Pegando a casada no trabalho
Sou negão, tenho 1,70 e pau de 20cm. Tenho 29 anos e esse conto é real e aconteceu quando eu tinha 25 anos. Eu trabalhava no setor de almoxarifado numa empresa grande do centro de SP. No meu setor, trabalhava eu e mais 3 homens e minha supervisora era a única mulher, até que um dos meus colegas saiu e a vaga foi preenchida por uma mulher, vamos chamá-la de Sabrina (nome fictício) na época ela tinha 23 anos, casada (casou nova, com 19 anos). Sabrina era loira, magrinha, 1,56, não tinha muito peito, mas tinha uma bundinha gostosa. Ela e o marido havia se mudado pra São Paulo a pouco mais de um ano, vindos do Recife, ela ainda tinha um sotaque nordestino muito gostoso de ouvir com aquela voz doce dela.
Com a saída do meu colega, eu passei a ser o funcionário com mais tempo de casa no setor e minha chefe me deu a tarefa de ensinar a ela tudo sobre o trabalho e o que ela deveria fazer. Então Sabrina sentou ao meu lado durante um mês e foi aprendendo comigo. A princípio eu não tinha interesse nela, fomos tendo uma amizade, com o passar dos dias juntos, fomos aprendendo um do outro e conversando sobre coisas pessoais, saíamos algumas vezes pra almoçar juntos e riamos bastante juntos. A intimidade foi aumentando a ponto de ela começar a falar coisas do seu casamento, dizia que amava o marido mas que ele era muito passivo, não resolvia as coisas de casa, não trocava um chuveiro, uma lâmpada, nada… que nesse tempo em São Paulo ela era a principal fonte de renda pra eles se manter, ele não parava num emprego e ela às vezes se sentia frustrada. Eu dizia que talvez ele não esteja ainda se adaptando bem a rotina em SP, talvez melhore com mais tempo.
Os dias foram passando e fomos ficando mais próximos ainda, um dia nosso colega de equipe ficou de atestado e chegou uma grande entrega no almoxarifado, eu e Sabrina tivemos que receber e guardar tudo. No final ela se queixou de dor no ombro e eu me ofereci a fazer uma massagem e ela aceitou, fui massageando seus ombros e ela foi relaxando, me agradeceu pela massagem e disse que era a melhor que ela já tinha recebido e respondi que se for pra melhorar o dia dela eu faria massagem nela todos os dias e ela disse “eu vou amar ser massageada por vc” trocamos olhares, sorrindo um pro outro. Ela perguntou pq eu não namorava, eu disse que cheguei a gostar de uma mulher de lá, mas ela me dispensou e eu fiquei tranquilo na minha. Ela disse “essa mulher que saiu perdendo, vc é lindo, inteligente, cavalheiro e tem uma massagem maravilhosa” eu agradeci e retribui os elogios “você que é linda, divertida, inteligente, maridão tem sorte em ter vc”
Mais dias foram se passando, a intimidade crescia com os elogios diários, massagens, troca de olhares, as conversas sempre regadas de toques físicos, ela passava a mão no braço, eu no seu cabelo, sempre a puxando pra um abraço e ela sempre correspondendo. Já não dava pra negar, eu desejava aquela mulher e ela me desejava. Aquela tensão sexual, aquele flerte proibido com a colega casada crescia a cada dia.
Um dia eu estava sentado no computador e ela na última fileira do almoxarifado guardando material. De repente ela grita “aí que merda, não acredito” e levantei e perguntei o que houve, ela disse “minha calça enroscou num ganjo atrás, acho que rasgou, vê pra mim” e olhei e havia um pequeno corte na calça na sua bunda, na banda direita e eu falei que rasgou e ela pediu pra eu mostrar onde, eu então pedi licença e passei meu dedo na sua bunda na área do rasgo sentindo sua pele macia, aquilo acelerou meu coração e ela tava desesperada sem saber como ir embora com um rasgo na bunda, eu lhe ofereci minha blusa pra ela cobrir e ela aceitou. Ela falava “meu Deus, que vergonha minha bunda, quero nem pensar as pessoas olhando” eu disse que só olhei e toquei pq ela havia pedido e ela disse que comigo não tinha problema e que do meu toque ela gosta” nos olhamos ali naquele último corredor do almoxarifado onde a câmera não pega e eu disse “desculpa a ousadia em perguntar, mas vc tá sem calcinha?” Ela disse que não e eu falei que era pq eu só vi e só senti sua pele ali mo rasgo na calça e ela me disse “minha calcinha é fio e bem pequena, olha” ela se virou abaixou a calça pra mim. Ela realmente usava uma calcinha branca de renda, fio dental socada naquela bunda gostosa. Eu fiquei de pau duro na hora, começou a marcar na calça e ela viu e me olhou com cara de safada e perguntou “o que é isso? Sou sua amiga e casada, você está de pau duro pra mim?” Eu respondi “sei que somos amigos, você é casada e não quero te desrespeitar mas eu não sou de ferro, vc é espetacular” eu segurei na sua cintura, colei nossos corpos, cheguei bem perto do seu rosto olhando naqueles olhos que me olhavam de volta com intensidade e desejo. Ela suspirou e me perguntou “o que vc tá fazendo” e eu respondi “o que eu quero fazer a muito tempo e não aguento mais segurar o desejo” eu beijei sua boca e ela se entregou. Não importava o trabalho, o relacionamento dela, nada mais importava. Nossas línguas dançavam e nossas mãos passeavam pelo corpo um do outro, ela envolveu as suas mãos na minha nuca e eu desci as minhas até sua bunda e apertei me deliciando daquela raba, ela então pega meu pau por dentro da calça. Estávamos loucos pelo desejo e íamos transar ali mesmo, então ouvimos um barulho na porta do almoxarifado, rapidamente nos separamos e nós recompomos, minha chefe tinha acabado de chegar e por sorte nada viu.
Era um caminho sem volta, aquele beijo rompeu qualquer barreira entre nós. Depois daquilo, cada almoço juntos, a gente dava um jeito de se pegar, as carícias e troca de olhares durante o trabalho. Alguns dos nossos colegas percebia o clima entre nós, mas a gente não ligava mais.
O marido dela, mesmo sendo um frouxo, era muito ciumento, então concordamos em não conversar on-line pq todo amante por mais que apague mensagem em algum momento dava algum deslize e ele pegaria esse deslize. Então não trocávamos nudes, não conversávamos putaria, na verdade não conversamos nada por celular e não precisávamos, a gente passava o dia juntos e sempre dávamos um jeito de se pegar. O marido controlava muito ela, sabia o horário que ela saía e o horário que ela devia chegar em casa. Seria
Impossível ela inventar que faria hora extra pq ele ligaria pra saber se ela tava no trabalho.
O tesão tava incontrolável, eu amava beijar aquela boca, mas eu queria mais, queria fuder aquela gostosa. Então surgiu a oportunidade, precisamos trabalhar num sábado pra fazer a contagem do estoque, nesse dia estava eu, ela e nosso colega. Nosso horário de trabalho era até as 15h mas se terminássemos mais cedo, poderíamos ir embora mais cedo. A empresa parecia fantasma naquele, tinha pouquíssimos funcionários na empresa inteira. Terminamos o trabalho por volta de 14h20, nosso colega foi embora e ficou eu e Sabrina lá. A gente sabia que podíamos ir embora mais cedo, mas o corno não sabia. Pra ele a esposa sairia às 15h em ponto e ele ligaria pra ela esse horário. Não tínhamos tempo pra chegar num motel e não precisávamos disso, fomos pro último corredor, aquele onde tudo começou e lá começamos os beijos intensos e desesperados. A gente desejava loucamente um ao outro. Ela não perdeu tempo, abaixou minha calça e chupou meu pau, pqp, que boca gostosa, ela disse que sonhava com meu pau a muito tempo, eu tava quase gozando, mas levantei ela, eu não queria gozar ainda. Beije sua boca e comecei a beijar seu pescoço, ela entre suspiros disse não, mesmo querendo muito. Ela disse “eu amo beijo no pescoço, mas não posso ficar marcada, ele vai ver” eu respeitei, tirei sua blusa e chupei seus peitos com muita vontade, ela gemia baixo e acariciava meu cabelo, minha mão já dentro da sua calça por cima da calcinha já sentia sua bct molhada. Não tínhamos muito tempo, ela apoio a perna numa escadinha e eu chupei sua bct com gosto, que delícia raspadinha, minha língua percorria seu clítoris, sua bct e tentei seu cuzinho tbm mas a posição não favorecia, ela desesperada implorava “me fode, rápido, não temos muito tempo eu quero sentir seu pau todo dentro de mim. Eu abracei ela, beijando sua boca, levantei ela no meu colo, encaixei meu pau na entrada da sua bct, ele entrou de uma vez de tão molhada que ela tava, ela gemeu alto e depois tampou a própria boca enquanto eu metia com ela no colo. Ficamos nessa posição por alguns minutos depois eu sentei no cadeira e ela veio por cima. Sentava esfregando sua buceta e eu chupava aqueles peitos igual louco. Ela começa anunciar que vai gozar, intensifica os movimentos e então tem um orgasmos, suas pernas tremiam e ela me apertava me abraçando. Ele falei que iria gozar, ela saiu de cima e caiu de boca no meu pau. Eu gozei muito, foram várias jornadas dentro da boca dela. Sabrina engoliu tudo. Nós abraçamos, aquela transa queríamos a muito tempo. Era 14h50, nos recompomos e preparamos pra um embora. 15h em ponto o marido ligou perguntou se tava tudo bem e como tinha sido o trabalho, ela disse que foi ótimo mas cansativo, trabalhamos duro, muito duro. Ela olha pra mim com cara safada, então diz pro marido que tá indo embora já. Depois de desligar eu chego no ouvido dela e falo “vc é uma putinha vagabunda mesmo” ela “o que mais?” Uma cachorra safada, casadinha vagabunda” que delícia ela disse e me beijou de novo, mas logo interrompeu senão a gente ia transar de novo.
Sabrina e eu fomos amantes por alguns meses, mas infelizmente mesmo tomando muito cuidado, as vezes sua bunda e seu pescoço ficavam um pouco marcados e o marido começou a desconfiar. Então eles se mudaram, ela prometeu largar dele voltar pra mim. Faz anos que não a vejo e não tive notícias, hoje só restam as lembranças das loucuras que fizemos juntos
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Comentários (3)
Beto: Tá vendo pessoal na primeira transa a mulher chupou a Rola do negro e ainda deu o cuzinho
Responder↴ • uid:muiqg94x8Wass: Muito Bom 👍!!!!
Responder↴ • uid:1erbpf37fp80Vagabundo: O conto é bom ,você escreve bem mas vamos entender, negão de 1,70 m ,tá mais pra neguinho , eu sou um negão de 1,87 , aí dom negão meu parceiro. Parabéns pelo conto
Responder↴ • uid:hhbjfqqoqwe