#Assédio #Corno #Estupro #Grupal

Quadrilha do Tonhão 28 - PARTE FINAL

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Amanda-RJ

Então ele a pegou pelos cabelos e a levou para onde estava sentada toda a família, mandando que ela ficasse de quatro, mostrando a bunda toda aberta para todos, dizendo: ‘Olha como ficou o cuzão todo arrombado dessa puta, ela, naquela posição, com a cabeça baixa, morrendo de vergonha, só de imaginar a cena que seu marido, os amigos do filho e o filho estavam vendo: ela naquela situação, sem poder fazer nada, nem falar nada, apenas obedecendo às ordens dos integrantes da quadrilha de Tonhão.

Ele então falou: ‘Tá bom de mostrar esse cu arrombado para eles. Sei que você adora ficar mostrando o estrago que a gente está fazendo em você, para eles virem e aprenderem como se faz.’ Ele olhou para os quatro que estavam sentados assistindo e disse: ‘É assim que se faz, é assim que elas gostam de ser pegas, para ficar estouradas sem conseguir nem andar. Quando elas dizem que está machucando, estão só fazendo cena para nós, homens.

Então ele chamou o quarto integrante do bando, que ainda não tinha provado a mãe, e mandou que ele deitasse no chão, de frente para os quatro que estavam sentados assistindo. Puxou a mãe, que ainda estava de quatro, mostrando o cuzão para eles e mandou que ela sentasse com a bucetinha no pau do quarto integrante, lembrando que esse era o quarto na ordem do maior e do mais grosso da fila dos sete. Ela foi, posicionou-se e foi sentando devagarinho com a bucetinha no pauzão, fazendo uma expressão de sofrimento, até que entrou tudo. Só que ela tinha ficado de costas para o marido, os dois amigos do filho e o filho. Então Tonhão, que estava assistindo tudo de longe, veio falando: ‘Calma aí, assim não. Gira para ficar de frente para os quatro, e assim ela fez: sem tirar o pauzão de dentro da bucetinha, foi girando devagarinho até ficar de frente para o marido, os dois amigos do filho e o filho. Eles deveriam estar tendo uma cena espetacular, vendo-a sentada por cima daquele pauzão enorme, sendo segurada pelas ancas, inclinada para trás, deixando aqueles peitões ainda mais redondos do que já eram. E o quarto integrante a levantou um pouco pelas ancas para se descolar de seu corpo e começou a bombar forte naquela bucetinha, o que a fez fazer ela gritar alto, sendo penetrada com aquela força e rapidez.

Tonhão, vendo a cena, falou que precisava de mais emoção para quem estava assistindo. Então chamou o quinto integrante de seu bonde: ‘Vamos começar a preparar essa bucetinha para mim’, e ordenou que o quinto se deitasse, fazendo um sanduíche com ela. Disse ainda que queria ver até onde aquela bucetinha tinha de limite, ela mais uma vez tentou argumentar com Tonhão ao ver que o quinto integrante estava forçando junto com o que estava embaixo, tentando enfiar os dois paus ao mesmo tempo em sua bucetinha. Disse que não ia entrar, que ia rasgá-la, pois o quinto já tinha a ferramenta mais grossa e maior do que a dos últimos quatro que já tinham entrado nela. O quinto, sem piedade, começou a forçar a entrada até que foi vendo a bucetinha cedendo aos poucos. A cada cedida que a bucetinha dava, ela soltava um berro. Depois de uns dois minutos tentando, o quinto deu um empurrão forte para frente, o que a fez soltar um grito muito alto, quando o pau entrou até a metade. Ela estava ofegante, com uma piroca inteira do quarto já dentro de sua buceta e mais a metade da piroca do quinto. E a penetração não parava na bucetinha dela; a cada minuto que passava, mais fundo estava a piroca do quinto, até que, em um momento, a bucetinha conseguiu engolir tudo. Ela estava com as duas pirocas totalmente estocadas em sua bucetinha. Tonhão, quando viu, ficou de boca aberta, pois já tinha tentado fazer isso com várias outras casadas, de outras casas que haviam invadido, mas nenhuma tinha conseguido. Houve situações em que chegou a haver rasgamento da buceta, sendo necessário ir ao hospital para costurar os rasgos.

Tonhão, encantado com o que via, só incentivava, falando: ‘Vai, enfia com mais força que a puta aguenta, essa é das nossas’. Ele olhou para o sofá e, ao ver o filho olhando, foi até ele e o puxou pelos braços, levando-o até onde a mãe dele estava. Tonhão dizia para ele olhar a puta, que era mãe dele. O filho não conseguia nem acreditar no que via; devia imaginar como ela estava aguentando aquilo. O quarto e o quinto ficaram assim por quase dez minutos, quando os dois explodiram em um orgasmo, enchendo a bucetinha da puta com muito leite quente. Os três se levantaram e, quando ela ficou de pé, dava para ver aquela quantidade enorme de porra saindo de sua bucetinha e escorrendo por suas coxas.

Tonhão então ordenou que o bonde dele a amarrasse na mesa, com a barriga para baixo, prendendo um pé em um pé da mesa e o outro pé no outro pé da mesa, além de uma mão em um pé da frente da mesa e a outra mão no outro pé da mesa. Em seguida, mandou passar uma corda com várias voltas em volta da mesa e de sua cintura, deixando-a bem presa, bem aberta e exposta. E disse: ‘Isso aí deixa ela preparada para mim e para o meu sucessor’. O sucessor dele era o sexto integrante, que tinha a ferramenta quase do tamanho da de Tonhão: enquanto Tonhão tinha 28 cm, ele tinha 26 cm, com uma grossura que não fechava em uma mão. Tonhão, vendo que a filha que estava quietinha por causa da tampa da champanhe, chamou-a e falou: ‘Tá vendo o seu pai, os dois amigos do seu irmão e o seu irmão, que estão ficando com a rola mole?’. Ela olhou e balançou a cabeça que sim. Ele disse então: ‘Vai lá e deixa todos eles bem duros, ouviu, sua putinha?’. Ela só respondeu que sim e foi em direção ao seu pai e depois ao seu irmão e amigos dele, chupando até deixar todos duros novamente. Tonhão falou: ‘Boa, menina, muito bem, é assim que se faz’.

Então Tonhão falou para o sexto: ‘Vai lá, meu sucessor. Pega a coroa de jeito e abre caminho para mim naqueles buracos’. E assim fez o sexto, seu sucessor. Chegou atrás dela, posicionou a rola na entrada do cu e socou de uma só vez, fazendo-a dar um grito alto de dor. Sem piedade, começou a socar com tanta força que a mesa, que estava no meio da sala, foi andando para frente até parar contra a parede. Tonhão, vendo a cena, falou: ‘Tá com disposição, hein, sucessor’. Ele respondeu: ‘Não é todo dia que temos uma dessas para se acabar, chefinho, e também estou fazendo o serviço que você pediu bem feito, deixando bem larga para você, chefinho’. E assim ele ficou por quase quinze minutos revezando os buracos, uma hora na buceta dela, outra hora no cu dela, fazendo-a arrancar altos gritos, até que começou a falar que ia gozar. Segurou as ancas dela com força e começou a dar estocadas com muita força, fazendo com que os estalos ecoassem por todo o ambiente da sala, até que jorrou litros de porra dentro da bucetinha dela, quando puxou a rola para fora, chegou a fazer um barulho de ‘ploc’, junto com aquele litro de leite escorrendo pernas abaixo.

Ela olhou para todos e falou: “Por favor, não aguento mais. Estou toda arrebentada por dentro já. Estou toda arrombada, assada. Estou com a minha xoxotinha muito inchada, já está ficando até roxa de tanta estocada que levei contra ela. Não aguento mais, por favor.” Tonhão olhou para ela e falou: “Calma aí, puta, ainda falta eu te dar um trato para finalizar.”
Nesse meio tempo, o pai falou: “Para, para, eu vou gozar.” Tonhão olhou e foi falando até chegar lá: “Não para, não. Continua.” E a filha olhou para o pai, com a rola dele na boca, meio que dizendo que não podia fazer nada e que teria que continuar, até que o pai começou a se tremer todo, com a filha com a rola na boca e Tonhão falando: “Caramba, olha a garganta da putinha”, fazendo movimentos de que esta bebendo toda a porra do pai. Até que ela parou, abriu a boca e mostrou que não tinha nada, que tinha bebido tudo. Tonhão então falou: “Muito bem, aprendeu com a puta da sua mãe agora faz o mesmo nos outros três.”

E então Tonhão voltou para finalizar o serviço com a coroa. Esfregou a rola, deu uma cuspida nela para dar uma leve lubrificada, apontou na entrada da bucetinha, segurou as ancas da coroa e fez a contagem regressiva: 3, 2, 1.
Lembrando que Tonhão tinha 28 cm e uma grossura equivalente a uma garrafa de Coca-Cola de 600 ml.

E assim ele fez: 3, 2, 1, e entrou de uma só vez, fazendo ela soltar o maior berro que já tinha soltado naquela noite.
Os integrantes do bando de Tonhão disseram: “Pronto, acabou com a mulher, acabou com o que faz ela ter prazer. Agora ela só vai conseguir ter prazer com cavalos e não mais com seres humanos. Todos riram muito. O marido dela apenas colocou a mão na boca, espantado e assustado com o que via.

Tonhão só socava com força, sem piedade, fazendo ela gritar muito. Revezava um pouco no cuzinho, um pouco na bucetinha dela. Já estava assim há uns 8 minutos nesse revezamento, até que o impressionante aconteceu, para surpresa de todos: ela começou a gemer. Onde só havia gritos de dor, começaram a surgir sons de gemidos. Todos na sala ficaram sem acreditar.

E Tonhão falou: “Tá gostando, né, sua puta, dessa surra que estou dando de rola em você, né?” Ela olhou para trás com cara de safada, uma expressão que só o marido dela conhecia, aquela que ela fazia quando estava sentindo muito tesão.

Apesar de ela estar amarrada, sem conseguir se mexer, ainda conseguia dar pequenas reboladas com a bunda para sentir mais o pau de Tonhão. Tonhão, olhando aquilo, gritou para todos: “Olhem, gente, olha aqui, a safada tá gostando da surra que estou dando nela.” Nessa hora, ela nem ligava mais para quem estava na sala. Chamaram o marido dela para ver, e também o filho. Falaram: “Olha a puta da sua mulher empurrando a bunda contra o meu pau para sentir ele mais fundo.” E para o filho falaram: “Tá vendo a mãe que você tem? Uma putinha igual a todas.”

Ela olhou para o marido e falou: “Desculpa Amor.”
Em seguida, olhou para o Tonhão com cara de safada e disse: “Você não disse que ia arrombar a puta rica aqui? Que ia arrombar a coroa do corno? Cadê? Não tô vendo você me arrombando. Cadê, seu frouxo? Não tá aguentando esfolar a puta casada, né?”

Nessa hora, todos do bonde do Tonhão arregalaram os olhos e falaram: “Caralho, chefe, a mulher desafiou você! Caralho, chefe!”
Tonhão falou: “Ah, é, sua puta? Você vai ver agora.”
Tonhão segurou as nádegas dela e começou a socar seu pau com uma força tão grande que a mesa saía da parede e voltava a bater na parede, de tão fortes que eram as estocadas na buceta dela.
Ela começou a gemer cada vez mais alto e a gritar: “Isso, arromba minha buceta, seu puto, acaba com ela, esfola meu útero todo, seu negão filho da puta. Você não queria isso? Agora faz.”
Ela continuava gemendo alto e gritando: “Ai, amor, não tenho mais buceta, não sinto mais nada. Ai, amor, ele está acabando comigo. Aaaaa, eu vou gozar, eu vou gozar.”
Ela começou a se tremer toda. Então Tonhão tirou o pau da buceta e enfiou com tudo no cu, e disse: “Goza, sua vadia, goza no meu pau.”
Ela deu um grito muito alto e disse: “Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, tive um orgasmo que nunca tive.”

Depois do maior orgasmo que ela já teve na vida, ela se calou, ficando mole sobre a mesa, sem forças, e fechou os olhos.
Tonhão, sem pena, continuava a socar forte em seu buraco, sem piedade, até que gritou: “Vou gozar também.”
Em uma explosão, deu cinco estocadas com tanta força enquanto gozava que a mesa bateu na parede e quebrou no meio, fazendo a coroa ficar dobrada ao meio, sem dobrar os joelhos.
O bonde do Tonhão falou: “Caralho, chefe, quase atravessou a mesa na parede”, e todos riram. Quando Tonhão tirou o pau de dentro dela, só se viam os dois buracos que tinham ficado nela.

Tonhão então chamou o marido e falou: “Agora chupa a buceta dela até limpar tudo. Não quero ver nenhuma gota de gozo da rapaziada nela. E as pernas você pode lamber também, para limpar tudo. Está escutando, marido?” Ele tentou argumentar que era hétero e que não ia lamber gozo de outros homens, até que Tonhão mostrou o fuzil. Então ele começou a lamber a esposa toda, deixando ela completamente limpinha.

O bonde do Tonhão começou todos a se vestirem para ir embora da residência, mas antes desamarraram a esposa e a pegaram no colo, abrindo as pernas dela e levando-a para os amigos do filho darem a última olhada em como tinha ficado a buceta cu e os peitos dela, e a última olhada naquele corpão todo esfolado de tanta rola que levou.
Soltaram ela nua no chão e, quando já estavam indo embora, o marido os chamou e falou: “O cofre está atrás daquele quadro ali.”
O bonde falou: “Por que não falou antes? Ficou dizendo que não tinha.”

Pegaram o cofre e foram embora. A esposa falou: “Por que você falou onde estava o cofre?”.
O marido respondeu: “Fiquei com raiva por você ter gozado”.

Depois desse dia, todo final de semana a coroa vai para o alto da comunidade, para os bailes funk organizados por facções, e para o marido ela diz que vai sair com as amigas.

E sempre que os amigos do filho vão lá, ela faz um agrado a eles, andando sem roupa e deixando que fiquem passando a mão nela e enfiando dedos nela, enquanto o marido está no trabalho.

FIM..............................

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