#Estupro #Teen #Virgem

A Última Noite de Anna

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Na Segunda Guerra Mundial, Anna, uma jovem polonesa de 16 anos, é sequestrada pelos alemães e escolhida para ser mulher de conforto de um soldado.

A noite caía sobre Varsóvia, e o ar cheirava a cinzas e sangue. Eu, Anna, de 16 anos, estava escondida atrás de um muro, coração acelerado. Os soldados alemães haviam chegado, e com eles, o medo. Meus olhos buscavam um sinal de Lina, minha irmã mais nova, que estava comigo naquela noite. A noite caía sobre Varsóvia como um véu pesado. Anna e Lina, irmãs de 16 e 14 anos, caminhavam em silêncio, evitando os soldados alemães que patrulhavam as ruas. A cidade respirava com o medo, e cada passo delas era uma tentativa de fugir da sombra da guerra. De repente, um soldado chamou-as. “Vocês viram alguém fugindo?” As irmãs se entreolharam, mas Anna, corajosa, se adiantou. “Não vimos nada.” O soldado riu. “Vamos, senhoras, com a gente.” Lina tentou se esconder atrás de Anna, mas foi puxada para frente. O soldado que a segurava era mais forte, e, antes que Anna pudesse gritar, uma mão forte a agarrou também. “Vocês são mulheres de conforto”, disse outro soldado, com um sorriso frio. Anna olhou para Lina, e no olhar da irmã viu o medo que também sentia. A noite se fechava sobre elas, e o destino delas estava nas mãos dos homens.

Eles nos separaram. Meus braços tremiam enquanto me arrastavam para uma casa de madeira, onde o cheiro de carne assada e lorde se misturava ao perfume de perfume de mulher. As mulheres eram escolhidas, e eu, com meus olhos castanhos e cabelo loiro, fui escolhida.

No quarto, uma voz suave me chamou: “Você é bonita, Anna. Será minha mulher de conforto.” Ele se chamava Klaus, um soldado de 25 anos, com olhos que pareciam entender mais do que eu poderia dizer.

Naquela noite, embaixo da luz de uma vela, ele me beijou, e eu senti o mundo desmoronar. A guerra, o medo, tudo se apagou. Só restou o toque de um homem que me fazia sentir viva.
Klaus segurou Anna contra a parede, sua respiração quente em seu pescoço. Ela tentou se mover, mas seus braços estavam presos. “Não vai doer”, ele sussurrou, como se estivesse tentando acalmá-la. Anna sentiu o medo crescer em seu peito, mas não havia onde correr. Ele a beijou com força, como se quisesse devorá-la, e então, com um movimento rápido, a penetrou. O momento foi breve, quase brutal, e Anna gritou, mas não havia tempo para chorar. Só havia Klaus, e o som de sua própria voz ecoando em sua mente.

Klaus movia-se com firmeza, cada movimento mais intenso, como se quisesse marcar seu território. Anna sentiu o corpo dela responder, embora o medo ainda pulsasse em suas veias. Ele a envolvia com um calor que parecia atravessar suas roupas, e ela não conseguia mais se mover. Sua cabeça se inclinou para trás, os olhos fechados, enquanto ele a tomava com uma força que a deixava sem fôlego. O som de seus gemidos misturava-se aos seus, como se fossem uma só voz. Anna não sabia se era doer ou deliciar-se, mas algo dentro dela se abria, como se estivesse sendo revelado. O momento durou pouco, mas foi suficiente para que ela soubesse que nunca mais seria a mesma.

Klaus parou, seu corpo tremulando, como se tivesse chegado ao ápice. Anna sentiu o calor de seu corpo se espalhar por toda a sua carne, como se estivesse dentro dela, fundindo-se ao seu próprio. Seu coração acelerou, e ela não conseguia mais respirar. O mundo se reduziu ao som de seus gemidos, ao cheiro de suor e ao toque de suas mãos que a seguravam com força. Nesse momento, Anna percebeu que não era apenas o corpo que estava sendo tomado — era a alma. Ela se entregou, sem resistência, como se estivesse finalmente em casa.
— Você está tremendo — sussurrou Klaus, segurando seu rosto com delicadeza.
— Eu... não esperava que fosse tão bom — respondeu Anna, sorrindo sem graça.
— E eu não esperava que você fosse tão fácil de conquistar — disse ele, beijando seu rosto.
— Talvez eu tenha sido apenas um pouco mais rápida do que pensava — riu ela, sentindo o coração acelerar.
— Então, talvez eu tenha sido mais paciente do que devia — respondeu ele, puxando-a para perto.
Anna olhou nos olhos dele, e por um momento, tudo o que importava era a sensação de estar com ele, de ter se entregado, de ter se sentido completa.

Anna sentiu um calafrio quando a cabeça de Klaus entrava em seu corpo. O momento foi quase como um choque elétrico, e ela arqueou a costas, ofegante. Um pequeno fluxo de sangue escorreu pela coxa, quente e doce, como se fosse um sinal de que algo novo começava. Ela encarou o teto, tentando não chorar, mas o coração batia forte, como se quisesse sair do peito. O hímen rompido era mais do que uma barreira física — era a última fronteira entre ela e o mundo, e agora estava quebrada. A dor era leve, quase imperceptível, mas a sensação de vulnerabilidade a deixou treme. Ela não sabia se era de medo ou de excitação. O sangue escorria suavemente, como se fosse um segredo que só eles dois poderiam compartilhar.

Anna olhou para baixo, onde o sangue escorria em gotas suaves, como se fosse uma melodia que só eles dois poderiam ouvir. O corpo dela ainda tremulava, mas não por medo — era alegria, era liberdade. Klaus a puxou para si, envolvendo-a em seus braços, como se quisesse protegê-la do mundo. — Você está bem? — perguntou ele, com voz suave, como se estivesse com medo de quebrar o momento. — Sim — respondeu ela, sorrindo, mesmo que a voz falasse um pouco mais alta do que deveria. — Só... não esperava que fosse tão bom. — Ele riu, baixo, como se estivesse contente por ela ter se entregado. — Eu também não. — E então, eles se beijaram, como se o mundo tivesse parado, e o hímen rompido fosse apenas o começo de algo maior.

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