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Gostei e peguei gosto

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O café da manhã foi servido e sorri em forma de agradecimento. Uma olhada e sabíamos que o momento exigia silêncio estando escrito na testa tudo que precisaria ser conversado em outro momento. Passei a manteiga no pão e experimentei. Excelente. Um sorriso da Mirtes e o assunto apareceu. Ela não se conteve:

- Tá bem?

- Sim.

- Legal.

A noite anterior foi uma virada de página. Eu perdi a virgindade com o amigo dela. Já era. Não havia mais retorno.

Novo, dezesseis, eu rompi com a curiosidade. Um caralho preto bem experiente mostrou novas possibilidades. O café naquela manhã era a desculpa para que Mirtes extraísse aquilo que desejava ouvir:

- Gostou?

- Foi bom.

Sorri confirmando minhas palavras. A penetração foi importante e o meu olhar denunciava que havia gostado mesmo que a dor fosse normal e refletisse ainda em meu corpo. Falei:

- Não conta nada.

- Isso é coisa sua. Ninguém precisa saber.

Levantei e recolhi o prato com a xícara. Lavei e coloquei tudo no escorredor. Mirtes já caminhava para a sala.

Na pia, lembrei do ato. Seu amigo baixo e negro mostrou serviço de qualidade enquanto eu estava em pé. Não sabia chupar e ele partiu ao desejado: meu cu branco.

Senti o pau atravessar meu cu e fiquei zonzo. Não tive reação e seu amigo agiu para que eu assimilasse a relação. Senti bater no fundo e o pau preto deslizava. Gemi com caretas, respiração mais rápida!

A dor fazia parte do jogo não sendo possível evitá-la. Trancado no banheiro externo, um cubículo, deixei acontecer! Mordi o lábio e fechei os olhos. Indo e vindo, o pau não parava!

Gemidos ficaram claros. Doendo, eu experimentava sexo. A diferença era minha completa entrega. Não reagia. O protagonista era ele e eu descobri que era forte naquele momento.

Ele não precisava fazer muito e tudo ficou restrito numa rapidinha com gozada dentro. Ao tirar, senti o líquido melando minha bunda e passei a mão olhando nele. Escorreu e estava terminado!

Meu cu doía estando quente. Limpei com papel tudo aquilo. Um banho ali foi o suficiente para apagar aquele fogo imposto. Saiu como se nada tivesse acontecido.

A sensação de liberdade completa chamou minha atenção após o ato. Eu não tinha sentido nada igual antes. A safadeza, o proibido, meu corpo sentiu livre!

Mirtes, agora no sofá, comentou:

- Esta é só a primeira.

Ri. O amigo dela já tinha avisado que teria uma segunda vez. Meu cu trouxe muita excitação ao amigo da Mirtes. Isto ficou claro.

- Será que aguento outra?

- Com certeza. A segunda é melhor.

Mirtes, negra e gordinha, baixa, 53 anos, é a segunda mãe. Ela ouve, entende, posso expor aquilo que não falaria com minha mãe. Ao ajudar, ela passou credibilidade e também confiança.

Falou que a segunda vez seria melhor. Será?

Fiz consciente e sabendo que ficava por minha conta saber se havia gostado ou não. Ao trazer seu amigo, ela mostrou que nada sairia dali. O sigilo era certo.

- A vida é assim mesmo. Para saber, precisamos experimentar.

- Concordo.

Uma troca de sorrisos e ficamos vendo televisão. Voltei para casa achando bom e excitante. Coisa safada e quente!

Ao passar a noite em sua casa, coisa comum aos finais de semana, eu descobri o sexo! Agora, eu precisava avaliar.

A dor dissipou e queria experimentar de novo! Mirtes facilitou tudo e chamou novamente seu amigo no Sábado a tarde.

- Vou fazer as unhas e depois passarei no mercado.

Deixou a chave e sumiu.

Ela ainda fechava o portão e o pau preto surgiu quase na minha boca naquele sofá! Segurei, chupei e ganhei um vai e vem!

- Abre a boca. Isso.

Babei! A excitação trazida pelo pau mexeu com tudo. O rosto corou e o cu despertou com piscadas!

- Tira a roupa e fica de quatro.

Tirei e senti as pernas bambear após ficar na posição. Um toque, uma passada de saliva, veio o encontro de pau e bunda!

- Ai! Ohhhh!

Sem camisinha e sem lubrificante! O forte rasgo foi lembrado e ele ia e vinha com seu pau preto rápido! Gemi e fiz caretas!

O pau, médio e cabeçudo, enterrou para retomar! Abri a boca! Meu cu conectou rápido com o pau permitindo velocidade!

- Ai, ai, ai!

Seu poder era demonstrado não só com o pau e também com suas mãos em minha bunda! Ao tirar, senti aquela sensação de vazio com o cu já piscando. Senti melhor com ele lá dentro!

Indo e vindo, apertei meu pau e a excitação veio! Meu pau babou um líquido transparente! Gemi baixo e rápido. O pau esquentando tudo já estava trazendo prazer!

- Ohhh! Ahhh! Ai, ai!

Eu estava gostando daquele passeio do pau preto dentro do meu cu e para minha surpresa, o tesão estava claro! Houve um despertar: senti necessidade real do pau lá dentro!

Ainda que eu sofresse, o pau estimulava a dar. Fechei os olhos e mordi o lábio! Gemendo, abrindo a boca, percebi logo que dar é algo muito gostoso! Aquela sensação diferente da primeira vez foi dando lugar ao prazer!

- Ohhh, ai, ai, humm!

A Mirtes acertou em cheio! A segunda seria melhor e realmente eu senti isto no corpo. Uma enterrada, pediu e rebolei. Sorri.

- Gostoso.

Os fluidos do sexo alimentavam mais o ato. Suando, ele pegou minhas mãos fazendo abrir minha bunda. Vai e vem rápido, senti seu líquido ocupar o meu cu novamente lá dentro!

- Ahhh! Ohhh!

Ao jogar esperma dentro, senti uma sensação refrescante! Eu estava alimentando a tara dele e a leitada foi forte.

- Ahhh! Rabo do caralho!

Ao sentir o esperma sair, aprovei tudo. O meu saco melou e aquela sensação de putaria bem feita ficou marcada pela mordida no lábio!

Realmente, eu aguentara uma segunda relação! Aquele pau preto botara excitação no meu corpo! Bom, muito bom!

A sensação de vazio era evidente. Meu cu estava realizado mesmo doendo e quente! Piscava! Uma fenda aberta foi o resultado.

Quando a Mirtes voltou, eu estava arrumado e vendo televisão. Ele, o metedor, havia ido embora todo feliz.

- Gostou?

- É gostoso.

- Não falei? Vai aproveitando.

Mirtes havia preparado uma bolha para mim. Por lá, eu tinha sexo e não poderia reclamar. Eu estava seguro para atos sexuais.

O proibido levava para a excitação e o prazer. Este amigo dela foi o cara que transformou o hétero em gay.

Aprendi rápido as posições, vivi situações tensas e quentes no pau preto. Sexo não era mais curiosidade e sim necessidade.

- É só o começo!

Ri. Mirtes acobertava tudo. Sempre agradeço sua ajuda. Eu não teria descoberto os prazeres do sexo sem ela.

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