#Incesto #Teen

A Porta Entreaberta - mãe e filho

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Lucas chega em casa mais cedo e flagra a mãe se masturbando com a porta entreaberta.

Era uma tarde abafada de sábado. O ar-condicionado da sala quebrara na semana anterior e o calor parecia grudar na pele. Lucas chegou mais cedo do treino porque o técnico teve uma emergência familiar e dispensou o time antes do previsto.
Subiu as escadas sem fazer barulho, os tênis ainda nos pés, a mochila pendurada num ombro só. A casa estava silenciosa demais — o tipo de silêncio que denuncia algo acontecendo em outro cômodo.
Quando chegou ao corredor do andar de cima, viu a porta do quarto da mãe entreaberta. Não escancarada, mas também não fechada como de costume. Uns vinte centímetros de abertura. Luz suave do abajur escapando pela fresta. E um som.
Um som baixo, ritmado, úmido. Respiração entrecortada misturada com pequenos gemidos abafados que tentavam não sair.
Ele congelou.
Devia ter virado as costas. Devia ter descido de novo, feito barulho na cozinha, batido a porta da frente de propósito. Mas os pés não obedeceram. O corpo inteiro pareceu travar no lugar enquanto o cérebro tentava processar o que os ouvidos já tinham entendido.
Ele deu um passo. Depois outro. Devagar. Até ficar alinhado com a fresta.
E viu.
A mãe estava deitada de lado na cama, de costas para a porta. A camisola de algodão leve subiu até a cintura. Uma perna dobrada, a outra esticada. A mão direita desaparecia entre as coxas, movendo-se em círculos lentos e firmes. A outra mão apertava o próprio seio por cima do tecido fino, o polegar roçando o mamilo que marcava a camisola. A cabeça jogada para trás no travesseiro, boca entreaberta, olhos fechados com força.
Ela não ouviu os passos dele. Estava muito perto. Muito concentrada no próprio prazer.
Lucas sentiu o sangue descer de uma vez. O pau endureceu dentro do short de tactel em segundos, dolorosamente apertado contra o tecido. Ele nem respirava direito. Só olhava. Hipnotizado pelo movimento dos dedos dela, pelo jeito que o quadril subia levemente a cada volta mais forte no clitóris, pelo brilho que começava a aparecer na parte interna das coxas.
Foi quando ela gemeu mais alto — um “ahh” rouco, quase sofrido — que o corpo dele reagiu antes da mente.
A mochila escorregou do ombro e caiu no chão com um baque surdo.
Ela abriu os olhos de repente.
Virou o rosto na direção da porta.
Os olhares se cruzaram.
Por dois segundos inteiros ninguém se mexeu.
Ela não tirou a mão de onde estava. Apenas parou o movimento. Os dedos ainda pressionando os lábios inchados, molhados, expostos. O peito subindo e descendo rápido. Os olhos arregalados, mas não exatamente de vergonha. Havia outra coisa ali. Algo mais escuro. Mais faminto.
Lucas também não se mexeu. O pau pulsava visivelmente contra o short. Não tinha como esconder.
Ela foi a primeira a falar. Voz baixa, rouca, quase um sussurro:
— Você… não devia estar em casa agora.
Ele engoliu em seco.
— Acabou cedo.
Silêncio pesado.
Ela não fechou as pernas. Não puxou a camisola para baixo. Pelo contrário: os dedos fizeram um movimento mínimo, quase imperceptível, só para abrir um pouco mais os lábios, como se estivesse mostrando.
— E agora? — perguntou ela, sem desviar o olhar. — Vai ficar só olhando?
O coração dele batia tão forte que achou que ela podia ouvir.
Deu um passo para dentro do quarto. Depois outro.
Ela acompanhou cada movimento com os olhos.
Quando ele chegou ao lado da cama, ela abriu mais a perna que estava dobrada, expondo tudo. Os dedos voltaram a se mover, devagar, deliberadamente, enquanto mantinha o olhar fixo no volume evidente no short dele.
— Tira — ela disse. Não era pedido. Era ordem suave.
Ele obedeceu. Baixou o short e a cueca de uma vez. O pau saltou, vermelho, duro, a cabeça brilhando de pré-gozo.
Ela lambeu os lábios sem perceber.
— Vem aqui — murmurou.
Ele subiu na cama, de joelhos. Ela esticou a mão livre e envolveu o pau dele com firmeza. Ao mesmo tempo, acelerou os próprios dedos entre as pernas.
— Você já me imaginou assim? — perguntou, voz tremendo um pouco.
— Todo dia — ele confessou, quase sem ar.
Ela sorriu de lado, um sorriso torto e safado.
— Então me mostra como você se toca pensando em mim.
Ele segurou o próprio pau sobre a mão dela. Começaram a se masturbar juntos — ela se abrindo mais, ele se movendo na mesma cadência dos dedos dela. Os gemidos dela ficavam mais altos, mais descontrolados. Os dele também.
Quando ela gozou, foi com o corpo inteiro arqueando, os dedos cravados nas próprias coxas, o nome dele escapando entre os dentes:
— Lucas… porra… Lucas…
Ele não aguentou. Gozou forte, jatos quentes caindo na barriga dela, na camisola amarrotada, em cima da mão que ainda segurava ele.
Os dois ficaram ofegantes, olhando um para o outro.
Ela passou o dedo no próprio ventre, coletando o sêmen dele, e levou à boca. Chupou devagar, sem desviar o olhar.
— Isso — disse ela, voz ainda rouca — não pode virar só uma vez.
Ele se inclinou e a beijou. Boca aberta, língua faminta, gosto de suor e de tudo que não deveria ter acontecido.
Mas já tinha acontecido.
E nenhum dos dois queria parar.

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