondi na hora: "Manda o endereço, vou foder essa bunda até ela tremer." Marcamos pra sábado à noite, casa em Afogados. Dirigindo pra lá, meu pau já tava semi-duro na calça, latejando só de pensar naquilo.
Cheguei na portinha simples, toquei a campainha. Victor abriu, magrelo, sorriso de quem já viu muita putaria: "Entra, irmão, a safada tá ansiosa." O ar dentro da casa era pesado, cheiro de cigarro velho misturado com um azedo que eu não identifiquei de cara. Sentei no sofá surrado, ele me deu uma cerveja morna e ficou falando: "Ela goza gritando quando é fodida por estranho, adora ser tratada como cadela." Meu pau mexia, ansioso.
Aí a porta do quarto abriu. E o mundo parou.
Em vez da deusa das fotos, entrou uma mulher que parecia ter saído de outro planeta – ou de um pesadelo. Pele morena escura, sim, mas brilhando de suor rançoso. Corpo inchado, músculos definidos de academia misturados com gordura acumulada, barriga tremendo a cada passo. Os peitos enormes, pesados, quase caindo do sutiã apertado. E a cara… puta merda. Olhos vidrados, boca aberta num sorriso largo que mostrava dentes tortos, amarelados, alguns faltando, como se o dentista tivesse desistido dela anos atrás. "Oi, gostosão", ela falou com voz rouca, bafo de cachaça e cigarro me acertando como tapa.
Tentei disfarçar o choque, sorri forçado: "E aí, beleza?" Mas por dentro já tava pensando em fuga.
Ela riu alto, gargalhada que ecoou na sala fedorenta, e começou a tirar a roupa ali na minha frente. Sem vergonha nenhuma. O sutiã caiu, revelando peitos enormes, mamilos escuros e grandes, pele oleosa. A calcinha desceu, e aí veio o golpe final: ela se virou de costas, empinou aquela bunda colossal – a mesma das fotos, mas agora em HD real. De perto era outra história. Nádegas imensas, sim, mas cheias de celulite profunda, estrias vermelhas, suor escorrendo pelas dobras, e um cheiro forte subindo: mistura de cu suado, mijo velho e algo podre que grudava na garganta. Encontrei essa porra em www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026
Victor sentou do lado, olhos brilhando de tesão: "Vai, amor, mostra pro moço como você é puta." Ela se jogou no meu colo de quatro, abriu as coxas grossas e empurrou aquela bunda enorme na minha cara. "Me lambe, vai, enfia a língua no meu cuzinho suado", ela gemia, voz arrastada. O fedor era insuportável – suor azedo, resto de merda mal limpado, buceta molhada mas com cheiro de peixe podre misturado com desodorante vencido. Meu estômago revirou. Quase vomitei ali mesmo.
Ela virou de frente, sentou no meu colo com força, o peso me esmagando no sofá. "Sente como tá quente pra você", disse, esfregando a buceta peluda e úmida na minha calça. Dentes podres à mostra enquanto sorria, baba escorrendo no canto da boca. Victor ria: "Fode ela, cara, mete fundo, ela aguenta tudo." Tentei empurrar devagar, educado: "Calma aí, deixa eu respirar." Mas ela insistia, agarrando meu pau por cima da calça: "Tira logo essa roupa, seu pauzudo, quero sentir essa rola me rasgando."
O nojo venceu o tesão. Levantei de supetão, quase derrubando ela no chão. "Porra, isso aqui não rola. Tá fedendo pra caralho, vocês não tomam banho não?" Ela riu mais ainda: "Ah, fresquinho… vem que eu te chupo até engasgar." Tentou pegar meu pau de novo, mas eu já tava na porta. "Tô fora dessa merda." Victor ficou puto: "Que isso, mano? Não curtiu minha rainha?"
Saí correndo, ar da rua me salvando. No carro, ainda tremendo, eles mandaram mais fotos pelo zap: ela de quatro, bunda empinada, buceta aberta, sorrindo com aqueles dentes destruídos. "Volta, gostoso, minha xota tá pingando pra você." Apaguei tudo na hora.
Moral da história, galera: cuidado com foto de bunda perfeita que só mostra ângulo bom. De perto pode ser um monstro suado e fedido. Olha a foto que tirei na correria (tá ali em cima, eu no sofá com a "morena" me esmagando). Sou eu mesmo, cara normal, bonito, mas me ferrei feio nessa.
Quem já passou por algo assim? Comenta aí embaixo o que achou dessa putaria frustrada – quem sabe você não vira o próximo personagem das minhas aventuras? Tem mais histórias reais vindo, todo dia tesão, foda, nojo e surpresa. Segue aí e ativa o sininho, sua vadia curiosa! 😈
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (0)