#Corno

Corno velho me libera para dar o cu e receber gozadas dentro.

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Eu mal posso acreditar que aos 24 anos, casada com um corno manso de 60 que me implora para foder com estranhos e gravar tudo para ele editar e postar pros sites de swing de Recife verem, eu me transformei nessa puta insaciável que adora meter o pau de macho desconhecido no cu apertado e implorar por uma gozada quente e grossa escorrendo lá dentro, enquanto finjo ser a nora perfeita pros sogros e a amiga recatada pras amigas – mas hoje, com um pauzudo de 28 anos me arrombando no quarto de hotel fedendo a cigarro e tesão, o chapéu vermelho ridículo na cabeça me fazendo rir de tesão, a tatuagem de mão na bunda marcada como troféu de vadia, eu sei que isso é só o começo de uma noite que vai me deixar o cu piscando e o corno babando no vídeo, e você aí, leitor, já sentindo o pau endurecer só de imaginar o que vem pela frente, porque se parar agora, vai se arrepender pra caralho de não devorar cada gota de porra dessa história até o fim.

Meu nome é Sofia, e enquanto o Victor, meu maridinho patético de pau mole e barriga flácida, fica em casa assistindo novela e sonhando com as fodas que ele mesmo me manda caçar nos perfis de casais liberais de Recife, eu tô aqui, deitada de bruços na cama de lençol amassado e úmido de suor, as pernas escarranchadas como uma cadela no cio, sentindo o ar condicionado gelado roçando minha pele arrepiada e nua. O quarto do motelzinho barato cheira a incenso barato misturado com o fedor azedo de sexo recente – sabe aquele aroma de buceta molhada e bolas suadas que te dá água na boca? Pois é, e eu tô no meio disso tudo, o coração martelando no peito como se fosse explodir, porque o Thiago, esse filho da puta alto e tatuado que peguei no app ontem à noite, acabou de me mandar virar de lado e enfiar o dedo no meu cu pra "preparar o buraco pro meu pauzão, sua putinha casada". Ele ri baixo, aquela gargalhada rouca que ecoa nas paredes finas, e eu obedeço, porque puta que é puta não discute, só obedece e geme.

"Ah, caralho, Sofia, olha só esse cuzinho rosadinho piscando pra mim... Seu corno deve ser um merda pra te deixar tão faminta assim, hein? Aposto que ele nem sabe lamber direito, quanto mais foder esse rabo divino." As palavras dele saem como cuspe quente no meu ouvido, e eu sinto um arrepio descer pela espinha, misturando vergonha e tesão puro. Eu rio, mas é um riso safado, daqueles que saem entre dentes enquanto enfio o dedo médio no meu cu, sentindo a carne quente e apertada se abrindo devagar, o músculo resistindo antes de ceder com um ploc molhado. O som é obsceno, ecoando no quarto como um tapa na cara do Victor – se ele visse isso agora, gravado no celular que eu deixei no tripé, ia gozar nas calças só de imaginar. "Ele é um pau pequeno e manso, Thiago... Me deixa dias sem foder, implorando pra eu sair e trazer vídeo pra ele bater punheta. Mas você... ah, porra, você vai me arrombar até eu não aguentar sentar amanhã, né? Me fode como se eu fosse sua vadia particular, goza tudo no meu cu pra eu levar pro corno lamber depois."

Thiago não perde tempo – ele se joga em cima de mim, o corpo pesado e musculoso me esmagando contra o colchão, o cheiro dele invadindo minhas narinas: suor salgado, colônia barata de macho alfa e um fundo de porra velha de quem já comeu meia dúzia de putas antes de mim. Suas mãos grandes, calejadas de quem malha pra caralho, agarram minhas nádegas, abrindo-as como se fossem pão quente, expondo meu cu pro ar frio. Eu sinto o vento roçando o anel rosado, me fazendo contrair involuntariamente, e ele solta um grunhido animal, daqueles que vibram no peito e me fazem a buceta escorrer mel pela coxa. "Olha essa tatuagem na tua bunda, Sofia... Uma mão aberta, como se pedisse pra ser espancada. Seu corno te marcou assim pra lembrar que você é propriedade dele? Patético. Hoje esse cu é meu, e vou enchê-lo de porra até transbordar." Ele cospe na mão, um jato grosso e viscoso que cai direto no meu buraco, e esfrega o pauzão dele – uns 20 centímetros de veia pulsando e cabeça inchada como uma uva roxa – contra a entrada, lubrificando tudo com saliva e pré-gozo.

Eu viro o rosto pro espelho do quarto, vendo meu reflexo distorcido: cabelo loiro bagunçado, maquiagem borrada nos olhos, o chapéu vermelho torto na cabeça como uma coroa de rainha da putaria, e por baixo dele, meus peitos balançando livres, mamilos duros como pedrinhas implorando pra serem mordidos. "Vai, Thiago, me come logo! Meu cu tá coçando de saudade de pau de verdade. O Victor nunca me enche assim... ele só lambe e chora." As palavras saem num sussurro rouco, e ele responde com um tapa forte na minha bunda tatuada – pac! – o som ecoando como um tiro, a pele ardendo e vermelha instantaneamente. "Cala a boca, sua puta infiel. Vou te foder até você gritar o nome dele pro corno ouvir no vídeo." E então ele empurra, devagar no começo, a cabeça grossa forçando meu cu a se abrir, centímetro por centímetro, o estiramento queimando como fogo mas me enchendo de um prazer sujo que me faz arquear as costas e soltar um gemido longo, gutural: "Aaaah, porraaaa, isso, devagar... tá me rasgando, caralho!"

O pau dele desliza pra dentro, quente e latejante, preenchendo cada milímetro do meu reto com uma pressão que me faz ver estrelas. Eu sinto as veias pulsando contra as paredes sensíveis, o atrito criando um som úmido e ritmado – schlop, schlop – toda vez que ele recua e mete de novo, mais fundo, mais forte. O cheiro agora é insuportável de tão bom: minha própria excitação misturada com o musk dele, o ar pesado de feromônios que faz minha buceta pulsar vazia, latejando de inveja. Ele me segura pelos quadris, unhas cravando na carne, e começa a bombar de verdade, o corpo batendo no meu com um clap-clap-clap que faz a cama ranger como se fosse desabar. "Toma, sua vadia casada! Sente esse pauzão te arrombando pro corno manso nunca esquecer. Aposto que ele tá em casa agora, pauzinho murcho na mão, esperando o vídeo pra gozar choramingando." Eu rio entre gemidos, o som saindo estrangulado: "Hahaha, sim... ele adora isso, o otário. Me filma gozando no cu, Thiago! Deixa ele ver como um macho de verdade me enche."

Viramos de lado, eu de conchinha com ele atrás, uma perna minha erguida pro alto pra dar mais ângulo, e o pau dele mergulha ainda mais fundo, acertando pontos que me fazem tremer inteira. O chapéu vermelho escorrega um pouco, caindo na testa, e eu o ajusto com uma mão trêmula, sentindo o tecido felpudo roçar minha pele suada. Seus dedos encontram minha buceta, enfiando dois de uma vez no buraco encharcado, fodendo ali em sincronia com o cu, e eu perco o fôlego, o corpo convulsionando num orgasmo que vem como onda: "Fode, fode, caralho! Tô gozando, porra, não para!" O líquido escorre pelas minhas coxas, quente e pegajoso, e ele acelera, grunhindo no meu pescoço: "Isso, goza pra mim, sua puta. Seu corno vai lamber isso tudo quando eu te devolver." O cheiro de porra iminente enche o ar agora, salgado e almiscarado, e eu sinto ele inchar dentro de mim, as bolas batendo na minha bunda a cada estocada.

De repente, ele me puxa pro chão, o carpete áspero arranhando meus joelhos enquanto eu fico de quatro como uma cachorra, o cu erguido pro alto, exposto e latejando. A tatuagem de mão parece brilhar sob a luz fraca, um lembrete tatuado de quantos paus já passaram por ali. Thiago se posiciona atrás, cuspindo de novo no buraco escorregadio, e mete tudo de uma vez – bum! – me fazendo gritar alto o suficiente pra acordar o vizinho do motel. "Porra, que cu guloso! Engole tudo, sua vadia. Diz pro vídeo que você ama ser cornuda." Eu viro pro celular, olhos vidrados de tesão, e falo direto pra lente, imaginando o Victor pausando a punheta: "Amor, tô sendo fodida no cu por um pauzudo que te humilha... Ele vai gozar dentro, quente e grosso, e você vai editar isso pros sites verem que sua mulher é a maior puta de Recife. Me perdoa, mas eu adoro isso, caralho!" Thiago ri, metendo mais forte, o som de pele contra pele enchendo o quarto como uma sinfonia pornô, e eu sinto o clímax dele chegando – o pau tremendo, as veias inchando.

"Agora, toma minha leite, sua puta!" Ele rosna, enterrando até o talo, e eu sinto o jorro: quente, espesso, pulsando em ondas dentro do meu reto, enchendo-me até o limite, o excesso escorrendo devagar pela minha virilha, morno e viscoso como mel derretido. O cheiro explode, puro sêmen fresco misturado com meu suor, e eu gozo de novo, o cu se contraindo em espasmos ao redor dele, sugando cada gota como se fosse a última foda da vida. Ele fica ali, ofegante, saindo devagar com um plop molhado, e o sêmen vaza, pingando no carpete em fios brancos e grossos. Eu me viro, exausta e saciada, lambendo os lábios e olhando pro espelho: rosto corado, corpo marcado de vermelhos e mordidas, o chapéu ainda na cabeça como troféu de guerra.

Mas isso foi só o aquecimento, porque Thiago me puxa pro banheiro em seguida, o vapor do chuveiro enchendo o ar com umidade pegajosa, e me encosta na parede fria de azulejos, as gotas quentes cascateando nos nossos corpos enquanto ele me levanta uma perna e enfia o pau – ainda duro, ainda sujo de porra e lubrificante – de volta no meu cu, agora escorregadio e relaxado. "Segunda rodada, vadia. Seu corno vai pirar vendo você mijando de tesão enquanto eu te fodo de pé." Eu gemo alto, o som abafado pela água batendo, sentindo o jato morno escorrer pelas costas, misturando-se ao suor e ao sêmen que ainda pinga de mim. Seus dentes cravam no meu ombro, mordendo forte o suficiente pra deixar marca, e eu arranho as costas dele, unhas traçando linhas vermelhas na pele bronzeada. "Mais, porra! Me arromba até eu não andar, humilha o Victor... Diz que ele é um corno inútil que só serve pra editar minhas fodas." Ele ri contra minha pele, a voz ecoando no box úmido: "Seu marido é um merda, Sofia. Pau mole, barriga gorda, e você aqui, implorando por gozada no cu como a puta que nasceu pra ser. Família e amigos acham que você é santa? Ha! Eles deviam ver isso, te ver engolindo pau como uma profissional."

A foda no chuveiro dura o que parece uma eternidade, o vapor embaçando o vidro e meu reflexo, o som da água abafando meus gritos mas não o slap-slap do pau entrando e saindo, o cu agora um buraco guloso e inchado que aceita tudo sem resistência. Ele me vira de frente pro espelho embaçado, me dobrando sobre a pia, e mete por trás de novo, uma mão no meu cabelo puxando minha cabeça pra cima pra eu ver meu próprio rosto contorcido de prazer – olhos revirados, boca aberta num O perfeito de vadia em êxtase. "Olha pra você, Sofia... Uma noiva de corno virando puta de motel. Goza de novo, grita pro vídeo!" E eu gozo, o corpo tremendo como gelatina, a buceta jorrando um squirt que escorre pelas pernas e se mistura com a água, enquanto ele enche meu cu pela segunda vez, o sêmen quente se juntando ao primeiro, transbordando em golfadas que pingam no chão e pelo ralo. Tudo meu coloco em www.selmaclub.com e www.fanvue.com/selmarecife

Horas depois, de volta na cama, exaustos e fedendo a sexo puro, ele me faz posar pro vídeo final: deitada de costas, pernas abertas, o cu erguido e vermelho, vazando porra em fios longos que eu espalho com os dedos, lambendo um deles pra câmera com um sorriso safado. "Victor, amor... Trouxe duas cargas pro teu café da manhã. Edita isso e posta pros sites de Recife verem que sua mulher é a rainha das cornudas. Amo você, mas amo mais ser fodida assim." Thiago ri ao fundo, filmando tudo, e eu sinto um último arrepio de tesão residual, o corpo dolorido mas satisfeito, pronto pra voltar pra casa e fingir normalidade pros sogros no almoço de domingo.

E aí, leitor, sentiu o pau latejando com cada detalhe? Isso foi só uma noite na vida dessa puta de 24 anos que ninguém imagina – família acha que sou a boa moça, amigos que sou recatada, mas o Victor sabe a verdade e adora postar. Tem mais aventuras em breve, com paus novos e buracos mais arrombados, postagens diárias nos sites de swing de Recife pra você se masturbar sem parar. Comenta aí embaixo o que te deixou mais duro, ou qual foda você quer ver na próxima – quem sabe eu não leio e gozo pensando em você? Pra achar o autor dessas putarias reais, procure pelos perfis de casais em Selma Recife, o link tá no bio. Volta amanhã, porque a vadia aqui não para.

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