O velho tarado nos deu abrigo, e me violou
Enquanto sua mão passeava pela lateral do meu corpo, passei a sentir algo quentinho tocando uma parte da minha bundinha.
Oi gente...me chamo Milton, sou moreno, baixinho, e a história que vou contar, se passou há alguns anos atrás, quando eu tinha acabado de completar 14 anos...espero que gostem...
Não conheci meu pai, aos oito anos de idade, passei a ser criado pelo meu padrasto, com quem minha mãe teve mais dois filhos, Gustavo, que na época dos fatos já estava com 6 anos, e Guilherme, o recém nascido. E foi na chegada desse segundo filho, que meu padrasto nos abandonou. Ele era um traste, mulherengo, só minha mãe não enxergava isso.
Ainda de licença maternidade, brigada com o pai e novamente sozinha, minha mãe se viu obrigada a mudar de residência, fomos morar em uma região complicada, numa casa muito simples, próximo a um córrego. Eram dois minúsculos cômodos.
Eu odiava aquele lugar, as ruas eram barulhentas e cheias de pessoas desocupadas. Preferia ficar em casa, mesmo com o cheiro ruim que vinha do córrego. Eu que já era um pessoa tímida, me tornei ainda mais introvertido naquele lugar.
No antigo endereço, não tinha amigos, e na escola, não conversava muito, e me recusava a fazer trabalhos em grupo. Sofria para conseguir a nota e ser promovido, mas mesmo assim, cheguei à oitava série.
Acabara de completar 14 anos, e estava estudando há uma semana numa escola horrível, com vários alunos indisciplinados. Já imaginava o tormento que seria aquele ano letivo.
Queria trabalhar para ajudar em casa, mas minha mãe dizia para eu pelo menos terminar o ensino fundamental.
Na terceira semana de fevereiro, no final da tarde, começa um temporal. A água do córrego começa a subir, e o pessoal começa a deixar as casas. Eles alertam a minha mãe.
Sem ter para onde ir, ela resolve ficar. A água chega até nossa casa, e então, resolvemos sair.
Desesperados, só com as roupas do corpo, saímos em busca de uma cobertura que pudesse nos abrigar da chuva. Eu segurava um guarda chuvas, para proteger minha mãe e o bebê. Gustavo e eu, estávamos ensopados.
Sem rumo, e fugindo da água que não parava de subir, caminhávamos em busca de uma cobertura. E foi aí que um senhor, na área da frente da sua casa, nos viu passar, e nos chamou.
Ele nos acolheu, e falou para a minha mãe dar um banho no Gustavo, que tremia de frio.
Enquanto minha mãe dava um banho no Gustavo, o homem foi para o quarto, e voltou com uma toalha.
_Vem cá garoto, vamos tirar essas roupas molhadas...aí você se enrola na toalha, e depois toma um banho quentinho também.
O homem disse isso, e já veio tirando minha camiseta, e em seguida, tirou meu calção. Fiquei sem ação, e todo envergonhado, pelado na frente dele. Ele passou a toalha no meu corpo, e depois me enrolou nela.
Assim que minha mãe saiu do chuveiro, ele falou para eu ir tomar o meu.
_Vai lá...enquanto você toma o banho, eu separo uma roupa para você...somos quase do mesmo tamanho né?
É...ele era baixinho, não devia ter 1,65m, era magro, com os braços fortes, as veias eram saltadas. Nessa época, eu tinha 1,50m de altura, mas era fortinho, sem ser gordo. Minha mãe dizia que eu era igual meu pai...baixinho e troncudinho.
Entrei no banheiro, e notei que não tinha chave nem trinco para trancar a porta, era só a maçaneta mesmo.
Ahhhh...a água estava quentinha, até esqueci os problemas lá fora.
A porta do banheiro é aberta, o homem entrou com algumas peças de roupas.
_Já terminou o banho? Perguntou.
_Já...
_Vem cá então. Disse ele, pegando a toalha.
_Pode deixar...não preci...
_Que isso gatotão vem cá. Disse ele, me interrompendo.
Me aproximei, e ele foi passando a toalha macia, no meu corpo.
_Bom...vê o que fica bom aí para você. Disse ele, me mostrando as roupas.
Ele não saiu do banheiro, ficou me olhando experimentar as roupas.
Um pouco constrangido, fiquei com a segunda opção, uma camisa de manga comprida, e uma samba canção. Não ficaram muito grande para mim.
_Legal...vem...vem tomar um café.
Na cozinha, minha mãe tomava café, com meus irmãos. Tinha bolachas recheadas.
Na conversa, ficamos sabendo o nome do homem que nos ajudou, João Pedro.
_Mas o pessoal me chama de Janjão...eu gosto, parece que eu fico grandão Kkkk.
Ele era pedreiro, moreno claro, tinha 58 anos, viúvo, e sua única filha, era casada, morava em outro estado.
A chuva continuava caindo lá fora, não com a mesma intensidade de antes, mais ainda estava forte.
Após o café, fomos assistir TV, na sala. A casa era grande, tinha dois quartos, sala e cozinha.
Como a chuva não parava, Janjão falou para dormirmos lá. Minha mãe relutou um pouco, mas sem alternativas, aceitou. Eu adorei a idéia, pelo menos ia dormir num lugar espaçoso, cheiroso.
_Como esse quarto tem cama de casal, você pode dormir aqui com os pequenos, eu me viro no outro quarto com o Milton...pode ser? Perguntou ele, à minha mãe.
_Ah tudo bem...tá ótimo...obrigado viu Seu João.
_Ótimo...mas tira o "Seu" kkk...só João ou Janjão tá?
Quando minha mãe foi se deitar, eu resolvi ir dormir também. Janjão me levou até o quarto, arrumou a cama de solteiro, e falou que eu poderia me deitar.
_Só tira a camisa tá...senão ela fica amassada. Disse ele.
Tirei a camisa, e deitei. Janjão deixou o abajur aceso, e voltou para a sala.
Notei que o quarto não tinha outra cama, fiquei pensando onde o Janjão iria dormir.
Minutos depois, eu tive a resposta. Ele entrou no quarto, e logo em seguida, se deitou na cama.
_Tá tudo bem? Ainda não dormiu. Falou.
_Tá...só um pouco sem sono...
_É complicado né...você vai precisar ajudar sua mãe...
_Eu sei...eu queria trabalhar, mas ela disse que eu tenho que terminar pelo menos a oitava série antes...
_É isso...ela está certa! E em que série você está?
_Na oitava...
_Nossa...você já tem catorze anos?
_Sim...fiz no começo do mês...
_Já é uma rapazinho. Disse ele, agora colocando sua mão no meu ombro.
Ficamos em silêncio, e sua mão começa a subir e a descer pelo meu braço.
De repente, sua mão desce para a minha cintura, e passa a deslizar pelas minhas coxas e pernas.
Janjão se aproxima mais de mim, e fala quase ao meu ouvido:
_Sabe Milton...minha mulher faleceu há alguns anos, tô sozinho há um tempão...e...e...sabe...eu estava afim de uma brincadeirinha...
Para ser sincero, eu não tinha entendido que "brincadeirinha" ele estava falando, mas aí, sua mão entrou pela lateral da samba canção, e foi descendo, abaixando a mesma. Fiquei sem entender, e ele ficou acariciando a lateral do meu corpo, da coxa, até quase meus mamilos. Apesar de parecer estranha essa "brincadeira", eu estava gostando, sei lá, me sentia relaxado, parecia que alguém gostava de mim. Mesmo quando sua mão, de vez em quando tocava minha bundinha, eu não me incomodava.
Enquanto sua mão passeava pela lateral do meu corpo, passei a sentir algo quentinho tocando uma parte da minha bundinha. O toque era sutil, no início, e foi se intensificando depois. E quando ele se aproximou mais de mim, encostando seu tórax nas minhas costas, foi que eu me dei conta, que ele estava nú, e aquilo que estava me tocando, era a cabeça do seu pinto.
Tentei me afastar para a frente, mas estava bem na beirada cama, quase caí dela.
_Calma...cuidado. Disse ele me segurando, e se encostando mais em mim.
Pensei em levantar, e ir para o quarto onde estava a minha mãe, mas fiquei com medo dele ficar chateado, sei lá...querer mandar a gente embora....ainda estava chovendo. Também fiquei com medo da minha mãe brigar comigo...afinal, o homem estava sendo muito legal com a gente, e até então, nessa sua brincadeira, ele só estava tocando me mim. Meio confuso e receoso, resolvi ficar quieto.
Janjão se afastou de mim, e pediu para eu vir um pouco mais para trás. Fui só um pouco, e fiquei sem me encostar nele.
Mesmo de costas, percebi, pelo barulho, que Janjão mexia em algo, e logo em seguida, sua mão veio direto na minha bunda. Ele acariciou, e num movimento rápido, seu dedo entrou no meu reguinho, e foi direto no meu cú. Me assustei com a sua ousadia, e com a reação do meu corpo que estremeceu todinho ao toque, e ficou todo arrepiado.
O dedo dele estava todo lambuzado, e ao ficar circundando meu cuzinho, foi deixando-o lambuzado também.
Eu nem tive tempo de entender direito o que estava acontecendo comigo, que sensação era aquela que estava sentindo...ele foi rápido, e enfiou o dedo no meu cuzinho.
_Ahhhiiiiii. Soltei um gemidinho.
Meu gemido não foi de dor, não sabia direito o quê estava sentindo, só sei que meu pinto ficou durinho.
Janjão se aproxima novamente, e passa a beijar meu ombro, enquanto seu dedo entrava e saía lentamente do meu cuzinho.
Eu sabia que aquilo era errado, mas era gostoso, aquela "brincadeira" estava me deixando doidinho, e meu pinto estava quase estourando de tão duro.
O entra e sai do seu dedo, foi se intensificando, assim como os meus gemidos. De repente, ele tira o dedo do meu cuzinho, apalpa minha bundinha, e me vira de bruços. Volta a apalpar minha bundinha, e desliza sua mão pelo meu corpo. Ele enfia o dedo no meu cuzinho novamente, e depois de um tempinho, tira.
Estava perdido no meio dos pensamentos e dos sentimento, que quando me dei conta, sentí o peso do corpo dele sobre o meu.
Novamente, me assustei, agora, com o seu pinto duro pressionando minha bundinha.
Janjão fica deslizando sobre meu corpo, e seus pés passam a forçar a descida da samba canção, que ainda estava presa nos meus joelhos.
Depois de se livrar da samba canção, e ainda deslizando seu corpo sobre o meu, suas pernas passam a forçar a abertura das minhas, e assim que consegue, sinto seu pau duro deslizando fundo pelo meu reguinho. Vez ou outra, a cabeça raspa meu anelzinho, me deixando doidinho.
Ofegante, Janjão continua "brincando", até que pára. Achei que ele estivesse cansado, e quisesse descansar um pouco, mas ele tinha outros planos.
Quando parou, a cabeça do pau ficou bem na minha portinha. Ele deu uma ajeitadinha no corpo, e num movimento rápido, colocou a mão na minha boca, e forçou minha entradinha.
Sentí uma dor aguda quando a cabeça me invadiu, tentei gritar, mas sua mão me impediu; tentei me mexer e escapar dele, mas o peso do seu corpo, imobilizava o meu. Totalmente indefeso, sinto seu pau me rasgando, até suas bolas encostarem na minha bundinha. Ele solta um suspiro, e fica imóvel. A dor diminui um pouco.
Janjão tira a mão da minha boca, e pergunta se está tudo bem.
_Não...tá doendo..tira....tá me machucando. Falei choramingando.
_Relaxa...só quero brincar um pouquinho. Disse.
_Mas está me machucando...tá doendo..tira... por favor...
_Calma...relaxa...prometo que é só um pouquinho...
Ele então, coloca a mão na minha boca, tira quase roda a rola, e enfia novamente. E isso foi se repetindo, cada vez mais forte.
Aquela rola entrando e saindo, parecia uma serra me dividindo ao meio.
Eu já não estava mais aguentando, quando ele deu um grunhido, e em seguida, sinto um líquido quente sendo despejado dentro de mim.
Enquanto gozava, ele beijava meu ombro, dizendo que eu tinha sido um garoto muito forte, que eu era um bom garoto, e que minha mãe teria muito orgulho de mim.
Fui relaxando e sentindo um alivio quando a rola começou a murchar.
Assim que terminou de gozar, Janjão deu um beijo no meu rosto, saiu de cima de mim, e foi ao banheiro. Voltou com papel, e me limpou. Muita porra misturada com sangue.
Quando Janjão voltou para a cama, e eu me virei de costas para ele, não queria vê-lo.
_Fica assim não vai...me desculpa...me desculpa. Dizia ele, me abraçando por trás, e beijando meu ombro.
O pior é que eu não estava com raiva dele, eu estava com medo que ele me machucasse novamente, e com vergonha do que acabara de acontecer.
Apesar de tudo, me sentí acalentado pelo seu corpo, e envolto ao seu braço, acabei adormecendo....
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Comentários (4)
Putoparaguayo: Meu irmão tirou meu cabaço assim quando eu era pequeno, ja comi muito garoto tmb, inclusive meu filho, mas eu gosto de lamber bastante e usar um lubrificante especial pro cuzinho ficar bem relaxado
Responder↴ • uid:gsv3co499Jony jony: Delícia assim eu quando joven um coroa gasava em min q delícia 😋
Responder↴ • uid:1dswg4qgk7ldAle_2349: Acho que no fundo você curtiu o coroa tirando seu cabacinho
Responder↴ • uid:2vpojdkj42Jony jony: Eu adoro um coroa pauzudo
• uid:1dswg4qgk7ld