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Suruba no Escritório

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O Narrador de Contos

Preocupados com meus desempenho meus colegas de trabalho me ajudaram de um jeito peculiar.

Depois do expediente, como sempre, eu e meus colegas André, Vinícius e Matheus ficamos no escritório. Estávamos sentados ao redor da mesa de reunião, conversando sobre trabalho, quando o assunto mudou para a minha performance na empresa.
— Larissa, você anda meio desanimada ultimamente — disse André, franzindo a testa em preocupação. — Tem alguma coisa te incomodando?
Respirei fundo antes de responder. Não queria envolver meus colegas pessoais, mas eles sempre foram tão gentis e compreensivos comigo que não pude deixar de me abrir.
— É verdade, tenho estado um pouco para baixo — confessei. — Na verdade, terminei com meu namorado há algumas semanas e ainda estou me recuperando emocionalmente.
Os três se entreolharam, surpresos com a revelação. Vinícius foi o primeiro a reagir.
— Sinto muito ouvir isso, Larissa — disse ele, colocando uma mão reconfortante no meu ombro. — Sei que deve estar sendo difícil, mas nós estamos aqui para você, ok?
Assenti agradecida, sentindo as lágrimas brotarem nos meus olhos. Matheus também se aproximou e me deu um abraço apertado.
— Se precisar de qualquer coisa, é só nos procurar — disse ele gentilmente.
Apesar do apoio dos meus colegas, eu sabia que meu problema não era apenas emocional. Havia uma tensão dentro de mim, um desejo ardente que não conseguia saciar. Estava cheia de tesão e não tinha mais ninguém com quem me aliviar.
— Na verdade — comecei a dizer, hesitando antes de continuar — Meu problema não é só sentimental. Sinto falta... de ter um homem em mim, entende?
Os três assentiram compreensivamente, mas notei um brilho diferente nos olhos de André quando ele falou:
— Se esse for o seu problema, Larissa, eu posso ajudar — disse ele com uma piscadela maliciosa.
Antes que pudesse entender o que estava acontecendo, André se levantou da cadeira e começou a abrir o zíper da calça. Meus olhos se arregalaram quando vi seu membro pulsante surgir livremente, já completamente ereto.
— Você está precisando de uma boa foda! — continuou ele com um sorriso provocador. — E isso eu estou mais do que disposto a te dar.
Fiquei momentaneamente chocada, mas meu corpo reagiu instantaneamente à visão do pau duro de André. Senti minhas bochechas corarem e uma onda de calor se espalhar pelo meu ventre.
Vinícius e Matheus pareceram surpresos com a atitude do colega, mas logo sorriram safados quando entenderam o que estava acontecendo. Eles também se levantaram e começaram a tirar as roupas, revelando seus próprios paus latejantes.
— Não vai ser só ele te fodendo — disse Matheus, avançando em minha direção com um brilho predatório nos olhos. — Nós três vamos te dar o que você precisa.
Antes que eu pudesse responder, André se aproximou e me puxou para um beijo quente e exigente. Sua língua invadiu minha boca enquanto suas mãos exploravam meu corpo ávido. Senti seus dedos abrindo os botões da minha blusa e puxando o tecido para baixo, deixando meus seios nus expostos.

Os três homens me cercaram, suas mãos explorando cada centímetro do meu corpo. André atacou meus lábios em um beijo faminto enquanto Vinícius e Matheus percorriam minha pele nua com toques quentes e exigentes. Senti mãos acariciando meus seios, beliscando meus mamilos endurecidos, enquanto outras deslizavam por minhas coxas, aproximando-se do calor entre minhas pernas.
Ofegante de desejo, comecei a retribuir as carícias dos meus colegas. Meus dedos traçaram os contornos musculosos de seus corpos, explorando cada recesso e saliência. André grunhiu quando agarrei seu pau latejante, acariciando-o com movimentos longos e firmes.
— Porra, isso é bom — murmurou ele contra meus lábios inchados pelo beijo.
Enquanto eu masturbava André, senti Vinícius se ajoelhando entre minhas pernas. Ele abriu minhas coxas com um empurrão suave e levou a boca até meu sexo pulsante. Seu toque foi como uma descarga elétrica através do meu corpo, me fazendo arquear as costas em resposta.
— Caralho, Larissa — gemeu Matheus, observando a cena com os olhos cheios de luxúria. — Você está enxarcada...
Ele não perdeu tempo e se posicionou atrás de mim, pressionando seu pau duro contra minhas nádegas. Começou a se esfregar lentamente, me provocando com sua ereção quente e pulsante.
— Quero sentir esse cu apertado ao redor do meu pau — disse ele em um rosnado rouco.
Ainda perdida nas sensações que Vinícius provocava com a língua em minha boceta, mal consegui responder. Mas quando Matheus guiou seu membro até a entrada do meu ânus e começou a penetrar lentamente, fui tomada por uma onda de prazer intenso.
— Ahhhh, sim! — gritei, sentindo meu corpo se abrir para receber o pau grosso de Matheus.
Ele continuou avançando, centímetro por centímetro, até que estava completamente dentro de mim. A sensação de estar tão cheia, com dois paus me fodendo ao mesmo tempo, era inacreditável. Comecei a me mover contra eles, buscando mais atrito e profundidade.
André segurou meu rosto entre as mãos e me fez encará-lo enquanto eu era penetrada por Matheus e Vinícius. Seus olhos escuros brilhavam de desejo quando ele disse:
— Quero ver você gozar, Larissa. Quero ver seu corpo sendo fodido pelos três, até que você não aguentar mais.
Suas palavras só serviram para me excitar ainda mais. Comecei a gemer e gritar de prazer à medida que os movimentos dos meus colegas se tornavam mais frenéticos. Vinícius chupava minha boceta com uma intensidade alucinante, enquanto Matheus investia contra meu cu com estocadas rápidas e profundas.
Quando André também começou a me penetrar, seu pau deslizando entre meus lábios inchados e úmidos, perdi completamente o controle. Meu corpo se contorceu em espasmos violentos de prazer quando um orgasmo avassalador tomou conta de mim.
— Ahhhh, estou gozando! Estou gozando tanto! — gritei, sentindo meu sexo pulsar e encharcar a boca de Vinícius.
Os três homens continuaram me fodendo através das ondas do meu orgasmo, seus paus se movendo cada vez mais rápido dentro de mim. André foi o primeiro a atingir seu limite, rugindo quando despejou sua porra quente em minha boceta gulosa.
— Toma, engole tudo — disse ele com a voz rouca, estocando fundo até que sua ejaculação cessou.
Vinícius e Matheus não demoraram muito mais tempo. Com gemidos guturais, eles também gozaram dentro de mim, enchendo meu cu e minha boceta com suas porções generosas de sêmen.
Com a respiração ofegante, comecei a recuperar os sentidos depois do orgasmo alucinante. Ainda estava meio zonza quando André sorriu maliciosamente e disse:
— Não pense que já acabamos com você, Larissa. Estou duro de novo só de ver meu gozo escorrendo da sua boceta.
Ele puxou minha cabeça em direção ao seu pau latejante, acariciando meu rosto com a ereção quente. Vinícius e Matheus também se aproximaram, seus membros rígidos e prontos para uma nova rodada.
— Queremos ver você chupar todos nós — disse Matheus, enfiando o pau na minha boca sem cerimônia. — Quero sentir esses lábios ao redor do meu cacete enquanto gozo na sua garganta.
Minha boceta latejou com a promessa de mais sexo intenso. Abri a boca para receber os paus dos meus colegas e comecei a chupá-los com vontade, alternando entre um e outro em uma dança erótica de prazer.
— Isso, engole tudo — rosnou Vinícius, segurando minha cabeça enquanto enfiava fundo na minha garganta. — Quero ver você sendo fodida pela boca até não aguentar mais.
Senti o sêmen quente escorrendo pelo meu queixo e peito quando eles começaram a gozar em mim, um após o outro. Meu corpo foi coberto por uma camada pegajosa de porra enquanto eu engolia os jatos espessos dos meus colegas.
— Olha só como ela fica gostosa depois de ser encharcada — comentou André, admirando minha figura suja de gozo. — Acho que ainda não acabamos mesmo...
Os três começaram a me tocar novamente, seus dedos percorrendo meu corpo nu e úmido de sêmen. Senti mãos acariciarem meus seios, apertando e beliscando os mamilos endurecidos. Outras deslizaram pelas minhas coxas, abrindo minhas pernas para que pudessem penetrar minha boceta encharcada.
— Queremos te foder até você desmaiar — disse Matheus, esfregando seu pau duro contra minha entrada pulsante. — Queremos ver você sendo encharcada de gozo da cabeça aos pés.
E foi o que eles fizeram. Por horas a fio, meus colegas me usaram como sua putinha particular, fodendo minhas bocetas e meu cu sem dó nem piedade até que eu não aguentasse mais. Quando finalmente terminamos, meu corpo estava exausto e coberto de porra dos pés à cabeça.
— Acho que nunca te vi tão bem depois do expediente — comentou Vinícius enquanto nos arrumávamos para ir embora.
Sorri satisfeita, sentindo minha boceta latejar em resposta ao movimento. Sabia que meu desempenho na empresa só poderia melhorar depois de tanto sexo com meus colegas. Mal posso esperar pelo próximo dia no escritório!

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