#Gay #Grupal #Teen

Grupo das piranhas, era para ser só uma brincadeira de carnaval... final

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MdOS

No momento em que ele encaixou o pau no meu cuzinho, senti que era mais grosso que os dos rapazes, meu pau, que estava meia bomba, endureceu na hora...

...com o susto, meu coração quase saiu pela boca, o pau do Júnior murchou na hora e saiu do meu cú.
Eu fiquei congelado, sentindo a porra escorrer pelas pernas, não sabia o que fazer, estava morrendo de vergonha. Júnior se ajeitou, e tentou conversar:
_Calma gente...calma...o quê vocês querem?
Eram dois morenos e um negro, o mais alto, moreno, aparentava ter entre 18 e 19 anos, os outros dois, um pouco mais baixos, deviam ter entre 16 e 17 anos.
O mais alto, segurou no braço do Júnior, e falou:
_Com você a gente não quer nada não...mas com a sua "garotinha" a gente vai querer levar um papo.
Nessa hora me desesperei, procurei a calcinha pelo chão, e assim que peguei, o garoto negro falou:
_Olha lá "Pequeno"(o cara maior)...o viadinho usa calcinha...
_Ei fofura...não precisa colocar não, você não vai precisar dela na nossa conversa. Disse rindo o tal de Pequeno.
Minha aflição aumentou, e Júnior, percebendo, ainda tentou intervir, mas o outro cara moreno, segurou seu outro braço.
_Olha aqui carinha...a gente só quer levar um papo com a sua "garotinha" é melhor você sair fora, a não ser que queira tomar uma surra na frente "dela".
Júnior abaixou a cabeça.
_Vai sai fora...se "ela" for "boazinha", vai voltar "bonitinha" para casa, não precisa se preocupar. E nem volte com mais alguém aqui hein...senão, sua "amiguinha" vai voltar toda "machucada".
Quando Junior levantou a cabeça e olhou para trás, na minha direção, considerei aquilo como um pedido de desculpas, meu corpo gelou, eu estava sozinho.
Júnior foi embora, e eu, sem dizer uma palavra, acompanhei os rapazes até o interior da casa.
Pela área de entrada, cheia de sujeira, dava para perceber que a obra estava parada há um bom tempo. Ficamos, no que aparentemente seria uma sala, havia um sofá velho e mais sujeira, panos, papéis, papelões e plásticos.
A noite estava bem iluminada, dois buracos nas paredes que seriam janelas, uma abertura na entrada que um dia teria uma porta, mais o poste de iluminação bem em frente à casa, dava uma boa luminosidade no ambiente.
Assim que entramos nesse ambiente, o Pequeno, que na verdade era gigante, magrelo, tinha mais de 1,80m, ele me abraçou de frente, e apalpou minha bunda. Nessa hora, muito assustado, falei a única coisa que me veio à mente.
_Eu faço o que vocês quiserem...só não me machuquem...por favor...
_Taí fofura....gostei, temos um acordo....então agora, deixa os meninos brincarem. Disse Pequeno, indo se sentar no sofá velho.
Sabia o que iria acontecer, estava apavorado e com muito medo deles.
Os dois começaram a me tocar, beijar meu rosto, meu pescoço. Com nojo deles e de mim, fechei os olhos, e deixei acontecer.
Minha camisetinha foi retirada, eles passaram a acariciar e beijar minhas costas, meus mamilos, meus braços...
Não demorou muito, e minha saia também foi retirada, nesse momento, uma lágrima desce do meu olho. Eu não queria nada daquilo, naquela noite eu só queria brincar e pular no Carnaval.
_Caralho Pequeno...olha a bunda do moleque, é mais bonita que a da Ritinha. Disse um deles.
_Kkkk o pior é que é mesmo. Falou Pequeno.
Em seguida, uma, duas, três...quatro mãos apalpam minha bundinha.
De repente, sou puxado por um deles, abro os olhos e vejo o negro me direcionando para o sofá que estava vazio, Pequeno estava em pé ao lado de uma das futuras janelas.
Fiquei de joelhos no sofá, virado para o lado do braço dele. O negro, fica em pé, do outro lado, e de frente para mim. Ele abre a calça, e esfrega o pau na minha boca. Era um pouco maior e mais grosso que o do Júnior, devia ter uns 16 cm
_Chupa. Disse ele.
Hesitei, nunca tinha feito aquilo, estava com nojo, até porque cheirava a mijo, pensei em negar, mas aí, lembrei do que tinha dito, que faria qualquer coisa para não apanhar.
O negro percebeu minha hesitação, e falou:
_Passa a língua na cabecinha.
Acanhado, obedeci.
_Isso...isso...agora vai passando a língua no pau todo, até as bolas...ahhh...vai...vai...
Ele foi dizendo, e eu fui fazendo, assim como pedia. Na hora de chupar, ele disse para fazer igual a um picolé, disse também para não deixar raspar os dentes.
O cara moreno, sentou atrás de mim, e tentou enfiar o dedo no meu cú. Eu estava com tanto medo, que travei tudo, mesmo com o cú melecado e vazando a porra do Júnior, o dedo não entrou.
_Caralho Pequeno....é apertadinho o cú dele.
Tudo, eles reportavam a esse "Pequeno", devia ser o líder do grupo. Parecia ser o único maior de idade.
De forma geral, eles não estavam sendo violentos, mesmo assim estava morrendo de medo, por isso estava todo travado.
O moreno força, e consegue enfiar o dedo. Meu cuzinho mordia forte, de tão travado que estava.
Com a outra mão, ele ficou alisando umas das minhas bandinhas.
_Nossa....a bundinha dele é bonitinha, da vontade de beijar.
Não demora muito, e sinto um arzinho quente. A boca dele toca minha bundinha...ganho um beijinho, e logo em seguida, sua língua percorre minha bandinha.
A sensação foi estranha, meu cuzinho pisca forte, mordendo ainda mais o seu dedo. Mais algumas carícias com a sua boca na minha bundinha, e seu dedo passa a entrar e sair do meu cuzinho.
Eu não queria acreditar...mesmo sendo humilhado, subjugado, eu estava com tesão, meu pinto ficou duro.
O cara moreno tira o dedo do meu cú, se ajoelha no sofá, atrás de mim, e fica passando a cabeça do pau no meu cuzinho.
Relutei, mas soltei meus primeiros gemidinhos, passei a babar no pau do negro.
O tesão passa a me dominar, e eu vou me tornando uma pessoa irreconhecível. Inacreditavelmente, quando o cara moreno pára com a cabeça do pau na minha portinha, eu inclino um pouco o corpo, e empino a bundinha. E ele não titubeou, enfiou a rola. Parecia ter as mesmas dimensões da rola do Júnior.
Soltei um gemido forte, e engoli metade da rola do negro, que também soltou um gemido.
_É para tomar tudinho...é para tomar tudinho. Disse o negro.
Eu não estava entendendo o que ele queria dizer, até que ele segurou minha cabeça, e enfiou mais a rola na minha boca, quase me sufocando. Em seguida, um jato forte invade minha boca. Ele estava gozando. Era porra na minha boca. Com nojo, tentei tirar, mas ele me segurou forte, e seguiu despejando seus jatos. Eu me debatia com a boca cheia.
_Toma...toma tudinho....é para tomar tudinho. Dizia.
Sem saída, quase sufocado, começo a engolir aquela gosma pegajosa, e até que não achei ruim. No final, como uma puta depravada acabo limpando o pau dele.
_ Já gozou Dito? Comenta o cara moreno, metendo sem parar.
_Porra...a boquinha é gostosa.
_Depois você vai tomar meu leitinho também ...tá ouvindo putinha? Tá ouvindo? Me Perguntava, dando uns tapas na minha bunda.
_Tô. Respondi.
As estocadas ficam mais fortes, e as bolas estralam batendo na minha bunda. Meu corpo se arrepia todo, e sinto meu pinto pulsar diferente. Eu ia gozar. Até tentei pensar em outras coisas, mas o gozo veio, e forte.
_Ahhhhh....caralho...ahhhhh. Gemi alto.
Transtornado e cheio de tesão, jogo meu corpo para trás, e rebolo na rola enquanto gozo.
_Olha só Pequeno...a putinha chegou toda tímida, e olha como ela está agora. Dizia o moreno.
Eles riram, me vendo gozar daquele jeito.
Depois que eu gozei, o cara moreno voltou a socar forte, e foi a vez dele gemer mais alto.
_Ahhh...toma puta...toma...ahhh...
O cara gozou muito, encharcou meu cú. Quando ele tirou a rola, eu fui me levantar para me limpar, e o rapaz negro, o Dito, falou:
_Não...não...fica aí...ainda não terminou.
O rapaz tinha tirado toda a roupa, estava completamente pelado. Ele tinha um corpão, forte, troncudo.
Eu estava mesmo irreconhecível, fiquei admirando aquele rapaz se aproximando, com a rola em riste. Quando chegou, sem que ele pedisse, voltei a ficar de joelhos, só que agora, fiquei apoiado no encosto, e já fiquei todo empinadinho.
Sem perder tempo, ele já meteu com tudo, até o talo. Se ajoelhou atrás de mim, e colou todo o seu corpo no meu. A sensação foi maravilhosa, senti o corpo dele colado ao meu, roçando em mim. Dito me abraçou forte, e ficou beijando meu rosto.
Puta que pariu, eu tinha virado uma fêmea, me derreti todo com o carinho. Joguei meu pescoço para trás, e pressionei minha bundinha no pau dele.
_E aí Dito...tá apaixonado pelo viadinho? Perguntou Pequeno.
_Kkk...até que a bichinha é bonitinha e gostosa, eu levava para casa. Respondeu.
Eles riram novamente.
Dito era mais carinhoso, metia mais cadenciado, e fazia carinho nos meus peitinhos. Não demorou muito e meu pau ficou duro novamente.
Pequeno que até então acompanhava tudo à distância, senta no sofá, e fica apalpando minha bunda, enquanto Dito me fode.
_Olha...tenho que concordar...você é mais gostosinha que a Ritinha. Disse ele, dando um tapinha na minha bunda.
Dito pressionou mais meu corpo, e meu pinto passou a friccionar no encosto do sofá, e isso, associado à mão do Pequeno que ainda apalpava minha bunda, me fez entrar em transe.
_Vou gozar. Falei.
_Goza....pode gozar. Disse ele, acelerando as estocadas.
E eu não aguentei muito, e levando vários tapas na bunda, gozava gostoso, meu cuzinho piscava acelerado enquanto expelia minha porra.
_Ahhhh....ahhhh...caralho...que mordidinha gostosa...ahhh...vou gozaaaarrrrrhhh. Disse Dito, gozando gostoso.
Uma outra mão passa a acariciar minha bandinha direita, era o cara moreno, sentado do outro lado do sofá.
Cada um puxou minha bandinha para o seu lado, deixando meu reguinho aberto. Dito socou rápido e forte, até o pau ir amolecendo, então, ele pára, e deixa sair suas últimas gotinhas de porra.
Quando Dito tira a rola, uma poça de porra cai no meu tornozelo. Mas não era o fim, o rapaz moreno, sentado ao lado, punhetava o pau, e disse:
_Vem....tá na hora de tomar meu leitinho...
Já tinha perdido o medo, a vergonha, e o senso. Naquele momento me sentia uma puta, que estava ali para satisfazer aqueles machos. Instantes atrás, tinha visto Pequeno alisando a rola sob a calça, e resolvi provocá-lo.
Me virei para o moreno, ficando ainda de joelhos no sofá, e quando praticamente me debrucei para abocanhar sua rola, ergui bem a bundinha, deixando-a quase na altura do rosto do Pequeno.
A provocação deu resultado, meu cuzinho aberto, vazando porra, recebe o dedo do Pequeno, em seguida, sua boca passa a beijar minha bandinha. Entro em delírio, chupando o pau do moreno, ganhando carícias e dedadas no cuzinho. Meu pinto volta a dar sinal de vida.
Sem controle dos meus pensamentos, agindo apenas por instinto, passei a "morder" seu dedo com o cuzinho, queria que ele entendesse, que eu queria mais. E novamente deu resultado, ele tirou o dedo, e instantes depois, já estava se ajeitando atrás de mim.
No momento em que ele encaixou o pau no meu cuzinho, senti que era mais grosso que os dos rapazes, meu pau, que estava meia bomba, endureceu na hora, meu corpo arrepiou todo. E como uma boa putinha, afastei um pouco mais os joelhos, e empinei a bundinha...foi como um pedido, "pode enfiar".
Com o cú todo melado, a cabeça do pau não teve muita resistência para me invadir...e me explorar por dentro, e foi fundo, era maior que o dos outros.
Pequeno deixou o pau enterrado, e ficou parado.
Era tudo muito novo para mim, era a minha primeira vez...gostava da zueira, mas nunca tinha imaginado que um dia estaria naquela situação, chupando uma rola, com um pau grosso enfiado no rabo (depois descobri que haviam rolas bem mais grossas que a do Pequeno). O pior, ou melhor de tudo, sei lá, é que eu estava gostando, e lentamente eu comecei a fazer o vai e vem, com cuidado para não raspar os dentes no pau do moreno.
_Vai Marquinhos goza logo, por que esse cú tá pedindo rola, e eu quero foder com força. Disse Pequeno.
_Já tá quase Pequeno...já tá chegando...vai putinha chupa...ahhh..aperta as bolas...vai...ahhh..
Quando o pau passa a estremecer na minha boca, eu já sabia que iria gozar. Mais esperto, esperei os jatos....e dei conta de tudo.
_Você tem uma boquinha de ouro "menina". Disse Marquinhos, me dando um beijinho no rosto.
_Bora ali no outro cômodo Marquinhos...dá um "tapa" no "bagulho"...acabei de "apertar"....
_Boraaa...
_Peraí Dito...acende aí...deixa eu dar um tapinha, aí vocês vão lá. Disse Pequeno.
Na hora minha apreensão voltou, cresci ouvindo que pessoas que fumam maconha ficam mais violentas.
Pequeno deu umas duas ou três "puxadas", e perguntou se eu curtia.
_Não...não! Falei, meio receoso, achando que fossem me forçar a usar.
_Tó Dito...leva lá. Agora vou apagar o fogo da nossa "garotinha". Disse Pequeno.
Pequeno tirou o pau quase todo, deixou só a cabeça, e enterrou com tudo.
_Ahhhhiiiiiiiiii. Soltei um gemido alto.
O pior é que não foi de dor, foi de prazer.
Pequeno percebeu que eu não reclamei, que tinha gostado, e ele voltou a fazer. Outro gemido forte, e então, ele passou a fazer mais rápido e mais forte.
_Ai...ai...ai...ai...ai...ai. A cada batida forte um gemido.
Os rapazes pararam e começaram a rir.
_Kkkkkk...caralho Pequeno...vai acabar com o moleque, você falou que ele ia voltar inteiro. Disse Marquinhos.
_Kkk...que nada, ele está gostando...isso é uma putinha bem safada. Falou Pequeno.
Ainda rindo do meu "sofrimento", os rapazes foram para o outro cômodo fumar o baseado deles, não ficaram para assistir a tremenda surra de rola que eu levei.
Pequeno meteu forte, e por um bom tempo, depois, me virou para o lado do encosto do sofá, e voltou a socar. E foi nessa hora, com meu pau esfregando no encosto, que voltei a gozar, mas não tive trégua, ele continuou socando, até que me virou de costas para o assento do sofá. Agora, pude ver o que estava me "maltratando". Uma bela rola, morena, roliça, da cabeça bem rosada. Devia ter uns 18 cm, era grande, e grossa.
Minhas pernas são colocadas para cima, e ele vem pelo meio, socando até o talo.
Me esperneei todo, parece que foi mais fundo.
De forma voraz ele mete, com força, e um tempinho depois, anuncia que vai gozar.
_Ahhhhhh.....uhhhhh....caralho....porra.....
Meu reto ficou entupido com tanta porra.
Pequeno era magrelo, mas era forte, ele me ergueu, me virou, sentou no sofá, e me fez ficar no seu colo, sem deixar a rola sair. Notei que ela ainda estava dura dentro de mim.
Fortemente abraçado, recebo beijinhos no pescoço, e apertões nos meus peitinhos. A sensação era maravilhosa, de estar ali sentado naquela estaca.
Marquinhos e Dito retornam, e deparam comigo sentado no pau, sendo degustado pelo amigo deles.
Eles se aproximam, e passam a esfregar os pintos no meu rosto. Engoli o do Marquinhos, e passei a punhetar o do Dito. Aos poucos, eles foram ficando duro, e então, passei a revezar na chupetinha. Pediram para eu enfiar os dois pintos na boca, mas não cabia.
O pessoal não ficou alterado, apenas achei eles mais risonhos. Mas estavam de boa. Ficaram rindo do meu jeito desengonçado de rebolar no pau do Pequeno.
Marquinhos pediu a vez, porque queria gozar, e Dito tirou o pau da minha boca, dando vez para a rola dele. Não foi tão farta quanto as outras duas, dei conta.
_Ahhh...para mim já deu...acho que o pau não sobe mais hoje...delícia. Disse Marquinhos, já pegando as roupas para se arrumar.
Dito segura minha cabeça, e passa a meter na minha boca. Não demorou muito e gozou, dizendo que também estava parando.
_Vai terminar para a gente fumar mais um? Ou já era? Perguntou Marquinhos.
_Que horas são? Perguntou Pequeno.
_4h30...
_Vai enrolando aí...já vou terminar...
Sou virado novamente, ficando de joelhos, apoiado no encosto do sofá, e Pequeno volta a meter forte, me fazendo gemer.
Achei que seria rápido, mas Pequeno estava demorando para gozar, já estava tarde, estava cansado, com as pernas doendo, e com o cú ardendo. Tive que apelar.
_Vai goza...goza na sua putinha...me enche de porra...vai...
Pequeno estava gostando, e continuei falando. Ele passou a dar tapas na minha bundinha, me chamando de tudo quanto era nome, "vagabunda" "putinha", "safada"...e eu, jogava o corpo para trás a cada metida. Dito e Marquinhos se aproximam e incentivam, colocando os dedos indicadores na minha boca, para simular uma chupeta. Nesse momento, Pequeno explode no gozo. Urrando como um bicho, ele enche novamente meu cuzinho com sua porra.
Estávamos cansados, suados. Seu corpo ainda fica sobre o meu por alguns segundos, então, ele sai de cima de mim. Minhas coxas ficam lambuzada de tanta porra que escorre por elas.
Dito aparece com um pano velho para me limpar.
Enquanto me limpo, vejo os três acabados no sofá, acendendo o baseado.
_Quando quiser princesa.....é só aparecer por aqui. Disse Pequeno.
Coloquei minhas roupas, e saí da casa, com ar de felicidade. Ainda parei no quintal da frente, para pegar a calcinha. Pensei em ir sem, mas já estava clareando, achei melhor colocar.
Com sorriso no rosto, segui meu caminho para casa.
Meu corpo guardava uma fêmea, depravada e insaciável, que eu não conhecia, mas gostei de externar.
Quando fui me aproximando de casa, meu sorriso foi sumindo, pensei no meu pai, na minha mãe, bateu uma vergonha, e a preocupação dessa história não repercutir com meus amigos. Teria que falar com o Júnior.
Cheguei em casa com os raios de sol.
Exausto, não tive coragem de ir tomar banho, desmaiei do jeito que cheguei.
Num sonho, o filme de tudo que aconteceu, passa pela minha cabeça. Com os olhinhos fechados, sinto a mãozinha atrevida tocando minha bundinha, e o dedinho entrando no meu cuzinho. O dedinho sai, e a mão volta a acariciar minha bandinha. Eu já imaginava quem era, e quando virei para confirmar, acordei, e tomei um susto ao dar de cara com meu pai, sentado ao meu lado.
_Paí????
_É...sua mãe pediu para ver se estava tudo bem.
_Nossa...que horas são?
_15h...a comida já está esfriando...pelo jeito a noite foi boa né?
_Nossa pai...foi muito legal...pulamos bastante..
_Que horas você chegou?
_Ah...é...ah...acho que foi umas 4h...4h e pouco...
_Vai levantar? Para almoçar?
_Vou...só vou acordar direito...tomar um banho...
_Tá bom...
Eu estava de bruços, e com a bundinha totalmente de fora, nem tinha percebido. Meu pai puxou minha saia para baixo, e saiu.
Fiquei mais uns minutinhos deitado, e fui tomar meu banho.
No banheiro, me veio à mente, uma bobagem que a gente costumava falar "quem dá o cú, cresce a bunda". Tirei a saia, e fui me olhar, para ver se minha bunda tinha crescido. Estava do mesmo tamanho, mas notei umas manchas. Me aproximei do espelho, e vi que eram manchas de porra, ressecadas na pele...e não estavam só na minha bundinha, estavam nas minhas coxas e pernas.
"Puta que pariu...será que meu pai percebeu? Bem...acho não deve ter percebido, senão teria chamado á minha atenção". Pensei.
Resolvi tomar logo meu banho, tirei a camisetinha, e quando fui abrir o chuveiro, me atentei para um detalhe...eu estava sem calcinha.
"Eu dormi do jeito que cheguei...não me lembro de ter tirado nada". "Será que estava tão ruim assim...que tirei e nem me lembro?"
Confuso, resolvi tomar logo o banho.
O cuzinho estava bem ardido, resolvi passar um creme hidratante para amenizar.
Termino o banho, saio enrolado na toalha, e vou para o quarto, colocar minhas roupas.
Curioso, procuro pela calcinha, e a encontro... embaixo do meu travesseiro...como ela foi parar ali?...mistério....

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