Praticamente pelado, na beira da estrada, levando rola do avô do amiguinho do Gustavo
No absoluto silêncio da noite, até que o som dos nossos gemidinhos passavam despercebidos, o que se destacava mesmo, eram os "flap...flap...flap".
Essa história é bem louca, no início deu medo, mas foi muito gostoso...
Toda vez que minha mãe tinha problemas no trabalho, e precisava sair tarde, ela pedia para eu ir buscar meus irmãos na escola. E foi nessas idas esporádicas, que naquele ano conheci seu Macedo, avô do Vinícius, coleguinha do meu irmão Gustavo.
Seu Macedo tinha 60 anos, era bem moreno, e não era muito alto.
Sempre que ia buscá-los, Gustavo pedia para brincar mais um pouco no playground com o Vinicius. Eles brincavam, e eu ficava conversando com o seu Macedo.
Seu Macedo era viúvo, e notei que ele também era vaidoso, gostava de ir bem arrumadinho, e pelo que entendi, era para impressionar as outras mães que estavam por ali, esperando seus filhos. Notei alguns olhares dele para algumas mulheres.
Teve um dia, que ele foi de agasalho, e deu para notar o volume na frente, e achei interessante, pena que passei um bom tempo sem voltar lá, só voltei a vê-lo, no dia dos fatos.
Foi um pouco antes das férias de julho, finalzinho de junho. Arthurzinho, outro coleguinha do Gustavo, ia comemorar o aniversario de 8 anos, e o padrinho dele, pagou um sítio para fazer a festinha. Era num município vizinho, na grande São Paulo.
Arthurzinho fez questão de chamar o Vinícius e o Gustavo, dois dos seus melhores amiguinhos da sala.
Minha mãe arrumou umas desculpas, principalmente a distância, mas o seu Macedo disse que levava de carro. Aí, ela falou que ia ver.
Em casa, o Gustavo encheu tanto, que ela disse que iria.
Na sexta à noite, véspera do aniversário, minha mãe falou que tinha sido chamada para trabalhar, e falou para o Gustavo que não poderia levá-lo na festinha. Meu tio também ia trabalhar, e meu vô tinha um campeonato de truco, no bar.
Gustavo caiu no choro.
Fiquei com dó do Gustavo, a gente saía pouco de casa. Falei para a minha mãe que poderia ir e cuidar dele. Meu vô cuidaria do Guilherme, até minha mãe voltar do serviço. E assim ficou combinado...mal sabia eu que tinha sido uma boa escolha.
No dia seguinte, Gustavo estava numa ansiedade só coitado. Nos arrumamos, e ficamos esperando o seu Macedo passar. Quando ele ouviu a buzina, saiu desesperado para o portão, esqueceu até da blusa.
Amanheceu friozinho, mas, próximo das 13h, já estava quente. Mesmo assim, levamos blusa, com certeza, no final da tarde iria esfriar.
Eu estava com uma bermuda do tipo de um agasalho, que ficava justa no meu corpo, e uma camiseta, um pouco mais comprida.
Quando entramos no carro, Gustavo já foi para o banco de trás, para ficar com o Vinicius, e eu sentei no da frente. Assim que me sentei, seu Macedo colocou a mão na minha coxa, bem perto do meu joelho esquerdo, e deu uma apertada.
_Nossa Milton...ficou com as coxas grossas. Disse ao apertar.
O problema é que aquilo me deu um negócio, e eu acabei estremecendo, e de alguma forma me entregando.
_Aaaaiiiiiii....seu Macedo....
_Caramba....doeu??
_Não...não...deu negócio. Falei todo sem graça.
Seu Macedo ficou me olhando, e deixou um leve sorriso escapar do rosto, aí, tirou a mão da minha coxa. Coloquei o cinto, e saímos.
Ainda na parte urbana, em meio à nossa conversa, seu Macedo me perguntou:
_Você não tem namorada não né Milton?
Achei estranha a pergunta, pois falávamos de futebol.
_Não...não...não tenho...porquê?
_Nada...nada...só curiosidade mesmo.
Ele deixou outro sorrisinho escapar, eu me virei para a frente, e o silêncio no carro só não foi absoluto, porque os dois no banco de trás, não paravam de tagarelar.
Já na estradinha, em meio às árvores, seu Macedo volta a puxar assunto comigo, ele queria minha atenção, porque quando me virei para ele, o safado estava com a camisa levantada, e o zíper aberto. Não sei como ele fez isso, mas ele estava com o pau para fora.
Com aquele mesmos sorrisinho safado, ele ficou me encarando. Eu olhava para ele, para o seu pau, e para os meninos no banco de trás.
Os meninos estavam com bonequinhos, brincando, não estavam nem aí para mais nada. Seu Macedo percebeu minha hesitação, pegou minha mão esquerda, e a levou até seu pau.
Não resisti, apertei...e levemente punhetei, uma babinha saía da cabeça do pinto. Seu Macedo ficava acariciando minha mão e parte do meu braço.
Saímos da estradinha, e entramos numa rua de terra, o sítio estava próximo, paramos a "brincadeira", e nos recompomos.
Assim que chegamos, Vinícius e Gustavo se juntaram com Arthuzinho, e nem ligaram para nós, correram para a piscina de bolinha, e para os outros brinquedos lá montados.
O sítio não era muito grande, a água da piscina estava gelada, poucos heróis se arriscaram a entrar nela. Havia poucos "esconderijos", e alguns casais jovens já os rondavam.
Seu Macedo queria me comer...e eu queria dar, sem muitas alternativas, fomos ao banheiro. Era pequeno, dois reservados e dois mictórios. Entramos num reservado, ele colocou a rola para fora, e mamei gostoso o seu pau. Minha bermuda foi abaixada, e seu dedo desliza pelo meu reguinho.
Seu Macedo queria me comer ali mesmo, mas era perigoso, o banheiro era movimentado, a todo instante entrava alguém.
Acabou ficando só na mamada mesmo, e ele gozou gostoso na minha boca, segurando o gemido, e descontando no meu cuzinho, seu dedo entrou fundo.
Saímos com segurança dali, e retornamos até onde os meninos estavam, mas com gostinho de quero mais.
Bebemos, comemos, e por volta das 17h, nuvens cobriram o sol, e um vento frio passou a soprar o ambiente. Chamamos os meninos para irmos até o carro para colocarem as blusas. Eles não queriam, mas foram.
Assim que colocaram as blusas, eles correram de volta para os brinquedos, e seu Macedo me chamou para dentro do carro, para o banco de trás.
_Dá outra mamadinha gostosa daquela. Pediu.
Mesmo achando perigoso, entrei no carro, e fui chupar a rola dele.
_Relaxa Milton...o carro está bem para trás, se vier alguém, dá para perceber...vai...ahhh...mama gostoso vai...
Acho que mamei por uns dez minutos, até que ele pediu para eu parar.
_Tá vindo alguém? Perguntei.
_Não....só queria ver sua bundinha, lá no banheiro nem vi direito.
_Tá...mas fica olhando se vem alguém...
Virei de costas, e abaixei a bermuda.
_Nossa...lindinha...lisinha...maravilha...
Suas mãos começam a explorar minha bundinha, meu reguinho, e eu vou me desmanchando no banco do carro.
Ele passa saliva no dedo, e enfia no meu cuzinho, depois, enquanto seu dedo entra e sai do meu buraquinho, ele fica beijando minha bandinha.
_Ahhhh....ahhhh. Gemia sem parar.
Seu Macedo passa mais saliva no meu cuzinho, se aproxima mais de mim, e passa a pincelar a cabeça da rola na minha na portinha.
De repente, ele começa a forçar.
_Aqui seu Macedo? Perguntei todo preocupado.
_Calma...tô olhando lá para fora, se alguém se aproximar a gente pára.
_Ahhhh. Soltei um gemido mais forte
A cabeça abriu caminho.
_Uhhh...nossa...Miltinho...Miltinho...que cuzinho macio, quentinho....
A posição não ajudava muito, ele enfiou até onde deu, e passou a me foder, lentamente, acho que para o carro não ficar balançando muito.
Até que estava gostosinho, ele passava a mão na minha bunda, e dava tapinhas, enquanto a rola saía e entrava lentamente.
_Ahhh....muito bom, mas numa cama ia ser bem melhor, ia fazer você gemer alto. Dizia ele.
Me virei um pouco mais para ficar melhor, e ele disse:
_Puta que pariu...
_O quê foi? Ficou ruim assim? Perguntei.
_Não...tem um casal com filhos vindo nesse direção.
Desencaixamos, nos arrumamos, e ficamos no aguardo. O casal também foi pegar as blusas, e demoraram, mas não nos viram. Só que quando estavam voltando para a festinha, ouvimos dizer que cortariam o bolo, e achamos melhor voltarmos também.
A noite chegou, cantamos parabéns, comemos bolo, e alertamos os meninos que estava na hora de irmos embora. Eles resmungaram, e disseram que iriam brincar mais um pouco.
Alguns convidados começaram a ir embora, e soubemos que alguns familiares iriam dormir por lá, haveria um churrasco no outro dia. Até chamaram a gente, mas seu Macedo tinha compromisso na manhã seguinte, e eu, não tinha avisado nada em casa.
Um pouco mais tarde, mesmo a contragosto dos meninos, saímos.
Ainda na rua de terra, os dois desmaiaram no banco de trás.
Já na estradinha asfaltada, andamos poucos quilômetros, e numa saída para outra rua de terra, seu Macedo encostou o carro, e o desligou.
_O que foi? Aconteceu alguma coisa? Perguntei.
_Vou mijar!
A luz da lua, pouco iluminava aquele lugar, deixei a lanterna interna do carro acesa, para ajudar um pouco.
Seu Macedo deu a volta no carro, e veio do meu lado mijar, bem perto da minha janela. Com medo, eu o acelerei.
_Vai logo seu Macedo...tá muito escuro aqui...
Ele riu, balançou a rola, e abriu minha porta.
_Dá uma chupadinha. Pediu.
_Tá doido? Aqui é perigoso!
_Conheço esse lugar, nesse horário a estradinha é deserta, passa um carro por hora... vai chupa...
Ele já estava com o pau na minha cara, e parecia decidido. Como queria sair logo dali, abocanhei sua rola.
Eu mamei por um tempo, ganhei um cafuné, e então, ele pede para eu sair do carro.
Seu Macedo me abraça, mas logo suas mãos descem, puxando minha bermuda para baixo. Ele apalpa minha bunda, enquanto nossos pintos se esfregam.
Sou virado de costas, suas mãos agora, entram por baixo da minha blusa, e tocam suavemente meus mamilos.
_Aqui não seu Macedo...aqui não...
_Xiiii...relaxa...
Sua boca toca meu pescoço, no mesmo instante em que a cabeça do seu pinto toca meu anelzinho. Um calor toma conta do meu corpo, e começo a me desarmar. Ele brinca, dando umas cutucadas, se abaixa, abre minhas bandinhas, e leva sua língua até meu cuzinho. Aí, eu me entrego.
Minha bermuda vai parar no chão, quase embaixo do carro, abro mais as pernas, e fico todo empinadinho, na pontinha dos pés, curtindo sua língua atrevida.
Seu Macedo volta a se levantar, passa saliva na cabeça da rola, e sem cerimônias, me penetra. Nossos corpos ficam coladinhos, suas mãos brincam com meus mamilos, enquanto sua boca morde minha orelha, suavemente.
Sua cintura se movimenta, e ele inicia o vai e vem...são estocadas curtas, mas firmes.
No absoluto silêncio da noite, até que o som dos nossos gemidinhos passavam despercebidos, o que se destacava mesmo, eram os "flap...flap...flap". O som cadenciado das suas bolas batendo na minha bunda.
Em meio àquela paz, sinto o orgasmo chegando, sem nem ao menos ter olhado meu pinto.
Aviso que vou gozar, travo sua rola com meu anelzinho, e passo a rebolar. Ele me deixa no comando, e fica curtindo meu gingado. Em questão de segundos, atingimos o clímax, e gozamos juntinhos.
Assim que seu pinto para de pulsar, ele dá mais algumas estocadas, e tira do meu cú. Seu Macedo ainda não estava vencido, seu pinto ainda estava duro. Eu me agacho, e abocanho sua rola. Cheguei a engolir mais da metade do seu pau.
Depois de um tempo, ele segura minha cabeça, e faz da minha boca uma buceta, passa a dar estocadas, até que.....goza.
Me limpei com aquela flanelinha do console, coloquei a bermuda, e retornamos ao caminho de casa.
Estávamos bem mais leves, nos acariciamos em todo o trajeto.
Gustavo deu trabalho para acordar quando chegamos em casa.
_Não sei se a gente vai conseguir fazer isso de novo, mas queria dizer que foi muito bom viu? Falou.
Dei um sorrisinho, e falei:
_Foi meio louco...mas eu também gostei...tchau.
Só consegui voltar a buscar o Gustavo em setembro, e nesse dia, a mãe do Vinicius foi buscá-lo...soube que ela estava desempregada, e agora, levava e buscava o filho....
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Comentários (7)
Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkTiago: Gostei demais adoro orgia aventuras safadeza
Responder↴ • uid:1dsjv1iwk799José Carlos: Eu quero saber quem vai mim dá o cu
Responder↴ • uid:46kphpcet0bJosé Carlos: Eu quero saber q
Responder↴ • uid:46kphpcet0bJovem Gay: Euuuuuu
• uid:10drmvcrytweMiguel: Tou vendo que a série vai acabar e nado do Gustavo ou fazer troca troca ou pelo menos da uma chupadinha. Bom vou Pará por aqui já vi que não vai rolar nada
Responder↴ • uid:muiqqds8l1000tonsp: Ai Miguel...me desculpe. Vou parar de escrever, antes de terminar a série...tenho mais um conto pronto, que publicarei amanhã, e vou parar. O Gustavo participaria dos contos aos 14 anos, assim como o Guilherme, que hoje, está com 18 anos, e é o meu principal parceiro, assim como os amigos dele....me desculpe...
• uid:1dsawba34g4s