#Gay #Incesto #Teen

Levei meu pai no beco do bloquinho de carnaval

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Novinho Dudu

Hoje você pode me esquecer, é carnaval no Brasil.

Fui inventar de cantar o hino do carnaval perto do meu pai e ele me olhou torto.

“Como é que é?” Apareceu reclamando na porta do seu quarto, que é meu também por direito e safadeza. Tava de cuequinha slip e a pica linda, toda grossa, chamando atenção.

“Não ouviu essa ainda, pai?”

“Achei que tava querendo cair na gandaia. Não deixo você se jogar nessa folia, tá novo pra isso.”

“Novo pra quê? Pra pular carnaval? E se eu quisesse Ir?” Questionei e ele voltou penteando os cabelos.

“Só comigo do lado” me respondeu.

Impossível não reparar no tamanho do meu pai parado na porta do banheiro. Acho lindo como abre o peito e se estica com a barriga e os pelos ficando em evidência, o queixo bem marcado, tipo marra de homem seguro. Tudo nesse cara é sexual e grita por meu tesão de moleque que não acaba nunca. Sei que noite passada ele gozou no meu rabo enquanto mordia meu pescoço, sei também que deveria dar sossego pra rola dele, mas não consigo evitar. Mordo os lábios admirando o monumento e abro as pernas em cima da cama. Ele me olha, é claro.

“Mas não sou novo demais pra você meter a pica e acabar comigo desse jeito, pai?”

“Aí é outra história” ele respondeu já com um brilho sem vergonha no olhar.

“A história é o seguinte…”

Nem falei direito e ele já estava se enfiando na cama, cabelo molhado, barba geladinha. Meteu a cara no meio das minhas coxas e foi me fazendo deitar. Queria meu cu.

“Fala enquanto eu te como” me convenceu.

“Me leva no bloco amanhã. Sunguinha apertada, purpurina e suor. Vai recusar ver seu filho pulando desse jeito?”

“Pede de novo enquanto te soco a piroca, que eu fico cego de tesão e deixo você fazer o que quiser.”

Depois que falou não tinha mais o que fazer. Na mesma hora que meu pai me pegava cavalgando com força em seu colo, descia lá fora uma fanfarra. Meu corpo todo branquinho não tem sossego nas mãos grandes desse cara. Ele me aperta, abre as bandas da bunda, soca com força e me faz rebolar no ritmo da festa que rola lá embaixo. Mete brabo porque sabe que seu moleque aguenta, me morde e lambe meu rosto, me beija rápido, me engole inteiro e marca meu pescoço. Marca também meu peito e eu penso que vou sair assim, todo abusado, no bloquinho no domingo. É fácil convencer meu pai enquanto sento na sua pica grossa.

Dito e feito.

Domingo, calor escaldante, botei minha sunga, meu tênis mais acabado, meu pai sorriu me olhando todo empinado e chegou por trás pra espalhar brilho nas minhas costas. Falou pra mim onde tinha marcado no meu corpo com sua boca, era claro que eu tinha sido massacrado num sexo pesado. O short que ele botou não escondia a rola pesada, até pensei em pular um pouquinho nele antes de sair, mas pelo horário o bloco já deveria estar pronto pra desfilar.

Fomos de metrô. Ele lindo, perfumado, regata e cabelo penteado. Eu de sunga, corpo de fora, sorrisão de menino safado.

No bloco ele começou com uma cerveja, eu tomei um refrigerante pra adoçar a boca e o meu beijo. Muita gente, pouco espaço, muito suor e um tesão desgraçado me consumindo. Várias vezes agarrei meu pai num abraço quente e fazendo questão de roçar os dedos no volume sempre marcado no short. Primeiro ele ri e adora, mas lembra que minha cara de menino pode assustar quem vê de fora. Procuro a língua, beijo rápido, ele gosta, mas se mantém vigilante. Pai é pai…

Mas alem de tudo, é também um homem pervertido e segura minha cintura quando me coloco de costas, fica excitado em grudar o corpo todo mim em mim. Tem gente demais, todo mundo grudado, é impossível notar que o pau dele está cravado na minha bunda duro feito pedra. Aproveito e rebolo pra ouvir meu pai gemer no meu ouvido e quando me apertam mais, peço.

“Bota em mim.”

É engraçado ver meu pai fingir que não sabe do que estamos falando, mas não demoro a sentir um dedo grosso e firme me cutucar por dentro da sunga. Me empino e ele me aperta caçando mais fundo o meu tesão. Dois dedos e eu estou sendo comido no meio de todo mundo. Meu pai é enorme, me cobre, me protege e ao mesmo tempo abusa. Chega a sorrir se curvando pra enfiar a cara no meu pescoço e me xingar.

“Você me deixa maluco, putinho cheiroso.”

“E a sua mão me deixa fraquinho, pai” respondo.

Surge uma rua que vira ponto de encontro entre os mais safados e meus olhos brilham na esperança de tomar de verdade entre os mais pervertidos. Contorno a multidão arrastando meu pai percebendo que a pica marcada no short divide a atenção com a nossa diferença de tamanho. Ele enorme, peludo, cara de bravo, eu branquinho, corpo cremoso, costas suadas. No beco tem gente mijando e outros se acabando em beijos nervosos.

“Faz inveja pra eles” peço com um gemidinho.

“Faz isso com o pai, não…”

Não tem jeito, quem manda é minha cara de putinho. Agarro pelo pescoço, monto na cintura e ele me segura com uma facilidade ridícula. Me gruda entre seu peito e a parede enquanto chupa minha língua com a intimidade que aprendeu a administrar tão bem. Me amassa, me ama, diz coisas molhadas enquanto me aperta e me faz sorrir, apaixonado e excitado. Nunca imaginei que estaria nessa posição com o meu pai, mas quando me vejo num beco sendo praticamente comido por ele quando o carnaval segue no auge, vejo que jamais voltarei atrás.

Quando tudo parece propício e finalmente só uns dois ou três casais seguem se lambendo ao nosso redor, meu pai me coloca no chão, se contorce atrás de mim pra alcançar meu rabo, arrasta a sunga de lado e com uma cuspida mete a pica apressado, sem medo de machucar. É perigoso assumir que eu aguento, ele sabe que sempre dou um jeito de guardar aquilo tudo dentro do rabo, tanto que mete fundo de primeira e me faz gritar no beco. Os homens prestam atenção a cena, mas um garoto sendo comido ao seu lado não é motivo de espanto, é convite para algo pior.

Eles se masturbam enquanto se beijam, meu pai dá seu show e rebola pra cravar sua ânsia em mim. Soca bravo, me faz levitar por uns instantes, deixa meu corpo em transe, mais usado e mais marcado porque não para de me apertar.

“Bota em mim, pai. Vai… Você me come tão gostoso, não consigo segurar. Ai…”

Eu suspiro e ele geme no meu ouvido de forma grosseira. Pra mim soa apaixonado, não importa o que diga.

“Seu putinho gostoso. Seu cuzinho adora essa rola, não adora? Fala pra mim que fica coçando querendo ser torado pra todo mundo ver. Vou te deixar pingando porra na sunga pra aprender a não mexer com o pai desse jeito.”

Não tentem me convencer de que isso não é amor de pai.

Ele bota rápido, eu empino e não demoro a sentir a rola cuspir dentro de mim. Vem forte, grosso e pesado. Guardo o que consigo da porra grossa, mas goza tanto que faz escorrer pela coxa. Termina de me comer devagarinho todo molhado de suor em cima de mim, mas cuidadoso que é bota a sunga de novo no lugar e me agarra pra beijar com força. Parece até que está na cama do nosso quarto e sabe que cabe chamego, mas lembra que está no meio de um beco e lá embaixo o bloco segue o fluxo.

“Caralho, filho… Tem gente… Puta que pariu, tem gente vendo essa bagunça que eu fiz no seu cuzinho.” Ele fala temendo um pouco.

“Tá todo mundo aqui querendo a mesma coisa, pai.”

“Mas eu não posso… Tá vendo o risco que a gente corre?”

“Que risco?” Perguntei fazendo ele abraçar minha cintura. “Eu só tô vendo um cara gostoso comer o namoradinho dele. Sou mais que isso? Não to vendo nenhum filho, sou seu namoradinho aqui.”

“Filho…” Meu pai sussurrou com a boca encostada na minha.

“Shhh! Não tem filho aqui. Quer ser pego no ato? Vai, tira seu namoradinho daqui antes que queriam mais que assistir. Tô pronto pra levar sua porra pela rua. É carnaval, delícia.”

“Você me surpreende” me responde rindo, mas me obedece e a gente segue o ritmo dos foliões.

Ainda tomou outras tantas cervejas, ainda me beijou no meio do povo me agarrando com a língua inteira dentro da minha boca, a porra que vazou do meu rabo se misturou ao suor e tudo virou uma coisa só. Em casa, no banho, comeu meu rabo em pé no banheiro, lambendo minhas nádegas, fungando no meu cu, sentindo o gosto dele mesmo. Demorou tanto em sugar tudo que muitas vezes meus joelhos quiseram se dobrar sozinhos, mas meu pai sempre me segura, me mantém em pé e me devora com a mesma fome que apresentou a mim.

A gente transa pesado, fazendo barulho toda vez que sua virilha encontra meu quadril. Geme alto, me provoca e arregaça o que sobrou de mim com socadas que lembram um embate perigoso.

A parte boa de ser devorado por um homem desses que também posso chamar de pai, é terminar o domingo de festas pelado na sua cama cheirando a sexo e sabonete enquanto ele beija meu peito e promete me comer do mesmo jeito em todos os próximos carnavais. Não tenho nenhuma dúvida disso.

Mas vem a madrugada. Lá fora tem gente embriagada cantando na rua. Dá pra escutar os sobreviventes dessa loucura. Ele me aperta pelas costas, cheira minha nuca, vê que ainda estou meio acordado e suspira calmo.

“Namorado?”

Me viro, analiso seu rosto bonito com o sono chegando, os olhos pesados, a barba emoldurando os lábios que me beijam toda hora. Meu pai se comporta como um bicho quando a gente trepa, mas nesses momentos a calma dele me deixa tão confortável que sou capaz de me afundar em seu peito.

“É estranho namorar o próprio filho?” Pergunto.

“Não tem nada de estranho nisso, é uma delícia.”

“Achei que fosse brigar comigo por falar assim, pai” sussurrei.

“Só se eu estivesse louco” ele fala rápido. “Você me deixa socar com força e na cama me abraça todo lindo, lembrando que sempre vai ser meu filho apesar dessa loucura toda que a gente faz… Nada mais justo eu namorar meu moleque.”

“Acho que eu nasci pra isso, pai.”

Ele ri, passa a mão nas minhas costas e alisa minha bunda nua. Bota uns dedos no meio só pra sentir o calor e brinca.

“Tenho certeza que você nasceu pra namorar seu paizão.”

“Eu te amo, pai”

“Eu te amo, cara” responde enchendo minha cara de beijos. “Dorme logo antes que eu queira te comer de novo, vai.”

Obedeci e dormi exausto. Preciso dizer que acordei tomando pica? É seguro presumir que qualquer um responderia o certo: passei o feriado engatado nesse homem e ele em mim. Aqui em casa todo dia é uma festa da carne.

Namorados fazem assim. Pai e filho também.

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