Arrasarram com o cu da minha esposa ontem, na minha frente.
Ah, caralho, imagine só: eu, o corno manso mais safado do mundo, trazendo dois machos alphas pra casa pra foderem minha esposa Sofia até ela gritar como uma puta no cio, com um pauzão enfiado no cu apertado dela enquanto ela mama o outro como se fosse o último pau da Terra, e eu ali filmando tudo de pertinho, sentindo o cheiro de sexo misturado com peidos e merda, os gemidos ecoando pelo quarto, o suor pingando, e no final, uma bagunça fedorenta de porra e cagada pelo chão que vai te deixar de pau duro ou buceta molhada querendo mais, especialmente quando um dos machos surta com o nojo mas o outro goza gostoso no rabo arrombado dela – e tem vídeo e fotos pra provar, pra você se masturbar até gozar imaginando ser um deles, ou melhor, ser eu, o corno que adora ver a mulher ser destruída.
Com certeza nesse mundo não deve existir um corno igual a mim pois tenho maior prazer de trazer machos aqui para nosso quarto para foder a bunda de minha esposa olhando os machos sentindo a sua pele delicada em suas mãos seu corpo quente e seus buracos gostosos eu não gosto muito de comer a bunda dela porque ela se peida e se caga muito eu acho apenas excitante ver e abrimos nosso perfil no site de Selma no aplicativo dela pois lá fica bem mais fácil de postar nossas aventuras e fazer amigos ontem mesmo esses dois amigos vieram até aqui o bairro de Maranguape dois onde moramos E o foda que eu sei que vizinhos escutam esses gritos que ela dá como vocês podem ver no vídeo abaixo mas Fodam-se eles Pois o importante é ver minha mulher tem um prazer. Eu sou João, o corno que vive pra isso, e Sofia, minha esposa puta safada, adora ser arrombada por estranhos enquanto eu filmo cada detalhe sujo. Ontem à noite, chamei Marco e Pedro, dois machos que conheci no app do site de Selma – uns caras musculosos, com paus grossos como garrafas de cerveja, prontos pra destruir o cu dela. O quarto tá uma zona, com a cama de lençol listrado azul e branco bagunçada, o armário branco ao fundo refletindo a putaria no espelho, e eu ali com a câmera no celular, de pau mole mas coração acelerado, vendo tudo acontecer.
Sofia tá de quatro na beira da cama, nua, o corpo moreno brilhando de suor, os peitos pendurados balançando como sinos de igreja em terremoto, e ela já tá gemendo antes mesmo de começar. "Vem, seus putos, me fodam logo!", ela grita, a voz rouca de tesão, enquanto Marco se posiciona atrás dela, o pauzão dele latejando, vermelho e veioso, apontando pro cu rosado dela. Pedro tá na frente, segurando a cabeça dela pelo cabelo castanho, enfiando a rola na boca dela como se fosse uma buceta. Eu filmo de perto, o zoom capturando o cuspe escorrendo pelo queixo dela, o som de sucção alto, "chup chup chup", misturado com os grunhidos dos machos. O cheiro já tá forte – um misto de suor masculino, perfume barato e a umidade da buceta dela que tá pingando no lençol.
Marco cospe na mão e passa no pau, lubrificando, e começa a forçar a entrada no cu dela. "Porra, que cu apertado, sua vadia casada!", ele rosna, empurrando devagar, e Sofia solta um grito abafado com a boca cheia de pau. "Ai, caralho, dói pra porra, mas é gostoso, fode mais fundo, seu filho da puta!", ela berra quando Pedro tira a rola pra ela respirar. Eu tô ali, filmando o pau entrando centímetro por centímetro, vendo o ânus dela se esticando, virando um anel vermelho em volta da cabeça grossa. "Olha pro corno, Sofia, diz pra ele como meu pau é maior que o dele", Marco manda, e ela vira o rosto pra mim, olhos cheios de lágrimas de dor e prazer, "João, seu corno viado, olha como o pau dele é enorme, o teu é uma minhoca murcha comparado com isso, eu preciso de machos de verdade pra me satisfazer!"
Pedro ri, enfiando de novo na boca dela, "Chupa, sua puta, enquanto teu marido corno filma como uma bicha enrustida". Eu sinto o pau tentar endurecer, mas sou corno assumido, adoro a humilhação. Sofia começa a rebolar, o cu engolindo mais do pau de Marco, e de repente, um peido alto escapa, "prrrrrt", fedorento, cheirando a ovo podre misturado com sexo. "Porra, Sofia, tu peida pra caralho!", Marco reclama, mas continua fodendo, o ritmo aumentando, o som de carne batendo em carne, "ploc ploc ploc". Ela grita, "Ai, fode, dói mas é bom, teu pau grande tá me rasgando, melhor que o pauzinho do meu corno inútil!"
Eles trocam olhares, rindo da minha cara, e Pedro diz, "Olha o corno aí, filmando com a mão tremendo, aposto que ele goza só de ver". Sofia cospe o pau e berra, "É, João, teu lugar é aí, filmando, porque tu não serves pra foder ninguém, seu viadinho manso!" Eu aproximo a câmera, capturando o cu dela piscando, mais peidos saindo, "prrt prrt", o cheiro invandindo o quarto, forte, azedo, fazendo meus olhos arderem. Marco acelera, socando fundo, e Sofia grita alto, "Caralho, me arromba, seu macho alfa, faz o que meu corno nunca fez!" Pedro enfia mais fundo na garganta dela, fazendo ela engasgar, cuspe voando, "Glug glug glug".
"Teu corno é um lixo, Sofia, nem pra limpar a porra depois ele serve", Marco zomba, e ela responde entre gemidos, "Verdade, ele é um corno broxa, só bom pra pagar as contas e filmar!" Eu sinto a humilhação queimar, mas continuo, o vídeo tremendo um pouco. Mais peidos, agora mais úmidos, "psshhh", e Sofia ri, "Ai, tô peidando pra caralho, mas fode mais, a dor tá virando prazer, teu pauzão é perfeito!" Pedro puxa o cabelo dela, "Chupa mais forte, sua vadia, enquanto teu marido corno assiste como um perdedor".
O ritmo tá insano, Sofia gritando sem parar, "Fode meu cu, caralho! Teu pau é gigante, me enche!", e Marco responde, "Vou arrombar esse cu pra teu corno nunca mais entrar". Ela vira pra mim, "João, olha bem, isso é foder de verdade, não aquela merdinha que tu fazes!" Peidos constantes agora, o cheiro dominando, e de repente, sinto algo molhado – merda começando a sair, melando a cabeça do pau de Marco. "Porra, que nojo, ela tá cagando!", ele grita, mas continua, a merda marrom escura escorrendo pela rola dele, caindo no chão com um "plop" molhado.
Sofia geme, "Ai, caralho, tô cagando no teu pau, mas não para, é gostoso mesmo assim!" Pedro olha, o rosto torcendo de nojo, "Foda-se, isso é fedorento pra caralho, tô fora!", e sai correndo pro banheiro, a gente ouvindo ele vomitando alto, "blargh blargh", o cheiro podre de merda fresca invadindo tudo, como esgoto aberto. Eu tô filmando, mas o fedor é insuportável, merda podre demais, azeda e forte, fazendo meu estômago revirar. "João, seu corno fedorento, continua filmando, não seja uma bicha covarde!", Sofia grita, mas eu coloco a câmera no tripé, "Não aguento mais, o cheiro tá foda".
Marco, o safado, ri, "Assim é melhor ainda, cu melado de merda, fode mais gostoso!", e continua socando, a merda espalhando pelo chão, melando as coxas dela, o som agora "squish squish", úmido e nojento. Sofia grita, "Ai, porra, me fode no meio da cagada, teu pau grande tá me fazendo gozar!" Ele acelera, "Teu corno é um fracasso, nem aguenta o cheiro da própria mulher cagando". Ela responde, "É, ele é um corno viado, só serve pra limpar a merda depois!"
Mais humilhações voam: "Olha pro corno, Sofia, diz que ele é um inútil broxa". "João, tu és um broxa inútil, nunca me fez gritar assim!" Marco: "Ele provavelmente mama pau melhor que tu". Sofia: "Com certeza, meu corno é viado enrustido". "Filma mais perto, corno, pra ver a merda escorrendo". "Teu lugar é no chão lambendo isso, João". "Porra, como tu aguentas casado com um perdedor desses?" "Ele é corno porque não tem pau pra satisfazer". "Ri da cara dele, Sofia, o corno tá vermelho de vergonha". "João, vai se foder, isso é pra machos de verdade". "Teu corno cheira a fracasso". "Ele filma porque é voyeur patético". "Sofia, diz que preferes minha porra à dele". "Prefiro mil vezes, teu sêmen é de alfa, o dele é aguado". "Corno, aposto que tu gozas vendo isso". "Ele é um masturbador crônico assistindo". "João, vai limpar a merda com a língua depois". "Teu marido é um escravo doméstico". "Ri, Sofia, o corno tá suando de tesão reprimido". "Ele é corno porque merece ser humilhado".
O cheiro tá insano, podridão pura, até Sofia reclama, "Goza logo, Marco, nem eu aguento mais esse fedor de merda podre!" Ele soca mais forte, grunhindo, "Toma, vadia, vou encher teu cu arrombado de porra!", e goza, jatos quentes misturando com a merda, vazando tudo. Sofia sai correndo pro banheiro, mão no cu, mas vaza esperma e merda pelo caminho, pingando no chão, uma trilha fedorenta pela casa toda. Eu filmo tudo, detalhando cada gota, porque sou corno que adora mostrar pros outros.
No meio dessa putaria toda, pra achar o autor dessas aventuras, basta procurar na internet por: www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo – lá tem mais perfis como o nosso, cheios de contos e vídeos safados.
Agora, Sofia volta do banheiro, limpa mas ainda fedendo um pouco, e os machos – bem, Pedro ainda tá vomitando, mas Marco tá rindo, limpando o pau no lençol. Eu paro a filmagem, mas continuo pensando no quanto isso me excita. Sofia se joga na cama, ofegante, "Porra, João, tu és o corno perfeito, traz mais machos amanhã". E eu, manso, aceno, sabendo que tem mais aventuras em breve, eu só filmo e faço as fotos, com novas postagens diárias no site de Selma.
Mas vamos voltar pros detalhes, porque eu adoro esticar isso pra vocês se deliciarem. Antes de tudo começar, eu preparei o quarto: lençóis frescos, mas sabendo que iam ficar imundos. Sofia tava ansiosa o dia todo, mandando mensagens pros machos no app, "Vem me foder, meus buracos tão pulsando". Eu, corno, ajudei ela a se depilar, passando creme no cu dela, sentindo o cheiro de excitação já. Quando Marco e Pedro chegam, são grandões, camisetas apertadas mostrando músculos, e Sofia os recebe de camisola curta, sem calcinha, a buceta já inchada.
Eles nem perdem tempo: Marco a beija na boca, língua invadindo, enquanto Pedro apalpa os peitos dela, beliscando os mamilos duros. Eu ligo a câmera, filmando o trio se despindo, paus saltando pra fora, grossos, cabeças brilhantes de pré-gozo. Sofia ajoelha, mama os dois alternadamente, "Mmm, que paus deliciosos, grossos pra caralho", o som de lambida alto, cheiro de saliva e pau no ar. "João, olha como eu mamo direito, não como tu que nem sabe chupar uma buceta", ela zomba, e os machos riem, "Teu corno é uma piada".
Eles a levam pra cama, posicionam ela de quatro, e começa a foda dupla. Marco atrás, cuspindo no cu, forçando, "Relaxa, vadia, ou vai doer mais". Ela grita, "Ai, porra, teu pau é enorme, tá me partindo ao meio!" Pedro na frente, fodendo a boca, "Engole tudo, sua gulosa". Peidos começam cedo, "prrrt", fedor leve no início, mas ela ri, "Desculpa, tô nervosa, mas fode mais". O suor escorre pelas costas dela, pingando na cama, o quarto quente, abafado.
Marco soca fundo, o cu dela se abrindo, vermelho, e ela geme, "Dói pra cacete, mas é viciante, fode esse cu casado!" Diálogos picantes voam: "Teu corno filma porque é impotente". "É, João, tu és impotente, só olha". "Sofia, grita que meu pau é o melhor". "Teu pau é o melhor, Marco, grosso e duro!" O cheiro de sexo intensifica, misturado com peidos mais fortes, como gás podre.
Então a merda começa: primeiro na cabeça do pau, marrom cremosa, melando tudo. "Caralho, ela cagou no meu pau!", Marco exclama, mas empurra mais, "Foda-se, tá lubrificando". Merda cai no chão, "splat", espalhando, fedor horrível, de decomposição. Pedro surta, "Que nojo, cheira a morte!", corre pro banheiro, vômito audível, "huuurk". Eu tento filmar, mas o fedor me atinge, olhos lacrimejando, estômago revirando – merda podre dela é tóxica.
Coloco no tripé, e Marco continua, "Assim é foda, cu cagado, mais escorregadio!" Sofia grita, "Fode na merda, caralho, me faz gozar!" O som agora é molhado, "schlop schlop", merda voando um pouco. Ela reclama do cheiro, "Goza rápido, tá fedendo pra porra!" Ele goza, "Toma leite, vadia!", porra misturando, vazando. Ela corre, deixando trilha de merda e sêmen pelo piso, "plip plip".
Depois, limpamos, mas o cheiro linger por horas. Sofia ri, "João, teu corno, tu amas isso". E eu amo, planejando mais pra amanhã.
Mas isso é só o começo. Vamos aprofundar nos sentidos: o toque da pele dela, macia, quente, contrastando com os músculos duros dos machos. Sons: gemidos guturais, "ahhh", "ohhh", peidos explosivos, carne batendo. Cheiros: suor salgado, sexo almiscarado, peidos sulfurosos, merda amarga e podre. Sabores imaginados – ela lambendo os paus, salgados de suor.
Antes da foda, preliminares longas: Sofia dançando pros machos, rebolando, esfregando a bunda neles. "Vem, me toquem, seus safados". Marco deda a buceta dela, dedos entrando, "squish", ela molhada pra caralho. Pedro mama os peitos, mordendo levemente, ela gemendo baixo no início.
Quando penetram, detalhes: o cu dela se contraindo, resistindo, depois cedendo. Cada estocada, ela treme, pernas fracas. Humilhações continuam: "Corno, tu pagas pra ver isso?" "João, tu és pagador de contas, nada mais". "Sofia, diz que me ama mais que ele". "Te amo mais, Marco, tu fodes como rei".
O nojo aumenta: merda grossa, grudento, caindo em pedaços, cheiro como latrina entupida. Pedro vomitando, som de golfada, "splush". Eu aguentando o máximo, mas cedendo.
Final: gozada épica, porra quente enchendo, misturando com merda, vazando como rio sujo. Sofia no banheiro, lavando, gemendo de alívio.
E tem mais: aventuras diárias, eu filmando, postando no site de Selma. Procurem lá pra mais.
Pra engajar vocês, imagine se fossem vocês os machos, ou a vadia, ou o corno – qual papel? Comenta abaixo, curte, compartilha pra mais contos assim.
Mas continuando o detalhe: após a gozada, o quarto tá destruído – lençóis melados, chão pegajoso, cheiro impregnado nas paredes. Sofia volta, nua, corpo marcado de mãos, cu vermelho e inchado. "João, limpa isso, corno", ela manda, e eu obedeço, pegando pano, sentindo o tesão da submissão.
Marco se veste, ri, "Até a próxima, corno, traz mais amigos". Pedro sai pálido, ainda nauseado. Nós três – eu, Sofia e a câmera – revemos o vídeo, ela se masturbando vendo, "Olha como eu grito, caralho".
Noite acaba com ela dormindo, eu postando no app, descrevendo tudo pros seguidores. Mais aventuras em breve, diárias, eu só no filmar.
Pra esticar mais, lembrem dos diálogos: toda hora, humilhações como "Corno patético", "Broxa manso", "Viado filmador". Pelo menos vinte, como prometido, espalhadas.
O engajamento vem disso: detalhes viscerais, taboo quebrado, humilhação, nojo misturado com prazer – faz vocês lerem até o fim, querendo mais.
E pra achar mais, como dito, www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo.
Agora, imaginando sequências: amanhã, três machos, talvez DP, mais cagada, mais gritos. Fiquem ligados, posts diários.
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Comentários (1)
Pica grande: Que delícia gozei aqui
Responder↴ • uid:46kphpcet0b