#Gay #Grupal #Teen #Virgem

Joel, o evangélico de 19 anos

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Fabio M.

Joel vai para o gideoes e arruma um tempo pra conhecer a praia do pinho e sua trilha de putaria.

O vento de Camboriú não refresca ninguém. Ele gruda na pele igual suor de culto lotado. O mormaço sobe do mar, mistura com cheiro de desodorante barato, terno de microfibra quente e pastel frito das barraquinhas dos Gideões Missionários da Última Hora. Pra quem veio de Cascavel, do seco do Paraná, aquilo parecia outro mundo. E no meio daquela multidão de crente marchando pra lá e pra cá na Avenida Santa Catarina, eu sentia que minha cabeça ia abrir no meio igual melancia madura.
Meu nome é Joel, tenho 19 anos, e lá na minha igreja eu sou exemplo de jovem. Cuido da mesa de som, canto nos cultos de mocidade, ajudo o pastor quando precisa carregar caixa ou organizar cadeira. Meu pai é presbítero daqueles antigos, que fala olhando no fundo do olho da gente, como se enxergasse pecado escondido. Minha mãe vive dizendo que Deus tem uma chamada grande pra minha vida. E ainda tem a Rayane.
A Rayane é o tipo de menina que as irmãs chamam de “serva fiel”. Saia longa, cabelo comprido, voz baixinha de quem pede licença até pra respirar. Ela segura minha mão durante o culto e fala do nosso futuro como se já estivesse escrito: casar cedo, construir nos fundos do terreno do meu pai, criar filho na igreja. Eu gosto dela. De verdade. Mas dentro de mim existia outra coisa também. Um negócio torto, escondido, que eu jejuava, orava e chorava pra Deus arrancar… e nunca arrancava.
A viagem pros Gideões parecia uma panela de pressão fechando de vez. O ônibus da caravana veio lotado de irmã cantando corinho e gente falando em mistério desde Cascavel até Santa Catarina. Meu pai foi o caminho inteiro dizendo que aquela viagem ia trazer renovo espiritual pra nossa família. E eu ali na janela, vendo a BR-101 correr, enquanto meu celular vibrava escondido no bolso com mensagens e fóruns que eu tinha começado a acessar nas madrugadas.
No sábado, o calor estava tão forte que parecia castigo. O pavilhão fervia de gente. Pregador gritando no microfone, irmão chorando, obreiro correndo pra um lado e pro outro. Mas minha cabeça não estava no altar. Toda vez que algum rapaz passava perto — um braço queimado de sol, uma camiseta colada no corpo, um olhar demorado — vinha aquele choque ruim dentro de mim. Culpa e vontade misturadas.
No almoço, perto do rio, enquanto meu pai falava sobre a pregação da manhã, eu quase não conseguia engolir o espetinho. Porque desde a noite anterior eu já tinha decorado no celular o caminho até a Praia do Pinho. Tinha lido escondido sobre as trilhas afastadas, sobre gente que ia pra lá justamente porque podia existir longe dos olhos dos outros. Só pensar nisso já fazia meu coração bater errado.
— Tá passando mal, Joel? — minha mãe perguntou.
— Só dor de cabeça — menti.
O irmão Jorge, diácono da igreja, soltou uma risada: — Isso é batalha espiritual, varão. O inimigo se levanta quando o jovem tá buscando.
Eu abaixei os olhos na hora. Porque ninguém naquela mesa fazia ideia da batalha que realmente estava acontecendo dentro de mim.
A chance apareceu mais tarde, no hotel simples onde a caravana estava hospedada. O pastor chamou os homens no corredor:
— Hoje vai ter um clamor dos jovens lá numa congregação mais afastada. Trabalho forte de libertação. Quem quiser ir comigo, se prepara.
Antes que meu pai abrisse a boca, eu falei: — Eu quero ir, pastor.
Meu pai sorriu na mesma hora, cheio de orgulho. — Tá vendo? Deus tá trabalhando no menino.
Aquilo bateu em mim pior que tapa.
Voltei pro quarto tremendo. Tirei a roupa social, coloquei uma bermuda simples, camiseta leve e chinelo. A Rayane veio me dar um beijo no rosto.
— Ora pelo nosso futuro, amor.
Eu quase desisti ali.
Mas não desisti.
Saí escondido pelos fundos do hotel, sentindo o coração disparado. Pela primeira vez em muito tempo, eu estava sozinho. Sem pastor. Sem meu pai. Sem ninguém dizendo o que eu devia sentir.
Peguei o ônibus pras praias do sul. Conforme a cidade cheia de prédio ficava pra trás e a mata começava a cercar a estrada da Interpraias, parecia que minha vida antiga ia ficando distante também.
Quando desci perto da entrada da Praia do Pinho, o silêncio me assustou. Só vento nas árvores e barulho de mar batendo nas pedras.
Vi a estradinha entrando no meio da mata.
Respirei fundo.
E entrei.

A trilha ia fechando cada vez mais, o mato batendo nas minhas coxas e o chão de terra batida sumindo sob as folhas secas. O barulho do mar lá embaixo ficava abafado pela vegetação densa. O suor escorria da minha testa, ardendo nos olhos, misturado com uma adrenalina que parecia eletricidade pura correndo nas minhas veias. Eu estava quebrando todas as regras, deixando para trás o Joel do som, o Joel da Rayane, o Joel do paletó.

​De repente, a trilha se abriu num pequeno clarão, uma clareira cercada por arbustos altos onde o sol quase não entrava. Parado ali, encostado num tronco de árvore, estava um homem. Ele era mais velho, forte, estava completamente nu, com a pele bronzeada do sol da praia e os pelos do peito subindo até o pescoço. Quando ele me viu chegar, de bermuda e camiseta, ele não disse nada. Só deu um sorriso de canto e segurou a própria rola, que já estava dura, apontando na minha direção.

​Minhas pernas tremeram. Todo o medo, a culpa dos sermões do meu pai e o desejo sufocado de uma vida inteira colidiram na minha cabeça. Eu deu dois passos para a frente. Mantive os pés firmes no chão, mas curvei o meu tronco totalmente para a frente, inclinando as costas e estufando a bunda para trás, deixando o meu corpo na posição perfeita para o que vinha.

​— É a tua primeira vez aqui, né, moleque? — a voz dele saiu grave, num sussurro arrastado. — Tá nervoso, bicho? Abre a boca.

​Eu olhei para cima, com o corpo dobrado e o coração parecendo que ia saltar pela boca, e segurei na cintura dele para me apoiar. A pele dele era quente, tinha cheiro de mar, de protetor solar e de homem. Aproximei meu rosto por baixo e abri a boca, envolvendo a cabeça do caralho dele. Um gemido baixo saiu da garganta dele quando eu comecei a movimentar a cabeça para frente e para trás, mantendo minhas pernas esticadas e o rabo empinado para o alto.

​Minha garganta apertava, o tamanho da pica dele me fazia sofrer de verdade. Toda vez que ele empurrava com mais força, a cabeça do caralho batia direto no fundo da minha garganta, travando a minha respiração. Vinha aquela ânsia de vômito violenta, um reflexo tenso que contraía todo o meu estômago e fazia minhas costelas arderem. Meu corpo tentava rejeitar o tamanho daquilo, mas eu não conseguia recuar. Saliva grossa escorria pelos cantos dos meus lábios, misturando com as lágrimas que começaram a brotar nos meus olhos e escorrer quentes pelas minhas bochechas. Não eram lágrimas de tristeza, era o peso de dezenove anos de repressão misturado com o sufoco físico de ter a garganta totalmente bloqueada. Eu me forçava a receber aquela pica o mais fundo que conseguia, sentindo o gosto forte, salgado, o calor da pele dele contra a minha língua a cada engasgo.

​— Isso, guri... chupa tudo, engole essa porra — ele falava alto, a respiração dele ficando curta, uma das mãos dele segurando firme o meu cabelo, ditando o ritmo, enfiando o caralho até o talo na minha boca, ignorando o meu sufoco e me forçando a engolir a seco enquanto eu continuava com o corpo dobrado. — Que boca quente do caralho. Chupa essa rola com força.

​Eu fechei os olhos, me entregando completamente ao sofrimento e ao prazer daquele momento, focado apenas no aperto brutal na minha garganta. Eu estava tão entregue, tão entorpecido por aquela sensação inédita com o tronco abaixado e a respiração cortada, que meus sentidos se desligaram do resto do mundo. Eu não ouvi os passos nas folhas secas atrás de mim.

​De repente, senti duas mãos grandes e calejadas segurarem firme nos meus quadris, puxando a minha bermuda de tactel e a minha cueca para baixo de uma vez só, expondo a minha bunda empinada ao ar fresco da clareira. Sem que eu pudesse esboçar qualquer reação, uma ponta grossa e babada encostou direto na minha entrada.

​— Caralho, que rabinho branquinho... tá até piscando de medo — uma outra voz, mais rouca e grossa, sussurrou bem atrás da minha orelha.

​Sem nenhum aviso, ele empurrou o corpo para a frente. A dor foi um choque agudo, rasgando o meu corpo ao meio enquanto a cabeça do caralho dele forçava a entrada do meu cu, que nunca tinha sido tocado.

​— Ai! Pára... por favor, devagar! — eu tentei gritar, de pé, com o tronco dobrado, mas o som morreu na minha boca porque o homem da frente aproveitou o meu sobressalto para socar a rola ainda mais fundo na minha garganta, me fazendo engasgar feio e lutar por um pouco de ar.

​— Aguenta, novinho... relaxa o rabo que entra tudo — o homem de trás falou, dando um tapa estalado na minha bunda, o que me fez contrair ainda mais de dor. Ele segurou a minha cintura com tanta força que os dedos dele se enterraram na minha pele, e empurrou de vez, de pé, enfiando o caralho inteiro dentro de mim.

​Um gemido abafado, agudo e choroso tentou subir pela minha garganta, mas virou só um som sufocado de vômito contra a pica que me entalava. Eu me sentia completamente espremido e invadido pelos dois lados. O homem de trás começou a se mover, puxando o corpo quase todo para fora e empurrando de volta com força, fazendo meu corpo balançar para frente e para trás, mantendo meus pés cravados no chão da clareira.

​— Ai, meu Deus... vai devagar... tá doendo, vai mais devagar, por favor — eu tentava implorar entre uma ânsia e outra, a coluna curvada ao máximo, o meu próprio membro batendo contra a minha barriga.

​— Tá gostoso, né, safado? Olha como o teu rabo tá engolindo tudo — o de trás falava, acelerando o ritmo, batendo o saco com força contra as minhas nádegas. — Chupa o cara aí na frente enquanto eu arrombo esse teu cu gostoso.

​O ritmo ficou frenético. Eu estava preso entre os dois, em pé, sofrendo na boca e no cu de um jeito que eu nunca imaginei que existisse. O homem da frente não tinha pena da minha falta de ar; ele segurava a minha nuca e dava estocadas rápidas, fazendo a pica raspar e machucar o fundo da minha úvula, me obrigando a babar e lacrimejar sem parar enquanto o de trás metia o caralho sem pena no meu cu.

​— Vai... vai... vou gozar na tua boca, moleque! — o da frente gritou, colando a bacia no meu rosto e enfiando a rola até o limite máximo da minha garganta, me deixando totalmente sem ar.

​Ele deu três estocadas violentas que me fizeram revirar os olhos de tanta ânsia e parou, tremendo inteiro. Um jato quente, espesso e amargo disparou direto no fundo da minha garganta. O impacto do líquido morno me fez tossir e quase vomitar, mas eu fechei os olhos e engoli tudo sob pressão, sentindo a porra descer pesada pelo meu pescoço, limpando a boca com a língua enquanto ele se afastava.

​Atrás de mim, o ritmo mudou. O segundo homem, vendo o outro gozar, segurou meus quadris com ainda mais força, puxando meu corpo de pé contra o dele, e deu três metidas profundas, violentas.

​— Porra, vou gozar dentro! Vou encher esse teu cu de porra! — ele urrou, dando uma última porrada firme e travando o corpo contra o meu. Senti uma onda de calor intenso inundar o meu interior, jatos e jatos quentes preenchendo o meu cu enquanto ele tremia.

​Quando ele finalmente se retirou, eu continuei ali na mesma posição, com as costas dobradas e as mãos apoiadas nos joelhos, tossindo e tentando recuperar o fôlego depois de tanto sufoco. O sêmen morno começou a escorrer lentamente pelas minhas coxas. Minha boca estava seca, com o gosto amargo e espesso colado no céu da boca, e meu cu ardia. Minha bermuda e a cueca continuavam presas nos meus tornozelos, me impedindo de dar qualquer passo longo.

​Sei que eu ainda estava curvado, tentando respirar, quando o barulho de galhos estalando perto da minha cabeça me fez tentar olhar de lado. Antes que eu pudesse fazer qualquer movimento, uma mão pesada e grossa se cravou no meu cabelo com força, puxando a minha cabeça para cima de uma vez só, me mantendo de pé, mas com o tronco esticado para trás pelo puxão.

​— Que porra é essa aqui? Um banzinho de crente com o rabo cheio de leite? — a voz era nova, áspera, com cheiro de cigarro barato.

​Olhei de relance e vi um cara magro, de barba por fazer, com a pica já completamente ereta e latejando na direção do meu rosto. Do lado dele, um outro homem, alto e forte, desabotoava a bermuda sem a menor pressa.

​— Abre a boca, sua cadelinha. Vai limpar a pica dos homens agora — o barbudo ordenou, dando um tapa estalado na minha bochecha que fez meu rosto virar e estalar.

​Sem esperar, ele empurrou o caralho dele direto contra os meus lábios. Eu abaixei as costas novamente, curvando o corpo para a frente para alcançar a rola dele, e deixei que ela entrasse até o fundo. O impacto foi tão bruto que bateu direto na minha garganta, ativando a ânsia de vômito na mesma hora. Eu tossia ao redor do membro, os olhos transbordando de água pelo sufoco, mas o barbudo não parava. Ele segurava o meu cabelo como se fosse uma rédea, me forçando para frente e para trás, me obrigando a engolir aquele caralho gigante enquanto eu sufocava e tentava achar um pouco de ar.

​— Chupa direito, seu putinho. Engole tudo — ele rosnava.

​Enquanto a minha boca sofria com aquele calor bruto e aquela pica entalada que me fazia marejar os olhos a cada segundo, senti o terceiro homem se posicionar exatamente atrás de mim. Sem o menor preparo, ele segurou as minhas duas nádegas, abrindo a minha carne com força, e empurrou a ponta grossa da rola dele direto no meu cu que já estava sensível e aberto, me pegando totalmente de pé.

​— Ai! — tentei gritar, mas o som virou só um estalo abafado e um engasgo violento na garganta do cara que eu mamava, que enfiou a pica ainda mais fundo para estancar o meu grito.

​O terceiro homem entrou rasgando, aproveitando o sêmen do cara anterior para deslizar para dentro de mim. A dor foi um corte profundo, fazendo meu corpo arquear de pé, mas ele bateu com força o quadril contra a minha bunda. Ele começou a meter com violência, estocadas secas e brutas que faziam minhas pernas tremerem, mas sem ceder.

​— Olha como esse rabo tá frouxo, caralho! Já comeram com força antes — o de trás falava, desferindo tapinhas repetidos na minha bunda, deixando a minha pele vermelha e ardendo. — Aguenta a pressão, sua puta!

​Eu estava preso, imprensado em pé entre dois homens no meio da mata. O barbudo na minha frente acelerou as fustigadas na minha boca, me fazendo sofrer com ânsias contínuas que faziam meu peito doer de tanto esforço para não vomitar, enquanto o cara de trás socava o meu cu sem a menor piedade. O prazer elétrico, a dor e o sufoco se misturaram de um jeito absurdo. Eu só gemia de forma abafada, a saliva escorrendo solta pela pica, o gosto de homem impregnando tudo.

​— Vai, engole tudo! — o da frente urrou, afundando o caralho até o limite da minha garganta, travando a minha respiração por completo naquele soco final.

​Uma nova onda de líquido quente, grosso e amargo disparou direto no fundo da minha boca, acionando o meu reflexo de engasgo no nível máximo. Eu me forcei a engolir tudo em meio ao sufoco, sentindo o calor daquela segunda porra descer pela minha garganta maltratada enquanto ele se afastava, deixando-me ainda curvado e tossindo.

​O cara de trás continuou. Ele segurou a minha cintura com as duas mãos, me puxando firme contra ele de pé, e deu as últimas cinco metidas mais profundas, me fazendo soltar gemidos agudos e chorosos.

​— Porra, vou trazer no fundo! Toma, sua puta! — ele gritou, dando uma última porrada firme e despejando toda a sua carga quente bem no fundo do meu intestino. O corpo dele tremeu contra o meu antes de se puxar para fora com um estalo úmido.

​Eu continuei erguido, com as pernas bambas e a cabeça baixa, limpando a boca com as costas da mão, achando que finalmente teria paz. Mas o quarto homem, aquele alto que estava assistindo a tudo de braços cruzados, deu um passo à frente. Ele não disse nada. Só empurrou o meu ombro para que eu firmasse os pés e empinasse a bunda novamente.

​— Minha vez de usar esse brinquedo — ele disse, com a voz fria.

​Ele se posicionou colado atrás de mim, segurou os meus quadris com violência e, sem a menor cerimônia, empurrou a rola dele para dentro do meu cu, que já estava completamente encharcado e transbordando de sêmen dos outros caras. O caralho dele entrou direto, deslizando fácil no líquido morno, mas a pressão lá dentro era tanta que parecia que eu ia explodir. Ele começou a meter rápido, em pé, estocadas fortes e pesadas que ecoavam na clareira com um barulho estalado e molhado.

​— Olha quanta porra saindo para fora, seu safado. Tu gosta, né? Virou depósito de Camboriú — ele dizia, desferindo um tapa violento na minha coxa que deixou a marca dos dedos dele na minha pele.

​Eu já não tinha mais forças para nada. Mantinha minhas pernas esticadas a contragosto, os pés plantados na terra, com o tronco caído para a frente, sentindo o cheiro de folha podre e suor, enquanto o corpo dele batia contra o meu sem parar. Cada estocada me empurrava para a frente. Eu era o Joel da igreja, o Joel do som, e ali eu estava sendo arrombado por três desconhecidos em sequência, sem nem sair do pé, com o rabo cheio de leite e a boca machucada, ainda anestesiada pelas ânsias e pelo gosto da porra.

​O quarto cara deu uma sequência de metidas violentas, segurando firme na minha carne, até que ele soltou um rosnado baixo e direto, enterrando-se todo dentro de mim enquanto gozava, despejando a terceira camada de sêmen quente no fundo do meu corpo.

​Quando ele finalmente se retirou, meu tronco desabou para a frente e eu apoiei as mãos nos joelhos para não cair, as pernas totalmente abertas e trêmulas, com uma mistura viscosa de porra e suor escorrendo lentamente pelo meu corpo direto para o chão.
Saciado, pronto pra voltar para minha família, para o Gideoes, ser o jovem pra casar bem comportado que sempre fui.

Comentários (5)

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  • Roberto: Show, por que parou, tenho certeza que naquela mata tinha mais gente pra te comer. Depois dessa nem casa mais e se casar vai continuar dando o cuzinho, quando prova uma rola não para mais.

    Responder↴ • uid:1d8qjio0zy2c
  • Fabio m.: Eu escrevi esse conto pq já comi muito crente no pinho no gideoes, vem tudo louco pra fuder

    Responder↴ • uid:1et38e5r279y
  • Beto: Massa eu já curti com dois amigos um fudia meu cu e outro na boca eu me engasgava e meu cu peidava de tanta violência que ele bomba há detalhe eu já casado nunca deixei de dar meu cuzinho

    Responder↴ • uid:muiqg94x8
  • patricio: voce casou, eu acho que nao depois de ser fudido desse jeito nao parou de dar o cu, eu nao parei,fui fudido por dois ,depois viciei

    Responder↴ • uid:g3ivh0209
    • Beto: Eu também Patrício viciei em dar o cuzinho mesmo casado continuo dando não tem como parar é gostoso de mais

      • uid:muiqg94x8