#Gay #Grupal #Sado

O batismo de Juninho 3 destruído na festa

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Fabio M.

Juninho vai ser puta de novo, e se vcs acharam q o cu dele nso foi destruído o suficiente, acompanhe o estrago.

Juninho mal conseguia olhar nos olhos de ninguém na faculdade depois do que aconteceu no vestiário. O cu dele ainda doía pra caralho, uma dor latejante que piorava toda vez que ele sentava. Sentia a porra seca grudada na cueca, o buraco inchado roçando no tecido a cada passo. Ele tentava andar normal, mas o jeito como as pernas abriam um pouco mais já entregava: estava arrombado.
Era sexta à noite e a festa da faculdade bombava no pátio central. Luzes coloridas piscavam, o som alto de funk e sertanejo misturado, cerveja barata correndo solta e gente suada se esfregando por todo lado. Juninho tinha ido porque Maurício mandou mensagem ameaçando: “Se não aparecer, o vídeo vai pro grupo da turma toda”. Ele apareceu, de cabeça baixa, usando uma camiseta folgada e uma bermuda jeans pra tentar esconder o que restava da sua dignidade.
Mal tinha pegado uma latinha de Skol quando sentiu o cheiro familiar de cigarro e suor de macho. Maurício e Pedro surgiram de um lado. Do outro, Bruno e Ramon, os dois gigantes do basquete, com camisetas do time coladas nos corpos definidos.
— Olha o putinho da república — Maurício riu, passando o braço grosso em volta do pescoço dele e apertando. — Tá andando meio aberto, Juninho? O cu ainda tá piscando depois da surra que os pretos te deram?
Pedro deu um tapa forte na bunda dele por cima da bermuda, fazendo Juninho gemer baixinho.
— Tá sensível ainda, né? Que bom. Hoje a gente vai terminar o serviço.
Bruno se aproximou, a voz grave ecoando perto do ouvido dele:
— A gente combinou. Quatro machos de verdade pra destruir esse cuzinho de calouro de vez. Vem com a gente.
Juninho tentou resistir, mas eram quatro contra um. Ramon agarrou o braço dele com força de ferro e o grupo o arrastou sorrindo, como se fosse só uma brincadeira, por entre a multidão. Passaram pelo meio da festa, subiram umas escadas laterais e entraram num bloco velho da faculdade que estava em reforma — um corredor escuro, sem luz, cheio de salas vazias e material empilhado. Maurício chutou a porta de uma sala de aula abandonada e trancou por dentro.
O lugar cheirava a poeira, tinta velha e umidade. Havia carteiras empilhadas num canto, um quadro sujo e um chão frio de cerâmica. A única luz vinha de um poste da rua que entrava pela janela quebrada, deixando tudo em meia-luz amarelada.
— De joelhos, viadinho — ordenou Bruno, já abrindo o zíper da calça jeans.
Juninho hesitou só um segundo. Pedro agarrou o cabelo dele e forçou para baixo até os joelhos baterem no chão sujo.
— Abre essa boca de puta. Hoje tu vai engasgar de verdade.
Os quatro paus saíram quase ao mesmo tempo. Dois grossos e rosados dos caras da república, dois monstros pretos e veiosos dos jogadores de basquete. Maurício e Bruno foram os primeiros. Eles seguraram o pau semi-duro e bateram no rosto de Juninho, esfregando as cabeças úmidas de pré-gozo nos lábios, nas bochechas, no nariz.
— Cheira, porra. Cheira o cheiro de macho que vai te foder — grunhiu Maurício, enfiando a rola grossa entre os lábios dele.
Juninho abriu. O pau de Maurício entrou quente, salgado, empurrando a língua pra baixo. Bruno não esperou: encostou a cabeça enorme do dele do lado e forçou junto. Dois paus na boca ao mesmo tempo. Os cantos da boca de Juninho esticaram pra caralho, os lábios ficando brancos de tanto abrir.
— Isso, abre mais, abre essa boquinha de cadela! — Bruno mandou, segurando a cabeça dele com as duas mãos enormes.
Eles começaram a meter. Não era suave. Eram estocadas curtas e brutas, revezando, um empurrando enquanto o outro saía um pouco. A saliva escorria sem controle pelo queixo de Juninho, baba grossa e viscosa pingando no chão. Ele engasgava forte, o corpo convulsionando.
— Gluuuurgh… hhhhhggg… — o som molhado e desesperado ecoava na sala vazia.
Ramon ria, filmando com o celular:
— Olha o pescoço dele, mano. Tá inchando! Os dois paus tão deformando a garganta do viado.
Pedro se juntou, segurando o queixo de Juninho e forçando mais fundo. Quatro paus se revezando na boca dele agora, batendo na língua, na garganta, esfregando nas bochechas. Juninho chorava, lágrimas grossas escorrendo, nariz escorrendo, baba misturada com pré-gozo escorrendo pelo pescoço e molhando a camiseta.
— Engole, engole tudo, porra! Tu é nosso buraco, caralho! — Maurício rosnava, socando fundo até as bolas batessem no queixo dele.
Juninho vomitava saliva pura, o estômago se contraindo, o corpo inteiro tremendo. Eles não paravam. Tiravam o pau melado de baba e batiam no rosto dele, depois enfiavam de novo, dois ao mesmo tempo, esticando a boca até o limite. O som era obsceno: gluck-gluck-gluck molhado, engasgos, tosse, gemidos roucos dos quatro machos.
Depois de uns quinze minutos de garganta destruída, eles o levantaram como se ele não pesasse nada. Tiraram a bermuda e a cueca dele num puxão. O cu de Juninho ainda estava marcado das sessões anteriores — inchado, rosado, com as bordas um pouco folgadas.
— Olha o estado dessa rosinha… já tá pedindo rola — Pedro zombou, cuspindo direto no buraco.
Maurício foi o primeiro. Empurrou Juninho contra uma carteira empilhada, fazendo ele se debruçar. Sem aviso, meteu tudo de uma vez. O cu sensível abriu com um som molhado. Juninho gemeu alto, a dor queimando.
— Aaaahh… porra… dói…
— Dói é o caralho. Aguenta, putinha — Maurício grunhiu, começando a socar forte, o saco batendo contra as bolas de Juninho.
O pau dele entrava e saía brilhando, abrindo o buraco cada vez mais. Bruno se posicionou na frente e enfiou o pau na boca dele de novo, abafando os gemidos.
Depois de alguns minutos, trocaram. Ramon assumiu o cu. O pau comprido e grosso dele abriu ainda mais. Ele metia com força, segurando a cintura fina de Juninho e puxando pra trás em cada estocada.
— Porra, tá molhado pra caralho lá dentro… cheio da porra que a gente deixou ontem — Ramon ria, girando o quadril pra revirar o intestino dele.
Pedro e Bruno assistiam, punhetando os paus monstros.
— Agora vem o DP, viadinho. Prepara esse cu pra virar uma cratera de verdade — Bruno avisou.
Eles colocaram Juninho de quatro no chão frio. Maurício deitou debaixo dele e enfiou o pau no cu primeiro, puxando o garoto pra baixo até sentar tudo. Juninho gritou, o corpo tremendo.
— Tá fundo demais… tá machucando… por favor…
— Cala a boca e senta — Maurício mandou, dando um tapa forte na cara dele.
Bruno se posicionou atrás. Cuspiu bastante no cu já ocupado e pressionou a cabeça grossa ao lado do pau de Maurício. A pressão era insana. Juninho sentiu o anel sendo forçado além do limite, queimando, rasgando.
— Nããão… vai rasgar… aaahhh fodeu… — ele choramingava, lágrimas caindo no chão.
Bruno empurrou com força. Centímetro por centímetro, o segundo pau entrou. Dois paus enormes esticando o cu dele ao máximo. A sensação era de que ia se partir ao meio. Quando Bruno enterrou tudo, os dois paus pulsando juntos lá dentro, Juninho só conseguia soluçar e tremer.
— Olha isso, mano… o cu dele tá virando uma boceta de verdade — Pedro gravava, aproximando o celular. — Tá todo esticado, as bordas brancas de tão abertas.
Eles começaram a meter. Primeiro devagar, sincronizados, depois mais forte. O som era molhado, obsceno, carne batendo, o cu de Juninho fazendo barulhos de sucção toda vez que os paus saíam um pouco. A dor era lancinante, mas misturada com uma pressão profunda que fazia o corpo dele reagir contra a vontade.
— Tá gostando, né, sua puta? Olha o pintinho duro dele pingando no chão — Ramon ria.
Eles foderam com força por longos minutos. Trocavam de posição: um no cu, dois na boca, depois DP de novo. Juninho era só um buraco vivo, babando, chorando, gemendo rouco.
Então Ramon, o mais sádico, anunciou:
— Agora eu vou destruir ele de vez. Segurem o viado.
Eles tiraram os paus. O cu de Juninho ficou escancarado, uma cratera vermelha, inchada, evertida, piscando sem controle, com as paredes internas visíveis e porra escorrendo. Ramon lubrificou a mão com cuspe e o que restava de porra, fechou os dedos e encostou no buraco destruído.
— Não… por favor… isso não… vai machucar muito… — Juninho implorou, a voz destruída, lágrimas escorrendo.
— Vai sim, e tu vai aguentar, porra — Ramon rosnou.
Ele empurrou. A mão inteira entrou devagar, girando. Juninho gritou, o corpo se arqueando. A sensação era de ser aberto por dentro, como se o intestino estivesse sendo virado do avesso.
— Aaaahhh… tira… tá rasgando… por favor… — ele chorava alto, o corpo convulsionando.
Ramon não parou. Enfiou até o pulso, depois começou a girar e empurrar mais fundo. O antebraço dele entrava e saía, abrindo o cu de Juninho num buraco grotesco. O som era molhado, squelch squelch, o intestino dele sendo fodido pela mão enorme.
— Olha o tamanho dessa cratera, caralho! Tá engolindo meu braço todo! — Ramon gritava excitado.
Juninho soluçava, o rosto contorcido de dor e humilhação. O corpo dele não aguentou. Enquanto Ramon girava a mão lá dentro, mexendo nos órgãos, Juninho se mijou. Um jato quente de xixi escorreu pelo pau duro dele, molhando o chão, as pernas, pingando enquanto ele chorava de vergonha.
— Olha isso! O putinho se mijou todo! Que delícia de vadia — Maurício ria, dando tapas na cara dele.
Ramon continuou o fisting brutal, entrando e saindo, abrindo os dedos lá dentro, destruindo o que restava de resistência. O cu de Juninho agora era um buraco largo, vermelho-escuro, inchado pra caralho, com as bordas protuberantes e incapazes de se fechar.
— Tá destruído… olha como fica aberto… parece um vulcão — Bruno comentou, filmando de perto.
Quando Ramon finalmente tirou a mão, um jato de porra escorreu do buraco arruinado. Juninho desabou no chão, tremendo inteiro, chorando baixinho, o cu latejando como um coração aberto, completamente destruído.
Os quatro gozaram em cima dele. Jatos grossos de porra quente acertando o rosto, o cabelo, o peito, e especialmente dentro e em volta da cratera que um dia foi o cu apertado dele.
Maurício deu o último tapa na bunda marcada:
— Agora tu é o puto oficial da república e do time, Juninho. Todo fim de semana vai ter mais. E tu vai vir correndo, de boca e cu abertos, porque é isso que tu é agora.
Eles saíram rindo, deixando Juninho jogado no chão sujo da sala abandonada, mijado, coberto de porra, cu destruído e mente quebrada. No meio da dor e da humilhação profunda, o corpo traidor dele ainda tremia com um prazer doentio e sombrio.
Ele sabia que voltaria. Não tinha mais escolha.

Comentários (1)

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  • luiz: Quero isso p mim tbem.

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