#Bissexual #Grupal #Traições

Carnaval é foda: comi a loira gostosa, a gordelícia e o amigo viado!

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Zhenat

Casa cheia, bloco na rua. Vi a loira de maiô rosa, beijei, enfiei no carro até o talo. Depois no Airbnb com ela, a gordelícia e o viado. Leitei fundo.

Lá fomos nós para mais um Carnaval na Região dos Lagos. Como de costume, casa de praia cheia: minha esposa; meus 2 filhos, um menino e uma menina; minha mãe; meu pai; a tia e o primo com a mulher e o filho de colo. Cidade lotada, calor de estourar, cheiro de protetor solar e cerveja desde cedo. Vários blocos já estavam na rua. O trânsito era um inferno. Algumas ruas fechadas, carro de som, gente fantasiada, praças, bares e restaurantes cheios.

Numa noite de churrasco deixaram os sacos de carvão no lugar errado e as crianças, brincando, acabaram molhando o carvão. Precisávamos de mais gelo, limão, um garrafão de 20 litros de água e o bendito carvão. Chamei meu primo e fomos no meu carro buscar o necessário. Para ganhar tempo ele foi ao mercado pegar limão, água e carvão. Eu fui à distribuidora de bebidas onde sempre compro os sacos grandes de gelo.

No caminho tinha um bloco. Não tinha o que fazer, liguei:

— Tem bloco na frente. Tô parado e vai demorar, tá ligado, né?

— Mercado também tá uma loucura. Fico te esperando aqui mesmo, sem pressa.

— Tranquilo, então.

Parei o carro duas quadras antes e fui a pé até a farmácia pegar o soro de nebulização que minha mãe havia comentado pela manhã, porém nos esquecemos. Enquanto andava observava o bloco. Música alta, gente e mais gente, sorrisos, corpos colados. O clima de folia era pesado. Todo mundo solto.

Foi aí que eu bati o olho e a vi.

Loira, cabelo solto, maiô rosa colado no corpo e meia-calça branca em uma perna, na outra só um elástico branco ao redor da coxa, mãos para o alto cantando toda empolgada. Estava no meio do bloco, mas a distância não era grande. Não percebi em que momento os olhos dela cravaram nos meus. Sorriso lindo, boca carnuda evidenciada pelo batom da mesma cor do maiô. Mexia no cabelo e me olhava de cima a baixo. Eu sorri, mais pela situação do que por qualquer outra coisa. Ela colocou a ponta do dedo entre os dentes, mordendo e rindo, falando com as amigas. Três delas se viraram e me olharam também.

Eu estava de short, camiseta pendurada no ombro e chinelo de dedo. Igual a 90% da galera.

A loira falou alguma coisa com um cara do grupo. Ele veio até mim. Vestido de saia de bailarina, glitter no peito, arco na cabeça com orelhas de gata. Trejeitos claros, voz fina.

— Oi, gato! Fica sozinho de longe aí não. Minha amiga tá querendo falar com você...

— Tô só apreciando o bloco, moleque. — respondi.

— Então, é isso gato. Vai lá apreciar de perto, pode confiar.

Fui. Apresentações rápidas. As amigas riam, assobiavam, empurravam. Em segundos eu já estava com o braço nas costas dela, a outra mão subindo pela nuca e pelos cabelos. O beijo cheio de maldade. Língua quente, boca doce de algum drink. Ficamos uns minutos naquele embalo ignorando tudo ao redor. Aquele cheiro do perfume dela nos cabelos e no pescoço... Que mulher gostosa!

No Carnaval a luxúria aflora: fiz questão de apertar aquela bunda gostosa enchendo a mão. O maiô rosa era fino e dava para sentir o calor da pele, o bico do peito apontando. Meu pau endureceu rápido, roçando no corpo dela, fazendo questão de ser notado. Ela apertava a piroca por cima da roupa em qualquer oportunidade, sorrindo e sussurrando gemidos no meu ouvido.

Sem conversar muito, só puxando o corpo, fui levando ela para fora do bloco.

— Meu carro tá perto — falei.

Ela perguntou, ainda colada:

— O que você quer?

No ouvido dela:

— Quero sentir tua buceta.

Ela se fez de desentendida:

— Tenho que ficar com as meninas…

Mas não moveu o corpo. Estava de costas pra mim, rebolando a bunda colada na minha rola latejando. Eu beijava o pescoço dela, braços em volta, uma mão descendo por cima da buceta. Acariciei por cima do maiô. Ela já se contorcia. Dei aquela dedada rápida por baixo do tecido. Molhada...

— Porra! — ela gemeu baixinho.

Fomos pro carro. Banco de trás. Fechei a porta. Liberei aquelas tetas com a boca. Chupei o biquinho do peito enquanto enfiava dois dedos na xereca úmida da safada. Ela gemia, pernas abertas, o corpo evidenciando a prontidão para receber piroca.

Puxei a ponta do maiô de ladinho, deitei por cima dela e mirei a cabeça da rola naquela bucetinha quente. Empurrei. Ela não gemeu, ela gritou

— Aih, caralho! Que piroca grossa da porra...

Com o ego inflado, enfiei até o talo. O calor dela me engoliu. Comecei a meter com urgência, ritmo de putaria, o carro balançando. Ela gemia alto de prazer, unhas nas minhas costas.

— Mete! Isso, soca essa rola…

— Que buceta macia é essa!

— É tua! Come, me come, me dá rola!

Sentiu o corpo dela tremer. A buceta apertou, mastigou meu pau, e ela gozou gemendo alto. Continuei socando. Puxei ela pra sentar na minha rola.

A filha da puta me deu um tapão na cara, desmontou da piroca e saiu do carro. Não entendi nada. Ajeitei a roupa e saí atrás. Eu fiquei puto.

— Que porra é essa?

Ela se aproximou, pegou minha mão, chupou meus dedos, levou para buceta, me beijou e perguntou:

— Quer gozar na minha boca?

A safada estava só me atiçando. Puta que pariu. Devolvi: peguei a mão dela e enfiei dentro do meu short.

— Meu pau tá te respondendo.

Ela fez aquele vai-e-vem na piroca:

— De verdade, eu não estava preparada pro teu pau.

Nossas mãos se tocando e ela sentiu/percebeu a aliança.

— Tu é casado né, safado?

Ri e falei:

— Entra no carro.

Tinha gente passando. Quem olhasse com atenção veria. Mas naquela multidão, bloco ainda perto, nada importava. Esse é o clima do Carnaval.

Ela lambeu minha boca:

— Um homem gostoso, com essa pegada, essa piroca… é claro que é casado! Puta que pariu, hein! Ai, minha terapia.

Eu não queria conversar. Queria extravasar naquela buceta rosinha. Mas ela queria os dois. Continuou me beijando, forçando o corpo contra o meu, rebolando. Falou do Airbnb onde estava com as três amigas e o amigo. Eu só dava respostas evasivas. Ela não era burra. Entendeu que eu não queria dar detalhes da minha vida.

Ainda nas carícias, ela pegou o telefone e ligou para as amigas. Som alto do bloco, carros de som, gente gritando… inviável. Trocaram mensagens. Ela quis fazer uma foto nossa. Virei o rosto.

Mostrou as mensagens:

— Se tu não for, eu quero.

As safadas estavam falando de mim. Eu que sempre cacei, virei presa. É foda.

Mas os anos de instinto e experiência de vida nos dão o timing, falei:

— Quero você. Mas se sua amiga quiser participar eu não me incomodo.

Ela riu, achando que era brincadeira. Ficou evidente o que eu estava propondo. Mais mensagens. Mais reboladas. Ambos encostados no carro.

— Eu topo. Ela também. Mas só se ele vier também.

— Po, mas ele é viado, né não? Aquela roupinha ali... kkkk!

— E daí? Quem tem pau para duas, tem para três.

— O mundo tá perdido, rs. Aulas de putaria, né? — Falei abraçando mais forte e dando um selinho.

— Mas nenhuma aqui é casada, só você, né Sr. Família tradicional brasileira? — Ela rebateu na lata.

Nem perdi tempo:

— Manda eles virem então.

— Não. Você que vem com a gente.

O apartamento era quatro ruas depois. Segundo andar.

E lá fui eu comer a loira gostosa, a amiga gordelícia e o viado.

Chegamos. Porta aberta. A loira na frente, eu atrás. Dentro: a amiga gordelícia de maiô preto, bunda larga, sorriso safado; e o amigo, ainda de saia de bailarina, glitter, orelhas de gata, olhando pra mim com tesão claro.

A loira falou:

— Depois vocês falam que eu sou egoísta.

A gordelícia veio direto. Beijou minha boca, puxando a piroca pra fora.

O moleque também não perdeu tempo. Ajoelhou na minha frente sem pedir licença. Engoliu a cabeça da rola e foi chupando fundo, baba escorrendo. A minha loira tirou a roupa. Aquela visão fazendo minha piroca latejar apontando para o teto. Colou do meu lado, puxando a amiga, se beijavam do meu lado, mãos nos peitos uma da outra.

Naquela visão nem pensei 2 vezes, meti minha boca no meio. Aquele beijo triplo de cena de filme.

Tirei a roupa. Empurrei a loira para o sofá-cama. Abri as pernas dela e enfiei a cara naquela buceta melada. Eu me amarro em linguar buceta. Aquele mel escorrendo é prêmio. Poucas coisas me dão mais tesão que provocar espasmos com a boca cheia de buceta.

Meu corpo estirado de lado, piroca durona e gordelícia outra vez não perdeu tempo. Puxou o maiô preto de lato também, e sentou de uma vez.

— Puta que pariu, aperta minha piroca vagabunda — falei voltando minha atenção para aquele bucetão carnudo engolindo meu pau. Apertei o peito com um mão e fiquei alisando aquele grelo pontudo.

— Aih, filho da puta…

Sem esperar, senti uma linguada no saco. O puto também tinha tara em piroca e foi direto para o meu pau também. Linguava a base, meu saco e a buceta da amiga.

Eu fiquei gemendo igual bicho e a loira sentou na minha cara. Esfregando a buceta na minha barba, boca, nariz. Forçando aquela buceta gostosa na boca.

Não sei o tempo que ficamos assim, eu deitado de barriga para cima. A loira sentada na minha cara, a amiga dela quicando na minha rola de frente para ela e para mim. E o viado linguando meu saco, estimulando a produção de porra.

Ela gozou sentando na piroca e logo saiu, mas deitou batendo siririca.

O amigo viado mostrou que não alergia a buceta e foi linguar a amiga gozada.

Puxei a loira pelo cabelo, dei uns tapas na ponta do peito e mordi o pescoço, a cintura, uma coxa. Ela se contorcia a cada toque.

Fiz ela deitar ao lado da amiga que descansava ao mesmo tempo que esfregada a mão no grelo enquanto o amigo linguava.

Segurei as pernas da loira para o alto. Aquele tapa de piroca na buceta, entre os lábios.

Coloquei as pernas nos meus ombros, naquela preparação para o frango assado. A posição que a piroca vai mais fundo, a gravidade já faz o trabalho, é só deixar o corpo pesar que a piroca sabe certinho o caminho dela. E foi isso que eu fiz. Mas já estava metendo como eu gosto. Na raça. Aquele gemido gutural que todo homem faz quando a leitada tá vindo.

Larguei a leitada no fundão daquela buceta rosa. Desabei o peso por cima dela, beijando a boca. A xota recebendo tudo, sorvendo e estimulando meu pau. Eu estava delirando de tesão naquela foda intensa e urgente. Continuei durão, só a cabeça da rola sensível, mas duro igual pedra.

Tirei e fiquei pincelando naquele grelo rosado. A filha da puta levantou e agachou na cara da amiga. Fez a mesma coisa que fez comigo antes, mas agora enfiou a buceta dela cheia de porra na cara da amiga.

Não precisei encostar no meu pau que continuava em ponto de bala. O moleque estava batendo aquela punheta gostosa no meu pau, enchendo as mãos:

— Também quero teu leite, macho.

— Levantei, fiquei em pé e botei o moleque para mamar. Fiz a garganta de boceta sem pena. Tapão estalado de piroca na cara do menine. Puxei pelo pescoço, levantando o viado e jogando ele por cima das amigas. A loira entendeu, encheu três dedos na buceta e enfiou no cu dele. Ele gemendo na dedada da amiga, todo arrepiado.

Eu ri:

— O cara quando nasce para levar pirocada não tem jeito, né?

— Me dá pirocada então.

A gordelícia beijando o viado na boca. Ele empinando cu querendo ser preenchido.

Botei. Passou a cabeça, ele deu aquela travada piscando o cu, mas não demorou a sentir meus pentelhos roçando na porta do cu.

— Arromba minha buceta também.

— Eu ri, mas fiquei naquela botada frenética, tirando tudo e colocando de uma vez. O cu que antes estava cheio de pregas, agora já demonstrava aquele buracão do serviço bem feito. Ele rebolava na piroca igual puta.

Não demorou muito eu estava pronto para jorrar pela 2ª vez.

Aquela cena de filme: os três chupando minha piroca, engolindo a cabeça da pica, se beijando, lingando os ovos. Mas não gozei na cara não, a jatada foi na boca daquela loira que me dava tanto tesão.

Ela não dividiu, engoliu sozinha enquanto os outros limpavam o resto da piroca.

Eu estava em êxtase. Estávamos os quatro suados, ofegantes, espalhados no sofá-cama. Roupa pelo chão. A amiga com maio na cintura, porque os peitos estava de fora. O bailarino só com a saia e glitter. A loira riu:

— Casado safado… ainda bem que o Carnaval existe.

Eu abusei da noção do tempo, mas não esqueci da urgência. Não era minha primeira putaria de Carnaval e quis logo ir ao banheiro dar aquela lavada na pia mesmo. Não poderia chegar em casa de banho tomado.

Beijei a boca dela, apertei a bunda da gordelícia e dei um tapa no ombro moleque.

— Foi bom pra caralho.

Saí. Quatro ruas depois peguei o carro. O primo já tinha mandado mensagem:

— Cadê você, porra?

— Tô indo. Trânsito do bloco é foda.

Cheguei na casa com o gelo, o limão, a água e o carvão. Minha mulher de cara amarrada, reclamando com a gente. Respondi que o bloco travou tudo, afinal não era mentira. O churrasco continuou.

Ninguém soube de nada.

E eu, no meio da folia, tinha acabado de comer a loira, a gordelícia e o viado. Tudo em 1 hora e meia.

Carnaval é assim. A putaria sobe, a consciência desce, e a gente só pensa em meter até o talo e largar o leite onde der.

No dia seguinte eu ainda lembrava daquela buceta rosinha.

E a aliança continuava no dedo.

Comentários (2)

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  • Saraivabgr58991: tesao as avebturas de carnaval

    Responder↴ • uid:1elr8t43gu4v
  • GulosoputoSP: Queria sentar nesse macho

    Responder↴ • uid:w71qxtvq