Corno me leva parra dr o cu no estacionamento, na frente dele.
Meu coração acelera só de lembrar daquele dia no shopping aqui em Recife, onde eu, Roberta, uma morena casada e mãe de três, com minha bunda enorme devorando a calcinha grande que uso pra provocar, encontro um amigo novo que me comeu como um animal no estacionamento escuro, enquanto meu corno manso filma tudo – desde o cheiro da minha bunda suada até a foda vaginal selvagem, o oral guloso e o anal doloroso que me fez peidar, gemer e quase cagar de tanto pau grosso rasgando meu cu, misturando esperma com merda na maior vergonha, mas me deixando louca por mais aventuras picantes que virão em breve, com novas postagens diárias cheias de fotos e vídeos quentes pra vocês devorarem e comentarem.
Estou parada ali na frente da vitrine, sentindo o ar condicionado gelado roçando minha pele morena, mas o calor de verdade vem do olhar faminto desse cara que se aproxima, um moreno forte chamado Eduardo, com olhos que devoram minha bunda empinada nessas calças rosa justas. Ele usa uma camisa listrada, boné azul, e eu sei exatamente o que ele quer: comer meu cu, porque as esposinhas chatas em casa nunca dão. Eu adoro isso, adoro ser a puta casada que libera tudo pros amigos novos que encontro em shoppings como esse. Minha bolsa colorida balança no ombro, e eu viro de lado, fingindo olhar as roupas na loja, mas na verdade empinando mais pra ele ver como minha calcinha grande tá enfiada bem no rego, colada no meu ânus suado do dia inteiro. "Ei, gata, que bunda delícia é essa?", ele murmura baixo, chegando perto, e eu sorrio, sentindo o cheiro de suor masculino dele misturado com o perfume barato. Meu corno, o Marcelo, tá ali do lado, fingindo que é só um amigo, mas ele sabe que vai filmar tudo.
Eduardo se aproxima mais, sua mão roçando de leve no meu braço, e eu sinto um arrepio subir pela espinha. "Você é Roberta, né? Vi suas fotos no site da Selma Recife, e no FANVUE dela também. Aqueles vídeos de você dando o cu me deixaram louco." Eu rio baixinho, virando o rosto pra ele, meus cabelos escuros caindo no ombro. "É eu mesma, amor. E você veio pra quê? Pra bater papo ou pra foder essa morena safada?" Ele engole em seco, olhando pros lados, o shopping lotado de gente, mas ninguém nota a tensão sexual no ar. Eu me viro de costas pra ele, empinando mais, e sinto sua respiração quente na minha nuca. "Cheira aqui, vai. Sente o cheiro da minha bunda antes de tudo." Ele hesita um segundo, mas eu insisto, puxando ele pra trás de uma pilastra. Marcelo já tá com o celular na mão, filmando discreto.
Daí pra frente, a gente sai do corredor principal e vai pro estacionamento subterrâneo, onde o carro tá na última vaga, num canto escuro onde as luzes piscam fracas. O cheiro de óleo e borracha no ar, misturado com o meu perfume floral e o suor acumulado na minha virilha. Eduardo me encosta na porta do carro, e eu abro as pernas um pouco, sentindo a calça rosa apertando minha buceta inchada de tesão. "Tira minha calcinha, vai, seu safado. Cheira bem fundo." Ele se ajoelha atrás de mim, as mãos tremendo enquanto baixa a calça, revelando minha bunda grande, redonda, morena, com a calcinha branca enfiada no rego como uma corda. Ele puxa ela pro lado, inspira fundo, o nariz colado no meu ânus. "Porra, que cheiro de cu gostoso, Roberta. Suado e pronto pra ser fodido." Eu gemo baixo, abrindo mais as nádegas com as mãos. "Passa a língua, vai. Lambe esse cu que as esposinhas não dão."
Ele obedece, a língua quente e úmida deslizando do meu clitóris até o ânus, chupando minha buceta como um faminto. O som de sucção ecoa no estacionamento vazio, slurp slurp, e eu me contorço, sentindo o mel escorrendo pelas coxas. "Isso, lambe essa xota molhada, seu puto. Meu corno tá filmando tudo, olha pra ele ali, o manso." Marcelo filma de perto, o pau dele duro na calça, mas ele não toca. Eduardo ri, lambendo mais fundo. "Olha só, corno, tô chupando a buceta da sua mulher. Ela tá pingando pra mim." Eu entro no jogo: "É, Marcelo, seu corno filho da puta, fica aí olhando enquanto ele me come." Eduardo: "Corno manso, filma direito, vai ver como eu arrombo ela." Eu: "Vai, corno, zoom no meu cu sendo lambido." Eduardo: "Sua mulher é uma vadia, corno, e você adora ver." Eu: "Filma isso, corno otário, enquanto ele me faz gozar na língua." Eduardo: "Olha como ela geme, corno, porque você não sabe chupar." Eu: "É verdade, corno, seu pauzinho mole nunca me satisfaz." Eduardo: "Vou foder ela agora, corno, e você só assiste." Eu: "Zoom na minha buceta, corno, pra ver o pau dele entrando." Eduardo: "Sua esposa ama pau de verdade, corno frouxo." Eu: "Filma os gemidos, corno, enquanto ele me estoca." Eduardo: "Corno, veja como ela rebola no meu pau." Eu: "Você é patético, corno, só serve pra filmar." Eduardo: "Vou gozar na sua mulher, corno, e você limpa." Eu: "Olha pra câmera, corno, e diz que adora ser traído." Eduardo: "Corno manso, sua vida é ver ela sendo puta." Eu: "Filma o suor escorrendo, corno, enquanto ele me fode." Eduardo: "Ela é minha agora, corno, esquece." Eu: "Vai, corno, bate uma punheta assistindo." Eduardo: "Corno otário, filma o anal que vem agora."
Ele me vira de frente, me beijando com a boca que ainda tem o gosto da minha buceta, e eu chupo sua língua, sentindo o salgado. Depois, me empurra pro banco de trás, abre minhas pernas e enfia o pau grosso na minha xota, metendo devagar no começo, mas logo acelerando, o som de pele batendo em pele, ploc ploc ploc, ecoando. "Porra, que buceta apertada e molhada, Roberta. Tá chupando meu pau." Eu gemo alto, as unhas cravadas nas costas dele. "Mete mais forte, seu caralho, fode essa puta casada." O cheiro de sexo enche o carro, suor, buceta e pau misturados. Ele me fode por uns dez minutos, variando o ritmo, ora devagar pra me torturar, ora rápido pra me fazer gritar. Eu gozo duas vezes, o corpo tremendo, esguichando um pouco no banco. "Isso, goza nessa rola, vadia." Depois, ele me põe de joelhos no chão do carro, e eu chupo seu pau, sentindo o gosto da minha própria porra nele. Engulo fundo, gargarejo, cuspo, lambo as bolas peludas. "Chupa esse caralho sujo, Roberta, engole tudo." Eu obedeço, os olhos lagrimejando, mas amando cada segundo.
Mas o que eu quero mesmo é o anal. "Agora come meu cu, Eduardo. Rasga esse rabo." Ele me vira de quatro, cospe no meu ânus já lambido, e força a cabeça grossa pra dentro. Dor lancinante, como se meu cu fosse um elástico esticando ao máximo, as pregas quase estourando, rasgando tudo. "Aiii, porra, tá doendo pra caralho! Seu pauzão tá me arrombando!" Eu quero gritar, mas mordo o braço pra não chamar atenção. Ele mete mais, pulsando dentro, e eu sinto uma vontade louca de cagar, como se o pau estivesse empurrando tudo pra fora. "Acaba logo com isso, seu filho da puta, não vou me cagar aqui!" Tento sair, empurro ele com a mão, me jogo contra a porta do carro, mas ele me segura pela cintura, rindo. "Vai ficar quieta, vadia, eu vou comer esse cu e gozar dentro." Ele mete com mais força, o pau entrando e saindo, estocadas profundas, e eu começo a peidar, prrrrt prrrrt, o cheiro de cu e sexo no ar. "Não aguento mais, caralho! Tá rasgando meu cu todo!" Gemo alto, as lágrimas escorrendo, o corpo suado colando no banco. Marcelo filma tudo, o close no meu cu se abrindo como uma flor destruída.
Finalmente, Eduardo goza, jatos quentes enchendo meu rabo, pulsando lá dentro. "Toma porra no cu, sua puta!" Quando ele tira, o corno chega perto pra filmar: meu cu completamente arrombado, vermelho, dilatado, com esperma escorrendo misturado com um pouco de merda, porque eu não aguento mais. "Porra, olha isso, Marcelo, seu corno inútil!" Eu saio correndo pro trás do carro, me agacho no chão sujo do estacionamento, e solto tudo – merda, esperma, tudo misturado, gemendo e xingando. "Seu filho da puta, Eduardo, me arrombou toda! E você, Marcelo, corno de merda, só ficou olhando e filmando, não fez nada pra parar até eu me cagar na maior vergonha!" Eu limpo como posso, o cheiro forte no ar, mas no fundo, adoro essa humilhação. Puta é assim mesmo, né? Ama ser destruída.
E isso é só o começo, galera. No final de semana tem muito mais, lá em Gravatá, no interior de Pernambuco, com aventuras ainda mais loucas. Aguardem as novas postagens diárias, cheias de fotos e vídeos quentes. Comentem aí embaixo o que acharam, e pra achar mais sobre mim, é só procurar no site da Selma Recife www.selmaclub.com ou no FANVUE dela www.fanvue.com/brazilians2026 – lá tem tudo pra vocês se deliciarem e quererem me encontrar também. Vai, comenta pra eu saber quem quer ser o próximo!
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