Como me tornei uma vagabunda PT1
O início da transformação de um garoto em uma puta depósito de macho
Meu nome é Thiago, tenho 35 anos, sou branco, tenho 170 de altura 95kg, sou gordinho muito bem distribuído, bundão grande, pernas grossas, poucos pelos e um cuzão bem arrombado.
Comecei cedo, já novinho ia com um tio meu pro bar pra jogar fliperama enquanto ele bebia com os amigos, na maioria coroas barrigudos, peludos e safados. Sempre tive uma bunda bem gostosa e quando ia pro bar sentia os olhares dos homens, não entendia muito bem, mas sabia que chamava atenção.
Meu tio era o tipo de cara que trabalhava a semana inteira e no final de semana enchia a cara, largava a esposa em casa e ia passar o domingo com os parceiros de bebedeira. Num desses domingos, acordei cedo com ele em casa, falando alto, dizendo que tinha brigado com a esposa e que estava indo pro bar, queria saber de mim, se eu queria ir com ele pra jogar enquanto ele curtia com o pessoal. Levantei no pulo, adorava ir com ele, ele pagava fichas o dia todo pra mim. Tomei um banho rapidinho e fui com ele, como era na rua de cima de casa, meus pais não ligavam muito. Nesse dia, meu tio exagerou, antes do meio dia já estava caindo, eu só queria saber de jogar, quando um amigo dele, um homem de uns 45 anos, passou por trás de mim e se inclinou sobre meu corpo, perguntando como estava meu jogo. Fiquei um pouco incomodado, mas me arrepiei ao sentir sua barba roçar meu pescoço, seus pelos encostando em mim, seu cheiro de suor de macho, mesmo sem entender, fui deixando ele ficar em cima de mim. O bar estava vazio, havia apenas o dono do bar e junto com ele no balcão um cara magrelo, branco e barbudo, sujo de graxa, acredito que era mecânico pela aparência. Meu tio desmaiado numa mesa e eu sendo abusado por um coroa safado enquanto os outros dois olhavam. Num certo momento eu ouvi o barulho da porta, o dono do bar fechou e veio perto de mim, me desviei do coroa que me assediava e fui em direção ao meu tio, mesmo sem entender, sabia que tinha algo de errado, foi quando o coroa me segurou pelo braço e disse:
- Onde vc vai viadinho? Acha que pode me provocar assim e sair?
Gelei, olhei pro dono do bar que estava com um sorriso malicioso no rosto e tentei gritar meu tio, mas o coroa tapou minha boca e o dono fez sinal de silêncio pra mim.
-Se gritar vai ser pior, já tá dando na cara faz tempo que vc é um viadinho e hoje vai aprender como agradar macho.
Olhei pro mecânico e ele estava fumando um cigarro e apertando o pau, pensei que pudesse me ajudar mas mal sabia eu que era o mais safado de todos.
O dono do bar me pegou pelo braço e foi me arrastando pros fundos, eu tentei sair mas ele me grudou pelos cabelos e me arrastou, o coroa já foi puxando meus shorts e minha cuequinha, deixando meu rabão exposto. Me jogaram num colchão velho, sujo, os três entraram e trancaram a porta.
-Só vai sair daqui quando fizer seus machos gozarem.
Eu nem sabia do que estavam falando, não tinha nem gozado ainda, nem sabia o que era punheta.
Quando tiraram a roupa, vi o pau deles, era a primeira vez que via um pau de homem, o cheiro nunca vai sair da minha mente, cheiro de suor e sujeira de macho, o dono do bar já foi socando na minha boca, um pau médio, babão, peludo. O coroa passava a mão em mim enquanto me segurava, eu em desespero só chorava e pedia pra ir embora.
-Pode chorar viado, chora mesmo que hoje vc vai virar nossa fêmea.
Eu estava com vergonha, com medo, mas instintivamente comecei a chupar ele, hoje eu realmente entendo que no fundo queria aquilo, queria ser fêmea deles.
O mecânico (Jair, o único que lembro o nome) foi o mais cruel, afastou minhas pernas e com um pau realmente grande e cabeçudo foi forçando meu cuzinho, cuspiu, melou o pau e forçou meu rabinhi virgem, quando a cabeça finalmente encaixou ele enterrou todo o pau. Não vi mais nada, só senti uma dor muito forte e apaguei, quando voltei a realidade estava totalmente arrombado, sentindo o Jair metendo com força, os outros dois olhando sem acreditar, ouvi o coroa até pedir pra ele ir com mais calma, mas o Jair estava fora de si, estava gostando de me machucar. Eu sentia uma dor terrível, mas não podia fazer nada, com um pau enterrado na boca e outro no rabo, só chorava, as lágrimas escorriam enquanto sentia cada metida do Jair me rasgar, sentia meu rabinho arder enquanto ele urrava de prazer, quanto mais eu relutava, mais forte ele socava. Foi quando senti o pau dele crescer e me inundar de leite, senti cada jato de porra encher meu cuzinho, enquanto ele urrava e delirava. Quando terminou, tirou tudo de uma vez e eu senti um vazio, senti escorrer algo do meu cuzinho que agora já estava aberto e usado. Senti algo escorrer, era o leite dele junto com sangue das minhas pregas que ele estourou. Jair levantou, se vestiu e foi embora, achei que tinha acabado, mas os outros dois continuaram me segurando. O dono do bar me limpou e disse:
-Ainda não acabou viado, ainda tem muito pau pra levar antes de ir embora, provocou agora vai ter que aguentar....
Bom rapaziada, como o conto já ficou extenso, vou fazer uma parte dois se gostarem. Vou contar detalhes e principalmente como fui forçado a continuar sendo fêmea dos machos do bar.
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Comentários (4)
Eromenos: Que delícia, é tão bom quando a gente é iniciado novinho assim, tbm fui rsrs mas foi pelo peão da fazenda do meu tio. Um negão gostoso que me fez apaixonar por rola preta. Se quiser conversar e compartilhar histórias, chama no tele @FHJack
Responder↴ • uid:1d3sdapnxpepPutoRN: Delícia
Responder↴ • uid:8d5gaphb09Tito: Q delícia
Responder↴ • uid:vpdii7v4Putinha Assanhada: Sempre sonhei com isso quando era novinho
Responder↴ • uid:1dx22mqtk8f7