#Assédio #Incesto #Virgem

O lar dos Moreau - perversões de Valentina

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John Snow

Valentina é perversa ao extremo, e isso é excitante.

Dois anos se passaram. A pequena Clara completara dois anos de vida, mas naquela noite, enquanto Valentina montava Guilherme na cama king-size do casal, ela falava do futuro — um futuro onde a inocência da infância daria lugar à devassidão herdada.

Valentina estava grávida novamente, o ventre redondo saltitando enquanto ela cavalgava o irmão, seus seios pesados — ainda lactantes de Clara — balançando com cada estocada descendente. Guilherme gemia, não apenas pela pressão vaginal, mas pelo plugue anal que Valentina havia introduzido nele minutos antes, massageando sua próstata a cada movimento.

"Imagina, Gui," Valentina arqueava as costas, pingando leite nos peitos do irmão enquanto falava, a voz rouca de excitação. "Daqui dezesseis anos... Clara com dezoito... desenvolvida... curiosa..."

Ela apertou os músculos internos, fazendo-o gemer alto.

"Eu vou sentar com ela, assim como mamãe sentou comigo," Valentina continuava, movendo os quadris em círculos perversos, o plugue massageando Gui por dentro. "Vou explicar que as mulheres da nossa família não seguem regras. Vou mostrar meus seios, ainda cheios de leite — porque você nunca vai parar de me engravidar, vai?"

"Nunca," Guilherme ofegava, as mãos na barriga grávida dela.

"E então," Valentina inclinou-se para frente, oferecendo um mamilo ao irmão, "vou chamar você. E juntos vamos ensinar Clara. Ela vai ter dezoito anos, Gui. Dezoito anos e completamente desvirgada pelos prazeres da família."

Guilherme chupou o seio, o leite doce enchendo sua boca enquanto Valentina falava cada vez mais excitada.

"Vou amamentar ela novamente," Valentina sussurrava, a mão descendo para estimular o clitóris enquanto cavalgava. "Não como bebê, mas como mulher. Vou deitá-la em mim, como faço com você, e ela vai aprender o gosto do leite materno enquanto você a toma pela primeira vez. Ou talvez... talvez ela queira lactar também..."

A ideia fez Guilherme pulsar dentro dela.

"Sim," Valentina riu, perversa, sentindo a reação. "Podemos induzir lactação nela jovinha. Imagina, Gui — sua filha adulta, dezoito anos, com seios cheios de leite, e eu ensinando como amamentar você enquanto você a fode. Mãe e filha, lado a lado, alimentando você de dois seios diferentes..."

Ela aumentou o ritmo, o plugue anal fazendo Guilherme delirar de prazer.

"Vou ensinar ela a gostar de anal," Valentina gemia, sentindo a próstata do irmão através da parede vaginal, pressionando o plugue por dentro. "Vou mostrar como é bom ser preenchida. Como você está agora. Vou lubrificar seu pau com meu leite e guiá-lo dentro do cu dela, vendo seus olhos arregalarem quando sentirem o que é ser da família Moreau."

Guilherme estava próximo, as bolas contraídas, o prazer prostático intenso.

"E quando você gozar nela," Valentina rosnou, "eu vou estar lá, beijando ela, sentindo seu corpo tremer, mamando seus seios jovens enquanto você enche a barriga dela de semente. E talvez... talvez eu faça ela me chupar depois, limpar seu gosto de você, ensinar como uma boa mulher da família deve servir..."

"Porra, Val!" Guilherme explodiu, gozando profundamente na irmã grávida, o orgasmo intensificado pela pressão anal.

Valentina apertou-se em volta dele, sentindo o jorro quente, e desabou em seu próprio climax, apertando os seios e jorrando leite nos rostos de ambos.

"Dezoito anos," ela ofegou, lambendo o leite do queixo do irmão. "Vai demorar, mas eu vou ensinar cada coisa. Ela vai ser mais perversa que eu, Gui. E nós vamos criar isso juntos."

Guilherme tremia sob ela, o plugue ainda massageando-o, imaginando o futuro que a irmã desenhava — um futuro onde Clara, adulta e lactante, se juntaria ao círculo de prazer sem limites da família Moreau.

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