Preparando minha filha para ser GP
Nenhuma mulher pode dizer que teve prazer com seu marido, se não comer o cuzinho dele
Quando eu tinha dezessete anos, tive minha filha, meu pai desde que soube que eu estava grávida passou a me fazer implorar para comprar qualquer coisinha. Humilhada acabei desabafando com uma vizinha, ela com muito jeitinho e depois de me fazer mil perguntas, disse que tinha uma amiga que saia todos os dias para ir trabalhar e em poucas horas em um puteiro discreto em um bairro chic, garantia uma boa renda e o marido só soube de onde vinha o dinheiro, quando ela contou. Perguntei onde era o lugar, ela fez um charminho e dois dias depois me deu um telefone. Liguei e marquei encontro com uma mulher, encontrando-a em uma padaria, a desconhecida vendo meu corpo, me deu o endereço da casa na hora. No dia seguinte, saí de casa cedo e fui ao tal endereço, chegando lá abri uma "conta": unha, cabelo, depilação, aluguel de roupa, etc.. Logo que cheguei no salão, encontrei minha visinha e entendi por que o marido dela ficava no bar o dia todo. Naquela tarde, fiz quatro programas, o que foi considerado pelas meninas como um movimento muito bom. Em um mês, eu já conseguia voltar para casa um dinheirinho bom na bolsa e com saldo positivo na minha "conta" junto a casa. Me empolguei e aleguei em casa que estava cuidando de pessoas doentes e passei a trabalhar algumas noites também. Meu pai vendo que eu sempre estava com dinheiro, exigiu que minha mãe cobrasse para cuidar da minha filha. Eu passei a adorar a profissão, porque sempre gostei de uma sacanagem, vi que minha margem de lucro poderia ser maior e no período da tarde continuei trabalhando no puteiro e a noite trabalhava com telefone e anuncio nos jornais, em um sistema que as meninas apelidaram de teleputa, através do qual, passei a me especializar-me em casais. Estava guardando um bom dinheiro quando um amigo do meu pai depois de me comer gostoso, deu uma dica para ele, minha mãe que já estava desconfiada a tempos, me avisou e eu mudei de puteiro e aluguei um apartamento levando minha filha para morar comigo. O tempo passou em um piscar de olhos. Em uma sexta feira que estava chovendo muito, desliguei o telefone e comecei a assistir televisão com minha filha como eu adorava fazer, normalmente nas segundas feiras que eu tirava folga. Bruna sempre muito carinhosa, deitou-se no sofá comigo e eu a abracei, minha nenê já estava com dezessete anos, mesma idade de eu fui a luta e do nada ela me pergunta: "Você gosta mais de homem ou de mulher?". Tomei um susto e ela revelou que sabia como eu conseguia dinheiro, tinha inclusive com o meu número de telefone, lido meu anúncio no jornal. Conversamos por um bom tempo e no meio da conversa ela revelou que queria saber como era gozar. A conversa foi tão envolvente e minha filha estava tão tesuda que acabamos nos beijando, mesmo deitadas nos alisamos muito e ela mostrou que tinha herdado muito de minhas qualidades, estava exalando sensualidade por todos os poros. Tirei sua calcinha e contatei que o fundo da peça estava todo babada, aquele aroma de bucetinha nova me fez esquecer que Bruna era minha filha e massageei seu grelinho virgem, ouvindo seu primeiro gemido de prazer e ela por puro instinto de mulher, arrancou a sua camisola permitindo-me admirar aqueles peitinhos perfeitos, durinhos e que estavam com os mamilos arrepiados, inverti os papeis, passei a ser uma mãe mamando na filha. Minha filha tirou minha calcinha e se encantou ao passar o dedo na minha racha e contatar minha buceta babava por ela. Deslizei meu corpo e passei a chupar aquela bucetinha altinha, mas com o rasgo bem pequeno, o tipo de buceta que mais gosto de chupar, me deliciei com vários ameaços de gozo e com o desespero dela em sentir prazer que quando veio a fez apertar minha cabeça contra ela, enquanto seu corpo sofria vários solavancos. Aquele sorriso que ela me deu foi o mais bonito que vi em toda minha vida. Ela tentou me retribuir a chupada, mas preferi lhe ensinar a lambida no cuzinho enquanto me masturbava e dava dica para ela massagear o grelo para gozar mais intensamente . Ela me deixou pasma ao demonstrar ser multiorgástica, foi nosso primeiro gozo juntas. A danada deve ter ouvido falar em algum lugar como armar uma tesourinha, pois me puxou para o tapete e ali no chão da sala, passamos a esfregar nossas bucetas ela passou a emitir sons que me deixaram alucinada e gozou antes de mim, mas mostrando ser talhada para a cama, continuou esfregando aquela bucetinha na minha até levar-me ao orgasmo. Nos abraçamos e fomos ao chuveiro juntas, naquela noite ela deitou na minha cama e disse no meu ouvido que queria ser GP como eu.
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Comentários (1)
Aline: Humm rsrs família bem safada rsrs. T Linee_198
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