#Gay #Zoofilia

Jeremias e o garanhão

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Fabio M.

Jeremias é currado pelo cavalo da fazenda, tem o cu destruído, mas está realizado.

O sol do meio-dia queimava forte, mas a água da mangueira descia fria sobre o garanhão preto. O pelo molhado brilhava sob a luz, destacando os músculos do animal a cada passada de escova. Jeremias passava a mão pela garupa do bicho com atenção quase hipnótica. Sempre tivera respeito pelo tamanho e pela força daquele cavalo, mas a solidão da roça às vezes embaralhava pensamentos dentro da cabeça dele.
A água escorria pela terra batida do picadeiro enquanto o cheiro de couro, capim e lama subia no calor abafado. De repente, a inquietação que carregava há dias rompeu qualquer barreira de hesitação ou vergonha. Jeremias largou a escova e ajoelhou-se na terra úmida, bem diante da anatomia imponente do animal.
Com as mãos grossas e calejadas do trabalho diário, envolveu o membro do cavalo, sentindo a textura pesada, quente e a pulsação forte da carne escura que já começava a endurecer. O pau do garanhão era grosso como seu antebraço, veias saltadas, a cabeça larga e rosada aparecendo aos poucos do prepúcio. Jeremias respirou fundo, o coração martelando no peito, e aproximou o rosto. Primeiro lambeu devagar, a língua áspera percorrendo toda a extensão desde a base peluda até a ponta, sentindo o gosto forte, selvagem, salgado e levemente amargo do suor e do almíscar do animal. O cavalo bufou, agitado, mas ficou parado, o membro inchando rápido na boca do homem.
Ele abriu bem os lábios, esticando a mandíbula ao máximo, e engoliu a cabeça grossa. Era impossível caber tudo, mas Jeremias forçou, engasgando, saliva escorrendo pelos cantos da boca enquanto chupava com fome. Subia e descia a cabeça, as mãos masturbando o que não cabia, girando a língua ao redor da glande larga, sugando o líquido pré-gozo que pingava abundante. O cavalo empurrava levemente os quadris, fodendo devagar a garganta dele. Jeremias gemia rouco, olhos lacrimejando, baba e muco escorrendo pelo queixo e pingando na terra. Chupava com devoção bruta, engolindo mais fundo a cada investida, sentindo as veias pulsarem contra sua língua, o cheiro forte de macho enchendo suas narinas. Levou longos minutos assim, babando, engasgando, masturbando com as duas mãos enquanto a boca trabalhava incansável, até sentir o pau do garanhão latejar violentamente.
Pouco depois, ainda trêmulo e com o gosto mineral e selvagem preso na garganta, afastou-se cuspindo uma mistura de saliva e pré-gozo. Caminhou até a baia e puxou a égua castanha, amarrando-a perto do curral. O garanhão percebeu o cheiro dela imediatamente, agitado, bufando baixo pelas ventas abertas, avançando para a monta com a força cega do instinto.
Jeremias ficou encostado nas tábuas, observando tudo. O garanhão montou a égua com peso e urgência, o pau enorme — ainda molhado da boca dele — acertando o alvo e afundando fundo na fêmea em estocadas brutais. O barulho molhado de carne contra carne enchia o picadeiro, a égua relinchando enquanto o macho a fodia com potência animal, o saco pesado batendo contra ela. Jeremias assistia hipnotizado, o próprio pau duro latejando dentro da calça.
Quando o garanhão finalmente gozou, soltando um relincho alto e enchendo a égua de porra grossa que escorria pelas pernas dela, Jeremias não esperou nem um minuto. Assim que o cavalo desmontou, o membro ainda semi-ereto, brilhando com a mistura de fluidos da égua e seu próprio sêmen, ele se ajoelhou novamente.
O pau do garanhão estava sujo, coberto de porra branca, muco vaginal da égua e seu próprio cheiro forte. Jeremias não hesitou. Segurou a base grossa com as duas mãos e enfiou na boca novamente, chupando com ainda mais fome. O gosto era mais intenso agora: salgado, azedo, cremoso, misturado com o sabor da égua. Ele lambia tudo, a língua percorrendo cada veia, sugando a cabeça larga para tirar os restos de gozo que ainda pingavam. Chupava devagar e fundo, gemendo alto, uma das mãos descendo para massagear o saco pesado do animal enquanto a outra bombeava o eixo. Engolia o sêmen residual, limpando o pau do garanhão com a boca como um servo obediente, o rosto todo lambuzado.
O cavalo tremia levemente, sensível depois da foda, mas Jeremias continuou, chupando e lambendo até deixar o membro limpo e brilhando só de sua saliva. Só então se afastou, ofegante, o peito arfando, o gosto forte e proibido dominando sua boca e sua mente.
Sentado na terra, olhando para o garanhão e para a égua ainda arfando, Jeremias sentiu novamente aquela onda: excitação bruta misturada com uma tristeza funda, amarga, uma inveja dolorosa e uma vergonha que o esmagava por dentro. Era como se estivesse olhando para alguma parte quebrada dele mesmo que nunca conseguiu nomear. E, mesmo assim, sabia que voltaria a fazer tudo de novo.
Sentado na terra, olhando para o garanhão e para a égua ainda arfando, Jeremias sentiu novamente aquela onda: excitação bruta misturada com uma tristeza funda, amarga, uma inveja dolorosa e uma vergonha que o esmagava por dentro. Era como se estivesse olhando para alguma parte quebrada dele mesmo que nunca conseguiu nomear. E, mesmo assim, sabia que voltaria a fazer tudo de novo.
No dia seguinte, o desejo o consumia ainda mais forte. Jeremias não conseguiu esperar. Levou o garanhão preto para o picadeiro vazio, amarrou a égua longe para que o cheiro dela não o distraísse. Preparou uma pequena banqueta de madeira, abaixou as calças e se posicionou de quatro, o cu exposto, já lubrificado com óleo de cozinha que roubara da cozinha da casa. O coração batia descontrolado.
O garanhão cheirou, bufou, o pau enorme saindo da bainha novamente. Jeremias sentiu o peso do animal se aproximar, as patas batendo no chão ao lado dele. Tentou guiar a cabeça grossa com a mão trêmula, empurrando contra o próprio buraco. O cavalo montou desajeitado, o peso esmagador caindo sobre suas costas. A glande enorme pressionou com força bruta, mas não entrava. Era grande demais. Jeremias forçou para trás, suando frio, rangendo os dentes, mas o anel apertado não cedia. A dor era lancinante só na tentativa. O cavalo empurrou uma vez, duas, quase o derrubando da banqueta, mas o ângulo estava errado e o tamanho impossível. Frustrado, o animal desmontou, o pau balançando pesado, latejando.
Ofegante e derrotado, Jeremias se virou. Ajoelhou-se na terra e segurou com as duas mãos aquele monstro que não conseguira tomar. Começou a bater punheta com força, as mãos grossas subindo e descendo pelo eixo veioso, girando na cabeça larga e rosada. O cavalo bufava, os quadris se movendo instintivamente. Jeremias abriu a boca bem embaixo, língua para fora, masturbando rápido e firme.
— Vai, porra... goza pra mim... — murmurou rouco.
O garanhão não demorou. O pau inchou ainda mais, latejou violentamente e explodiu. Jatos grossos, brancos e quentes de porra jorraram direto na boca aberta de Jeremias. O volume era absurdo. Ele engoliu o máximo que pôde, tossindo, engasgando, enquanto o resto escorria pelo queixo, pescoço e peito. O gosto era forte, salgado, quase doce, enchendo sua barriga. Bebeu tudo o que conseguiu, lambendo os lábios e o pau ainda pingando, limpando o animal com a boca.
Mas não bastou.
Dois dias depois, a obsessão voltou ainda mais forte. Jeremias preparou melhor. Usou mais óleo, dilatou-se com os dedos o máximo que conseguiu durante quase uma hora, e posicionou a banqueta num lugar onde o cavalo conseguisse se apoiar melhor. O garanhão estava agitado, o pau já meio saindo só de ver o homem nu de quatro.
Dessa vez, quando o animal montou, Jeremias empurrou para trás com determinação. A cabeça grossa pressionou forte, queimando. Ele gritou entre os dentes quando o cavalo deu uma estocada instintiva e a glande enorme forçou passagem, rasgando para dentro dele. A dor foi terrível, cegante, como se estivesse sendo partido ao meio. Lágrimas escorreram pelo rosto, o corpo inteiro tremendo, o cu queimando insuportavelmente enquanto o pau monstruoso entrava centímetro por centímetro, abrindo-o de forma brutal.
— Aaaahh... caralho... dói... dói pra porra... — gemeu, mas não se afastou.
Ao mesmo tempo que a dor o dilacerava, uma realização profunda, doentia e completa tomou conta dele. Estava sendo fodido pelo garanhão. Realmente sendo montado. O peso do animal sobre suas costas, o pau enorme afundando cada vez mais fundo no seu intestino. A dor e o prazer se misturavam de forma insana. Jeremias sentiu o ventre inchando levemente a cada estocada forte e descontrolada do cavalo.
O garanhão fodeu com força bruta, estocadas curtas e pesadas, o saco batendo contra ele. Jeremias só conseguia gemer e aguentar, o cu destruído, o corpo suado e tremendo. Quando o animal gozou, foi como uma mangueira. Jatos potentes, quentes e grossos inundaram suas entranhas, enchendo-o até o limite. A barriga de Jeremias inchou visivelmente com o volume de porra. O excesso escorria ao redor do pau ainda enterrado, pingando grosso no chão.
O cavalo demorou a sair. Quando finalmente desmontou, um rio de sêmen branco jorrou do cu aberto e destruído de Jeremias, escorrendo pelas coxas. Ele ficou caído de quatro, ofegante, sentindo a dor latejante misturada com uma satisfação profunda e doentia.
Horas depois, ao tentar se levantar, a pressão veio. Jeremias mal conseguiu chegar atrás da baia. Abaixou-se e começou a expelir. Golfadas grossas de porra do cavalo saíam do seu cu, caindo na terra com barulho molhado. Ele gemia baixo, exausto, o cu piscando aberto, ainda vazando o sêmen branco e viscoso enquanto cagava porra do animal.
Mesmo com o corpo doendo, a vergonha queimando mais forte que nunca, Jeremias sabia que voltaria. Porque agora ele tinha sido montado. Tinha sido tomado. E o gosto daquela submissão bruta era algo que nunca mais conseguiria esquecer.
Se gostaram curtam, comentem, critiquem.
Obrigado por ler, até a próxima! 🐎🐎

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