#Gay #Teen

Após ir embora da fazenda, Juliano conhece Jonas

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O verão na fazenda sumiu rapidinho, mais do que o Juliano imaginava. A tia dele deu um chega pra lá nele, levando-o de carro até a rodoviária na cidade perto, numa manhã de céu azulzinho, com um ventinho fresco de outono já pintando. Paulo ficou lá na varanda, de braços cruzados, vendo o carro sumir na estrada de terra. Sem drama, só um último olhar rápido pela janela, um tchauzinho de leve, e os dois com o coração na mão.
Juliano de volta pra cidade grande, pro apartamento pequeno que rachava com um amigo da faculdade, pras noites estudando e a correria de sempre. Mas a fazenda não ficou esquecida.
No primeiro dia, de noite, o celular tocou com uma mensagem do Paulo:
“Chegou sussa, loirinho?”
“Cheguei! Tô sentindo falta do cheiro de
feno e de você me amassando na cama.” “Putz… eu também. Essa casa tá sem graça sem você rebolando de shortinho.”
E aí começou, mensagens todo dia viraram videochamadas escondidas de noite. O Paulo mandava foto dele suado do trampo na roça, sem camisa, já excitado só de falar com ele.
Juliano respondia com selfies provocantes: de cueca boxer apertada, jogado na cama mostrando o bumbum, ou de quatro no espelho do banheiro com a legenda “Saudade de você me comendo desse jeito”. Eles se tocavam juntos pelo celular, gemendo baixinho pra ninguém ouvir, prometendo se encontrar de novo um dia.
Mas a vida girou, Juliano começou a sair mais com o pessoal da faculdade. Numa sexta, a galera arrastou ele pra uma boate gay no centro agitada, luzes piscando, música alta, gente suada dançando junto. Juliano vestiu uma calça jeans skinny preta que colava em tudo e uma camiseta curtinha branca mostrando um pedaço da barriga. Cabelo loiro meio bagunçado, um brilho nos lábios. Se sentindo confiante, sexy, ainda com o tesão que o Paulo tinha atiçado.
Foi na pista que ele viu o Jonas. Impossível não notar: alto, ombros largos, braços fortes, peito definido na regata preta apertada. Cabelo loiro quase raspado, barba desenhada, olhos verdes que te furavam. Cara de quem malha, dava pra ver no jeito dele, corpo no controle, postura certinha.
Ele dançava sozinho, mas todo mundo olhava, quando os olhos deles se cruzaram, ele parou por um segundo, tipo um choque. Juliano sorriu de canto e continuou dançando, rebolando de leve, sabendo que tava sendo visto.
Jonas chegou perto sem pressa, abrindo caminho na galera até ficar atrás dele. Botou as mãos na cintura do Juliano, puxando ele pra perto.
“Você dança pra chamar a atenção”, Jonas falou no ouvido dele, voz grave e rouca na música
“Talvez eu queira”, Juliano respondeu, virando pra encarar ele.
Olhos azuis encontraram os verdes
“Ou talvez eu só queira ver até onde você vai.” Jonas sorriu, um sorriso meio de predador, meio encantado
“Eu vou até onde você deixar.”
Eles dançaram colados por quase uma hora. Jonas era forte, mas delicado as mãos grandes passando pelas costas do Juliano, apertando de leve a bunda por cima da calça. Juliano sentia o tamanho todo do cara encostando na coxa dele. Virou de frente, roçando em Jonas, sentindo o pau enorme pulsar na barriga.
“Você é pequeno mas tem fogo”, Jonas murmurou, mordiscando a orelha do Juliano.
“E você parece grande em tudo”, Juliano respondeu, passando a mão de leve no volume.
“Quer provar?”
Jonas não precisou de mais, pegou a mão do Juliano e puxou pra fora da boate, pro carro dele, um carrão preto estacionado perto. No caminho, beijos na boca no farol, mãos se explorando por baixo da roupa. Chegaram no apê do Jonas em menos de quinze minutos.
Mal fecharam a porta, Jonas pegou o Juliano no colo como se não pesasse nada, pernas finas agarrando a cintura dele. Se beijaram na parede do corredor, línguas brigando, gemidos altos.
No quarto, Jonas jogou o Juliano na cama king size, tirando a regata e mostrando o corpo: peito definido, tanquinho, braços de aço. Ele abriu a calça devagar e liberou o pau grosso, comprido, veias saltadas, a cabeça brilhando. Juliano arregalou os olhos, passando a língua nos lábios. “Caralho você é bem servido mesmo.”
Jonas riu baixo, subindo na cama e puxando o Juliano pra baixo dele
“E você é lindo demais! Essa bundinha vou te comer devagar”
Ele arrancou a roupa do Juliano, beijando cada pedaço de pele: pescoço, mamilos, barriga. Virou o Juliano de bruços, abriu as nádegas e lambeu devagar, fazendo ele gemer e empinar mais. Depois passou gel no pau e se posicionou.
“Olha pra mim enquanto eu entro”, Jonas pediu, virando o Juliano de costas de novo. Posição normal, pernas do Juliano nos ombros dele, Jonas beijando enquanto empurrava devagar. Juliano gemeu quando a cabeça passou, o pau do Jonas era maior que o do Paulo, esticando ele.
Jonas foi com calma, entrando aos poucos, olhando nos olhos do Juliano.
“Você é apertado, que delícia! Aguenta, respira.”
Quando entrou tudo, Jonas começou a estocar devagar, depois mais forte, os quadris batendo. Juliano agarrava os ombros dele, unhas cravando na pele, gemendo alto a cada estocada.
“Mais forte” Jonas acelerou, suado, os músculos tremendo. Uma mão tocava no pau pequeno do Juliano, a outra segurava na cintura.
“Vai gozar pra mim, loirinho… goza enquanto eu te encho.”
Juliano gozou primeiro, tremendo, espirrando na barriga do Jonas. Apertou tanto que o Jonas grunhiu, investindo fundo mais um pouco antes de gozar também, enchendo o Juliano com jatos quentes, o excesso escorrendo pelas coxas.
Eles caíram na cama, Jonas puxou o Juliano pro peito, beijando a testa dele.
“Você é demais… não paro de te olhar.” Juliano sorriu, ainda sentindo o pau dentro dele.
“Você também. Mas… eu tenho alguém. A gente se fala sempre.” Jonas ergueu uma sobrancelha, mas não pareceu surpreso. “Então foi só uma noite?”
“Por enquanto… quem sabe.” Juliano deu um beijo de leve nele. Jonas riu, apertando a bunda do Juliano.
“Então me liga quando quiser ser desejado de novo. Porque eu vou querer repetir isso várias vezes.”
Naquela noite, Juliano dormiu no peito do Jonas.

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Comentários (1)

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  • Roberto: Que garoto de sorte. Vovó já dizia: "mais vale um pássaro na mão do que dois voando". Segura esse, maluco.

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