#Gay #Sado

O despertar no depósito: Destruído no banheiro

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Thiago P.

Raí é macho de foder outro sem piedade, vc encara?

Na segunda-feira o ar da empresa parecia mais pesado. Eu mal conseguia me concentrar nas planilhas. Meu cu ainda latejava da foda de sexta, um lembrete constante de que agora eu era propriedade dele. Raí passou duas vezes pelo corredor, o volume na calça jeans marcando obscenamente, e cada vez que nossos olhos se encontraram ele deu aquele sorrisinho preguiçoso e safado.
Por volta das 10h20, meu celular vibrou com uma mensagem dele:
“Banheiro do fundo. Agora. Deixa a porta destrancada.”
Meu coração disparou. Fui até lá tremendo, entrei na última cabine e deixei a porta só encostada, como ele mandou. Mal fechei o trinco quando a porta se abriu com força e Raí entrou, trancando tudo atrás de si. O espaço era apertado, cheirando a desinfetante e suor masculino. Ele me empurrou contra a parede de azulejo frio.
— Ajoelha, cadelinha. Tá na hora de você aprender a engolir essa rola direito.
Eu caí de joelhos no chão sujo do banheiro sem hesitar. Raí abriu o botão da calça devagar, puxou o zíper e deixou aquela monstrosidade pular pra fora. O pau dele parecia ainda maior ali, tão perto do meu rosto: grosso, veioso, a cabeça rosada brilhando, já babando pré-gozo. As veias pulsavam. O cheiro forte de homem subiu direto pro meu nariz.
Ele segurou meu cabelo bagunçado com uma mão e deu um tapa leve no meu rosto com a outra.
— Abre essa boca vadia.
Assim que abri, ele enfiou a cabeça grossa. Eu senti o gosto salgado do pré-gozo e gemi. Raí não foi gentil. Empurrou uns dez centímetros de uma vez, batendo no fundo da minha garganta. Eu engasguei forte, os olhos já lacrimejando.
— Isso… engole, porra. Relaxa essa garganta de putinha.
Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca com estocadas curtas e profundas. Cada vez que ele metia, a cabeça do pau forçava o fundo da minha garganta. Eu tossia, babava, saliva escorrendo pelo queixo e pingando na camisa da empresa. Meus olhos ardiam, lágrimas escorrendo pelas bochechas.
Raí deu um tapa mais forte no meu rosto enquanto o pau ainda estava enfiado até a metade.
— Tá chorando já, vadia? Ainda nem enfiei tudo. Olha pra cima.
Eu levantei os olhos marejados pra ele. Ele sorriu, satisfeito, e cuspiu direto na minha boca aberta, por cima do pau.
— Engole meu cuspe, cadela. Tudo.
Eu obedeci, engolindo o cuspe misturado com minha saliva e o pré-gozo dele. O gosto era forte, humilhante e absurdamente excitante. Meu próprio pau estava duro pra caralho dentro da calça.
Ele meteu mais fundo. Uns 18cm entraram, esticando minha garganta. Eu sentia a rola grossa inchando na minha boca, bloqueando o ar. Meu nariz encostava na virilha peluda dele, o cheiro forte de suor e pau me deixando tonto. Engasguei violentamente, o corpo todo convulsionando, mas Raí segurou firme.
— Respira pelo nariz, putinha. Você vai engolir até o saco hoje.
Ele deu outro tapa, mais forte, do outro lado do rosto. O som ecoou no banheiro vazio. Minha bochecha ardia. Lágrimas desciam sem parar agora, misturando com a baba que escorria pelo meu queixo e molhava o chão.
Raí começou a meter com força, fodendo minha garganta como se fosse um cu. O barulho molhado e obsceno de gluck-gluck enchia o banheiro. Cada estocada profunda fazia meu estômago revirar. Eu estava chorando de verdade agora, soluços abafados pelo pauzão dele, mas meu pau latejava, pingando pré-gozo na cueca.
— Que boquinha gostosa… apertadinha pra caralho. Tá virando uma boiola chorona pra mim, né?
Ele puxou o pau todo pra fora por um segundo. Eu tossi forte, baba grossa caindo no chão, tentando recuperar o fôlego. Antes que eu conseguisse, ele deu dois tapas seguidos no meu rosto, bem forte, e enfiou tudo de novo até o fundo. Meu nariz esmagado contra a virilha, as bolas pesadas dele encostando no meu queixo.
— Engole. Tudo. Isso… boa vadia.
Ele ficou assim um tempo, pulsando dentro da minha garganta, curtindo o aperto enquanto eu engasgava e chorava. Depois puxou de novo, me deu um tapa mais leve e mandou:
— Cospe na mão.
Eu cuspi uma mistura grossa de saliva na palma dele. Raí passou aquilo todo no pau, lubrificando, e enfiou de novo, mais fácil agora. Começou a foder minha boca com força, rápido, os tapas vindo de tempos em tempos para me manter alerta.
— Tá gostando de ser usada no banheiro da empresa, né sua putinha? Qualquer um podia entrar e te ver engasgando nessa rola.
Eu só conseguia gemer abafado, concordando com a cabeça enquanto ele metia. Meu rosto estava uma bagunça: vermelho dos tapas, molhado de lágrimas, baba e cuspe.
Depois de uns minutos ele me puxou pelo cabelo, me levantou e me virou contra a parede.
— Calça abaixada. Agora.
Eu baixei a calça e a cueca até os joelhos. Raí cuspiu na mão de novo, passou no meu cu e enfiou dois dedos grossos de uma vez, abrindo caminho. Logo depois veio o pau. Ele meteu tudo num golpe só, enterrando até o saco. Eu mordi o braço pra não gritar.
— Shhh… aguenta, vadia.
A dor foi lacerante, eu parecia estar sendo rasgado ao meio.
Porra, tava doendo mais que da primeira vez, minha perna começou a tremer, suor frio tomou conta de meu corpo.
Senti o pau entrar fundo, e minha visão deu uma escurecida, foi quando levei um tapa na bunda que ardeu e me fez voltar.
Agora, aquela tora dura já tava toda enfiada no meu rabo.
Ele começou a foder meu cu com força, uma mão tapando minha boca, a outra dando tapas no meu rosto virado de lado. Cada estocada fazia meu corpo bater contra os azulejos. O pauzão dele abria meu buraco sem piedade, batendo fundo, roçando minha próstata toda vez.
— Goza pra mim, cadelinha. Goza só com rola no cu.
Não demorou. Eu gozei forte, jatos batendo na parede do banheiro, meu cu apertando em volta dele. Raí grunhiu, deu mais três estocadas brutais e gozou fundo dentro de mim, enchendo meu intestino com porra quente e grossa.
Ele ficou lá dentro, pulsando, enquanto recuperava o fôlego. Depois puxou devagar, deixando o cu piscando e escorrendo porra pelas minhas coxas.
Raí me virou, segurou meu queixo com força e me deu um beijo molhado, possessivo, enfiando a língua fundo.
— Boa putinha. Amanhã você vai mamar de novo no horário do almoço. E dessa vez vai engolir até a última gota da minha porra.
Eu assenti, ainda chorando baixinho, o rosto ardendo, a garganta dolorida, o cu melado e aberto. Totalmente destruído e completamente viciado.
Ele ajeitou a calça, deu um último tapa leve no meu rosto e saiu do banheiro como se nada tivesse acontecido, me deixando lá de quatro, babando e escorrendo porra, tentando recuperar o fôlego.
Eu já sabia: aquilo era só o começo da minha nova rotina na empresa.

Comentários (3)

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  • Lex75: Tens muito talento para escrever. Não sei se escreves textos mais longos, mas se não deverias experimentar. Eu fico presa,entre aspas, aos reis textos tenho de ler até ao fim sem parar são intensos, e bastante descritivos. Parabéns.

    Responder↴ • uid:5vaq00qb0c
  • Escriba-T-JC: Forte, intenso e muito excitante... Gostei!!! Tenho lido seus contos e gostado bastante.

    Responder↴ • uid:1eq3so4ca3wc
    • Thiago P.: Escriba-T-JC, muito obrigado

      • uid:1cpd1icvxqio