#Gay #Teen

Arthur sabe demais

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Juliano decidiu que era hora de voltar à academia, pois fazia um tempão que ele não aparecia por lá meio que para evitar Davi e os olhares. Mas Jonas insistiu:
“Vem treinar comigo, amor. Te faz bem”.
Aí numa terça à noite, lá estava ele, short preto de lycra (bem justinho, mostrando as coxas e o bumbum), regata cinza e tênis. A academia tava daquele jeito, um pouco cheia. Jonas tava resolvendo algo no escritório, então Juliano começou a fazer um aquecimento na esteira, depois uns agachamentos com uma barra leve.
Ele sempre sentia que as pessoas olhavam, então tentava não ligar.
Foi aí que Arthur apareceu. O cara era amigo de Jonas na academia, grandão (quase 1,95m), bem branco, ombrão e braços fortes de tanto treinar. Cabelo castanho curto, barba por fazer, sempre sorrindo e com um jeito meio zoeiro de falar. Ele chegou perto da área de pesos onde Juliano tava, carregando dois halteres pesados.
“E aí, sumido?”
Arthur falou, parando do lado dele e fazendo sombra. Largou os halteres no chão e se abaixou um pouco, o cheiro dele (uma mistura de suor e colônia) invadindo o espaço de Juliano.
Juliano tirou um fone e forçou um sorriso.
“Oi, Arthur. Tava ocupado com a facul, resolvi voltar”
Arthur concordou com a cabeça, olhando de cima a baixo: short marcando as coxas, regata colada na barriga por causa do suor, bunda empinada enquanto ele se preparava para mais agachamentos.
“Você tá em forma, mas esse short… Juliano, assim você mata a gente do coração, né?”
Juliano ficou vermelho e puxou o short pra baixo.
“Para com isso, Arthur! É roupa normal de academia”.
Arthur riu e chegou mais perto, quase encostando no ombro de Juliano, e falou no ouvido dele
“Roupa de academia ou pra provocar? Porque você sabe que tá todo mundo de olho em você. Eu mesmo…”
Ele deu uma disfarçada na calça, mostrando que tava ficando excitado.
“Tô te imaginando de quatro aqui, gemendo baixinho enquanto eu te pego. Será que você aguenta? Porque o meu é grande e você parece que gosta”.
Juliano sentiu o rosto queimar e percebeu que também estava excitado.
“Arthur… o Jonas tá aqui! Para com isso”. Mas Arthur não se afastou, pelo contrário, ficou atrás de Juliano, fingindo que ia “ajeitar” a postura dele no agachamento. Colocou as mãos na cintura dele, guiando o movimento, os dedos roçando na pele.
“Relaxa a coluna, joga esse bumbum pra trás, assim… que delícia. Você faz de propósito pra deixar a gente louco, né? Mas pensando bem…”
Ele chegou mais perto, a boca quase na orelha de Juliano, e sussurrou
“Eu te vejo andando por aí ultimamente… meio dolorido, e o Davi ele te olha diferente. Sumiu uns dias e voltou todo sorridente, vocês estão tendo alguma coisa, né? Tá deixando o estagiário te comer escondido do Jonas”.
Juliano parou no meio do agachamento, arregalando os olhos no espelho. Arthur continuou, com a voz baixa
“Não precisa negar, vejo como você olha pra ele quando acha que ninguém tá vendo. Ele te come bem, né?“
Juliano tentou sair dali, mas Arthur apertou a cintura dele com força.
“Calma… não vou contar pro Jonas. Pelo menos não agora”
Juliano sentiu os olhos encherem de lágrimas, o corpo tremendo, excitado e com vergonha ao mesmo tempo.
Ele sussurrou:
“Por favor… não fala nada”.
Arthur riu e soltou a cintura dele, dando um tapa no bumbum antes de se afastar.
“Relaxa, seu segredo tá a salvo comigo por enquanto. Mas se você quiser experimentar algo de verdade, maior que o do Davi e melhor que o do Jonas é só falar. Eu te pego aqui mesmo, no vestiário, e faço você esquecer os dois”.
Ele pegou os halteres e foi embora, deixando Juliano sozinho com a cara vermelha, respirando fundo e com o short marcando.

Jonas resolveu fazer um jantarzinho em casa pra comemorar que a correria da academia tinha acabado. Chamou o Arthur, seu melhor amigo e parceiro de treino, e mais dois caras da equipe.
“Relaxa, vai ser de boa. Churras na varanda, cerveja gelada e um bom papo. Topa?”, perguntou o Jonas enquanto arrumava a mesa.
Juliano concordou meio sem graça.
“Claro, ajudo com a carne.”
Na real, ele tava nervoso. O Arthur já tinha chegado nele na academia, falando umas coisas no ouvido e dando a entender que sabia do lance dele com o Davi. Encontrar o cara em casa, com o Jonas ali, era arriscado e meio que excitante, estranhamente.
Arthur chegou certinho às sete, trazendo umas cervejas e linguiça pra ajudar. Tava com uma regata preta que mostrava os músculos do peito e dos braços, jeans escuro e tênis.
“E aí, chefe! Que casa bonita, hein?”
disse o Arthur, dando um abraço forte no Jonas. Aí virou pro Juliano, que tava temperando a carne na cozinha.
“E aí, Juliano tá bonito hoje. Esse shortinho… putz, você sabe como deixar a gente doido, né?”
Juliano ficou vermelho e mexeu na salada pra disfarçar.
“Oi, Arthur, valeu. Senta aí, a carne já vai pra churrasqueira.”
O jantar começou na varanda: mesa arrumada com carne, farofa, vinagrete e cerveja gelada. Os outros dois caras tavam falando alto sobre treino e fofoca da academia.
O Jonas tava tranquilo, rindo e contando história, com o braço na cintura do Juliano de vez em quando. O Arthur tava do outro lado da mesa, mas não parava de olhar pro Juliano.
Cada vez que o loiro se abaixava pra pegar alguma coisa, o Arthur olhava pra bunda dele no shortinho e mordia os lábios. Quando o Jonas foi virar a carne na churrasqueira (ficando de costas por uns minutos), o Arthur aproveitou.
Se inclinou na mesa e falou baixinho, só pro Juliano ouvir
“Você tá gostoso demais assim, de shortinho servindo a gente parece um baita dono de casa. Mas eu sei que você é safado pra caramba por baixo dessa cara de anjo. Tá sentindo meu olhar na sua bunda, né?”
O Juliano engoliu seco e olhou rapidinho pro Jonas de costas.
“Arthur… para com isso. O Jonas tá aqui.”
Arthur riu baixo, esticou a perna por baixo da mesa e começou a alisar a perna do Juliano devagar com o pé.
“Ele tá ocupado. E eu aqui pensando em você de quatro nessa mesa agora… gemendo baixinho enquanto eu te como. Você aguenta meu pau, loirinho? Ele é grande maior que o do Jonas, com certeza. E eu te faria gozar sem nem encostar no seu.”
Juliano sentiu um calorão subir pelo corpo e o pau ficou duro no short, mesmo com medo. Tentou tirar a perna, mas o Arthur apertou mais, subindo com o pé até a coxa.
“Tá duro, tô vendo. Tá pensando no que eu faria com você se a gente ficasse sozinho. Te pegava aqui mesmo, te abria devagar, te enchia até não caber mais. E você ia gemer meu nome, né? Porque o Jonas é bonzinho demais e você gosta quando é mais forte.”
Jonas voltou com a carne, rindo.
“Que papo é esse aí? Arthur, deixa meu namorado em paz.”
O Arthur tirou o pé, pegou uma cerveja com cara de inocente.
“Nada, chefe. Só elogiando o churrasco do Juliano, tá ótimo.”
O jantar continuou, mas Arthur não sossegou. Quando o Jonas foi pegar gelo na cozinha, ele se inclinou de novo
“Eu tô ligado em você e no Davi, sabia? Vejo como vocês se olham na academia. Ele te come bem, né? Me dá seu número ou eu pego com o Jonas.”
O Juliano sussurrou, desesperado
“Não por favor, não fala nada.”
Arthur sorriu e deu um tapa de leve na coxa dele por baixo da mesa.
“Seu segredo tá seguro por enquanto, mas se quiser provar um pau de verdade me chama”
O Jonas voltou com o gelo, sem saber de nada. O Arthur continuou falando normal, rindo alto, como se nada tivesse acontecido.
No fim da noite, quando o Arthur foi embora, apertou a mão do Juliano forte demais, alisando a palma da mão dele com o polegar.
“Até a próxima, Juliano! Sonha comigo.”
Ele saiu e deixou o Juliano tremendo na varanda. Jonas abraçou ele por trás e beijou o pescoço.
“Tá tudo bem? Você tá meio quieto hoje.”
O Juliano forçou um sorriso
“Tô sim, só cansado.”

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Comentários (1)

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  • Roberto: Que pena tá virando patinho, vai acabar dando pro Arthur também. Lamentável.

    Responder↴ • uid:1dak65uoik