Sinuca de bico
Descobri que seu corno e estou numa sinuca de bico que eu mesmo criei não sabendo o que fazer. Leia para entender.
Tenho trinta e seis anos e minha mulher vinte e nove. Estamos juntos há mais de sete anos, contudo, casados oficialmente a quatro. Ela é a mulher da minha vida, companheira, participativa, inteligente, sem muitas cobranças, bonita, rostinho angelical de olhos verdes, loirinha, gostosa, sempre cheirosa e bem-humorada.
Claro que tem defeitos, mas são coisas menores. Da minha parte, tenho que confessar que já a traí duas vezes, embora ela nunca desconfiou, pelo menos nunca falou nada, pois foram em viagens que fiz sozinho a trabalho. A primeira foi com uma coroa que, praticamente, esfregou a buceta na minha cara e para não pensar que eu era gay, a comi. A segunda, foi com uma estagiária maravilhosa que se engraçou comigo e não perdi a oportunidade.
Dito isto, vamos aos fatos. Como a maioria dos casais, à medida que o tempo vai passando as relações sexuais vão diminuindo. Sabe aquela coisa de duas a três vezes por mês e chegamos até a conversar sobre isso, principalmente porque planejávamos ter filhos e para garantir precisávamos aumentar as nossas transas.
Eu estava muito, mas muito estressado com o meu trabalho. A pressão estava grande e acabei explodindo com ela por ter dado uma raspada no carro. Sei que passei dos limites, chamando-a de irresponsável, de incompetente, entre outras coisas e claro, a magoou. No dia seguinte, pedi desculpas, mas a merda já havia sido feita.
Veio o final de semana e ela, com razão, ainda estava emburrada comigo, falando somente o necessário. Aos poucos fui tentando, conversando e amenizando um pouco o prejuízo. Falei de transar e ela me disse que estava menstruada naquela semana. Enfim, passei em branco.
Na segunda à noite, ela estava menos brava e lhe disse que no próximo final de semana eu teria que viajar. Trabalho com software e teria que instalar, testar uma nova versão num cliente e como eles trabalham no sábado até ao meio-dia, teria até o domingo para concluir a tarefa.
Eu tive a impressão que ela deu um curto sorriso e logo mudou a feição dizendo que era ruim trabalhar o final de semana inteiro. Estávamos na cozinha e eu dei uma breve saída. Quando voltei ela estava escrevendo mensagem no celular e assim que entrei, ela parou. Embora aquilo tenha me chamado a atenção, naquele momento não dei muita bola.
Porém, naquela noite eu não conseguia pegar no sono. Virava para um lado, virava para o outro e nada. Resolvi levantar e desci para a cozinha para tomar água, já que moramos num sobrado. Para a minha surpresa, ela havia esquecido o celular. Como fui eu quem configurou, sabia do PIN e o acessei olhando as conversas no whatsapp.
Encontrei um post dela falando a uma tal de Luma, que não tinha foto, se ela não queria vir passar o final de semana em casa, pois eu estaria viajando e assim ela não ficaria sozinha na casa. A resposta foi curta: Combinado.
Antes não tivesse olhado, pois subi e fiquei intrigado. Quem era essa tal de Luma? Não me lembro dela ter falado dela? Normalmente, mulher responde com texto mais elaborado, não com uma única palavra.
Já estávamos na quarta-feira e joguei uma indireta para ver se ela falava algo. Disse que seria bom ela ir para a casa da mãe para que ela não ficasse sozinha naquele final de semana e esperava a resposta de que a tal Luma viria, mas isto não aconteceu. Pelo contrário, me disse que ficaria bem sozinha.
Pensei: talvez a Luma tenha desistido, porém isto ficou martelando na minha cabeça. A situação estava estranha e na sexta-feira resolvi comprar uma daquelas câmeras espiãs, com sensor de movimento, uma que parece um carregador de celular. No sábado pela manhã, antes de sair para viajar, deixei posicionada no quarto com o cartão de memória e saí.
Três horas e meia depois, liguei para minha mulher dizendo que havia chegado ao meu destino, que começaria os preparativos para a implantação e que ligaria mais tarde. Foi o que fiz, por volta das onze da noite quando terminei a instalação. Ela me atendeu e expliquei que atrasou um pouco e que provavelmente eu sairia de lá, somente no final da tarde de domingo, chegando de noite.
No domingo, perto do meio-dia, liguei novamente e tentei esticar o assunto, mas ela me disse que estava com panela no fogo. Pensei: será que ela continua brava comigo. Confirmei dizendo que chegaria depois das dez horas da noite, pois ainda tinham muitos testes para serem feitos e ela desligou, quase na minha cara.
E realmente, quando cheguei eram mais de onze horas da noite e ela já dormia. Na manhã seguinte, quando acordei, ela já havia saído para ir trabalhar. Levantei, retirei o cartão de memória da câmera, liguei no meu notebook e comecei a assistir. Mais uma vez, acho que seria melhor não ter feito isso.
Tudo começa com ela entrando, de vestidinho curto e de mãos dadas com um homem no quarto. Ela se senta na beirada da cama e começa a desabotoar a calça dele, abaixando a cueca e pondo o pau na boca, chupando. Eu quase caí da cadeira.
Sei que ela é boa nisso, mas é difícil vê-la mamando outro cara. Seus lábios beijavam a cabecinha escorregando por toda a lateral até colocar tudo na boca e engasgar. Com certeza era maior que o meu, porque comigo ela não engasga.
Estava dando um trato de profissional e parecia que estava muito a fim daquilo, babando e sugando com vontade. Até que toca o telefone e ela diz:
- Putz.... É o meu marido.
Me atendeu, desligou o telefone e continuou a mamar. Logo o rapaz a levantou e começou a tirar a roupa dela, deixando-a completamente peladinha. O corpo dela é fantástico, peitinhos médios e durinhos, bucetinha pequena, depilada e uma bunda deliciosa e empinada.
Em pé, apalpava-a completamente e começaram a se beijar. Suas mãos apertavam a bunda da minha mulher com muito apetite. E sinceramente, até agora não entendo a minha reação. Estava de pau duro vendo minha mulher ser tocada por outro homem.
Ele sentou na cama e ela se posicionou para cavalga-lo. Ela foi encaixando aos poucos a bucetinha no pau dele até entrar tudo. Dava para ver que ela estava fazendo aquela carinha de tesão, rebolando, com tudo entalado.
Começou a fazer os movimentos de subir e descer cada vez mais rápidos, enquanto o rapaz a segurava pela cintura. Ela parecia em transe sentada naquela vara e não demorou muito para gozar. Assim que o fez, debruçou-se sobre ele dando um beijo e dizendo:
- Minha nossa.... Que gozada gostosa.... Quer mudar de posição para você gozar também?
Ela ficou de frango assado e o rapaz começou a comer aquela bucetinha. Vendo tudo aquilo no notebook eu estava excitado, mesmo sabendo que acabara de me tornar corno. Sei que não é legal, mas fazer o que? Já havia acontecido.
O pior é que ela parecia uma cadela no cio. Normalmente, quando transamos, ela goza e para. Dificilmente ela continua, mas neste dia ela estava muito entusiasmada. Já estava puto e fiquei mais quando ela começou a dizer:
- Vai.... Me come.... Me come.... Enfia tudo.... Soca gostoso.... Isso.... Me fode toda....
Comigo sempre foi tão calada e agora parece uma puta. O tempo foi passando e o rapaz não gozava e continuava a socar. O barulho era alto e não é que o filho da puta fez ela gozar de novo. Ela gemia e se contorcia toda e acredito que isso fez ele gozar dentro dela.
Quando tirou de dentro não sei explicar o que estava sentindo. É um misto de raiva, de mágoa e de tesão. É muito esquisito. Eu queria estar lá, xingando-a de puta.
Deitaram lado a lado e começaram a conversar. Voltaram a se encontrar através das redes sociais. Fiquei sabendo que o nome dele era Luis Mario, daí Luma. Foram namorados na adolescência e agora ele estava indo embora do país. Seu irmão havia se estabelecido na Europa com uma empresa e ele iria morar lá, sem perspectiva de voltar.
Até falou para ela tirar férias e ir para lá, lógico, sem a minha presença. Ela respondeu que seria muito difícil, pois éramos muito unidos e que me amava.
- Só estou tendo esta aventura porque sempre tive vontade na nossa adolescência, mas é só sexo. Não quero nenhum envolvimento e me deixe levar minha vida em paz. – Disse ela.
- Claro – Respondeu o rapaz – Não vou atrapalhar a sua vida.
Ainda bem que ela me ama. Imagine se não ne amasse. Estava cada vez mais puto. Continuaram a conversar e a rir sobre coisas do passado durante quase uma hora, até que ele a abraçou e ficaram de conchinha. Dava para ver ele masturbando ela que se contorcia de prazer.
- Fica de quatro que vou te foder que nem uma cadela. – Disse ele
Ela obedeceu enquanto ele se posicionou e começou a foda. Empurrava com força e eu podia ver o rostinho de satisfação dela junto com gemidos de tesão.
- Vai.... Me come.... Me come gostoso.... Que tesão.... Ai.... Acho que vou gozar de novo daqui a pouco.... Puta que pariu.... Que pau gostoso...
E aquele cara ficou fodendo a minha mulher até que ambos gozaram quase que simultaneamente. Ela foi primeiro, dizendo palavras confusas e inaudíveis, enquanto ele disse:
- Puta que o pariu.... Que bucetinha gostosa.... Apertadinha.... Vou te alargar vagabunda.... Vou gozar.... Vou gozar.... Ai... Ai.... Você é gostosa demais.... Caralho.....
A esta altura, vendo aquela cena e ouvindo ele chamar minha mulher de vagabunda, não aguentei e tive que bater uma punheta. Sinceramente, fiquei com vergonha porque acho que nunca a fiz gozar daquela maneira. Aliás, três orgasmos na mesma noite nunca tivemos.
Cansados, deitaram de conchinha novamente e adormeceram. Já era perto do meio-dia quando acordaram e começaram a brincar masturbando-se mutuamente. Logo, o filho da puta do rapaz a pegou num papai-e-mamãe. Foi quando o telefone toca novamente e minha mulher diz:
- Caralho.... É meu marido de novo....
- Que empata foda é esse cara.... – Disse o rapaz. – Desliga logo não fica levando papo não.
Foi aí que entendi a história da panela no fogo. A buceta dela devia estar quente e assim que desligou ficaram minutos intermináveis nesta posição e mais uma vez ela gozou, gemendo e dizendo aquelas coisas, enquanto ele continuava a bombar.
Até que começou a socar com muita força, com raiva fazendo minha mulher gemer alto. Porra, estava estragando meu brinquedinho e enfim gozou ficando mais uns dois minutos em cima dela saboreando aquele momento de prazer.
Levantaram e minha mulher disse:
- Vamos tomar um banho e depois vou preparar algo para você comer.
Claro que ela estava referindo-se a um almoço, mas ambos gargalharam e a câmera não captou mais nada, a não ser ruídos de conversas, mas não dá para saber do que se tratava.
Mais tarde, minha mulher voltou sozinha para o quarto, trocou toda a roupa da cama e saiu. Retornou horas depois, deitou e adormeceu.
E agora fico me perguntando. Deixo isto para lá porque foi uma aventura como eu mesmo tive com duas outras mulheres ou conto que sei que aconteceu. Se contar tenho que dizer que mexi no seu celular, que vi a mensagem do Luma e que comprei uma câmera espiã filmando tudo. Aí meu casamento vai mesmo para as picas porque ela não vai aceitar tamanha quebra de confiança.
Como já escrevi, é a mulher da minha vida, porém depois disso, fica difícil. Não sei o que fazer.
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Comentários (1)
Ninfetinha: Amo conversar sobre assuntos assim, histórias pesadinhas!! T Maryrsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zk