#Bissexual #Gay #Teen

O dia que perdi minha virgindade com um ex-colega de sala do ensino médio. Parte 1.

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O próprio

Conto fictício (com fragmentos reais) e autoral. Parte 2 será focado no sexo.

O dia que perdi minha virgindade com o meu ex-colega de sala.

Meu nome é Pedro e por incrível que pareça, o nome dele também é Pedro, chamávamos ele de Pedrinho. Estávamos no último ano do Ensino Médio, eu já tinha olhado ele com malícia. Um pretinho com uns 1,79 cm e com os braços fortes (ele tinha entrado na academia já há um tempinho), cabelo sempre na régua. Era desses meninos brincalhões que estavam sempre socializando e fazendo piadas para a sala rir. Ele já tinha 18 anos e eu também, mas não tínhamos intimidade para qualquer assunto que fosse fora do ambiente escolar. Além disso, o pai dele era dono de duas vans que trabalhavam como uma agência para viagens.

Vamos ao que interessa. Sempre que os professores faziam chamada na sala e chegava no meu nome, Pedrinho fazia piada me chamando de gostoso. Lembro como se fosse hoje; de início, achei que era apenas resenha, e de fato era. Continuou assim por um bom tempo. Várias coisas impossibilitaram ele sentir atração em mim. 1° Ele era hetero, 2° Evangélico e filho de pastor (a família toda) e 3°, Ele estava de olho em uma amiga minha, vou chamá-la de Erica. Obs.: Todo gay tem uma amiga gostosa, não seria diferente comigo.

Bom, chegou o fim do ensino médio e a sala se separou, cada um seguiu seus caminhos, continuei falando apenas com minha amiga e não me mudei. Tinha passado na faculdade na cidade vizinha que chamarei de Castro Alves, a mesma que eu e minha amiga fomos entregar currículo. E tudo começou a partir desse dia. Erica tinha costume de tirar foto de tudo que fazia, nisso, a querida tirou uma foto nossa sentados numa lanchonete, de costume, ela postou nos stories do Instagram. Até aí, tudo bem.

Chegando em casa, umas 16h. Mandei mensagem para Erica dizendo que consegui uma entrevista na loja no dia seguinte, a mesma me respondeu com um áudio rindo.
— Que bom, amigo. Olha, toma cuidado, Pedrinho disse que você está bonito, hein kkkk. Disse Erica.
Parei por alguns instantes e depois mandei um “kkkk” para ela. E fim de conversa. Mas não parei de matutar isso. Cara, Pedrinho estava me elogiando!? um cara religioso como ele? Só podia ser brincadeira. Daí pensei comigo: Vou tentar alguma coisa, se der errado, eu o bloqueio.
Naquele mesmo dia, ele postou uma foto dele no insta, com bastante medo e vergonha, eu reagi. Ele visualizou e curtiu, só. Fiquei desapontado e tals, mas vida que segue.

No outro dia, fui a Castro Alves, fiz entrevista e comecei a trabalhar no mesmo dia. Tava muito corrido, era uma loja de roupas bem movimentada. Bom, como eu preciso ir para faculdade na mesma cidade, tinha que ir para casa às 16h (a facul era às 19h), pois tinha iniciado a academia e também voltaria a Castro Alves às 18h30. O problema foi: estava tarde e não tinha táxis para minha cidade. Comecei a suar frio no meio daquela praça imaginando passar a noite alí. Nisso, buzinam para mim. Era Pedrinho no carro do pai.

— Quer carona? Perguntou Pedrinho.
— Cara, quero sim., já estava enlouquecendo aqui. Senti um alívio enorme, estava indo para casa.
— Fazendo o que aqui sozinho? Erica está aqui também?
— Eu trabalho aqui agora e Erica não está aqui.
— Ahh, sei…

São 30 minutos de uma cidade para a outra. Estávamos saindo para ir embora já e pela primeira vez, conversamos sobre coisas que não eram da escola.
— O que você faz da vida? Tu era inteligente demais kkkkk. Perguntou ele quebrando o silêncio.
Percebi a oportunidade e me joguei.
— Faço Letras, licenciatura.
— Ahhh, então tu já pode me dar umas aulas de como falar bem. Vou precisar para ser PRF (era o que ele queria).
— Marca o dia kkkkk.
Sempre tive uma tara em homens com coxas ou panturrilhas definidas, e naquele momento, a calça jeans dele estava bem ajustada a ponto de deixar o volume das pernas e da rola dele bem visível. Minha vontade era simplesmente abrir o zíper, colocar seu pau na boca, e chupar até tirar a última gota de porra do saco dele enquanto ele sentia o quão prazeroso era aquilo, mas continuamos com a conversa “comum”. Como eu disse, vi a oportunidade e agarrei. Como já estávamos chegando na cidade. Perguntei:

—Tu sempre vem esse horário?
— Sim, eu comecei a trabalhar (por enquanto) buscando encomendas da Shope e da shein, tô sempre voltando esse horário.
— Cara, você poderia me trazer kkkkk eu saio esse horário também. Às vezes, pode não ter táxis, como hoje. Soltei logo essa nos braços dele.
— Ahhh, trago sim. Tem que marcar um ponto, onde te pego?
— Onde você achar melhor.
Ele deu um risinho que costumava mostrar nas aulas quando falava de alguma coisa profana. E respondeu:

—Mas pra baixo da loja, pode?
—Claro, te vejo lá então.

Cheguei em casa e Erica me mandou mensagem. Queria me encontrar para colocar as fofocas em dia. *só tinha um dia que não nos vimos.

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