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Samira e Samara no meio da guera do oriente médio.

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Eu sou o Daniel, o cara que desde 2008 vive pra caçar o cheiro mais sujo e natural de mulher. Bundas suadas, axilas encharcadas de suor velho, pés que não veem água há dias… quanto mais forte, mais eu fico louco. E foi exatamente isso que encontrei no meio do inferno de guerra no Oriente Médio: Samira, 19 anos, e Samara, 20. Duas putinhas árabes de corpo jovem, pele morena brilhando de suor, vestidas com aquelas roupas grossas e quentes que grudavam no corpo como uma segunda pele. 50 graus na sombra, calor de fornalha, escombros por todo lado, bombas caindo a poucos metros. Elas estavam ali, paradas entre os tijolos caídos, bundas enormes empinadas dentro daqueles tecidos escuros, já molhados de suor acumulado há dias. Nenhum banho. Nenhum desodorante decente. Só o cheiro natural delas, forte, azedo, podre… o cheiro que eu amo.

Eu me aproximei devagar, sorrindo como quem não tem nada a perder. “Vocês duas estão derretendo de calor, né? Eu tenho um lugar ali na frente, uma casa meio destruída, mas com paredes que ainda seguram. Vem cheirar um pouco de sombra.” Elas olharam uma pra outra, assustadas, mas o calor e o medo das bombas falaram mais alto. Entramos no escombro. Teto meio caído, poeira no ar, cheiro de concreto queimado misturado com o cheiro delas. Eu fechei o que restava da porta e já fui direto:

“Tirem os lenços e levantem as saias. Quero sentir o cheiro de verdade.”

Samira, a mais nova, corou. Samara mordeu o lábio. Mas o calor estava matando elas. Levantaram as roupas devagar. O cheiro subiu como uma onda: axilas molhadas de suor velho, aquele desodorante vencido que virou uma pasta azeda, e, principalmente, as bundas. Duas bundas enormes, redondas, suadas há dias, com aquele cheiro forte, natural, cada uma com o seu toque. Samira tinha um cheiro mais doce-podre, como leite azedo misturado com carne velha. Samara era mais forte, mais animal, um fedor de bunda suada que fazia meus olhos lacrimejarem de tesão.

“Cheira”, eu mandei, empurrando a cara de Samira bem no meio da bunda da Samara.

Ela tentou recuar. “Não… tá fedendo muito… que nojo… parece que não lava há semanas!” Quase vomitou, os olhos lacrimejando. Samara riu nervosa: “A sua é pior, sua vadia! Tá saindo cheiro de merda quente!”

Eu ri e enfiei o dedo bem fundo no cu da Samira, girando devagar, sentindo o calor úmido e o cheiro forte que saía. Tirei o dedo brilhando e enfiei na boca das duas. “Cheira e compara. Agora.”

Elas cheiraram juntas, narizes colados no meu dedo. “A sua é mais fedorenta… tá azedo pra caralho”, Samara disse, engasgando. Samira quase cuspiu: “A sua tá pior… parece bunda de animal suada!”

Eu não aguentei. “Agora lambe. Uma lambe a bunda da outra enquanto eu fico olhando.” Samira se ajoelhou, cara enfiada entre as nádegas enormes e suadas da Samara. A língua saiu relutante, mas eu segurei a cabeça dela. “Lambe fundo, vadia. Quero ouvir o barulho.” Samara gemeu de nojo e tesão misturado, o cu piscando enquanto Samira lambia o suor acumulado. Depois trocaram. O som molhado das línguas nas bundas suadas enchia o quarto enquanto bombas explodiam lá fora, poeira caindo do teto.

Eu tirei a roupa. Meu pau já duro pra caralho. “Agora se beijem com gosto de bunda.” Elas se beijaram, línguas trocando o fedor uma da outra. Enquanto isso eu enfiei dois dedos no cu de cada uma, rodando, abrindo. “Sinta o cheiro do dedo da sua amiga”, eu dizia, fazendo elas cheirarem e chuparem os dedos sujos de cu.

Depois veio o melhor. Eu deitei Samira de quatro nos escombros e meti meu pau seco no cu dela. Ela gritou: “Ai porra, tá doendo! Tá rasgando!” Eu não parei. Meti fundo, sentindo o cu apertado e quente, o cheiro de bunda suada subindo forte toda vez que eu batia. Samara ficava do lado, chupando os peitos da amiga e enfiando dedo na buceta dela. Bombas explodiam perto, o chão tremia, gritos de soldados ao longe. Eu troquei: agora era o cu da Samara que eu arrombava, dolorido, seco, ela choramingando “tá queimando… mas não para…”. Enquanto eu fodia uma, a outra lambia minhas bolas suadas de poeira e suor.

Na hora que eu senti o gozo subir, tirei e gozei bem na boca aberta das duas. Jatos grossos, quentes, brancos. “Agora se beijem com minha porra.” Elas se beijaram como duas putas desesperadas, línguas trocando esperma, gemendo, engolindo, o gosto salgado misturado com o fedor de cu que ainda estava na boca delas. O beijo virou uma putaria maior: Samira enfiou a língua no cu da Samara enquanto eu gozava o resto na cara delas, e Samara chupava meu pau sujo de cu.

Quando saímos dali, elas estavam destruídas, bundas vermelhas, rostos sujos de porra e poeira, cheirando a sexo sujo e guerra. Eu sorri: “Isso aqui é só o começo.”

Se você leu até aqui e tá com o pau ou a buceta latejando de tesão… bem-vindo ao meu mundo. Eu, Daniel, posto essas loucuras desde 2008 no site da Selma: www.selmaclub.com e no Telegram VIP dela: www.bit.ly/telemanu. São anos de contos, vídeos e fotos reais e fictícios – bundas suadas na época das cavernas, putarias na selva, na guerra, no deserto, no que você imaginar. Entra hoje e já baixa tudo. As putarias mais nojentas e viciantes da internet estão lá. Vem. Eu te espero.

Eu sou o Daniel, e o que aconteceu naquela casa em escombros não foi só uma foda rápida. Foi o começo de uma putaria que durou a noite inteira e a manhã seguinte, enquanto o inferno da guerra explodia lá fora.
As bombas não pararam. O céu tremia a cada quinze minutos. Pó de concreto caía do teto rachado como neve suja. O calor continuava infernal, 50 graus dentro daquele buraco. Samira e Samara, as duas putinhas de 19 e 20 anos, estavam encharcadas de suor, roupas grudadas no corpo, bundas brilhando por baixo do tecido grosso. O cheiro delas já estava insuportável… e eu queria que ficasse pior.
“Hoje ninguém sai daqui”, eu disse, trancando o que restava da porta com um pedaço de ferro. “Vamos dormir juntinhos. Cara na bunda. Quero que o cheiro de vocês fermente a noite inteira.”
Fiz as duas tirarem os lenços da cabeça e as saias longas. Deixei só as blusas abertas, peitos pequenos e morenos à mostra, mamilos duros de suor. Coloquei Samira de quatro, bundona empinada, e mandei Samara deitar com o rosto enfiado bem no meio daquelas nádegas suadas. O nariz dela encostou direto no cu da amiga, que já estava soltando um cheiro doce-podre de bunda sem banho há dias. Samira fez o mesmo com a bunda da Samara. Eu me deitei no meio, pau duro entre as duas, e ordenei:
“Durmam cheirando. Se uma tirar o nariz, eu acordo e enfio o dedo no cu da outra até amanhã.”
A noite foi lenta e nojenta. O calor fazia elas suarem mais. Eu sentia o ar ficando pesado, aquele fedor natural de bunda árabe concentrado, misturado com o cheiro de axilas peludas e pés sujos. De vez em quando uma soltava um pum quente, abafado contra o rosto da outra. Samara resmungava “tá fedendo pra caralho…”, mas eu segurava a cabeça dela no lugar. Samira gemia baixinho, o cu piscando no nariz da amiga. Eu dormi com o pau encostado nas bundas delas, babando de tesão.
Quando o sol nasceu, o cheiro dentro do quarto era quase sólido. Um fedor denso, azedo, animal. Eu acordei elas com um tapa nas bundas.
“Acordem, vadias. Hora de comparar quem tá mais podre.”
Levantei as duas de quatro, lado a lado, bundas empinadas pra mim. O suor da noite tinha deixado as peles brilhantes, os cus brilhando de umidade natural. Eu enfiei o nariz primeiro no cu da Samira. Cheiro doce, forte, quase queijo podre misturado com carne velha. Depois no da Samara: mais animal, mais amargo, um fedor de bunda suada que fazia meus olhos arderem.
“Samara ganhou. O cu dela tá mais fedorento hoje. Samira, você perdeu. Lambe os pés da sua amiga pra pagar.”
Tirei os sapatos velhos e quentes delas. Os pés estavam brancos, enrugados, molhados de suor acumulado. Cheiro de chulé forte, vinagre podre, quase queijo gorgonzola. Samira, de cara feia, encostou o nariz nos pés da Samara e quase vomitou. “Tá nojento… parece que ela andou na merda…” Eu segurei a cabeça dela e forcei: “Lambe entre os dedos. Quero ouvir o barulho da língua.”
Enquanto Samira lambia os pés suados da amiga, eu enfiei meu pau seco no cu da Samara. Ela gritou, o cu apertando forte. “Ai porra, tá rasgando de novo!” Eu metia devagar, sentindo o calor úmido do intestino, o cheiro subindo forte a cada estocada. Samira, ainda lambendo os pés, recebia meus dedos no cu dela, três dedos girando, abrindo.
Depois trocamos. Agora Samara lambia os pés da Samira enquanto eu arrombava o cu dela. Os gemidos de nojo misturavam com tesão. Eu tirei o pau do cu da Samara e enfiei direto na boca da Samira: “Chupa o gosto do cu da sua amiga. Limpa.”
A putaria subiu de nível. Eu mandei as duas ficarem de quatro, bundas coladas, e comecei o jogo de dedo no cu. Samira enfiou três dedos bem fundo no cu da Samara, girou devagar, tirou brilhando de suor e umidade. “Cheira”, eu ordenei. Samara cheirou o próprio cu no dedo da amiga e engasgou: “Tá pior que ontem… tem cheiro de merda quente.” Samara fez o mesmo com Samira. Elas trocavam os dedos sujos, cheiravam, lambiam, chupavam, enquanto eu filmava com o celular.
Peguei um pedaço de pano sujo que estava jogado no chão do escombro — cheio de poeira, suor antigo, talvez até resto seco de alguém que morreu ali. Esfreguei forte no cu da Samira, limpei o suor e a umidade, depois enfiei o pano na boca dela. “Morde e sente o gosto.” Depois fiz o mesmo com Samara. Por fim, coloquei o pano entre as bocas delas e mandei se beijarem com ele no meio, línguas lutando por cima do tecido imundo.
“Agora as axilas”, eu disse. Levantei os braços delas. As axilas peludas estavam molhadas, desodorante vencido virado numa pasta azeda, suor de dias. Enfiei o nariz da Samira na axila da Samara. “Cheira fundo. Lambe até limpar.” Samira lambeu, nojo no rosto, mas a buceta dela pingava. Depois invertemos. Eu chupava uma axila enquanto metia na outra.
O calor estava insuportável. Elas precisavam mijar. Eu sorri: “Mijem uma na boca da outra.” Samira se agachou sobre a cara da Samara e soltou um jato quente, dourado, forte. Samara engoliu parte, o resto escorreu pelo queixo. Depois Samara mijou na boca da Samira e na minha. Eu lambi o mijo que escorria pelas bundas delas, misturado com suor.
Pra fechar, eu queria o ápice da sujeira. Usei os lenços da cabeça delas como “panos de cu”. Limpei meu pau sujo de cu neles, depois enfiei um lenço no cu da Samira, girei, tirei e enfiei na boca da Samara. “Sente o gosto da bunda da sua amiga.” Elas se beijaram com os lenços sujos entre as línguas.
Eu deitei no chão sujo. Mandei Samara sentar no meu pau, cu aberto, cavalgando forte. Samira sentou na minha cara, bunda suada esmagando meu nariz. Enquanto uma cavalgava, a outra se inclinava pra frente e enfiava a língua no cu da amiga, lambendo meu pau entrando e saindo. Dupla penetração anal: pau + língua + dedos. O cheiro era insano.
Quando o gozo veio, eu não segurei. Tirei o pau do cu da Samara e gozei direto nas narinas delas — jato grosso na Samira primeiro, depois na Samara. “Assoem e engulam.” Elas assoaram o esperma, misturaram com catarro e se beijaram, trocando porra, mijo, suor e cheiro de cu.
Quando as bombas deram uma trégua, elas estavam destruídas: bundas vermelhas e abertas, rostos sujos de porra, poeira e mijo, cheirando a guerra e sexo nojento. Samira olhou pra mim, voz rouca:
“Leva a gente pra outro esconderijo… a gente quer mais. A gente quer ficar assim o dia inteiro.”
Samara lambeu os lábios, ainda com gosto de cu e esperma:
“Por favor, Daniel… a gente virou suas putas fedorentas.”
Eu sorri, pau ainda duro.
“Então vamos. Tem muito escombro pela frente… e muito cheiro pra aproveitar.” VEja e baixe mais em www.selmaclub.com e www.bit.ly/telemanu
Daniel

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