#Corno #Traições

Minha esposa com o cu arrombado na lua de mel

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Paraíso do corno

Aquela noite deveria ser a mais feliz da minha vida. Nossa lua de mel, a primeira vez que eu teria Isabela só para mim, como minha esposa. Quando entramos no quarto do hotel, eu mal conseguia esperar para despi-la.

Mas assim que tirei o vestido branco, o ar me faltou.

Vi as marcas. Pequenos arranhões, roxos espalhados pelas coxas, marcas vermelhas na cintura. Senti o estômago embrulhar.

Ao tirar sua calcinha vi sua buceta vermelha é seu cuzinho aberto, como nunca tinha visto antes.

— Isa… o que é isso? — perguntei, tentando não deixar a raiva na voz. — Essas marcas… quem fez?

Ela desviou os olhos.
— Não é nada, amor… só coisas da despedida…

Meu peito apertou.
— Me conta.

Ela respirou fundo, tentando me enrolar, dizendo que a festa tinha sido ótima, que várias amigas estavam lá. Mas eu não deixei barato.
— E as marcas, Isa? — repeti, firme.

Foi quando ela baixou os ombros e confessou:
— No fim… só eu e a Carla ficamos.

Meu coração parou. Carla. A esposa do meu melhor amigo. A mulher que ele sempre gabava como recatada e fiel.

— Continua — falei, a voz rouca.

Isabela mordeu os lábios.
— Ela já estava muito bêbada, mal conseguia andar… Eu não queria deixá-la sozinha. Aí… apareceram dois garçons. Fortes, atrevidos… começaram a falar coisas… e a Carla se assanhou. Disse que estava louca pra dar o cuzinho.

Meu sangue ferveu.
— E você?

— Eu insisti pra irmos embora, mas ela não queria. Então fui ao banheiro… e quando voltei…

Ela hesitou. Eu apertei.
— Fala!

— Eu vi, amor… — ela disse, corando. — Carla de joelhos, mamando os dois. Um deles tinha uma rola enorme, grossa, quase impossível de engolir. O outro era mais moreno, forte, com um pau grosso que mal cabia na boca dela. Eles seguravam o cabelo dela e socavam até ela engasgar… e ela gemia.

Meu pau latejou contra a calça. Eu não queria, mas ouvir aquilo me excitava.

— Eu tentei tirá-la dali, mas ela não queria — Isa continuou. — Então eles me cercaram também. Um pegou na minha cintura, o outro passou a mão nas minhas coxas… eu fiquei sem reação.

— E deixou? — perguntei, sentindo raiva e tesão se misturarem.

Ela respirou fundo.
— Eles nos levaram para os fundos… onde tinha uns colchões. E lá… já havia mais um. Outro manobrista.

Quase perdi o ar.
— Três?

Ela assentiu. E começou a descrever.

Eu a vi com meus olhos da imaginação: Carla aberta num colchão, sendo comida por dois ao mesmo tempo — o moreno metendo forte na buceta e o tatuado arrombando o cu dela, enquanto ainda chupava o pau do terceiro. Era uma vadia completa.

E minha esposa, deitada ao lado, sendo devorada pelo loiro, que chupava sua boceta até fazê-la gritar. Então Carla, entre gemidos, segurou a mão dela e disse: “Deixa eles te abrirem também, você vai amar.”

Isa fechou os olhos, como se revivesse a cena.
— O moreno me penetrou pela frente… socando fundo. O loiro me forçou a abrir a boca e me fez engolir o pau dele. E o tatuado… me pegou por trás… abriu meu cuzinho devagar… e entrou inteiro.

Senti uma pontada no peito. Minha esposa, a mulher que nunca me deixou tocar seu cu, que sempre dizia que era dela e só dela, estava confessando que tinha sido aberta por um estranho.

E o pior? Eu vi no rosto dela. Ela tinha gozado. Tinha amado.

Ali, na nossa lua de mel, ela me contou que na véspera do casamento tinha sido fodida por três homens ao mesmo tempo… ao lado da esposa do meu melhor amigo.

Meu mundo desmoronava… mas meu pau latejava como nunca.

Eu sentia o coração pesado, como se tivesse levado um soco no estômago.
Minha esposa, minha noiva até ontem, a mulher que eu sempre achei intocável, estava confessando que tinha sido fodida por três homens… de uma só vez.

E mesmo assim, meu pau pulsava dentro da calça, duro como pedra.

Engoli seco e olhei bem nos olhos dela.
— Me conta, Isa. Quero cada detalhe. Quero saber como foi.

Ela arregalou os olhos, surpresa.
— Amor, eu…

— Não me chama de amor — cortei, com a voz grave. — Só fala. Quero ouvir como eles te usaram.

Ela respirou fundo, o rosto vermelho, mas começou.
— O primeiro foi o moreno… Ele tinha um corpo enorme, braços grossos, peito marcado. Quando entrou em mim… eu senti como se estivesse sendo aberta de verdade. O pau dele era grosso, quente, latejava dentro de mim a cada estocada. Eu tentei me controlar, mas cada vez que ele socava fundo, eu gemia mais alto.

Meu sangue ferveu.
— E os outros?

Isa mordeu os lábios, como se estivesse com vergonha de lembrar.
— O loiro se ajoelhou na minha frente e forçou o pau na minha boca. Era tão grande que mal cabia… bati com a mão no peito dele tentando parar, mas ele segurou a minha cabeça e me fez engolir. Eu engasgava, mas ao mesmo tempo sentia um prazer estranho… meu queixo doía, mas eu continuei sugando.

Meu pau pulsava, quase rasgando a calça. Eu estava me masturbando mentalmente, só de ouvi-la.

— E o terceiro? — perguntei, a voz quase falhando.

Ela fechou os olhos, como se sentisse tudo de novo.
— O tatuado… ele se aproximou por trás. Eu disse que não, que ali ninguém tinha me tocado antes… mas ele não parou. Passou a mão no meu cuzinho, cuspiu e foi colocando devagar. Doeu, muito… mas quando ele entrou inteiro, meu corpo tremeu. Eu nunca tinha sentido nada igual. Era dor e prazer misturados.

Engoli em seco.
— E você gozou?

Ela abriu os olhos, encarando-me com vergonha.
— Sim… várias vezes.

Senti uma fisgada no peito, mas o tesão falava mais alto.
— Quero que me diga… como foi estar com os três ao mesmo tempo.

Ela respirou fundo e respondeu:
— O moreno metendo forte na minha buceta, o loiro socando minha garganta e o tatuado me abrindo atrás… Eu estava sendo fodida em todos os lugares ao mesmo tempo. Eles gemiam alto, suados, me segurando como se eu fosse só deles. Eu não tinha mais controle, só gemia e gozava sem parar.

Fechei os olhos, imaginando a cena. Minha esposa usada, fodida, marcada, gozando como nunca… enquanto eu, seu marido, nem fazia ideia do que ela tinha vivido na véspera do nosso casamento.

Meu pau latejava tanto que parecia que ia explodir.

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Comentários (4)

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  • Capixaba corno: Toda mulher recatada tem uma puta em si, o que falta é uma introdução um acidente sexual um consentimento de si ou do seu parceiro.

    Responder↴ • uid:aye0m9c
  • CORNINHO HUMILDE.: Ver a esposa com a bucetinha e o cuzinho laciados por outros, não tem preço!!! Adorei, quando a minha chegou um dia de madrugada cheia de porra, de dois machos ricaços da cidade que fuderam ela.

    Responder↴ • uid:1d2kpfwv6qaw
  • Vagabundo: O conto é bom mas me pareceu sem um fim a altura, ficou sem uma boa conclusão

    Responder↴ • uid:hhbjfqqoqwe
  • Torres: Muito bom continue assim, conta mais 😃

    Responder↴ • uid:7xbysxwqrb