#Gay

Loucura e novo caso

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dan98br

Na sala, eu pensava em alguma alternativa diante da situação exposta. Atendi ao telefone e sabia que não havia como, afinal, o cenário mostrava complexo demais, deixei por conta dele tomar alguma decisão que não veio. Minha cabeça não sabia como lidar e tive que refletir bem evitando ultrapassar o limite da razão, afinal, Honório havia voltado para sua esposa após insistência da Carla, sua filha, fiquei sem meu macho de caralho preto que completava meu cu branco! Fazer o quê, né? Vida que segue! Por fim, a ficha caiu e precisava partir à caça para não ficar sem sexo aos dezenove anos. Sou o Daniel, branco, olhos castanhos, 1.69 de altura, cabelos pretos, hoje com 27 anos. Foi um período ruim pois estava muito em dúvida se fazia sexo casual, dava um bom tempo e esperasse surgir um cara para sexo fixo ou até parasse em fazer sexo com homens! Tudo isto passou pela minha cabeça e tive que mostrar maturidade na decisão. O certo, o cu começou assanhar pedindo pica e estava ficando doido com a carência pois fazia quase um mês sem tomar rola. Fase dificílima, eu não tinha alguém na mira para sexo rápido e sigiloso tendo que dar os meus pulos. O desespero bateu e acabei indo num inferninho gay onde virei filé de estranhos numa rodinha, tomando pica forte no canto da parede! Paus de toda espécie foderam meu cu com pegada forte e após dezoito ou vinte minutos, estava muito exausto e com esperma babando direto, cu aberto e piscando bastante, limpei tudo aquilo indo com cheiro de sexo para casa, tomei um banho e fiquei curtindo o rabo com passadas de mão! Bom, gostoso, super arriscado, voltei a sentir prazer de tempos anteriores ao qual havia passado por esta pegada. O problema que isto não era a minha praia, até topo sexo com vários ao mesmo tempo, o maior problema realmente era o risco! Nunca mais esqueci da pegada do cara alto e moreno claro que tirou gemidos e caretas fortes do meu rosto enquanto eu soltava ais! A tara da rodinha era tão forte que um cara moreno escuro veio e gozou em cima da minha bunda para aliviar enquanto um outro comia meu cu empapado de porra! Nossa! A tara ali é fortíssima, os caras não perdoam, suas pegadas são intensas, eu virei um depósito de porra natural. Os caras tem uma técnica de pegada e não deixaram eu mamar para que eu sentisse o poder da pica sendo aplicada na força e rapidamente. Delícia demais. A sensação ali era estar sendo usado e não estava nem aí. Caralhos de tamanhos diversos, grossuras distintas, meu rabo foi acomodando aquilo que vinha. O bom que o esperma anterior deixava escorregar até o fundo e dane-se. Após esta loucura deliciosa, eu precisava rapidamente achar um macho fixo ou faria besteira por aí. Risco demais. Foi nesta época que eu já frequentava um boteco no bairro vizinho e fiz amizade com o dono, o cara bem simpático, gordo, preto, alto, calvo, rosto redondo, 35 anos, Andrei o seu nome, o cara já fechava o bar e eu ficava ali com ele aos Sábados, bebendo e conversando, fez minha cabeça e topei experimentar sua rola carnuda e comprida, um belo pau cabeçudo e potente! No começo achei que não daria conta! Após um boquete bem molhado e babado pelo vai e vem, fiquei em pé no depósito, ganhei uma salivada e empinei para sentir um belo rasgo e logo acostumei com o vai e vem mesmo fazendo boas caretas e soltando ais de boca aberta! Menos de dois minutos, eu estava com entregue e deixei seu caralho preto fazer o que quisesse no meu cu branco. Literalmente, eu fui arrombado e ganhando muita excitação! Tirando poucas vezes, meu cu piscava forte e eu fui sendo conduzido à prática sem reclamar. O caralho havia conquistado meu cu e rebolei bastante numa cravada, o carnudo pau sabia onde atacar deixando meu rabo muito excitado! As pancadas fortes no fundo eram um atrativo especial e sua tara era explícita, mostrando que sua rola precisava de rabo branco gay e novinho! Comendo rápido e sem perdão, eu já estava com a bunda vermelha de levar tapa, travou minha cintura para jogar jatos fortes de esperma leitando completamente meu cu! A partir daí, eu virei um devoto do seu caralho preto, bebendo porra após a foda ou levando esperma no rosto e até dentro do cu para marcar quem era o dono da minha bunda! Acabei virando sua putinha por uns seis meses quando ele resolveu se envolver com mulher dando fim a tudo. Comedor voraz, ele não usava camisinha e eu era beneficiado com seu pau preto que dava um puta tesão rapidinho! Suando, gemendo, eu não estava nem aí. O bom destas experiências, foi meu particular gosto por pica preta e também percebi que tinha potencial para assumir compromissos longos sem precisar trair. Quase batendo aos vinte anos, eu só queria sexo com homens, trabalhar e nada mais. Bom demais. Acha que eu era viciadinho em pica? Vem mais contos. Aguarde.

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Comentários (1)

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  • Bacellar: Gostosinho os seus contos. Continua.

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