4 Machos me foderam no banheiro do aeroporto mesmo.
Meu nome é Ayma, e essa foi uma das fodas mais loucas, arriscadas e inesperadas da minha vida.
Há uns dois meses, quatro amigos meus do site da Selma e do Telegram VIP (de 20 a 70 anos) fizeram uma cotinha, pagaram minha passagem e a do meu corno, e me chamaram pra passar um final de semana com eles numa cidade do interior. Cheguei no aeroporto vestida exatamente assim: cropped preto justo e essa calça branca de lycra super colada, marcando minha buceta carnuda e meu bundão. Durante todo o voo os homens não tiravam os olhos da minha virilha. Quando desembarquei, os quatro já estavam me esperando: o novinho de 20 anos, dois caras de meia idade e o coroa de 70. Meu corno estava do lado, quietinho.
Eles me abraçaram forte ali mesmo no aeroporto (dá pra ver na foto). O mais jovem já estava com a mão na minha cintura, apertando minha bunda por cima da calça branca e sussurrando no meu ouvido:
— Porra, Ayma… eu vou comer essa buceta hoje mesmo.
Eu ri, achando que era brincadeira. Mas não era.
Fomos pra pousada, mas o novinho não aguentou. No caminho ele disse:
— Eu quero foder essa vadia casada agora, no banheiro do aeroporto.
Os outros três se olharam e falaram quase juntos:
— Porra, se tu for, eu vou também.
Meu corno ficou vermelho, mas não falou nada. Eu gelei… mas também fiquei molhada na hora. O aeroporto era pequeno, e o banheiro masculino dos fundos era bem escondido. Um deles ficou vigiando na porta, o corno entrou junto pra registrar tudo, e os outros três me puxaram pra dentro.
Mal trancamos a porta e já começou a loucura.
O novinho me empurrou contra a parede, abaixou minha calça branca até os joelhos e se ajoelhou:
— Olha essa buceta carnuda do caralho… — e enfiou a língua bem fundo, chupando meu clitóris com força enquanto os outros assistiam.
O coroa de 70 anos ria e falava pro meu marido:
— Olha pra sua mulher, corno. Tá toda molhada já. Você não sabe comer essa buceta direito, né seu inútil?
Enquanto o novinho me chupava, um dos outros dois enfiou o pau na minha boca. Eu mamava ajoelhada, babando no pau dele, enquanto o terceiro apertava meus peitos e dava tapas fortes na minha cara.
— Vai, sua puta casada! Chupa direito!
Depois me viraram de quatro no chão sujo do banheiro. Um meteu na buceta com força, socando fundo, enquanto outro enfiava o pau na minha boca. O corno filmava tudo bem de perto. Eles não paravam de humilhar:
— Olha pra sua esposa, corno. Tá levando pau como uma vadia barata. Você deve ter uma piroquinha mole que não serve pra nada.
Eu gemia alto, mas eles tapavam minha boca pra ninguém ouvir. Me viraram de novo, me seguraram no ar e fizeram uma trepada em pé: um me comendo na buceta e o outro tentando enfiar no cu ao mesmo tempo. DP bruto. Eu sentia os dois paus se esfregando dentro de mim, esticando tudo.
— Tá apertado pra caralho essa buceta e esse cu de casada! — um deles grunhia.
Depois me jogaram no chão frio do banheiro. Calça branca toda suja. Fizeram DP anal. Dois paus no meu cu ao mesmo tempo. Eu sentia uma dor absurda, ardendo, esticando meu cuzinho. Comecei a gritar, mas um deles tapou minha boca com força enquanto o outro dava tapas fortes na minha cara e na bunda:
— Cala a boca, sua puta! Aguenta! Corno, olha como sua mulher tá levando rola no cu!
Eles revezavam. Metiam com força, tiravam, mostravam meu cu arrombado pro corno e enfiavam de novo. Eu tava suada, tremendo, gozando sem parar.
Foi aí que comecei a sentir. Meu intestino não aguentou a pressão toda. Quando um deles meteu fundo, eu me peidei alto e comecei a me cagar no pau dele. O pau saiu todo melado de merda.
— Puta que pariu! — ele falou, mas em vez de parar, riu. — Olha isso, corno. Sua mulher tá cagando no meu pau!
Outro macho meteu no cu melado, sujando o pau dele também. O cheiro ficou forte pra caralho dentro do banheiro pequeno. Um dos caras não aguentou:
— Puta que pariu, que mulher podre! Tá fedendo demais, vou deixar pra amanhã.
Ele saiu. Os outros três continuaram. Mostravam os paus melados pra mim:
— Cheira, vadia! Cheira sua própria merda no meu pau!
Eu cheirava, quase vomitando de nojo, mas excitada. Mandaram eu lamber. Eu lambia chorando de nojo, enquanto eles riam e me chamavam de “puta nojenta”, “latrina de aeroporto”, “vadia fedida”.
No final, os três gozaram dentro do meu cu. Um atrás do outro. Quando tiraram, meu cuzinho ficava aberto, piscando, escorrendo porra misturada com merda.
Eles me ajudaram a levantar. O vigia da porta avisou que o caminho tava limpo. Fui correndo, toda descabelada, calça branca suja, pro banheiro feminino me limpar, enquanto meu corno e os caras saíam como se nada tivesse acontecido.
Foi uma roda insana. Pesada. Violenta. Nojenta. E deliciosa pra caralho.
Essa foi só a chegada. O final de semana inteiro ainda estava só começando…
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