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A casa da minha avó XXIX

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Escritor

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Olá, sou o Felipe.

Darei continuidade aos relatos que venho compartilhando.

Como todos sabem, há poucas coisas nessa vida que permanecem as mesmas, e muitas mudanças que ocorrem num instante e então passam como se nunca tivessem ocorrido.

Estávamos nesse período.

Passei a morar com a família de Klesia, e minha tia, sozinha com os filhos. Costumo pensar que mudanças ruins podem nos levar a outras melhores. E nos primeiros meses daquele ano, Henrique sofreu uma mudança para melhor. Estava mais extrovertido, comunicativo e alegre. E ainda por cima, namorador.

Minha tia desabafava o tempo todo para dona Tereza suas queixas sobre as garotas que rodeavam o filho, e constantemente mandava que ele tomasse cuidado, pois ele certamente não estava apenas beijando as garotas.

Para mim, as mudanças levaram a coisas boas também. Pois passei a sempre acordar com Klesia dormindo ao meu lado na cama. E para meus sogros, Sandra e Cristiane, houve outra mudança melhor.

Seu Rafael estava em vias de se mudar.

Tinha conseguido uma vaga de trabalho na cidade, e Seu Joaquim havia lhe oferecido que ele e os filhos ficassem em sua casa até conseguirem outra para morar.

E assim, uns meses depois de eu me mudar, mais pessoas chegaram à nossa porta.

Casou de isso ocorrer próximo ao feriado de carnaval, onde as pessoas da rua viajavam. Então houve um churrasco à beira da piscina e um pagode que foi a derradeira festa de boas vindas a Rafael e os filhos. Os irmãos pareciam tão bem como sempre. Gabriela me abraçou assim que me viu. Tinha aniversariado e crescido um pouco, tanto em altura como em corpo. Calebe passou a festa inteira ao lado de Sandra e Henrique. Eram dias em que todos estavam livres, então ficamos despreocupados.

Novamente todas as mulheres estavam reunidas, e todas de biquíni.

Klesia usava um fio dental preto, que revelava mais do que escondia. Dona Tereza estava tomando sol e bebendo caipirinha, de calção de banho feminino e um tomara que caia florido. Tia Ivone exibia um biquíni vinho asa delta, com a parte de cima estufando seus peitos. Sandra com um tanga azul e Gaby, usando um biquíni de lacinhos. Cristiane estava de short jeans e top, bem longe da piscina. E nós homens desfrutávamos essa vista.

Brincamos, bebemos e nos divertimos.

Mas em meio a isso, notei que Klesia sempre me puxava para longe da prima, e fazia uma cara de poucos amigos quando estávamos junto a ela. Como Gaby também parecia perceber isso, ficando um tanto cabisbaixa, eu pedi para conversar com Klesia em particular.

“Amor, tá tudo bem entre ti e a Gaby?”, perguntei na sala de estar, sem mais ninguém por perto.

“Tá, porquê?”

“Te notei meio estranha com ela.”

Klesia olhou pro chão com um beicinho nos lábios e então respondeu.

“Eu… ah, só não me sinto bem em ver ela tão grudada em você”, admitiu.

“Você se incomoda quando nos vê juntos, sério?”, sorri meio sem graça.

“É que… ah, você sabe, não gosto”, disse com os braços cruzados.

O que me fez rir.

“Felipe, não tem graça.”

“Não, é que, a gente sempre fez de tudo, e do nada isso? É só estranho, sabe?”, apontei.

“Não…”, Klesia fez uma expressão pensativa, dobrando os lábios. Parecia procurar o que falar até que encontrou. “É o jeito que ela te olha, Felipe. Conheço minha prima. Sei que ela não olha pros outros como olha para ti. E não gosto disso, tá bom?”, disparou.

Ouvi, e pensei por um tempo na resposta.

“Tá, então o que a gente faz?”

“Nada, não sei”, irritou-se ela.

Suspirei e alisei seus ombros, e encarei seus olhos.

“Eu sei que você está sentindo. Eu também senti, tá? Mas é o seguinte. Não importa como as outras mulheres olhem para mim. Eu só vou olhar para você desse jeito. Por quê é só você que eu amo, tá bom?”

Klesia assentiu e então nos abraçamos.

Voltamos para a festa. Então novamente Gaby esteve próxima a nós, e Klesia dessa vez fez questão de dar atenção a prima, que simplesmente sorriu, parecendo aliviada, pois gostava bastante de Klesia. E quando demos por fé, as duas brincavam comigo na piscina. E, aos poucos, as coisas ao nosso redor foram se tornando mais picantes.

Calebe não soltava Sandra, com ela sentada em seu colo na parte rasa da piscina. Os dois trocavam beijos e deixavam as mãos livres para ir aonde quisessem.

Tia Ivone estava ao lado de seu Rafael, nas espreguiçadeiras Os dois bem próximos, assistindo os filhos, enquanto ela tocava uma pubheta nele.

Seu Joaquim apalpava Cristiane perto da churrasqueira, enquanto a mulher tentava temperar os espetos que iam ser assados.

Já Henrique estava no balcão do deck, chupando dona Tereza.

Eu, que estava na piscina, desfiz os laços do biquíni de Gaby enquanto ela estava jogando bola com Klesia, e recebi jatos de água em resposta.

Percebemos o que acontecia e Klesia se mostrou um pouco mais assanhada que de costume. Mergulhou, tirou meu pau do short e começou a me chupar embaixo d’água, deixando Gaby surpresa.

Quando retornou à superfície, ficou olhando para a prima, sorrindo. Mergulhou de novo e dessa vez tentou lamber Gaby. Não pareceu dar muito certa e Klesia voltou rapidamente, puxando ar, rindo um pouco.

“Tu é muito aleatória”, disse a loirinha.

Entendendo o momento, saímos da piscina e eu já tirei o calção de banho que usava.

Seu Joaquim assobiou e todos entenderam que a festa devia mudar de lugar. Desligamos o som, a churrasqueira foi apagada e a carne guardada. Então subimos para o quarto, onde as camas esperavam.

Como era carnaval, resolvemos fazer algo diferente e começamos um jogo.

Um homem e uma mulher seriam sorteados, quem saísse teria de ficar trinta minutos com todos os outros do sexo oposto que não foram sorteados por vinte minutos, e então faríamos um novo sorteio.

Cada grupo ficaria num dos quartos com câmera e televisão, e assim, veríamos o que acontecia um com o outro também.

Parecia demorar, então resolvemos que teria um descanso de dez minutos, e energéticos para quem ficasse cansado, afinal ninguém era de aço.

Começamos e os primeiros sorteados foram seu Rafael e Sandra.

Seu Rafael seguiu, se despedindo de nós com um sorriso e foi até o quarto de meus sogros, onde as mulheres ficariam.

Os homens e Sandra seguiram para o outro quarto.

Ela tirou o biquíni e pareceu perdida sobre o que fazer. Eram eu, meu sogro, Henrique e Calebe. Quatro rolas apontadas para ela.

“Puta que pariu, ô sorte que eu tive”, disse ela ao olhar para nós.

“Tu fala como se não gostasse de rola”, bufei.

Sandra deu de ombros, e quando começou a falar uma resposta, seu Joaquim deu-lhe um tapa na bunda.

“Vamos aproveitar, minha putinha, que só temos trinta minutos para brincar contigo”, ficou esfregando o pênis na bunda Sandra e ela balançou a cabeça, com um sorriso.

“Tá, vamos ver no que dá”, começou a tocar punheta nele, e o resto de nós se aproximou, tocando em seu corpo.

Calebe foi logo beijá-la, e Henrique tomou o peito da irmã na sua boca, e eu melava os dedos na xota molhada. Sandra parou de beijar Calebe e passou para seu Joaquim, que apertava o outro seio.

Oito mãos passearam por seu corpo, agarrando a bunda, os peitos, as coxas e a bucetinha, cujos pelos de cima estavam aparados num moicano.

Sandra, ficou gemendo e arfando, até que se agachou entre as quatro rolas e ficou revezando. Chupou uma e batendo punheta para outras duas com as mãos, até já ter sentindo o gosto do pau de todo mundo pelo menos umas três vezes.

Nesse meio tempo, eu prestava atenção a tv. Onde ocorria o gang bang reverso. Seu Rafael deitado na cama com os pés para cima, tendo tudo que poderia sendo chupado.

Klesia, sobre ele num meia nove, dividia a cabeça e o tronco da rola com Cristiane, que estava deitada de lado, lambendo e engolindo. Tia Ivone, do outro, sugava as bolas, e Gaby parecia enfiar a língua, e depois o dedo, no cu do pai. Dona Tereza alisava e dedava a sobrinha. Vi isso, e quando olhei para baixo, Sandra estava com meu pau na boca, movendo a cabeça, enquanto as mãos empunhavam outros dois. Sorri de prazer nesse momento, agarrei sua cabeça, e comecei a foder sua garganta, até que gozei, mandando ela engolir.

Quando o fez, seu Joaquim a levantou, beijou-a novamente e depois praticamente a jogou na cama. Então começou a bombar forte, arrancando caretas de Sandra, enquanto os quadris dele batiam nas coxas dela.

“Plac, plac, plac”

“É assim, que tu gosta, né putinha? Gosta de ser tratada que vem vagabunda de esquina, admite.”

“Ai, siiim… mete. Come, me come com vontade, isso, aaah, ah.”, dizia, revirando os olhos.

Ele a agarrou pelo pescoço e continuou, a ponto de sacudir seu corpo inteiro. Estava tão violento que nenhum de nós se intrometeu, porque Sandra não parava de balançar.

Seu Joaquim espancou a buceta dela por mais alguns minutos e então parou, tirando o pau gozado de dentro dela.

“Sem piedade, rapazes. Essa aí gosta de ser puta”, disse, saindo.

Sandra ficou olhando para cima, com o rosto vermelho e o peito ofegante, tendo gozado, com toda certeza.

Henrique parecia hipnotizado, tocando punheta e olhando para a irmã.

Eu poderia ir e foder Sandra logo, mas só não achei que era certo ir. Então olhei para Calebe, que também só conseguia encará-la, parado. Toquei em seu ombro, e ele pareceu despertar. Me deu um sorriso rápido e subiu em cima dela.

Os gemidos leves que Sandra soltou pareciam mais de alívio do que de prazer. E seus lábios procuraram os de Calebe, produzindo sons ardentes de beijo.

Seu Joaquim sentava no canto do quarto olhando para a televisão, e eu comecei a prestar atenção também.

Rafael montava em tia Ivone, enquanto as outras mulheres se entretiam entre si. Gaby era chupada por dona Tereza e Klesia e Cristiane dividiam um consolo.

Na cama do nosso quarto, Henrique tinha se movido e agora dava o pau para a irmã chupar enquanto ela ainda era fodida por Calebe.

Me dirigi à cama também e comecei a passar a rola no rosto de Sandra, com uma mão apertando seu peito. Ela ficou virando a cabeça, chupando um e outro, e em meio a isso, Calebe baixava o rosto, beijando Sandra, com nossos paus no meio.

Sentia-me estranho, tendo a boca de outro cara alis, mas resolvi não fazer caso. Apenas afastei um pouco o pau, deixando eles se beijarem à vontade.

Henrique não parecia se importar e deixava o pênis ser lambido e chupado pela a irmã e pelo que praticamente era seu cunhado.

“Faltam menos de dez minutos, garotos, melhor se apressarem”, avisou seu Joaquim, olhando para o celular.

“Ei Calebe, deixa eu comer o cu dela, tu fica embaixo.”, pedi.

“Tá certo”, respondeu ele.

“Pera, e eu?”, reclamou Henrique.

“Tá, tu pode ficar com a buceta.”

“Caralho, tanto faz, só bora logo”, Sandra irritou-se e logo resolvemos como ia ser.

Henrique, que também não a tinha comido, deitou, Sandra sentou em seu cacete, e eu enfiei no cu da minha prima. Calebe ficou na frente dela, sendo chupado.

“Plaf, plaf… Mhummm… humm”

Sandra era fodida por três rolas ao mesmo tempo, e gemia como a putinha que era.

Ainda iria foder para um caralho, e com certeza iria comer ela de novo, então quando senti a vontade, gozei, e saí de seu cu. Notei só depois de sair da cama que Calebe estava tendo o saco lambido por Henrique, ao mesmo tempo que Sandra também chupava, e galopava.

Dei de ombros e voltei a olhar para a televisão.

Gaby dava para o pai de quatro e chupava Cristiane, enquanto minha tia, dona Tereza e Klesia sentavam ao lado, olhando e se estimulando.

Ouvi os gemidos de Calebe, vindos da cama. Ele batia uma punnheta arqueando o corpo, gozando na boca de Sandra. Então ficou de lado, observando enquanto Henrique e Sandra, irmão e irmã, se beijavam, logo após outro homem gozar na boca de um deles.

Então ouvimos o gemido fino de Henrique, e soubemos que ele finalmente tinha gozado.

Os três pareceram satisfeitos nos breves momentos em que se deitaram lado a lado.

Então o tempo acabou.

Saímos, com as garotas perguntavam com Sandra como havia sido, tendo aguentado quatro de uma vez? E minha prima dando respostas evasivas.

E os homens falando da sorte de Rafael em ser o primeiro a experimentar o harém.

Após dez minutinhos de conversa e descontração, refizemos o sorteio, sem os nomes já tirados dos potes. E os escolhidos da vez foram Klesia e Henrique.

Henrique foi levado pelas mulheres até o quarto do harém e eu agarrei Klesia no ombro e a levei para o nosso.

“Aí, merda, tô nervosa. Tanto pau junto”, disse ela de joelhos na cama, enquanto nós, em pé fora dela, nos punhetavamos, cercando-a.

“É só pensar que tá todo mundo nú”, comentou Calebe, e seu Joaquim riu.

“Nhé”, Klesia deu a língua para o primo e engatinhou em minha direção, começando a me chupar.

Seu Joaquim e seu Rafael nos cercaram de ambos os lados, acariciando os peitos, as costas e a bunda de Klesia. Calebe foi para trás dela e começou a chupar a buceta de minha namorada.

Klesia olhou para mim, com o meu pau na boca, e então subiu o rosto, me beijando, enquanto punhetava o pai e o tio, e eles apertavam os bicos de seus seios morenos e gostosos. Ela se abaixou de novo e chupou cada um dos três.

Calebe se ajeitou e começou a meter nela de quatro.

Klesia balançava ao ritmo das estocadas, e mamava as rolas a sua frente, lambendo a pré porra dos lábios.

“Deixa eu comer teu cuzinho, filha?”, pediu seu Joaquim.

Calebe cedeu lugar a seu Joaquim, e o homem começou a arrombar a sua menina. Klesia aguentou o pau com uma expressão de êxtase. E ao ver isso, eu peguei seu rosto, dei-lhe um tapa e enfiei meu pau em sua boca. Uma mão minha a conduzia pelo cabelo e a outra alisava as costas suadas.

Ela engasgava, sugando e tomando no cu. Quando parou para respirar, olhou para mim e disse:

“Quero dois paus.”

Seu Joaquim se deitou, e Klesia sentou de costas para ele, engolindo-o com a bunda. Subi em cima e bombei em sua xota. Klesia gemeu, xingou e gozou.

Enquanto isso, Calebe e Joaquim tinham seu momento de pai e filho, com um chupando o outro, esperando a gente acabar. E quando eu e seu Joaquim gozamos, foi a vez deles fazerem a dupla. Com seu Rafael fodendo a buceta por baixo e Calebe comendo o cu de Klesia.

Gozaram um pouco antes do final do tempo e ficamos os cinco prestando atenção no que ainda acontecia no quarto do harém.

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