#Gay #Incesto #Teen

Passei a virada sem cueca com o meu pai. Meia-noite ganhei o que queria.

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Novinho Dudu

Não sei quem da minha família deu a idéia de passar a virada em um hotel fazenda. De primeira achei fiquei contrariado porque meu pai prometeu que a gente ficaria em casa trepando e podendo falar todo tipo de putaria que quisesse um pro outro, mas agora voltando pra casa posso dizer que foi a melhor coisa que fizemos.

Chegamos no hotel ainda de manhã no dia 31. Vi meu pai brigar no telefone dizendo que tinha outras coisas pra fazer no caminho e que por isso era impossível levar algum parente, quando na verdade ele só queria poder dirigir ganhando meus carinhos como sempre.

Sempre vi pessoas no banco do carona servindo de apoio durante os passeios e agora é minha vez. Não muda nada o fato de eu ter só 15 anos e o cara que dirige enquanto minha mão fica na sua coxa é meu pai. Na verdade isso só nos inspira mais. Às vezes ele diminui a velocidade, me olha com mistério e eu nunca sei o que pode ser, afinal somos pai e filho, amantes, putos, tudo junto. Sem perder o foco na estrada ele coloca o banco mais para trás e me faz sentar em seu colo enquanto dirige. Meu único esforço é fazer questão de sentar bem centralizado no volume pra ele sentir o meu rabo encaixado. É perigoso, mas se meu pai está mandando…

No hotel fomos direto para a piscina. Dentro do quarto ele me olhou de sunga, deu uns tapas na minha bunda e perguntou como aguentaria ficar me admirando na água sem deixar a rola dura. Eu gostei do desafio, seria melhor nem me falar isso, porque assim que entramos a primeira coisa que fiz foi correr para os braços dele. A melhor parte de ser o amante e o filho desse homem é poder usar seu corpo sem ser julgado. Posso abraçar, agarrar, me pendurar nele, que aos olhos dos demais não passo de um garoto grudento, mas embaixo d’água nossa rola roça dura uma na outra ao ponto de quase me fazer gemer fininho.

Vejo que outros homens me olhando quando meu pai não segura o desejo e me beija no pescoço de um jeito íntimo demais, além de demorar muito com os lábios me dando uma chupadinha. Sei como funciona a cabeça dos homens, na de quem assiste essa cena eu estou pelado, meu pai enorme por cima e minhas pernas ao redor da cintura larga são o encaixe perfeito que faz a pica entrar facinho. Eu sei que sou uma fantasia.

Foi bem aí que soltei todo manhoso no ouvido dele:

“Me come bem rapidinho, papai?”

“Aqui na piscina? Você se supera. Tá maluco que eu vou fazer isso…”

“Bota em mim aqui, ninguém vai ver. Tá ficando de noite. Vai, por favor…”

“Que merda você acha que eu tenho na cabeça? Se eu te comer aqui geral vai notar. Olha o meu tamanho…”

Mas eu ignorei o que meu pai falou e virei de costas pra ele na borda da piscina. Os mesmos homens que bebiam nas cadeiras ao redor continuaram olhando, nenhum deu sinal de que perderia aquilo, afinal sabiam que algo rolava ali. Tava na cara do meu pai que tinha uma pica dura enorme roçando meu rego lá embaixo, esse é o tipo de coisa que não dá pra disfarçar. Senti ele forçar atrás de mim, segurar na borda e encenar que só estava encostado no próprio filho, quando na verdade abaixou a minha sunga e começava a esfregar a cabeça da piroca. Só isso quase me fez gemer e ele deu um risinho quando eu tranquei os dentes.

Tem coisa que homem não pode experimentar. Tem sensação que fica pra sempre no nosso corpo. Um rabo apertado, bem lisinho e macio do próprio é um deles. Nenhum homem sai ileso dessa experiência. Já ouvi do meu pai que alguma coisa no cérebro dele mudou e não consegue mais ignorar minhas vontades, parece que a partir da primeira vez que me comeu virou para sempre um maluco, um viciado nesse desejo perigoso.

Deu uma mordida na minha nuca, suspirou pesado e sussurrou só pra mim olhando ao redor pra tentar disfarçar enquanto abria minha bunda e colocava a cabeça bem no meio, forçando pra entrar, mas com dificuldade por causa da água.

“Que vontade de arregaçar você.”

Eu gargalhei e empinei, ele forçou e doeu. Decidi que não dava pra meter ali, mas dava pra fazer outra coisa.

Virei de novo, coloquei as duas pernas ao redor da cintura, prendi, encaixei gostoso e fui batendo uma pra ele roçando nossas picas bem juntinhas. Tomei todo cuidado pra não fazer movimentos rápidos demais, mas também foi impossível não acelerar. Num minuto meu pai estava fechando os olhos e respirando pesado, apertando a boca e delirando na minha mão.

“Goza pra mim, pai. Vai… eu quero te ver gozando agora.”

“Você acaba comigo” ele se esforçou pra falar sem gemer alto.

Quando estava pertinho de gozar, grudou o rosto no meu pescoço e gemeu bem baixinho só pra mim. Uma quantidade exagerada de porra subiu na água e eu ri dando uma bagunçada pra sumir de perto da gente. Demoramos pra sair porque os homens continuaram nos olhando e nossa pica insistiu em continuar dura.

A gente demorou a se arrumar porque ficamos de preguiça na cama nos beijando lento, chupando a língua um do outro enquanto a música lá fora ia aumentando de volume. Muitas vezes achei que uma trepada ia começar, mas meu pai parava e me deixava com mais vontade.

Tomei um banho, me preparei para o meu pai, enchi meu corpo de óleo, fiquei cheirando a paraíso como ele mesmo costuma dizer, coloquei minha bermuda sem cueca e fomos para a festa no salão.

No meio da noite ainda fiz meu pai escapar comigo para o banheiro e lá me beijou demorado se esfregando no filho preso entre a parede e seu corpo enorme. Bebeu champanhe, misturou com vinho, e já passava das 23 horas quando ele me apontou o volume formado na altura da sua virilha.

“Quero comer meu filho quando o ano virar” ele confessou pra mim em segredo.

“Deixa eu te mostrar uma coisa”

Virei e abaixei minha bermuda deixando meu pai ver que não coloquei nenhuma cuequinha por baixo.

“Sabe que passar a virada sem cueca tá pedindo uma coisa, né…”

“O quê?” Perguntei dando uma boa mordida nos lábios.

“Tá pedindo pica do paizão” e ao falar deu uma apertada na rola por cima da própria bermuda que me encheu de tesão.

Eu ri. Estava perto da contagem. Corremos dali de mãos dadas, em segredo, nosso mundo colidindo com o da perversão.

No quarto arrancou minha roupa com fome, me beijou, mordeu meu queixo, gemeu lambendo meu pescoço, montou meu corpo, abriu minha bunda e me comeu primeiro com a língua. Meu pai sabe chupar meu cu de um jeito absurdo, parece que quer enfiar o rosto inteiro em mim.

Olhei o relógio ao lado da cama. 23:45.

Me colocou no colo, sentamos suados e ele sussurrou que me ama enquanto cuspe na minha boca para depois pedir um beijo grudento. Eu tava meladinho, pronto pra ganhar o que pedi o dia inteiro. De novo me jogou na cama, abriu meu rabo com os dedos, cuspiu lá dentro, lotou de lubrificante. Que sensação deliciosa quando é o seu próprio pai que bate na sua bunda e ordena, todo grosseiro, que você tem que empinar pra ganhar pirocada.

Olhei o relógio. 23:57.

Montou meu corpo me fazendo adorar seu peso por cima de mim, eu mesmo abri minha bunda, subi o quadril o máximo que pude feito uma cadela quando quer cruzar e ele encaixou a cabeça da piroca que tava pegando fogo. Senti uma coisa percorrendo meu corpo inteiro e meu gemido saiu tão alto que meu pai gemeu junto sem nem ter metido ainda. Quando aprontou ali, endireitou e socou, os fogos lá flora explodiram.

Meu pai me comeu gemendo alto, me arregaçando, ao mesmo tempo que o ano entrou rompendo tudo. Me fudeu com força como só um macho de verdade sabe fazer, botando pra machucar e parando pra me render carinho, mas sempre recomeçando as estocadas pra torar o rabo do próprio filho.

Ficamos assim pela madrugada adentro, as vezes indo rápido, as vezes parando pra respirar porque ele estava fazendo doer tudo, as vezes fazendo amor lento, cheio de paixão. Quando gozou a primeira foi tudo pra dentro de mim. Se pudesse teria me engravidado ali mesmo, foram suas palavras, não minhas. A segunda gozada foi na cara. Melamos a cama inteira e nosso corpo, e o cheiro do nosso sexo devia estar saindo lá no corredor.

“Pra um moleque da sua idade… Você tá dando um show na cama, filho.”

“Tenho um professor perfeito.”

“Gostei. Acho que posso te dar algumas aulas, hein…”

A gente riu e ele me puxou para um grudinho peladão no meio dos lençóis bagunçados. Ainda chupei mais daquela pica melada, ainda nos beijamos incontáveis vezes e não voltamos pro salão. Eu tinha tudo que precisava ali na cama e meu pai tinha tudo que queria: um puto de verdade no corpo pequeno do seu filho.

“Cair na pica é o melhor jeito que tem de entrar o ano” meu pai falou e riu da própria sacanagem.

“Eu tô ardendo inteiro, pai.”

“Vou cuidar desse cuzinho, vem pro banho. Deixa eu te limpar pra depois te sujar inteiro de novo. Eu me conheço, ainda tem leitinho pra você hoje.”

“Vai me dar tudo?”

“Que pergunta besta” ele riu. “É tudo seu, filhão. Isso aqui é todinho seu.”

Ele falava de joelhos praticamente em cima de mim enquanto eu deitado admirava o monumento que é o meu pai inteiro pelado. O cara é enorme, as coxas grossas, o peitão farto de homem formado. E mesmo assim, sendo um cara grandão, sendo um puto insaciável, é o filho adolescente que ele quer torar na cama.

Que sorte a minha.

Banho. Cama. Pedimos serviço de quarto. O cara nos olhou torto quando meu pai atendeu a porta só de cueca marcando a piroca meio durinha e deu pra me ver largado na cama sem roupa nenhuma. Foi ousado, mas delicioso.

Mais trepada na madrugada, mas agora bem devagarinho, bem mansinho. Meu pai me comeu apertado, agarrado em mim, quase choramingando de tesão no meu ouvido. A pica melada fazendo barulho toda vez que entra e fica presa lá dentro, nossa respiração pesada, a dele de homem adulto, a minha suave de criança.

Pegamos a estrada bem cedo depois de nos despedir de todo mundo com a certeza que faríamos aquilo de novo. E se a gente fizer, pode ter certeza que vocês saberão de tudo.

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Comentários (2)

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  • MG85: Esse conto merece mil estrelas, mas deixa ela mais picante.

    Responder↴ • uid:1eoufzdqcbh2
  • Lumberjack&Gipsy: Putinho gostoso, seu pai tem sorte de ter um filhote tão safado sempre a disposição dele.

    Responder↴ • uid:gsv3co499