#Corno #Voyeur

A calcinha vermelha com lacinho de minha esposa, nas mãos do Garotão

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JB

A respiração de João mudou, já com seus mais de 50, mais compassada à medida que Raquel se acomodava ao seu lado, os olhos brilhando com a adrenalina de reviver a cena. Ela tocou o braço do marido, sentindo a pele dele arrepiada.

— No começo, foi só uma conversa suave, mas o clima mudou rápido, Raquel continuou, a voz quase num sussurro. Nós fomos para um lugar mais reservado, longe dos olhares do café. Foi aí que as coisas saíram um pouco do controle.

João não desviava o olhar. E o que aconteceu?

— Ele se aproximou. Sem pressa, mas com uma confiança que me deixou sem ar. O primeiro toque veio quando ele colocou a mão na minha cintura para me puxar um pouco mais para perto. Não foi um toque tímido, João. Foi firme, possessivo, exatamente como você imaginou que seria. Eu senti o calor da mão dele atravessar a minha roupa. Ele tem apenas 19 anos, vai fazer vinte daqui à alguns dias.

Ela pausou, deixando o impacto do detalhe pairar no ar, sabendo exatamente o efeito que aquelas palavras tinham sobre o marido.

— Depois disso, o jogo mudou. Ele queria que eu soubesse exatamente com quem estávamos lidando. Ele deu um passo para trás, me olhou fixamente nos olhos e, devagar, abriu a calça. Ele se expôs para mim ali, João. Sem hesitação.

João engoliu em seco, o coração batendo visivelmente no peito. E como ele é?
Raquel sorriu de canto, vendo a fantasia se materializar na mente do marido.

Ele é impecável. Tudo o que você queria e mais um pouco. Ele é grande, braços fortes, barriga definida, sua rola grande, grossa e dura como pedra. A forma como ele se apresentou... ficou claro que ele sabe o poder que tem e está perfeitamente confortável em usar isso para o nosso prazer.

Ele olhou para baixo, depois para mim, e disse, toca e sente. Você me deixa assim. Não vejo o momento em que seu marido estiver assistindo você sendo fodida por mim.

Então, você tocou no pau dele? Perguntou João cheio de excitação.

Raquel com um sorriso de canto, disse: sim, precisava sentir a textura e o potencial, mas apenas isso!

João parecia suspenso em cada palavra, a mente desenhando os detalhes que Raquel jogava no ar. A revelação sobre a imponência do rapaz o tinha deixado completamente hipnotizado, mas Raquel guardava o toque final.

— Mas não parou aí, ela disse, deslizando a mão pelo peito de João, sentindo os batimentos acelerados dele. Antes de ir embora, ele me fez um pedido. Disse que precisava de algo para levar com ele, para lembrar do que estava por vir.

João franziu levemente a testa, uma mistura de ciúme e excitação pura correndo pelas veias. O que ele pediu?

Raquel soltou um riso baixo, cúmplice. — Ele olhou para a minha saia e disse que queria a minha calcinha. Aquela vermelha de lacinho que você adora.

O impacto da frase fez João prender a respiração por um segundo. A imagem da esposa entregando uma peça tão íntima para um desconhecido, sob o comando dele, era o estopim que faltava para a fantasia transbordar.

— E você deu? ele perguntou, a voz um pouco mais rouca.

— Claro que sim, ela sussurrou, aproximando os lábios do ouvido de João. Eu me afastei um pouco, tirei ali mesmo e entreguei na mão dele. Você precisava ver os olhos dele, João... Ele pegou o tecido, levou até o rosto para sentir o meu cheiro e guardou no bolso do paletó. Ele foi embora com ela. Agora, um pedaço da nossa intimidade está com ele, esperando pelo dia em que nós dois vamos buscar de volta.

João fechou os olhos por um instante, completamente dominado pela força da cena.

A calcinha vermelha não era apenas um souvenir; era a promessa real, selada, de que o jogo deles tinha começado e não havia mais volta.

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