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O Ginecologista do Interior – Christina, a filha da atendente – Final de semana em Itacaré – Parte 3

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Contos do Gineco

Os contos da série “O Ginecologista do Interior” são fictícios, obras da imaginação do autor (Contos do Gineco) que não tem a intenção de incentivar a prática de atos ilícitos.

Após tomarmos banho juntos, Gertrudes passou loção hidratante em si e em Christina, para minimizar os efeitos do sol na delicada pele da menina, já avermelhada pela exposição exagerada nas praias de Salvador, no dia anterior. Enquanto ela brincava com um gato que havia aparecido na varanda da casa, no início da noite, abri um vinho branco, servi duas taças e levei uma para Gertrudes, que estava na cozinha, esquentando a moqueca de camarão que Maria, a esposa do caseiro, havia deixado preparado para o jantar. Depois de toda a intimidade que tivemos durante a tarde, ela havia superado a vergonha em relação à nudez. Usava um avental que protegia o seu tórax e abdômen de alguma queimadura no fogão, mas que deixava à mostra a sua bunda empinada e sem marcas, os glúteos vivos, reagindo a qualquer movimento seu, a pele mais rosada onde antes havia a marca do maiô.
Para provocar, cheguei por trás, encostando o pênis levemente intumescido no meio de sua bunda, e ofereci a taça de vinho. Ela virou-se para pegar a taça, quebrando o contato. Elogiei-a no brinde. Ela merecia:
- A você, Gertrudes, que deixou de lado os preconceitos, abrindo-se a novas experiências!
Com o rosto vermelho, ela saboreou o vinho, sem descuidar do preparo do jantar. Eu tinha me referido à tarde como um todo, mas ela direcionou a conversa, esquivando-se de falar sobre a relação incestuosa que manteve com a filha, fazendo-me entender o motivo:
- O senhor me disse que meninas são capazes de transar por trás com mais facilidade. Agora acredito, vi o quanto Christina gostou. Aceito que coma o cu da minha filha, mas por favor, deixe a boceta para quando ela estiver maior. Espere ao menos ela menstruar a primeira vez…
Eu não estava a fim de discutir esse assunto novamente. Baixei a mão esquerda, apertei a sua bunda e insinuei o dedo indicador entre os montes, alcançando o seu ânus levemente inchado. Ela olhou para mim e depois retornou a atenção às panelas que aqueciam a comida, sem desvencilhar o corpo do meu contato.
- Christina perderá a virgindade hoje, quer você queira ou não. Você pode ajudar a sua filha a passar bem pela primeira vez ou ficar no seu quarto, imaginando o que estará acontecendo. A escolha é sua.
- Ela ainda é criança, sentirá dor…
- Trouxe uma pomada anestésica para amenizar o sofrimento dela. A primeira vez não será fácil, ela não sentirá prazer, mas terá que passar por isso, mais cedo ou mais tarde. É raro uma mulher gozar na relação em que perde a virgindade. Mas você pode ajudar a sua filha, estimulando-a.
- O senhor quer que eu masturbe de novo a minha filha?
- Pensei que tivesse se livrado dos preconceitos. Vi que estava se tocando enquanto dava prazer a Christina com a boca.
- Fiz para me distrair, para não pensar no pecado que eu estava comentando.
Tive vontade de enfiar a seco o dedo no ânus de Gertrudes, para ela aprender a não me questionar. Contive-me para não provocar um acidente com as panelas. Retirei a mão de sua bunda e colei-me novamente atrás de seu corpo.
- Deixe de frescura, Gestrudes! Usando as suas palavras, sei que gostou de chupar uma boceta novinha, sem pelos, vi o sorriso no seu rosto quando Christina gozou.
- Frescura? Só fiz porque não tinha alternativa. Me vendi ao senhor, vendi a minha filha… Só me resta rezar e pedir perdão a Deus pelos pecados que estou cometendo. Queria saber se o senhor teria coragem de comer a sua filha Rebecca! Ela é tão menina quanto Christina. E não adianta mentir! Sei que arranja um jeito de comer as meninas que atende desacompanhadas no consultório. As consultas delas demoram bem mais que as outras.
Confesso que nunca vi minha filha com outros olhos, apesar de ela ter a idade de Christina, o corpo bem parecido, ainda imberbe, os cabelos castanhos. Procurei dissipar o pensamento:
- Pois reze bastante, acontecerá outras vezes. De agora em diante, você será a minha amante oficial, me acompanhará nas viagens e alguns eventos. Será perfeito para encobrir o meu namoro com Christina.
- Namoro?
Gertrudes virou-se para mim, o olhar assustado. Respondi com sinceridade:
- Amo a sua filha, Gertrudes. Como mulher. E o sentimento é recíproco. Prometi a Christina que quando ela tiver idade, pedirei o desquite à minha esposa e passarei a viver com ela.
Ela continuou a me olhar, como se a ficha não tivesse caído.
- É sério. Quero passar o resto da minha vida com Christina.
- Mas ela vai crescer, virar mulher. O senhor gosta de meninas, vai perder o interesse nela.
- Transo com você, não? Seu corpo com aparência juvenil me atrai e Christina crescerá assim. Uma das vantagens de ela ter sido iniciada cedo no sexo é que amadurecerá sem preconceitos. Ela agora estuda na melhor escola de São Paulo e é uma boa aluma, não terá dificuldades em passar no vestibular para medicina, fazer a residência em ginecologia e se especializar no atendimento infantil. Ela me ajudará a conseguir meninas, participará dos exames e também sentirá prazer em usufruir de um corpo em tenra idade, assim como você.
- O senhor só pode estar brincando…
- Nunca falei tão sério em toda a minha vida. A lei não permite que eu me case novamente, mas farei um documento em cartório deixando parte da herança para ela. Vocês ganharam na loteria! Não precisarão se preocupar com dinheiro para o resto de sua vida. Então, por que você não aproveita? Há quanto tempo não tinha vida sexual ativa?
Gertrudes calou-se ao perceber a chegada de Christina, mas seu semblante não era perturbador, pois suas resistências já haviam sido quebradas à tarde. Eu tinha certeza de que ela presenciaria o desvirginamento da filha e aos poucos se integraria em nossa vida sexual. Meninas me exitam ao extremo, mas Gertrudes era lindamente jovem, uma versão crescida de Christina, a vulva tão delicada como a dela, apesar dos pelos loiros, a bunda dura e empinada, os seios firmes com aréolas rosadas. Descolei meu corpo do dela, somente então percebendo que a conversa havia me deixado excitado. Christina não deixou passar:
- O pinto do doutor está duro, querendo entrar de novo na bunda da mamãe!
A gargalhada que ela deu foi contagiante. Quando vi, estava rindo também. Christina tem o poder de me fazer agir feito um adolescente. E não apenas a mim. Gertrudes olhou o meu pênis ereto e deu um discreto sorriso. Qual a mulher que não gosta de saber que causa desejo nos homens? Falou, segundos depois:
- O jantar está pronto. Vamos comer?
Após Gertrudes nos servir, peguei outra taça, coloquei um pouco do vinho branco e ofereci à menina, propondo um brinde:
- À Christina, que hoje se tornará mulher!
Gertrudes olhou para mim. Pela fisionomia, percebi que queria me repreender por dar álcool à filha, mas se controlou. Christina transava como uma mulher adulta, que importância tinha tomar um pouco de vinho? Além disso, eu queria que ela ficasse descontraída para o que aconteceria mais tarde. Brindamos e rimos quando a menina fez uma careta ao provar o vinho.
- Tome devagar, para se acostumar com o sabor. As mulheres adoram vinho branco e você está virando uma, vai aprender a gostar.
Ela sorriu para mim com a malícia de quem já não era criança e passou a tomar o vinho. Após o jantar, fomos para a área externa da casa. Abri um licor que estava na geladeira e preenchi três pequenos cálices. Christina adorou o sabor, por ser doce, e pediu para repetir. Gertrudes protestou:
- É a primeira vez que ela bebe, pode passar mal...
- Não se preocupe, Gertrudes, tenho tudo sob controle.
Christina não estava acostumada ao álcool e ria sem motivos. Ainda assim, servi a nova dose não apenas para contradizer a mulher, mas também para deixar a menina levemente embriagada. A temperatura havia caído um pouco e como estávamos nus, o vento passou a incomodar.
- Está na hora de irmos para o quarto.
Levantei, peguei Christina nos braços, ela riu e enlaçou as pernas em torno de minha cintura. Com as mãos em seus quadris, deslizei os dedos da mão direita para o sexo diminuto, procurando o ponto central do prazer escondido entre os lábios lisos. A menina gemeu gostosamente em meu ouvido esquerdo, fazendo o meu pênis ganhar vida. Dirigi-me ao quarto onde dormiríamos, com Gertrudes seguindo logo atrás. Sentei-me na borda da grande cama, a menina em meu colo, o púbis liso encostado ao meu, o pênis acomodado no vale da bunda que eu tanto apreciava. Gertrudes sentou-se ao lado.
Pensei no que ela havia dito enquanto esquentava o jantar, sobre eu continuar a me saciar no ânus da menina e deixá-la virgem por mais um tempo. No entanto, além de eu querer desbravar o interior do delicado sexo infantil, Christina tinha o direito de conhecer a fonte convencional de prazer. Era óbvio que ela não teria orgasmo na primeira relação vaginal. Ao contrário, sentiria dor divido à desproporcionalidade de nossos corpos, mas o caminho estaria aberto para futuras relações prazerosas.
Cristina passou a mover os quadris, esfregando o sexo entreaberto no meu púbis e na base do pênis, dando pequenos gemidos enquanto eu a beijava nas orelhas e pescoço, acariciava suavemente as suas costas com as pontas dos dedos, fazendo-a se arrepiar, descendo até o vale abaixo, um dedo circulando o pequeno e convidativo ânus. Ela não tardou a gozar, passando a gemer alto e a me abraçar forte com seus braços e pernas.
Deitei-a carinhosamente sobre a cama e disse para Gertrudes para pegar o remédio que estava sobre a mesa de cabeceira, uma pomada anestésica que eu usava nas pacientes em exames mais dolorosos e invasivos. Pedi à Christina para flexionar e levantar as pernas, deixando-a em posição ginecológica sobre a cama. Olhei para o sexo entreaberto. Os pequenos lábios rosados que se projetavam do capuz do clitóris eram diminutos e presentes apenas na parte superior da abertura vaginal também rosada, impregnada pelos fluidos de excitação. Apliquei uma quantidade generosa da pomada sobre a ponta do meu dedo indicador direito, com os dedos da mão esquerda abri a minúscula fissura vaginal e espalhei o anestésico em toda a abertura e sobre o hímen, pressionando-o levemente para deixar o remédio penetrar na parte interna da vagina, procurando anestesiar o local o máximo possível. Ao término, deitei-me ao lado e a beijei, acariciando-a no rosto, dando tempo para que o anestésico surtisse efeito.
- Está pronta para virar mulher, minha princesa?
Christina me olhou apreensiva. Ainda assim moveu afirmativamente a cabeça. Olhei para Gertrudes no momento em que ela engolia em seco. Ela se sentou próxima a filha e colocou a cabeça dela apoiada sobre suas pernas, acariciando-a no rosto.
- Você vai conseguir, filha!
Apliquei um pouco de vaselina no pênis, para facilitar a penetração, posicionei-me entre as pernas da menina, a glande avantajada de encontro ao sexo infantil. Olhei para Christina de cima. O corpo pequeno e estreito, de pele muito alva, rosada devido ao sol, as aréolas brotando no tórax liso, o púbis sem pelos, as pernas finas flexionadas, franqueando-me a sua pureza, o rosto belo e inocente, os olhos tão azuis quanto o céu claro de verão, os cabelos extremamente claros que tornavam suas sobrancelhas quase invisíveis. Desvirginar uma menina em idade pré-púbere era um privilégio que poucos homens tinham. Desvirginar um ser angelical, tendo a mãe presente, dizendo palavras de incentivo… Eu me sentia um felizardo.
Posicionei o pênis na estreita abertura vaginal e pressionei, vendo maravilhado as paredes se afastarem forçosamente para acomodar a glande, o hímen impedindo-me de continuar.
- - Aiiii, doutor!!!
Christina reclamou e tentou sair da posição. Impedi-a, segurando-a pela cintura. Ia tranquilizá-la, mas Gertrudes foi mais rápida:
- Calma filha. Dói só na primeira vez, mas depois fica muito bom, melhor que atrás.
- Fique relaxada, não contraia os músculos. Ficará mais fácil, como na primeira vez pelo bumbum.
Tentei passar tranquilidade, mas sabia que seria uma missão difícil. Somente havia uma maneira fácil de uma mulher perder a virgindade. Era no consultório de um ginecologista, com a remoção do hímen em um procedimento simples, ambulatorial. Já havia realizado algumas vezes o procedimento, normalmente demandado por casais jovens cujo marido não tinha experiência sexual prévia e não exercia a pressão adequada na hora do ato, causando demasiado incômodo na esposa durante as tentativas fracassadas. Eu mentia, dizendo que existiam mulheres cujos himens eram mais resistentes, para não diminuir ainda mais a autoestima deles. No entanto, Christina entrava na adolescência, ainda não era uma mulher formada, o sexo não havia amadurecido o suficiente, com o canal vaginal mais estreito e menos profundo.
Sem querer prolongar o sofrimento da minha menina-amante, segurei-a firme pela cintura, para que uma reação dela não me fizesse perder o encaixe do pênis, e exerci uma forte pressão. De início senti o hímen anelar a ponta da glande, depois, à medida que eu conquistava alguns centímetros, estrangular quase toda a glande inchada. Christina matinha o olhar no meu, os olhos apertados vertendo algumas lágrimas, o rosto contraído. Ainda assim forcei-me ainda mais em seu interior.
O hímen de repente se rompeu, fazendo-me penetrar parcialmente e de forma abrupta, as carnes virgens da menina.
- Aaaaiiiii …!!!
Christina gritou, contraindo todo o corpo, mas a mantive firme pela cintura, evitando que o pênis escapasse do canal quente, úmido e extremamente apertado. Gertrudes segurou a mão esquerda da filha e com a mão livre passou a enxugar as lágrimas dela, tentando consolá-la:
- O pior já passou, filha. Fique calma e relaxe, daqui a pouco a dor diminui.
Algumas pessoas podem dizer que é machismo, que em plenos anos setenta a virgindade não é mais importante, servindo apenas como instrumento de opressão feminina, mas o homem sente uma grande satisfação ao saber que é o primeiro, ver o sangue virginal manchar as pernas e glúteos de uma mulher. Uma única vez havia acontecido comigo, na minha noite de núpcias. Mas o sentimento nem chegou perto do que agora me passava. É indescritível a sensação de penetrar pela primeira vez uma menina que despertava para a vida, os lábios da pequena vulva sem pelos afundados para dentro da vagina, o canal estreito comprimindo o pênis, querendo expulsá-lo de um território proibido. Sem apiedar-me, forcei-me ainda mais e senti o pênis penetrar com dificuldade, abrindo o canal vaginal da menina pela primeira vez, as carnes mornas atritando e envolvendo fortemente todo o pênis, a glande esbarrando no colo do pequeno útero infantil.
- Aaaaiiii… , doutor! Tá me… machucando…!!!
O grito agudo de Christina me fez sair do transe e reduzir a pressão em seu interior. Agachei-me sobre ela, a mão esquerda apoiada na cama, ao lado de seu corpo, para não a sufocar com o meu peso. Com a mão direita acariciei o seu rosto, livrando-a das lágrimas. Apesar do choro contido, ela sorriu para mim:
- Eu consegui… doutor! Agora sou… mulher!
Retribui o sorriso, deitei-me sobre ela, abraçando-a, e girei sobre a cama, colocando-a montada sobre o meu corpo para deixá-la mais confortável. Olhei para Gertrudes, ao lado. Ela estava apreensiva, mas não se manifestou. Retornei o olhar para Christina, sorri novamente e a acariciei no rosto, descendo as mãos sobre o seu corpo, passando pelo tórax, apertando de leve entre os dedos as aréolas salientes, deslizando para as costas até alcançar-lhe os quadris. Levei os dedos da mão direita para o meio da bunda da menina, melada com o sangue do hímen dilacerado, acariciando-a no ânus, na tentativa de lhe dar um pouco de prazer. Escorreguei o dedo indicador mais para baixo e senti o períneo estufado, a pele fina da fissura vaginal esticada em torno do meu pênis. Com bastante cuidado movi-me para baixo, retirando parte do pênis, e depois forcei os quadris para cima, voltando a penetrar a menina, que reagiu calada ao empalamento, apenas fechando os olhos e contraindo a face. Passei a repetir os movimentos, retirando o pênis até a metade para reintroduzi-lo no apertado canal vaginal recém-desvirginado, o sangue que havia minado ajudando na lubrificação.
Eu queria gozar logo para acabar com a agonia de Christina e aumentei a intensidade dos movimentos. No entanto, não conseguia chegar ao ápice. A pomada anestesiante, que aliviava em parte o sofrimento dela, também agia em mim, reduzindo a sensibilidade do pênis.
- Pare, doutor! Outro dia o senhor faz assim de novo. Depois que ela sarar, via ficar mais fácil.
Desta vez, concordei com Gestrudes. Eu demoraria a gozar e no processo, machucaria ainda mais a menina, podendo lacerar a vagina infantil. Voltei a acariciar o rosto dela, enxugando-lhe as novas lágrimas:
- Dá próxima vez que fizermos amor assim, você sentirá prazer, eu prometo.
Ela sorriu, apesar do grande desconforto:
- Gostei mais de fazer amor no bumbum, doutor!
Ri da sinceridade da menina. Ela também riu, com o rosto banhado em lágrimas, tranquilizando a mãe, que a tudo observava.
- E eu adoro o seu bumbum quentinho por dentro, minha princesa!
Aos poucos abandonei o seu aconchegante interior, a mucosa da vagina estreita teimando em grudar ao pênis, as contrações involuntárias do canal dificultando a retirada. Apesar do cuidado, quando a glande escapou, roçando na entrada do canal, sobre a pele do hímen dilascerado, Christina emitiu um gemido de dor. Coloquei-a deitada na cama ao meu lado, beijei-a e abracei-a, querendo amenizar o seu sofrimento. Eu poderia fazê-la gozar, para esquecer a dor, mas eu estava sedento de prazer. Deixei a menina deitada de costas, as pernas ligeiramente afastadas, a colcha ao lado marcada por manchas vermelhas. Não seria um problema. Diria à Maria, esposa do caseiro, que minha esposa havia menstruado repentinamente, e deixaria dinheiro para ela providenciar a substituição da colcha e dos lençóis.
- Dê prazer a sua filha, Gertrudes. Ela merece, depois de tudo.
A mulher olhou para mim, abriu a boca para argumentar, mas se calou, sabendo que não adiantaria. Moveu-se e deitou-se de bruços, o dorso entre as pernas da filha, os quadris na altura da borda da cama, as pernas flexionadas para baixo, os pés apoiados no chão. Ela não poderia estar em melhor posição para o que eu pretendia.
Christina levantou a cabe e olhou para a mãe, na expectativa. Era linda a forma de como ela estava aberta a todos os tipos de prazer. Lembrei do que Gertrudes havia falado mais cedo, sobre eu ter coragem para fazer amor com minha filha Rebecca. Gostaria de ser livre de preconceitos como a menina. Ela era como um livro em branco, as páginas aceitando o que lhe fosse escrito, sem juízo de valor. No entanto, perto de dois terços de meu livro já estava escrito, não havia como modificar. Eu tinha os meus valores, meus preconceitos. Já havia sido difícil aceitar que sentia desejos por meninas impúberes ou no início da adolescência. Fazer amor com Rebecca não estava nos meus planos.
Eu não havia sido específico sobre como Gertrudes satisfaria a filha, mas quando ela começou a beijá-la no púbis liso, escorreguei para fora da cama e fiquei de joelhos no chão, atrás dela, passando a admirar a bunda exposta, entreaberta, mas não o suficiente para revelar o orifício, o períneo liso e rosado, a parte final da vulva espremida entre as pernas, com pelos loiros finos e ralos. Sem mais resistir, espalmei os maravilhosos glúteos, separando-os. O ânus estava ligeiramente inchado e entreaberto, evidenciando o coito que ela havia sido submetida durante a tarde. Sem mais resistir, enfiei o rosto entre os glúteos, passando a lamber o orifício rugado. Gertrudes interrompeu as carícias na filha e olhou para trás, alarmada:
- No meu cu de novo não, por favor!
Respondi com um sorriso que descrevia todo o meu sadismo:
- No cu sim! Você não toma anticoncepcional, corre o risco de uma gravidez indesejada. É bom você aprender a gozar pela bunda. Christina prefere assim, eu também.
Voltei a chupar o orifício traseiro de Gertrudes, os glúteos querendo voltar à união pressionando as minhas bochechas. Estava cheirando ao sabonete do banheiro, limpo e sem resquícios da pomada branca cicatrizante que eu havia espalhado na região para reduzir o desconforto causado pela penetração anterior. Vez ou outra eu forçava a língua, alargando o ânus para alcançar as carnes macias e mornas do reto. O canal também se apresentava limpo, agradável em cheiro e sabor. Ela deve ter se lavado internamente em algum momento do banho que tomamos juntos e que me passou despercebido, tentando se livrar do meu esperma. Não sabia que agora dormiria com o reto recheado, o intestino absorvendo a minha essência durante toda a noite, eternamente fazendo parte de seu ser.
Escutei Christina gemer, mas desta vez o gemido era diferente dos que ela havia dado há pouco. Levantei o olhar e vi que a menina tinha levado as mãos à cabeça da mãe e acariciava os cabelos dela, enquanto recebia o prazeroso tratamento oral. Voltei a penetrar Gestrudes com a língua e, com o indicador da mão direita, toquei a abertura vaginal, bastante lubrificada. É claro que ela se exitava com as minhas carícias, mas eu sabia que o ato que praticava com a filha elevava o seu prazer. Apesar de negar, eu havia percebido que ela tinha apreciado o sabor de uma vulta imberbe de pele sedosa, sem pelos para atrapalhar, sem os odores característicos exarados pelo sexo de uma mulher em idade fértil. Os gemidos da menina se intensificaram e logo ela gozou lindamente na boca da mãe, arqueando o corpo e forçando ainda mais a cabeça dela de encontro ao sexo.
Christina estava exausta e girou para o lado esquerdo sobre a cama, ficando em posição fetal, expondo a parte final da vulva infantil comprimida entre as pernas, o sangue virginal ainda presente em suas carnes. Presumindo que ela havia adormecido, levantei-me, ordenando à Gertrudes:
- Deite-se de bruços.
Ela virou o rosto para mim, mas logo obedeceu, deitando-se ao lado da filha, sabendo que não havia como fugir à minha posse. Olhei para seu corpo perfeito, a depressão da coluna vertebral entre as costas, as duas pequenas e graciosas covas pouco acima dos quadris, a bunda dura e empinada como a de sua filha, no entanto com mais carnes, em formato de semilua, os vincos no encontro com as pernas de manequim perdendo-se na união com a parte final dos grandes lábios, cujos pelos claros e escassos se tornavam quase invisíveis, fazendo-a parecer muito jovem.
Meu pênis doía pela ereção prolongada. Sem mais poder esperar, montei sobre Gertrudes, encostando a glande entre os montes da bunda. Dispensei a vaselina, pois meu pênis ainda estava impregnado pelo sumo e sangue da pureza da minha amante-mirim e o ânus da mulher estava lubrificado com minha saliva. Além disso, eu precisava sentir mais atrito para se contrapor ao efeito da pomada anestésica ou não sentiria prazer. Falei baixo em seu ouvido:
- Não, grite, não gema alto para não acordar a sua filha. Seja tão valente quanto ela foi.
Não separei os montes para facilitar a penetração, aprofundei o pênis entre eles, a glande forçando a abertura até o encaixe com o ânus. Continuei a forçar e senti a resistência do orifício.
- Já ouviu um ditado que diz: quando o estupro é inevitável, relaxe e goze? Então siga o conselho sábio, relaxe os músculos fazendo força para defecar, facilitará a entrada.
Gertrudes girou a cabeça para o lado direito olhando para mim:
- Você tem razão. Vai ser estupro. De novo.
Eu estava tentando facilitar para ela, mas o seu comentário me deixou raivoso:
- Que seja estupro, então!
Sem aguardar que ela relaxasse, pressionei o pênis, alargando à força o esfíncter. A penetração foi violenta e profunda, fazendo-me grudar a pélvis em seus montes. Se eu senti a ardência no pênis, apesar do efeito anestesiante da pomada que eu havia aplicado no ânus de Christina, imagino a dor provocada pelo atrito nas paredes do reto da mulher. Gertrudes mordeu a mão direita para não gritar. Ainda assim escutei o urro abafado. Retirei o pênis, o reto exercendo forte compressão para me expulsar, até sentir o ânus se fechando na ponta da glande, e tornei a invadi-la com força, esmagando a sua bunda com o peso de meu corpo. Repeti outras duas vezes os movimentos e colei-me imóvel em suas carnes, apoiado nas mãos e joelhos, apenas a pélvis exercendo forte pressão para não permitir alívio na penetração extremamente profunda. Gertrudes chorava, as mãos na boca contendo os gemidos de lamento.
Eu sentia muito prazer, tanto pelas fortes contrações do reto que não aceitava a invasão, como pela submissão forçada de Gertrudes. Aproximei-me novamente de seu ouvido esquerdo:
- Não me desafie, não me contradiga. Nunca mais! Você está tendo a chance viver no paraíso, ter uma vida com a qual nunca sonhou, mas eu também posso tornar a sua vida um verdadeiro inferno! Demito você, tomo o apartamento e a guarda de Christina, alegando que você não tem condições de criá-la. Tenho um amigo juiz que me deve favores. Basta eu estalar os dedos e você perde a sua filha para mim. Está entendendo?
Ela virou o rosto em minha direção, o olhar bastante assustado. Depois assentiu com a cabeça.
- Vamos continuar, mas você pode escolher como vai ser. Prefere gozar ou sentir dor?
- Go...zar...
Entendi a resposta, dada entre os soluços, mas me fiz de desentendido:
- Pare o choro, antes de responder. Assim não dá para entender.
Ela respirou profundamente algumas vezes, para se acalmar e controlar o choro. No processo, que durou muitos segundos, senti o relaxamento do esfíncter anal.
- Que...ro… gozar...
Sorri para mim mesmo, satisfeito. Mas o castigo dela ainda não havia terminado:
- Quero que me prove o que está dizendo. Só vou gozar depois de você. E não adianta fingir, meus conhecimentos em ginecologia me permitem muito bem distinguir. Vamos, se masturbe. O prazer da mulher vem desse ponto mágico que vocês têm entre as pernas, não depende de onde o pênis está enfiado. Usando as suas palavras, quero ver você gozar pelo cu! Vou facilitar...
Comecei a beijá-la atrás da orelha, passando vez ou outra a língua por dentro e por fora, mordendo o lóbulo com suavidade. Desci a boca para o pescoço e passei a dar leves mordidas no encontro com os ombros. A pele das suas costas ficou arrepiada. Senti o seu corpo dar uma leve subida. Ela havia colocado a mão direita entre as pernas. De vez em quando eu a sentia colocar o dedo dentro da vagina, atritando as paredes dos dois canais, bastante próximos. A respiração ficou ofegante, o reto me envolveu com mais força, o esfíncter começou a se contrair ritmadamente em volta da base de meu pênis, ela passou a gemer, gozando com intensidade. Aos poucos relaxou sobre a cama, afrouxando os músculos, a cabeça virada para a filha.
A sensibilidade no pênis havia retornado e eu sentia urgência no prazer. Passei a me movimentar. Na posição em que eu estava, via o pênis entrado e saindo do meio dos glúteos arrebitados, a pele rosada pela exposição sem proteção ao forte sol do litoral baiano. Gestrudes continuava relaxada e imóvel sobre a cama, o ânus solto permitindo-me movimentar-me sem restrições. Ela havia entendido que assim era mais fácil.
- Diga que gozou forte!
- Gozei... muito forte….
- E como foi que você gozou?
Ela não respondeu de imediato.
- Vamos, diga!
- Gozei forte com o seu pau no fundo do meu cu. Dói, mas é uma dor gostosa.
- Você ainda vai resistir quando eu quiser comer o seu cu?
- Não...
Eu continuava a penetrar profundamente o ânus de Gertrudes, agora sem restrições. Ela havia voltado a se masturbar e arfava a cada fala. Procurei incentivá-la, utilizando o palavreado chulo dela:
- Pedi para você dar prazer a sua filha, mas não disse como. Foi escolha sua cair de boca. Gostou de chupar uma bocetinha novinha, lisinha?
- Gostei...
Ela afagava cada vez mais forte.
- Ao meu lado, você vai ter a chance de chupar muitas bocetinhas. Juntos, poderemos nos divertir muito!
- Eu… quero...
-Ela respondeu com dificuldade, bastante próxima ao novo climax. Continuei a instigá-la:
- O que você quer?
- Chupar bocetinhas… novinhas… Sentir o gozo… delas na minha...boca...
- E de quem era a bocetinha novinha que você adorou?
- Da minha… filha...
Gertrudes começou a gemer, estrangulando o meu pênis com as fortes contrações de seus músculos internos, fazendo-me chegar ao orgasmo ao mesmo tempo que ela. Ejaculei nas profundezas de seu intestino acolhedor, desabando sobre o seu corpo, sem mais conseguir me equilibrar. Ao término, girei nossos corpos para o lado e fiquei grudado a ela, sem retirar o pênis de seu ânus.
- Quero um beijo para selar nosso acordo.
Ela virou o rosto em minha direção e entreabriu a boca, os olhos fechados. Beijei-a com ardor, enfiando a língua na sua boca. Ela retribuía, tocando a língua na minha, enfiando também a língua na minha boca. Antes de adormecer, vi que acariciava suavemente os cabelos da filha, acometida pelo sono inocente dos anjos, a mão vez ou outra descendo pelas costas da menina até apalpar os montes da bunda infantil, de uma forma nada materna.

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